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CM confirma Exclusivo Glorioso 1904 - Marco Silva vê deficiências em jogador do Benfica
28 Set 2026 | 16:54
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29 Set 2026 | 09:45 |
Marco Silva está a implementar uma nova filosofia de trabalho no Benfica desde que chegou ao comando técnico das águias. O treinador português tem uma rotina bastante preenchida no Seixal, com sessões de treino mais longas e uma exigência física superior àquela que existia na anterior equipa técnica, liderada por José Mourinho.
O técnico encarnado é habitualmente o primeiro a chegar ao Benfica Campus e um dos últimos a abandonar as instalações. A rotina mantém-se mesmo numa altura em que o grupo de trabalho está bastante reduzido - não tendo guarda-redes - , devido aos compromissos internacionais de 17 jogadores. Marco Silva aproveita cada dia para acompanhar de perto a preparação dos atletas, num método que começa a marcar o quotidiano da equipa principal.
De acordo com o jornal Record, a preparação física é uma das grandes prioridades do treinador. Depois de analisar os dados relativos à temporada anterior, o líder técnico do Glorioso identificou margem para melhorar a condição física dos jogadores e preparar uma equipa capaz de praticar um futebol de alta intensidade. O trabalho de campo é complementado por sessões de ginásio e acompanhamento próximo da equipa técnica, que procura elevar os níveis físicos dos atletas para responder às exigências do modelo de jogo pretendido.
Mas o trabalho não termina quando acaba o treino. Marco Silva continua no Seixal, onde se dedica à análise das sessões realizadas, ao estudo dos próximos adversários e à preparação dos exercícios para os dias seguintes. O objetivo passa por construir rotinas de uma equipa intensa, pressionante e capaz de jogar a alta rotação. A experiência adquirida durante a passagem pelo futebol inglês, onde o calendário competitivo exige uma preparação física rigorosa, está também a ser aplicada no Benfica.
A paragem para os compromissos das seleções não alterou os hábitos de Marco Silva. Mesmo com quase duas dezenas de jogadores ausentes, o treinador mantém a mesma lógica de trabalho e prepara o próximo ciclo competitivo. O duelo que se segue é com o Vitória de Guimarães, dia 11 de outubro, no Estádio da Luz.
Extremo internacional irlandês está afastado devido a uma lesão muscular, mas o jovem avançado tem novidades relevantes sobre o seu futuro próximo
29 Set 2026 | 09:26 |
Jaden Umeh lesionou-se devido a uma entrada dura de Emerson Royal durante o amigável frente ao Flamengo, em julho. O lance provocou uma lesão grave na coxa direita que o afastou de todos os compromissos desta temporada. Porém, seguem-se boas notícias para o atleta do Benfica.
Segundo informações do jornal Record, o jovem irlandês aproxima-se da fase final da recuperação. Depois da cirurgia, tratamentos e trabalho de ginásio, o extremo começa a preparar o regresso ao trabalho de campo, o que está previsto que venha a acontecer, em breve.
Umeh está assim a aproximar-se do regresso aos relvados e ao trabalho com bola. De qualquer forma, quando estiver dado como apto, é provável que regresse à competição pela porta da equipa B, orientado por Nélson Veríssimo. Recordar que o atleta deverá renovar contrato.
Além disso, Umeh tem concorrência das "grandes". Com Rafa, Dodi Lukébakio, Gianluca Prestianni e Andreas Schjelderup, o avançado de 18 anos terá muitas dificuldades de se impor na primeira equipa das águias. Mas será no topo da hierarquia do Benfica que deverá continuar a treinar.
Recorde-se que o futebolista chegou ao Benfica Campus em 2024, com apenas 15 anos. Apesar de só esta temporada ter começado a trabalhar com a equipa principal, já há muito que tinha convencido os responsáveis da Irlanda e já conta com várias internacionalizações.
Águias atravessam uma transformação profunda desde a chegada do treinador e os números revelam uma realidade que poucos adeptos esperavam
28 Set 2026 | 17:48 |
Marco Silva está a construir um novo Benfica sem grandes alaridos, mas as mudanças promovidas desde a chegada ao comando técnico das águias são cada vez mais evidentes. Apesar de a equipa continuar a contar com uma base de jogadores que já integravam o plantel na temporada anterior, o treinador tem introduzido novas ideias e alterado profundamente as escolhas para o onze inicial, sobretudo no setor defensivo.
A comparação entre os primeiros 14 jogos oficiais de 2025/26 e o mesmo número de encontros da presente temporada permite perceber a dimensão da transformação. Sob a orientação de Bruno Lage e José Mourinho, vários jogadores tinham assumido um papel de destaque, mas a chegada de Marco Silva trouxe novas hierarquias.
Nos primeiros 14 encontros desta temporada, apenas três jogadores que estavam entre os mais utilizados no período homólogo de 2025/26 mantêm esse estatuto: Samuel Dahl, Vangelis Pavlidis e Enzo Barrenechea. Nicolás Otamendi, António Silva, Amar Dedic, Richard Ríos e Franjo Ivanovic saíram, enquanto Andreas Schjelderup - que jogou frente a Portugal - , Fredrik Aursnes e Anatoliy Trubin perderam espaço.
Quando a comparação é feita com o conjunto da temporada anterior, o cenário altera-se ligeiramente. Em vez de três, são quatro os jogadores que permanecem entre os mais utilizados: Dahl, Pavlidis, Barrenechea e Leandro Barreiro. A utilização da dupla João Palhinha e Aursnes, que surgiu pela primeira vez no encontro em Milão e foi mantida no clássico frente ao Porto, é outro exemplo das mudanças introduzidas por Marco Silva, que anteriormente recorria mais vezes a Barreiro e Barrenechea. O técnico tem aproveitado os jogadores que já estavam na Luz e, apesar das mudanças, apenas Clément Lenglet, entre os reforços, aparece no lote dos 11 mais utilizados, com Palhinha a afirmar-se também como uma opção importante.
A revolução de Marco Silva não se resume, contudo, às entradas e saídas do onze. O treinador tem conseguido potenciar jogadores que já faziam parte do plantel, com destaque para Pavlidis, Prestianni e Barreiro, que têm apresentado rendimento acrescido.
Jogador sofreu um problema muscular no adutor ao serviço da seleção e deixou uma explicação que coloca a pouca utilização na origem da questão
28 Set 2026 | 17:26 |
Jakub Kaminski sofreu uma lesão muscular no adutor ao serviço da seleção da Polónia e deixou uma explicação que coloca a pouca utilização sob o comando de Marco Silva na origem da questão. O extremo foi titular no empate 0-0 frente à Bósnia, mas abandonou o relvado aos 25 minutos, depois de sentir dores na região.
J. Kaminski: "Faço tudo o que posso para me manter em forma, mas não é fácil quando te faltam minutos de jogo"
Questionado sobre se a lesão poderia estar relacionada com a falta de minutos, o atacante não escondeu a ligação. "É uma boa pergunta, e tem algo a ver com isso. Quando jogo regularmente, a minha condição física é melhor e sinto-me melhor. Fora do campo, faço tudo o que posso para me manter em forma, mas não é fácil quando te faltam minutos de jogo. O treino é outra coisa", afirmou à TVP Sport.
Kaminski explicou ainda que decidiu sair do encontro assim que percebeu que estava em dificuldades físicas. "Em determinado momento, senti que estava com problemas no músculo adutor e decidi que permanecer em campo só pioraria a lesão", revelou.
O extremo tem procurado ganhar espaço nas escolhas de Marco Silva e recordou o desempenho diante do Milan: "Farei tudo o que puder para dar ao treinador um motivo, como fiz contra o Milan em San Siro, quando marquei e dei uma assistência. Pretendo lutar pelo meu lugar. Essa é a única maneira de provar o meu valor. Os começos costumam ser difíceis, e acredito que no Benfica o melhor ainda está por vir. Estou a desfrutar de cada momento neste clube e estou convencido de que estou a evoluir. Só o facto de representar uma equipa como esta já é um desafio; saber que tenho de estar constantemente pronto para enfrentar a pressão dá-me força. Gosto destes desafios e dou-me tempo para ganhar mais minutos. A paciência e o trabalho duro são fundamentais", disse.
Apesar da concorrência, garante que continua determinado a conquistar o seu espaço: "Todos querem jogar, todos querem minutos, e a qualidade dos jogadores é enorme. Este é o balneário mais forte em que já estive", reconheceu. O polaco terá agora de recuperar do problema no adutor, depois de admitir que a reduzida utilização no Benfica, onde procura convencer Marco Silva, poderá ter pesado na condição física que apresentou.