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Banjaqui convence no Benfica e Conceição não hesita: "Tem condições para ser titular"
06 Nov 2026 | 14:44
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06 Nov 2026 | 17:43 | Por Redação
Após mais uma exibição com golo sofrido, António Conceição considera que o Benfica apresenta algumas fragilidades no eixo da defesa e atribui parte do problema às características individuais dos centrais encarnados. O comentador entende que falta agressividade no corredor central e destaca a importância de João Palhinha para compensar essas dificuldades, através da capacidade física e da força nos duelos.
António Conceição: "Os centrais do Benfica, na minha opinião, são centrais muito macios..."
“Os centrais do Benfica, na minha opinião, são centrais muito macios. São centrais de veludo, como se costuma dizer. Falta um bocadinho a agressividade no corredor central da defesa. O Palhinha veio exatamente para disfarçar-se um bocadinho dessa situação. E disfarça-se porque é um jogador que passa-lhe sempre o equilíbrio, ganha muito duelo, evita que os jogadores adversários venham direto às defesas”, disse António Conceição.
António Conceição considera, assim, que a questão não está necessariamente relacionada com o trabalho coletivo desenvolvido por Marco Silva, mas antes com as características dos jogadores que compõem o setor mais recuado. Apesar de reconhecer a importância da organização tática, entende que existem aspetos individuais que ficam aquém das exigências de um clube como o Benfica.
“Taticamente, está sempre bem, em desequilíbrio, ofensivamente, mas nos duelos direitos, e, às vezes, alguns posicionamentos a fechar a zona central, às vezes, fica um bocadinho aquém para a exigência do Benfica. Estamos a falar da dimensão do Benfica. Acho que tem um bocado a ver exatamente com a característica individual dos jogadores da defesa do Benfica, e não com o trabalho global defensivo da equipa”, analisou.
As declarações deixam em evidência uma preocupação com a capacidade dos centrais encarnados para responderem à exigência dos duelos e protegerem a área, numa fase em que a consistência defensiva continua a ser um dos aspetos em análise no trabalho de Marco Silva.
Treinador alcança marca nos seus primeiros 20 jogos ao comando da equipa encarnada que apenas o alemão conseguiu à frente das águias
06 Nov 2026 | 17:06 | Por Redação
O Benfica de Marco Silva está a protagonizar um arranque de temporada bastante positivo e, com a vitória na Liga Europa, voltou a alcançar um registo que, neste século, só tinha sido conseguido por uma equipa orientada por Roger Schmidt. Nos primeiros 21 encontros oficiais da época, os encarnados somam 17 vitórias, um número que confirma a consistência da formação da Luz, apesar de ainda ter terreno para recuperar na luta pelo campeonato.
A equipa mantém um percurso vitorioso na fase de liga da Liga Europa, mas não conseguiu evitar alguns deslizes ao longo da temporada. As derrotas frente ao Porto e ao Académico de Viseu, para a Liga, bem como os resultados nos encontros com St. Gallen e Hearts, nas fases de apuramento para as competições europeias, impediram um registo ainda mais impressionante.
Ainda assim, a comparação com a primeira temporada de Roger Schmidt no Benfica revela outro dado favorável a Marco Silva: a capacidade goleadora. Ao fim dos mesmos 21 jogos, a equipa atual já marcou 63 golos, enquanto a formação orientada pelo técnico alemão tinha apontado 52 no mesmo período.
Os encarnados chegam agora ao encontro com o Estrela da Amadora, agendado para domingo, numa sequência de sete vitórias consecutivas. Um triunfo permitirá igualar a melhor série da presente temporada, que já chegou às oito vitórias seguidas antes de ser interrompida pela derrota por 3-1 frente ao FC Porto.
O único precedente semelhante neste século remonta precisamente à época de estreia de Roger Schmidt, em 2022/23. Nessa temporada, o Benfica também tinha alcançado 17 triunfos nos primeiros 21 encontros oficiais, embora estivesse então a disputar a Liga dos Campeões e tivesse enfrentado adversários de maior dimensão europeia, como PSG e Juventus.
Treinador não poderá contar com mais de uma dezena de atletas durante a próxima pausa para jogos internacionais e terá de encontrar soluções no plantel
06 Nov 2026 | 16:27 | Por Redação
A próxima paragem FIFA vai voltar a obrigar Marco Silva a trabalhar com um plantel bastante reduzido. Ao todo, 16 jogadores do Benfica foram chamados pelas respetivas seleções e vão deixar o Benfica Campus a partir de segunda-feira, numa altura em que os bons desempenhos da equipa continuam a valorizar vários elementos do grupo encarnado.
As ausências começam na baliza, onde os três guarda-redes do plantel principal vão estar ao serviço das seleções. Trubin foi convocado pela Ucrânia, enquanto Samuel Soares e Diogo Ferreira vão representar Portugal, este último ao nível dos Sub-21.
No setor defensivo, Marco Silva contará apenas com Lenglet, Dahl e Gabriel Índio. Já no meio-campo, as opções disponíveis serão Manu Silva e Barrenechea, uma vez que Leandro Barreiro, apesar de não ter sido chamado, continua lesionado e não poderá integrar os trabalhos nas próximas semanas.
Também no ataque as alternativas serão limitadas. Echeverri, Rafa, Durán e Kaminski, que esteve na última convocatória da Polónia, são os avançados que permanecerão a trabalhar no Seixal durante este período. Perante tantas ausências, a equipa técnica deverá voltar a recorrer a jogadores da formação para completar os treinos. A solução já foi utilizada na anterior paragem internacional e poderá repetir-se agora, com jovens da equipa B e dos Sub-23 a serem chamados aos trabalhos da equipa principal.
A lista dos 16 jogadores convocados inclui Trubin (Ucrânia), Samuel Soares (Portugal), Diogo Ferreira (Sub-21), Daniel Banjaqui (Sub-21), Bah (Dinamarca), Tomás Araújo (Portugal), Circati (Austrália), El Karouani (Marrocos), José Neto (Sub-19), João Palhinha (Portugal), Aursnes (Noruega), Sudakov (Ucrânia), Lukebakio (Bélgica), Schjelderup (Noruega), Anísio Cabral (Sub-19) e Pavlidis (Grécia).
Presidente toma decisão drástica ao comando das águias e vai remover categoria da formação encarnada como plano de transição para o profissional
06 Nov 2026 | 15:30 | Por Redação
O Benfica anunciou esta sexta-feira uma mudança estrutural no futebol de formação: a equipa de Sub-23 vai ser extinta no final da temporada 2026/27. A decisão faz parte de um plano de “transição para o futebol profissional”, que prevê uma concentração de talento e recursos nos escalões de Sub-19 e na equipa B, que joga a Segunda Liga.
De acordo com a comunicação divulgada pelo clube, esta reorganização pretende tornar mais eficiente o percurso dos jovens jogadores rumo ao futebol sénior, reforçando as estruturas consideradas prioritárias para a formação e desenvolvimento de talentos.
“A concentração de talento deverá permitir melhorar os processos de treino, aumentar a estabilidade e a competitividade dos plantéis, reforçar a qualidade do recrutamento e tornar mais eficiente a organização operacional do futebol de formação”, explicou o Benfica.
É neste contexto que surge o fim da equipa atualmente orientada por Vítor Vinha. O clube confirmou que a medida não terá efeitos imediatos, uma vez que os Sub-23 vão continuar em atividade durante a presente temporada e a próxima, antes de serem definitivamente descontinuados: “Neste contexto, a equipa Sub-23 será descontinuada no final da época 2026/27”, esclareceu o emblema encarnado.
A decisão não terá, contudo, impacto na participação do Benfica na atual edição da Liga Next Gen. Os encarnados garantem que vão manter-se na competição e assegurar o compromisso habitual até ao final da prova. O clube promete continuar a competir com “profissionalismo, empenho e o compromisso que sempre caracterizaram o Benfica”.