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Futebol
07 Nov 2026 | 12:13 | Por Redação
A saída de Gustavo Varela para o Monza, no início da temporada, está a provocar desconforto dentro da estrutura do Benfica. Alguns dirigentes encarnados não compreendem como não foi acautelada uma solução que permitisse recuperar o avançado por um valor acessível, tendo em conta a evolução que o jogador tem demonstrado em Itália. A informação dos bastidores foi avançada pelo 'Correio da Manhã'.
O ponta de lança português está a viver um momento de grande destaque na Serie A, onde se tornou o melhor marcador do campeonato. As exibições ao serviço do Monza valeram-lhe também a distinção de Estrela em Ascensão do mês de outubro, depois de ter apontado cinco golos e feito uma assistência em cinco jornadas.
O rendimento de Gustavo Varela não passou despercebido em Portugal. O avançado foi incluído na pré-convocatória de Jorge Jesus para os próximos compromissos da Seleção Nacional, reforçando a visibilidade que tem conquistado desde que rumou ao futebol italiano.
A transferência para o Monza foi oficializada no verão, com o Benfica a receber cerca de 2,5 milhões de euros pelo passe do jogador, acrescidos de possíveis bónus. No entanto, os encarnados salvaguardaram condições para uma eventual operação futura, nomeadamente 20 por cento de uma mais-valia numa transferência e o direito de igualar propostas apresentadas por outros clubes. Apesar dessas garantias, a questão em torno da possibilidade de recuperar o avançado continua a gerar discussão.
O mal-estar referido estará relacionado com a perceção de que o Benfica poderia ter protegido melhor os seus interesses, evitando que o regresso de um jogador formado no Clube se tornasse mais dispendioso. Ainda assim, o regresso de Gustavo Varela à Luz não deverá acontecer já em janeiro. Segundo o Glorioso 1904, a estrutura liderada por Rui Costa pretende continuar a acompanhar a evolução do futebolista ao longo da temporada antes de tomar uma decisão definitiva.
Craque, que anunciou a retirada da Seleção portuguesa nesta semana, foi oferecido aos encarnados, mas não houve nenhuma resposta por parte do Clube
07 Nov 2026 | 11:37 | Por Redação
Cristiano Ronaldo, retirado da Seleção, podia ter vestido a camisola do Benfica antes de se tornar uma das maiores figuras da história do futebol mundial. Quando tinha apenas 10 anos, o internacional português esteve perto de rumar à Luz, mas a falta de resposta dos responsáveis encarnados acabou por afastar essa possibilidade e abriu caminho ao percurso que o levou ao Sporting.
Na altura, o jogador já despertava a atenção de Marítimo e Nacional. José Bacelar, então presidente do Andorinha, procurou envolver os dois grandes de Lisboa na disputa, com o objetivo de conseguir as melhores condições possíveis para o futebolista e para a família, que atravessava dificuldades financeiras: “Nós queríamos pôr o Benfica e o Sporting à bulha para conseguirmos as maiores vantagens possíveis, benefícios para a família, família modesta que vivia com dificuldades”, recordou o antigo dirigente.
O contacto com os encarnados, porém, não teve qualquer resposta. “Tentámos contactar o Benfica, mas ninguém nos atendeu. Ninguém se dignou sequer responder-nos”, contou José Bacelar, que também destacou as características físicas do jovem Ronaldo, então franzino e de baixa estatura, mas já dono de uma técnica invulgar.
Sem conseguir chegar aos responsáveis benfiquistas, o Andorinha acabou por ver Cristiano Ronaldo seguir para o Nacional. O Marítimo também teve oportunidade de avançar, mas marcou uma reunião à qual acabou por não comparecer.
Dois anos depois, o jovem madeirense chegou a Alvalade. Foi a partir do Sporting que iniciou o caminho rumo ao estrelato internacional, antes de conquistar o futebol mundial. O Benfica esteve, assim, perante a possibilidade de contratar Cristiano Ronaldo, mas uma tentativa de contacto sem resposta acabou por mudar o rumo da história.
Apesar de somar minutos com regularidade na equipa francesa, os números e as exibições do avançado croata estão longe das expetativas
07 Nov 2026 | 10:51 | Por Redação
Franjo Ivanovic continua sem conseguir convencer plenamente ao serviço do Lens, clube ao qual foi cedido pelo Benfica no mercado de transferências de verão. Apesar de somar minutos com regularidade na equipa francesa, os números e as exibições do avançado croata estão longe das expetativas.
O jogador de 22 anos contabiliza 758 minutos distribuídos por 16 encontros, entre compromissos pelo Lens e pela seleção da Croácia. Nesse período, apontou apenas dois golos, sendo que o último foi marcado a 13 de setembro, no triunfo frente ao Le Mans. Ivanovic soma 10 titularidades e seis partidas como suplente utilizado, mas ainda não conseguiu transformar a utilização regular em rendimento ofensivo consistente.
Recorde-se que o Benfica investiu 22,8 milhões de euros na contratação de Franjo Ivanovic ao Union Saint-Gilloise, em 2025. Contudo, o croata não conseguiu conquistar um lugar no onze encarnado, tendo encontrado em Vangelis Pavlidis um concorrente direto pela posição de ponta de lança.
A cedência ao Lens surgiu como uma oportunidade para ganhar continuidade competitiva e afirmar as qualidades que tinham levado as águias a apostar na sua contratação. Para já, porém, os indicadores estão aquém do desejado. O avançado continua ligado ao Benfica até 2030 e tem uma cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões de euros.
A situação ganha particular relevância depois de, tal como o Glorioso 1904 noticiou em exclusivo, Rui Costa ter transmitido exigências ao avançado, esperando uma resposta mais convincente ao investimento realizado. Com apenas dois golos em 16 jogos, Ivanovic tem ainda margem para inverter o cenário, mas precisa de elevar o rendimento.
Lance não foi assinalado pelo árbitro Miguel Nogueira, tendo sido, na sequência dos incidentes, o próprio jogador das águias a receber cartão
07 Nov 2026 | 10:27 | Por Redação
Samu foi castigado pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol com uma multa de 612 euros, na sequência de um lance ocorrido no clássico entre Porto e Benfica, disputado a 20 de setembro. Em causa está um alegado murro nas costas de Alexander Bah, numa situação sem bola que não foi detetada pela equipa de arbitragem.
A participação foi apresentada pelo Benfica, que sustentou que o avançado portista atingiu o defesa encarnado durante a confusão que se gerou em campo. O lance não foi assinalado pelo árbitro Miguel Nogueira nem pelo VAR, Luís Ferreira, tendo sido, na sequência dos incidentes, o próprio jogador das águias a receber cartão amarelo.
O caso foi analisado num processo disciplinar autónomo, no qual Samu era o único arguido. O Conselho de Disciplina considerou a acusação procedente e aplicou ao jogador uma multa de 612 euros, por infração de “inobservância de outros deveres”, prevista no artigo 167.º do Regulamento Disciplinar da Liga.
“Decidem os membros deste Conselho de Disciplina julgar procedente a acusação, e, consequentemente, condenar o Arguido na sanção de multa no valor de € 612,00, pela prática de 1 (uma) infração disciplinar p. e p. pelo artigo 167.º do RDLPFP [Inobservância de outros deveres]”, pode ler-se no extrato da decisão.
Este não foi o único castigo resultante do clássico. No âmbito de outro processo relacionado com o mesmo encontro, Jardel, roupeiro do Porto, foi suspenso por 30 dias e condenado ao pagamento de uma multa de 6630 euros. No mesmo processo, Gabri Veiga foi multado em 612 euros, enquanto a SAD do Porto acabou absolvida. Também neste caso, a participação disciplinar teve origem numa queixa apresentada pelo Benfica.
Exclusivo Glorioso 1904 - Gustavo Puerta está arrependido de ter rejeitado Benfica
06 Nov 2026 | 15:47