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Futebol

EM DIA DE FESTA, FERNANDO SEARA DÁ OS PARABÉNS AO BENFICA, MAS DEIXA ALERTA : "É ISSO QUE..."

Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Clube da Luz deu uma entrevista nesta quarta-feira, dia 28 de fevereiro

Fernando Seara
Fernando Seara

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O Sport Lisboa e Benfica comemora esta quarta-feira, 28 de fevereiro,120 anos de história e nesse sentido, numa entrevista ao canal oficial do Clube da Luz, BTV, Fernando Seara, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Glorioso, mostrou-se orgulhoso da glória dos encarnados, deixando o alerta de que existe uma grande responsabilidade 

"Significa muita história, muito fervor, muitas vitórias, algumas dores e imenso prazer. Porque nós no presente somos uma ponte entre o passado, o que queremos honrar, e o futuro que temos conquistar", começou por mencionar o conhecido Benfiquista. 


"Somos os intérpretes de 120 anos de uma instituição que é uma comunidade que se fez uma família, que tem fé, que tem vontade, um grande orgulho e uma grande responsabilidade, mas também uma perspetiva do que do que fomos e uma prospetiva do que queremos ser. É isso que é o Benfica hoje", concluiu o presidente da Mesa da Assembleia Geral do Clube. 


Importante recordar que, tal como deu conta o nosso Jornal, os encarnados deixam uma mensagem. "Sport Lisboa. Grupo Sport Benfica. Sport Lisboa e Benfica. #EPluribusUnum • #120Anos", escreveram as águias na legenda do vídeo partilhado nas contas de Instagram e da rede social X (antigo Twitter), que dá conta da evolução do símbolo do Clube.

O emblema da Catedral dá ainda conta de que neste dia vai ser "revisitada" a história do Clube. "Nesta quarta-feira, 28 de fevereiro, dia em que o Sport Lisboa e Benfica cumpre 120 anos de vida, a história do Glorioso é revisitada numa viagem mítica com 16 glórias", pode ler-se.


"Carregadas de mística, na reportagem da BTV, é possível sentir na primeira pessoa a partilha de páginas de vidas recheadas de triunfos e emoções. Gerações distintas, a mesma paixão e união, em torno de um emblema sempre presente. Em cima dos carris do elétrico de Sintra, também ele nascido em 1904, sente-se e vive-se Benfica", escreveram os encarnados, dando conta da reportagem transmitida no canal oficial do Clube. 


Futebol

Antigo Bola de Ouro sem 'papas na língua' sobre o Marselha-Benfica: "Desejo que passem um mau bocado"

Ex atleta deixou uma mensagem alusiva ao insucesso do Clube da Luz

Avançado deseja desastro do Benfica frente ao Marselha
Avançado deseja desastro do Benfica frente ao Marselha

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O antigo avançado francês, Jean-Pierre Papin, vencedor da Bola de Ouro em 1991, concedeu uma entrevista ao jornal A Bola, esta quinta-feira, dia 18 de abril, onde o embate entre o Benfica e o Marselha foi tema. O antigo atleta, agora treinador do Marselha B, desejou que as águias passem "um mau bocado".

"Espero que o Benfica passe um mau momento. É um jogo muito complicado para ambas as equipas. Mas tentar obter um resultado em Marselha, no Orange Vélodrome, diante de 65 mil pessoas... Vai ser muito difícil para o Benfica. Este golo marcado por Aubameyang na primeira mão mantém-nos vivos, um jogo da Liga Europa é disputado com raiva, com coração", começou por avaliar o francês.


Papin continua destacando os adeptos do Marselha: "A questão nem se coloca, obviamente os adeptos vão pressionar a equipa da melhor forma possível! Estou até convencido de que será o melhor ambiente da temporada porque queremos e devemos qualificar-nos para estas meias-finais. Uma partida dos quartos-de-final da Liga Europa, em Marselha, perante esta multidão incrível, é sempre excecional".


"Ocupo duas funções no Olympique de Marseilha, em primeiro lugar sou embaixador do clube, é uma posição que me convém perfeitamente e que me permite representar o OM da melhor forma possível. Em segundo lugar, sou também o treinador da equipa B, o que me permite estabelecer a ligação com estes jovens atletas olímpicos, transmitir-lhes a cultura do OM, a minha experiência e ajudar estes jovens jogadores a progredir", continuou explicando as suas tarefas no conjunto francês.

"Fizemos dois grandes jogos, apesar de termos sido menos bons em Lisboa, foram dois jogos de grande qualidade e ficámos muito frustrados com o resultado. Fomos batidos por um lance com a mão, mesmo que o nosso amigo Vata não queira admitir. Para mim ele meteu a mão e a TV também disse que ele meteu a mão, cabe-lhe admitir que meteu a mão [risos]. Na altura não existia VAR, o bandeirinha não podia intervir... mas não há arrependimentos exceto não ter podido defrontar o Milan em 1990", termina sobre a eliminatória entre Benfica e Marselha, em 1990.


Importa recordar que, a turma de Roger Schmidt volta a entrar em campo no próximo dia 18 de abril, quinta-feira, para defrontar o Marselha. Os encarnados vão disputar o duelo a valer para a segunda mão dos quartos de final da Liga Europa, no reduto francês, Orange Vélodrome, sendo que pontapé de saída está agendado para as 20h00.


Futebol

Ex Benfica: É preciso um milagre mas Darwin sonha voltar ao Estádio da Luz

Apesar da dificuldade, avançado internacional uruguaio tem objetivo bem definido

Darwin Núñez sonha defrontar o Benfica
Darwin Núñez sonha defrontar o Benfica

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Para além do Benfica, também o Liverpool de Darwin Núñez vai a jogo nesta quinta-feira, dia 18 para os quartos de final da Liga Europa. O ex avançado encarnado tem uma montanha pela frente depois de perder 3-0 em casa com o Atalanta na primeira mão da eliminatória e se vencer vai ter de defrontar a sua antiga equipa.

Para o Atalanta, este é um dos jogos mais importantes da sua história. Depois de humilharem o Liverpool em Anfield na primeira mão, Gasperini mantém-se cauteloso: "para nós é como se estivesse 0-0. Espero o melhor Liverpool possível e estamos a falar de um clube que recuperou uma desvantagem de três golos numa final da Liga dos Campeões perante uma equipa de lendas" [AC Milan em 2005].


"Nada está decidido e vamos ter de jogar muito bem, até porque no fim de semana passado o Verona marcou-nos dois golos em quatro minutos" relembrou. Já Jürgen Klopp, quer apenas evitar um resultado pesado: "Se conseguirmos virar, fantástico. Se não, pelo menos que falhemos da maneira mais bonita". 


Os dois clubes encontraram-se uma única vez, em 2020, na fase de grupos da Liga dos Campeões. Os reds venceram por 5-0 com hattrick de Diogo Jota que deve começar no banco neste jogo. Se conseguissem repetir o feito, Darwin Núñez pode ter um regresso à Luz, caso o Benfica passe hoje frente ao Marselha.

Nesta temporada, Darwin Núñez - avaliado em 70 milhões de euros - regista 47 partidas, 18 golos e 13 assistências, naquela que é a segunda temporada ao serviço dos reds. Na passada época, alinhou em 42 partidas, somando 15 golos e quatro assistências.


Pelo Glorioso, onde envergou o Manto Sagrado de 2020 a 2022, totalizando duas temporadas ao serviço do Clube da Luz, o avançado uruguaio marcou presença em 85 partidas, tendo somado 48 tiros certeiros e ainda faturando 15 assistências.


Futebol

Homenagens a Sven-Goran Eriksson continuam longe do Benfica: "Alavancou um novo futebol em Portugal"

Técnico sueco está em fim de vida devido a doença oncológica e tem sido alvo de várias distinções

Eriksson treinou o Benfica em duas ocasiões, que totalizam 5 anos
Eriksson treinou o Benfica em duas ocasiões, que totalizam 5 anos

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Sven-Goran Eriksson foi para muitos um treinador revolucionário que veio iluminar os tempos de escuridão que assombravam o futebol português nos anos 80. É o caso de Rui Dias do jornal Record, que fez uma homenagem à memória do sueco que, estando em fim de vida devido a cancro em fase terminal, merece ser elogiado pelo que fez enquanto ainda vive e não depois da morte, como é infelizmente costume.

"Alavancou um novo futebol em Portugal: modernizou-o, renovou os seus alicerces, potenciou jogadores e aproximou o Benfica do ideal estético e filosófico de que os adeptos são os principais defensores". Rui Dias considera que Eriksson "não era apenas a imagem dos títulos que conquistou: Sven-Goran Eriksson foi o ideólogo de um novo ciclo, que desbloqueou trauma persistente (descobriu os 30 metros que faltavam); introduziu os parâmetros funcionais de uma grande equipa (pressão, intensidade, confiança, convicção); pôs fim a receios infundados (equipa sempre corajosa e ofensiva), e foi rosto de esperança e sucesso pela construção de uma entidade respeitadora da história benfiquista, cuja influência se alargou a todo o futebol português. Construiu um império emocional indestrutível". 

O jornalista relembra como o técnico comandou Bento, Pietra, Nené, Humberto, Alves, António Bastos Lopes, Shéu, Filipovic e os jovens Veloso, Carlos Manuel, José Luís, Chalana, Diamantino e Álvaro sabendo que "a qualidade à disposição não lhe permitia ser minimalista. Impossível vê-lo realizado depois de vitórias sofridas, explicadas pelos valores de pragmatismo, inteligência tática, estratégia ou até a estrelinha que costuma acompanhar os campeões. Só lhe interessava a essência do estilo, dos padrões criativos e do permanente sentido de aventura, que estimulava os valores adjacentes de exaltação, intensidade, confiança e autoestima".

Dias alerta para como Eriksson cativou o plantel do Benfica que lhe foi dado ao transformar o treino "tantas vezes penoso, inócuo e desinteressante para os jogadores, em aulas apetecíveis de enriquecimento pessoal. O cerimonial do trabalho diário convenceu os intérpretes da sua importância no crescimento individual e coletivo, em sessões inovadoras, menos rotineiras, mais curtas e intensas, nas quais a bola era companhia inseparável".

Antes da morte do sueco, o colunista dá-lhe o valor que merece, que normalmente só vem depois do pior: "Eriksson é o príncipe que abriu horizontes, estimulou padrões estéticos, inspirou seguidores e encontrou saída para os labirintos de desolação que atrofiavam o futebol português. É bonito ter sentido em vida o reconhecimento, a paixão e o agradecimento que, por norma, só crescem e se solidificam na forma de glórias póstumas".



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