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Futebol
02 Fev 2023 | 07:40 |
Com Enzo Fernández fora do Benfica, numa transferência polémica e à última da hora, no fecho do mercado de transferências, Francisco Benitez explicou, em exclusivo ao nosso Jornal, que o negócio tem de ser esclarecido pelo Presidente do Glorioso, nomeadamente no que toca às comissões imputadas à venda, e que o treinador das águias terá de assumir as responsabilidades da não contratação de mais reforços, nesta janela de mercado.
“Corja de empresários”
Em conversa com o Glorioso 1904, Francisco Benitez, que foi candidato à Presidência do Benfica em 2020 e em 2021, afirmou que não entende o motivo pelo qual as águias ficaram incumbidas de pagar comissões na venda “de um jogador que não queriam vender” e que é necessário “perceber o que se passa e porque é que isso acontece”, questionando se esta é uma “prática comum” ou não.
Para o Benfiquista, o argentino deslumbrou-se com a “corja de empresários à volta dele, que lhe mostraram os milhões” e considera que o Benfica devia ter logo tomado uma posição para evitar que “intermediários” se colocassem no negócio e viessem, agora, receber comissões avultadas pela venda.
Quando questionado sobre a sua posição relativamente ao facto de o Enzo, alegadamente, não ter aceitado ficar no Benfica a título de empréstimo, até ao final da temporada, Benitez é imperativo. “Só nós é que, quando os jogadores querem sair, deixamos que façam estas birras”, afirmou, explicando que “não se pode dar aso a este tipo de comportamento, porque depois ele pode ser replicado por outros jogadores”.
Estará Schmidt a fazer “bluff”?
Para o líder do movimento ‘Servir o Benfica’, o Clube “errou” em só contratar Andreas Schjelderup, Casper Tengstedt e Gonçalo Guedes – o último, a título de empréstimo –, nesta janela de mercado, para a equipa principal do Glorioso.
Francisco Benitez refere, baseando-se nas recentes notícias da comunicação social, que “o Benfica tinha soluções (para a saída do Enzo) e foi o próprio treinador a dizer que não queria mais ninguém” e que, a ser verdade, o alemão terá de “assumir responsabilidades” no cartório, caso “algo corra mal” no decorrer da restante época.
“Se não for verdade aquilo que disse e estiver apenas a fazer ‘bluff’, aí é o Benfica que mais uma vez esteve mal”, continua Benitez, explicando que as águias deveriam estar prevenidas, por já terem indícios que o Chelsea iria “voltar à carga” e a pressionar Enzo para sair.
A verdade é que Rui Costa não comprou mais reforços e vendeu uma pérola do plantel, que tal como o candidato à Presidência da Luz referiu, usou o Benfica como “palco” para a ida ao Campeonato do Mundo, onde se veio a valorizar bastante.
Tal como o nosso Jornal avançou em exclusivo, na passada quarta-feira, dia 1 de fevereiro, Rui Costa irá falar aos sócios, através da ‘BTV’, durante o dia desta quinta-feira, 2 de fevereiro, e aí, quem sabe, se possa encerrar um capítulo polémico, uma vez que, tal como Benitez reforça é importante que os Benfiquistas “finalmente virem a página e se pense no Campeonato, na Taça de Portugal e na Champions”, que no final de contas (e de mercado) “é o que importa”.
Jornalista considerou que intenção e contexto devem ser avaliados antes de uma decisão disciplinar com consequências relevantes para o encontro
25 Set 2026 | 15:34 |
Eduardo Dâmaso analisou a expulsão de Clément Lenglet e questionou a proporcionalidade da decisão tomada pelo árbitro no Porto - Benfica. O jornalista recorreu aos princípios jurídicos da necessidade, adequação e proporcionalidade para explicar por que razão considera que a arbitragem também deve ter em conta o contexto de cada lance.
E. Dâmaso: "A expulsão do Lenglet fez-me lembrar o pouco que me ficou da passagem pelo curso de Direito"
"A expulsão do Lenglet fez-me lembrar o pouco que me ficou da passagem pelo curso de Direito. Os princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade são critérios jurídicos que limitam o exercício do poder público e emanam do bom senso, em geral. Quando um tribunal ou o Estado restringem direitos, têm de perguntar se a medida é adequada para atingir o fim; se é necessária ou existia outra menos gravosa; se o sacrifício imposto é proporcional ao benefício que se pretende alcançar", explicou no jornal 'Record'.
Dâmaso defendeu que estes princípios, ainda que de forma implícita, estão presentes nas decisões tomadas pelos árbitros: "O árbitro não exerce exatamente esse tipo de poder. Aplica um regulamento privado cujo objetivo principal é garantir igualdade competitiva e previsibilidade. Aqueles princípios, porém, não podem ser-lhe estranhos. É de elementar bom senso. Quando o árbitro decide se uma entrada é apenas negligente, imprudente ou usa força excessiva, está a fazer um juízo de proporcionalidade. Quando decide entre uma advertência verbal e um cartão por protestos, está a fazer um juízo de necessidade. Quando opta por deixar seguir uma vantagem em vez de interromper o jogo, está a ponderar adequação", afirmou.
O jornalista considerou ainda que a intenção e o contexto devem ser avaliados antes de uma decisão disciplinar com consequências relevantes para o jogo: "A esta luz, o lance de Lenglet justificaria a intervenção disciplinar máxima possível, sabendo o árbitro que um segundo amarelo alteraria profundamente o jogo? Esta é uma pergunta legítima. Um juiz, um procurador, um polícia e um árbitro exercem um poder que pode alterar profundamente a vida — ou, no caso do futebol, o resultado — de terceiros. Quanto maior é esse poder, maior deve ser a prudência na sua utilização», defendeu.
Além do mais, considerou que a decisão acabou por prejudicar o próprio espetáculo: "Na verdade, a justiça não deve só aplicar mecanicamente a norma. Também tem de compreender o seu fim. Naquele lance, a falta de equidade saltava à vista. Não porque o árbitro tenha errado na leitura das regras, mas porque poderá ter privilegiado uma aplicação estritamente literal em detrimento de uma gestão prudente e proporcional do jogo. E isso matou o próprio jogo. Foi uma expulsão capital. Não era suposto ser assim", concluiu.
Defesa passa, desta forma, a estar ligado a dois históricos do futebol europeu e continua a gerar cobiça no futebol internacional
25 Set 2026 | 15:02 |
Tiago Gabriel está a ganhar cada vez mais atenção no mercado internacional depois de uma temporada de afirmação ao serviço do Lecce. O central português, de 21 anos, é apresentado como um dos defesas centrais sub-21 menos valorizados entre as cinco principais ligas europeias.
Os números ajudam a explicar a crescente notoriedade. Na Serie A 2025/26, o central participou em 33 partidas pelo Lecce, tendo sido titular em 32 delas, num total de 2.860 minutos. O defesa marcou ainda dois golos no campeonato, frente ao Cagliari e à Fiorentina, e terminou a temporada com cinco cartões amarelos.
Segundo a informação divulgada, a Juventus já terá estabelecido contactos com Jorge Mendes tendo em vista uma possível transferência do português. O empresário, que representa Tiago Gabriel, surge assim como interlocutor numa eventual operação envolvendo o defesa do Lecce.
O percurso do jogador em Itália tem sido rápido. O atleta chegou ao Lecce em janeiro de 2025, depois de ter passado pelo Estrela, e estreou-se na Serie A frente à Juventus, a 12 de abril desse ano. Desde então, foi conquistando espaço até se afirmar como uma das peças importantes da equipa italiana.
O interesse da Juventus junta-se ao do Benfica, clube que também já foi associado ao central português. Tiago Gabriel passa, desta forma, a estar ligado a dois históricos do futebol europeu, depois de uma época em que conseguiu afirmar-se num dos principais campeonatos.
Mudança foi revelada pela mulher do guardião nas redes sociais, onde explicou que está a tratar dos últimos assuntos antes de abandonar Lisboa
25 Set 2026 | 14:40 |
Júlio César - que admitiu estar a atravessar problemas financeiros - e Susana Werner preparam-se para deixar definitivamente Portugal e regressar ao Brasil, depois de cerca de uma década ligados ao país. A mudança foi revelada pela antiga atriz nas redes sociais, onde explicou que está a tratar dos últimos assuntos antes de abandonar Lisboa.
“Não tenho muito tempo em Portugal, vai ser uma correria doida. Só para deixar um beijinho, pedir desculpas porque não vou conseguir ver todos, talvez eu não veja ninguém”, contou Susana Werner, antes de revelar que o casal está numa fase de reorganização completa da vida.
“Estamos a organizar a papelada, coisas. Estamos a vender tudo. Está uma loucura. É isso, faz parte. A vida é assim”, acrescentou. A mesma explicou ainda que já se desfez de praticamente todos os negócios que mantinha em Portugal, restando apenas um salão de beleza por vender.
Questionada por seguidores sobre a razão da mudança e se tudo estaria a acontecer demasiado depressa, Susana Werner esclareceu que o processo já decorre há algum tempo. “Não é às pressas não", revelou. Sobre os salões, foi igualmente direta: “A vender. Só falta um”.
Susana Werner e Júlio César viveram cerca de 10 anos em Lisboa e chegaram a atravessar uma fase complicada no casamento. Em dezembro de 2023, a antiga atriz anunciou a separação e acusou o ex-guarda-redes do Benfica de limitar a sua liberdade financeira: “Ele dava-me um valor que achava justo nos cálculos dele. Eu sempre aceitei tudo pois o amava, mas de uns tempos para cá eu já estava esgotada. Sonhei o sonho dele a vida toda, agora é o momento de sonhar o meu também”, afirmou na altura ao portal 'LeoDias'. Em março de 2024, os dois anunciaram a reconciliação, mas agora preparam uma nova mudança, desta vez com o regresso definitivo ao Brasil.
Chefe de segurança do Benfica em bate-boca com adeptos do Porto: "Roía-te as orelhas"
25 Set 2026 | 12:39