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Jornalista dá conselho a Rui Costa e ao Benfica: "Não se pode adquirir cromos repetidos"
15 Jun 2026 | 10:55
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12 Abr 2025 | 15:38 |
Não é novidade que José Mourinho deixa um turbilhão de sentimentos mistos por onde passa e a sua primeira passagem pelo comando técnico do Chelsea não foi diferente. Em entrevista com o jornal britânico ‘The Telegraph’, o antigo técnico do Benfica falou sobre a experiência que teve e a relação inicial que teve com os adeptos londrinos.
Ao ‘The Telegraph’, José Mourinho começou por explicar o que o motivou a participar em reuniões com Roman Abramovich: “A razão pela qual fui para o Chelsea deveu-se às reuniões que tive com Roman [Abramovich] e o Peter Kenyon. O objetivo do clube, antes de ser o meu objetivo, era ganhar a Premier League o mais rapidamente possível. E, claro, isso poderia acontecer logo na primeira época. Essa tinha de ser a motivação”.
De seguida, o Special One recordou a primeira vez que foi ao reduto do Chelsea e revelou o que ouviu a boca de um adepto ligado ao emblema londrino. “Lembro-me que a primeira vez que fui a Stamford Bridge foi antes da final da Liga dos Campeões [com o FC Porto]. Qualifiquei-me para a final na terça-feira e na quarta-feira fui a Stamford Bridge para o Chelsea-Monaco. A primeira pessoa que veio ter comigo disse-me: 'Não te queremos aqui, adoramos o Ranieri'. Essa foi a minha primeira experiência em Stamford Bridge”, contou.
José Mourinho - 'Não te queremos aqui, adoramos o Ranieri'. Essa foi a minha primeira experiência em Stamford Bridge
Por fim, o antigo treinador do Benfica explicou em que 2004, trouxe uma forma revolucionária de treinador, uma novidade no futebol: “Eu sabia que a nossa forma de treinar teria um impacto na equipa. Era algo novo para os jogadores e sabia que eles estariam altamente motivados. Naquela época, eu era o que sou hoje. Hoje, muitos treinadores são especialistas em questões táticas, mas naquela época poucos eram. Tudo para nós naquela pré-temporada era um modelo de jogo, princípios, tudo era muito claro”.
Durante a entrevista exclusiva, o ex Benfiquista recordou o que era preciso mudar no ponto de vista dos londrinos e revelou que a sua relação inicial com os adeptos não começou com o pé direito. Vale lembrar que José Mourinho foi anunciado como o novo timoneiro dos blues no verão de 2004, depois de conquistar uma Liga dos Campeões com o Porto.
Guarda-redes internacional ucraniano divulgou futebolistas que gostaria de ver no Clube encarnado e resposta pode agradar os adeptos
15 Jun 2026 | 17:29 |
Anatoliy Trubin foi desafiado a revelar qual o adversário que gostaria de ter na equipa dele e não precisou de pensar muito. O internacional ucraniano não demorou muito a responder depois de questionado sobre quem adoraria ter na equipa.
"Diria Mbappé ou Lamine Yamal", disparou o guarda-redes, em declarações exclusivas à DAZN, respostas que agradam à massa associativa benfiquista. Sobre os melhores adversários que enfrentou, excluindo os avançados de Real Madrid e Barcelona, Trubin escolheu Pedri, médio do Barcelona, Michael Olise e Jamal Musiala, respetivamente extremo direito e médio ofensivo do Bayern.
Trubin contou que "o golo contra o Real Madrid", na última jornada da fase de liga da Liga dos Campeões, na época que terminou, é o momento da carreira que o faz sorrir. Vale lembrar que o guardião revelou que estava confuso nos últimos minutos desse jogo.
Já Andriy Pyatov, antigo guarda-redes do Shakhtar, com quem coincidiu no clube ucraniano, foi o jogador com quem mais aprendeu. "Trabalhámos juntos (no Shakhtar), cheguei (à equipa) com 17 anos, muito jovem, da academia, e ele era um guarda-redes experiente que tinha imensos jogos e tinha passado por muitas situações. Ajudou-me de diversas formas", justificou.
Em relação à melhor defesa, contou, aconteceu no jogo com a Islândia, em novembro, em jogo de qualificação para o Mundial 2026. "É a primeira que me vem à cabeça, no último jogo de qualificação para o Mundial, por ter sido importante, pois o resultado estava 0-0, e ao mesmo tempo difícil", explicou.
Médio das águias continua a somar elogios além-fronteiras e há quem o coloque num patamar muito especial do futebol mundial
15 Jun 2026 | 17:01 |
Fredrik Aursnes continua a colecionar admiradores dentro e fora de Portugal. Desta vez, o internacional norueguês do Benfica foi alvo de rasgados elogios na imprensa do seu país, onde voltou a ser destacado não só pela qualidade dentro das quatro linhas, mas também pela relação próxima com Erling Haaland.
A amizade entre os dois internacionais remonta a 2017, nos tempos do Molde. Aursnes já integrava a equipa principal quando Haaland deu os primeiros passos no futebol sénior, acabando por desenvolver uma relação próxima com o atual avançado do Manchester City. Os caminhos separaram-se em 2018, quando Haaland rumou ao RB Salzburgo, mas a ligação entre ambos manteve-se ao longo dos anos.
Ruben Gabrielsen, antigo colega dos dois jogadores, deixou palavras que estão a ecoar no futebol europeu. O defesa foi perentório. "Não esperava que se tornassem no melhor avançado do mundo e no futebolista mais subestimado do mundo, respetivamente", falou, em declarações ao jornal norueguês VG.
O central recordou ainda os tempos de balneário partilhados com os dois internacionais noruegueses. "Dava para ver que tinham talento e eram mesmo bons", afirmou, antes de destacar as diferenças entre ambos. "São muito diferentes, mas têm um grande sentido de humor. Ambos ocupam muito espaço no campo. Ficavam entusiasmados e até podiam ficar chateados. O Haaland só estava interessado em marcar. Se não marcasse, ficava furioso", confessou.
A influência de Haaland na carreira de Aursnes continua bem presente. Nos últimos meses, o médio do Benfica revelou que consultou o avançado do Manchester City antes de decidir regressar à seleção da Noruega. Agora, enquanto Haaland continua a colecionar golos, Aursnes vai somando elogios e consolidando o estatuto de uma das figuras mais respeitadas e, para muitos, uma das mais subestimadas do futebol europeu.
Perante possibilidade de José Mourinho sair para o Real Madrid, técnico foi visto como um dos alvos de Rui Costa para substituir 'Special One'
15 Jun 2026 | 16:49 |
É oficial. César Peixoto foi anunciado como novo treinador do Wolverhampton, numa mudança que marca o início da sua primeira experiência fora de Portugal. O técnico português sucede a Rob Edwards no comando da equipa inglesa, onde Jorge Mendes tem grande influência.
De recordar que o técnico chegou a ser apontado ao Benfica por vários órgãos de comunicação social perante a possibilidade de José Mourinho sair para o Real Madrid. No entanto, tal como o nosso Jornal adiantou, em Exclusivo, o treinador não fazia parte dos alvos de Rui Costa (Recorde AQUI).
César Peixoto deixa o Gil Vicente depois de uma época de bom nível, na qual conduziu o clube à sexta posição na Liga portuguesa. O acordo com o emblema inglês é válido por duas temporadas e fica apenas dependente da obtenção da licença de trabalho em Inglaterra.
Nas primeiras declarações enquanto técnico dos Wolves, o português mostrou-se entusiasmado com o desafio: “Estou orgulhoso por chegar a um clube grande e histórico em Inglaterra. É uma grande oportunidade para mim e vou fazer tudo para devolver os Wolves ao lugar que merecem, a Premier League”, afirmou.
O técnico definiu ainda a sua identidade como treinador, sublinhando a exigência e intensidade das suas equipas, e destacou referências no futebol português. O Wolverhampton chega a esta nova fase após uma temporada negativa na Premier League, que terminou com a despromoção ao segundo escalão.
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