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Antigo companheiro de João Félix alerta Benfica: "Lech Poznan é uma caixa de surpresas"
05 Nov 2026 | 15:12
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Futebol
06 Nov 2026 | 09:38 | Por Redação
O Benfica derrotou o Lech Poznan por 3-1, esta quinta-feira, no Estádio da Luz, na quarta jornada da Liga Europa, onde segue 100% vitorioso. Depois do jogo, o técnico esteve presente em conferência de imprensa para responder aos jornalistas e falou de alguns temas, incluindo adeus de Cristiano Ronaldo da Seleção. Confira tudo o que disse o treinador.
Análise do jogo e Prestianni
"Em primeiro lugar, vitória totalmente justa da melhor equipa. Sabíamos que tínhamos algum favoritismo, mas tínhamos de provar isso em campo e fizemo-lo durante o jogo. 1.ª parte praticamente toda controlada com bons momentos da nossa equipa, ligações muito boas e oportunidades. Fomos criando as nossas aproximações com muito perigo, lembro-me de dois remates do Durán. Do Andreas [Schjelderup]... A 2.ª parte começou mais ou menos no mesmo sentido e podíamos ter feito o 2-0 mais cedo. Podíamos ter definido melhor em alguns lances. E depois começamos a fazer algumas alterações. Temos vindo a rodar alguns jogadores que começaram a cair fisicamente e é aí que fazemos o segundo golo. E a equipa abana um pouco quando sofre o 2-1. Eu possivelmente, logo após o 2-0, não ajudei muito a equipa com a alteração que fiz. Comecei a pensar no jogo de domingo e não quis correr riscos com o Tomás [Araújo]. Pensei mais à frente e adaptei o João naquele momento. E abanámos um pouco. Não tem a ver só com o João, mas a jogar com o Circati, com o Banjani, com o El Karouani... Pensando bem, não ajudei muito a equipa e abanámos um pouco. Fizemos o 3-1, ainda podíamos ter feito mais golos. Uma vitória totalmente justa e, de forma geral, mais uma grande exibição. Temos de mudar o mindset e isso acabou por ser muito importante. Prestianni? A concorrência é grande e sabemos onde o Prestianni tem rendido de uma forma extraordinária. Hoje mostrou o que pode dar à equipa, a agressividade com e sem bola, decide cada vez melhor e finaliza as ações com passe ou remate. O Andreas [Schjelderup] fez isso e depois o Prestianni também. E um jogador no momento em que ele está dá isso à equipa. Dar-lhes o mérito por isso. E depois resolveu bem. Claro que pode jogar um à esquerda e outro à direita. Hoje optámos por testar. O Claudio [Echeverri] e o Rafa estavam mais desgastados e optámos por gerir desta forma."
Desafio em competições europeias
"É a ambição de qualquer treinador. Quando comecei a minha carreira, ao fim de dois anos estava a disputar competições europeias com o Estoril. Conquistámos esse direito. E depois, a partir daí, criei esse hábito. Não só a nível de Liga Europa mas de Liga dos Campeões. Quando jogas a nível europeu é um ponto alto e é sempre bom sentir que é algo diferente. Disse aos jogadores que é preciso saber mudar o chip, o 'mindset'. Independentemente de estarmos em 1.º ou não... Jogamos com adversário diferentes e esta equipa é um bom exemplo disso. No campeonato é totalmente dominante, não tem medo de ter a bola. E conseguimos explorar outras situações. Isto só nos faz crescer e, enquanto equipa técnica, temos de ter a capacidade de saber mudar uma ou outra coisa. Quase sem treinar... Como devem calcular, não há tempo. Temos várias ferramentas, mas não temos quase tempo para treinar. Nível sentimental? Estamos a meio da viagem. Antes desta fase de liga, tivemos seis jogos e isso deu para perceber e entender melhor os jogadores. Estamos a falar de jogadores já com muitos minutos e precisamos agora de ter a capacidade de ir gerindo. Quando acontecem estas paragens... É importante conquistar vitórias e pontos. Neste momento não nos dá nada estar no topo, mas queremos a qualificação direta e evitar mais dois jogos num momento que pode ser crucial. E essa é a nossa obrigação, não interessa o adversário."
Manu, Sudakov e Jhon Durán
"Eles sabem que é uma exigência que temos de ter uns com os outros. Sabemos bem o que queremos no jogo. Por vezes, os adversários conseguem contornar o que queremos e ir por caminhos diferentes, mas isso é algo que lhes peço e é bom que consigamos exigir uns dos outros. Estamos no campo e não podemos parar o jogo. O nosso adversário, hoje, tentou construir um pouco mais à esquerda, e precisamos de resolver esses problemas dentro de campo. Damos feedback de fora, mas não é tão fácil assim. É importante que quem joga na zona central - hoje o Manu e o Sudakov - tenha capacidade de orientar e comunicar. E é isso mesmo que quero deles, temos vindo a falar dessa questão. Quando comunicamos, é menos difícil. Para mim é muito importante. E depois há jogadores que têm um entendimento mais rápido do que está a acontecer. Se esses puderem ajudar o colega, melhor para nós."
Regresso de Kaminski
"Chegou numa altura importante da pré-temporada, em que estávamos a preparar jogos muito importantes. E acabámos por ter de colocá-lo nos últimos jogos da pré-época para estar disponível e perto do seu melhor. E começou a época a titular. A concorrência é grande e outros tiveram a oportunidade e agarraram o lugar de uma forma que é difícil para a concorrência conseguir batê-los. E é isso que queremos, alas de grande qualidade. Alguns dos jogadores estão em momentos muito bons, decisivos. E isso exige aos outros que continuem a trabalhar forte. O Kaminski teve oportunidades, um bom exemplo foi contra o Milan, em que jogou a titular e fez um jogo muito bom. Foi decisivo com a assistência e o golo. Infelizmente depois acaba por ter uma lesão na seleção que quebra um pouco o momento que vivia. Mas agora sentimos que está com a confiança ao mesmo nível. E é a competição. Mostrar que tem qualidade - que sabemos que a tem - e estar preparado para, quando tiver a chance, poder jogar. Acho que vocês sabem a concorrência que tem neste clube. Depois compete-me a mim decidir."
Risco nas saídas de bola
"Percebo a questão. Não diria tanto 'chutão' para a frente. Mas uma coisa é isso, outra é jogar direto. E se for preciso jogar direto, vamos jogar direto. Temos uma ideia clara e os jogadores sabem. Da minha análise, praticamente todas as decisões do Trubin com os pés foram acertadas esta noite. Em ligação mais curta, longa... Temos caminhos para ir e chegar onde queremos, depois temos é de ter atenção à tomada de decisão. Possivelmente, após o erro que cometemos, continuar a jogar da forma que queremos jogar... Percebo que digam que é arriscado, eu posso achar que é corajoso. Depois é encontrar o equilíbrio. Se não tivéssemos sofrido o golo daquela forma, talvez não me estivesse a perguntar isso. Chegámos a ter uma saída assim que quase deu um golo nosso, nasceu dessa forma. Óbvio que depois cometemos um erro muito grande no golo que criou instabilidade e se calhar começámos a usar muito o guarda-redes. Mas isso faz parte da nossa ideia. Temos de ter o equilíbrio necessário. O Enzo sabe perfeitamente disto. Se há algum erro, sabem quem é o responsável. Ali temos de sair limpos, não havia quase pressão sobre o portador da bola. E para irmos ao jogador livre, temos de perceber de onde vem a pressão. Entendo o que está a dizer, mas eu posso ver coragem em vez de risco total".
Pressão dos adeptos e CR7
"Expectativas? Compreendemos e sabemos o que pretendem. Querem, sempre que estão connosco, apoiar a equipa e em grande número. Querem ver o Benfica ganhar, boas exibições e uma equipa a dar tudo. Sei que é importante para eles e verem um tipo de futebol que entusiasme. Mas mais importante do que isso é termos a capacidade de ganhar jogos, isso é que nos vai alimentando e dando confiança. Como eles não estão satisfeitos, nós não estamos nada satisfeitos com o golo sofrido. E depois pela forma como não reagimos tão bem. Sou o primeiro a reconhecer isso. Mas quatro vitórias em quatro jogos, tirando os seis de antes, é muito bom. Confiamos em nós e olhamos para o jogo seguinte como o mais importante. Percebemos que há grandes equipas aqui. Não é o mesmo nível da competição em que o Benfica está habituado a estar. Acho que só três equipas ganharam aqui todos os jogos na fase de liga. Se os adeptos criam expectativas é porque estamos a fazer algo bem. Cristiano? Não querendo entrar muito em detalhes, é um jogador que foi grandíssimo para este país e para todos os clubes que representou. Tomou uma decisão que todos temos de respeitar. Dar-lhe os parabéns por tudo aquilo que fez pelo nosso país, por ter ajudado o país a ser maior e melhor no futebol. Temos jogadores a jogar em todos os campeonatos do mundo, mas a dimensão do Cristiano é enorme e não há como falar de Portugal sem falar do Cristiano. É uma decisão que todos temos de respeitar".
Águias aproveitaram o fator casa e bateram o campeão polaco, somando a quarta vitória em quatro jogos na segunda maior competição europeia de clubes
05 Nov 2026 | 21:59 | Por Diogo Fernandes
O Benfica venceu o Lech Poznan por 3-1, esta quinta-feira, no Estádio da Luz, em encontro da 4.ª jornada da fase regular da UEFA Europa League. Rafa Silva, Gianluca Prestianni e Georgiy Sudakov fizeram os golos do triunfo encarnado. A equipa de Marco Silva mantém-se invicta na competição europeia.
Os encarnados não vieram para brincar e inauguraram o marcador logo aos seis minutos. Andreas Schjelderup centrou rasteiro da esquerda, Mateusz Lis não segurou a bola e Rafa, na insistência, acabou por marcar de pé direito. O avançado volta a fazer o gosto ao pé, após mais de dois meses sem marcar.
O Benfica manteve a mesma toada ofensiva, somou oportunidades e a mais perigosa surgiu já no tempo de compensação (45+1). Schjelderup trabalhou na esquerda, tabelou com Claudio Echeverri - o novo joker da Luz - , rematou, mas Terry Yegbe interceptou, com a bola a bater na trave e a não entrar. 1-0 no final da primeira etapa.
No início da segunda parte, as águias não abrandaram e estiveram perto de dilatar a vantagem. Aos 57', Daniel Banjaqui rematou com violência já no interior da áre e Lis fez uma grande parada para travar o 2-0. Seis minutos depois (63´), o Lech Poznan dispôs da sua chance flagrante: Patrik Walemark voou para cabecear no coração da área. Anatoliy Trubin evitou o empate com uma palmada notável.
Mesmo com as aproximações perigosas dos polacos, o Benfica fez mesmo o segundo tento aos 67 minutos. Já em campo, Prestianni ultrapassou Joel Pereira de forma desconcertante e ,com o pé esquerdo, meteu o esférico entre as pernas do guardião adversário. O Lech Poznan reduziu por intermédio de Leo Bengtsson (71'), que aproveitou um passe falhado e comprometedor de Enzo Barrenechea. Para fechar o jogo, Sudakov arriscou um tiro rasteiro dentro de área e fez o 3-1 final (90').
O Glorioso volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 8 de novembro, frente ao Estrela da Amadora. O encontro, a contar para a 11ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma orientada por Pepa, jogar-se-á às 20h30, no Estádio José Gomes, na Reboleira.
Atleta que fez vários jogos de águia ao peito assume que o Glorioso é o seu clube de coração mas que ficou radiante com o rival do Norte
05 Nov 2026 | 16:48 | Por Redação
João Manuel Pinto, antigo defesa central que representou o Benfica e o Porto, abordou de forma aberta e sem filtros a sua passagem pelos dois clubes. O antigo jogador assumiu que o ambiente familiar que viveu nas Antas foi o grande segredo para o sucesso portista na sua época, algo que não conseguiu transpor para a Luz, mexendo com a sua paixão.
J. M. Pinto: "O Benfica é o meu clube do coração, de miúdo, mas apaixonei-me pelo Porto"
"Gosto muito do Porto, até hoje. O Benfica é o meu clube do coração, de miúdo, mas apaixonei-me pelo Porto. Havia muito amor, muito carinho, muita família. Por isso é que o Porto ganhava. Tentei replicar isso no Benfica, mas não consegui", revelou, em entrevista ao Zerozero.
O ex futebolista - que jogou ao lado de Simão Sabrosa - explicou que, apesar da forte ligação emocional que tinha ao Clube encarnado desde a infância, foi a estrutura humana e a forte coesão interna que encontrou na Invicta que o conquistaram por completo. "O Porto trabalhava de forma diferente. Por isso é que era melhor. O Porto ganhava porque era melhor. Trabalhava bem. Nós tínhamos um bom plantel, tínhamos um plantel fantástico", falou.
João Manuel Pinto viveu um período marcante no Benfica entre 2001 e 2003, somando 52 jogos oficiais e quatro golos com a camisola número ´16´. Apesar de ter chegado à Luz após uma saída do Porto, o defesa central rapidamente se impôs na equipa e realizou o sonho de infância de representar o clube do seu coração.
A sua estreia oficial aconteceu a 13 de outubro de 2001, frente à União de Leiria, iniciando um trajeto de duas épocas completas onde se assumiu como um elemento experiente e respeitado no balneário encarnado. O antigo defesa iria terminar a carreira em 2007 ao serviço do Sion.
Comentador televisivo aborda estado de médio defensivo do emblema vermelho e branco e lança opinião que promete fazer furor
05 Nov 2026 | 16:24 | Por Redação
O debate em torno do rendimento de João Palhinha no Benfica ganhou um novo capítulo com a análise de Pedro Sousa, que defendeu que o médio internacional português ainda não se encontra no nível competitivo desejado.
P. Sousa: "Tenho é notado que nos últimos jogos não tem estado tão bem"
"Desgaste físico? Não! Tenho é notado que nos últimos jogos não tem estado tão bem. Algo curioso: Com o abaixamento dele vem a equipa. Vale lembrar que ele não fez pré-temporada no Benfica e não jogou as partidas de qualificação da Liga Europa", declarou, em debate no canal Now.
De seguida, o jornalista voltou a reforçar que o trinco está aquém do que era esperado. "Se eu gostei das últimas prestações dele? Não. Nem nos Açores e agora em casa com o Alverca. Notei que ele chegou atrasado a alguns duelos", falou.
Embora existam críticas pontuais sobre o elevado investimento financeiro face à sua idade (31 anos), o rendimento desportivo de João Palhinha no Benfica tem sido amplamente elogiado, tornando-se uma peça fulcral na equipa orientada por Marco Silva.
Apesar do forte investimento de 14 milhões de euros no seu passe e da liderança imediata que trouxe ao meio-campo encarnado, a fasquia deixada pela sua rotação na Premier League serve agora como o principal termo de comparação para avaliar a sua total afirmação na Luz.
Antigo companheiro de João Félix alerta Benfica: "Lech Poznan é uma caixa de surpresas"
05 Nov 2026 | 15:12
Gustavo Varela está a fazer furor em Itália; Com Benfica à espreita, avançado recebe distinção
05 Nov 2026 | 13:42
Antigo adjunto do Porto rende-se a jogador do Benfica: "Echeverri tem muita..."
05 Nov 2026 | 13:04