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Exclusivo Glorioso 1904 - Rui Costa toma decisão sobre alvo desejado pelo Benfica
08 Fev 2026 | 15:23
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09 Fev 2026 | 08:46 |
Kevin Pinto foi o mais recente nome da formação a constar na ficha de jogo de José Mourinho. A presença do jovem de 19 anos apanhou todos de surpresa e confirma a posição do Special One em dar espaço aos miúdos do Seixal. Apesar de não ter somado minutos em campo, a sua presença na ficha do Benfica foi bastante notória.
Segundo apurou o jornal A Bola, na edição de hoje, 9 de fevereiro, Kevin Pinto é um lateral-direito que tem sido presença habitual na equipa de sub-23 e secundária do Benfica e, pelo que a mesma fonte apurou, foi convocado de última hora devido aos sintomas gripais de Daniel Banjaqui.
Kevin Pinto, de apenas 19 anos, nasceu em Inglaterra, contudo, todo o seu percurso de formação aconteceu em Portugal. Atualmente, o defesa entra para a quinta temporada como atleta do Benfica. No entanto, existe um detalhe que salta à vista: antes de representar as águias, o mesmo vestiu a camisola do Sporting.
No entanto, é preciso salientar que a chamada de Kevin Pinto por José Mourinho não foi ao acaso. O lateral-direito é um dos muitos jovens que têm estado sob o radar do Special One e, nos últimos meses, a sua presença foi avistada em várias sessões de treino do plantel principal, onde trabalhou sob o olhar atento do treinador português.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Kevin Pinto – avaliado em 300 mil euros – já realizou um total de 17 partidas oficiais: 10 na Liga Portugal Meu Super, quatro na Liga Revelação e três na Premier League International Cup. Nos 1.155 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o camisola 79 registou um golo e uma assistência.
Jovem português voltou a saltar do banco de suplentes para fazer a diferença e, desta vez, vestiu capa de herói numa partida bastante complicada
09 Fev 2026 | 08:19 |
O golo de Anísio Cabral frente ao Alverca vai ficar gravado na história. Lançado nos minutos finais da partida, onde o Benfica acabou por triunfar frente aos ribatejanos (2-1), o futebolista de 17 anos tornou-se o atleta mais jovem a apontar o tento da vitória, algo que já não acontecia há 50 anos.
Segundo deu conta o portal Playmaker, especialista em dados estatísticos, o camisola 72 passou a ser o terceiro atleta da história do Benfica a dar o triunfo às águias. Até ao momento, apenas dois jovens futebolistas contavam com esse feito histórico: Fernando Chalana e Espírito Santo.
Assim, aos 17 anos de idade, 11 meses e 25 dias, Anísio Cabral não só vestiu a capa de herói, numa partida bastante complicada para o Benfica, como também se tornou o terceiro futebolista mais jovem a conseguir tal proeza. No entanto, Chalana e Espírito Santo continuam à frente do craque, visto serem mais novos quando atingiram esse feito.
No que diz respeito à exibição do campeão do Mundo de sub-17, José Mourinho não ficou indiferente às qualidades do avançado, deixando rasgados elogios durante a conferência de imprensa. O Special One pediu cabeça ao jogador e revelou aos jornalistas que o mesmo o faz lembrar Didier Drogba.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Anísio Cabral tem sido uma das grandes surpresas da formação encarnada. Até ao momento, o português de 17 anos já somou três partidas na Liga Portugal Betclic e, nos 19 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, assinou dois golos de cabeça.
Futebolista de 17 anos era para ser titular na equipa encarnada, tal como José Mourinho tinha afirmado, contudo, problema de última hora colocou-o de fora
09 Fev 2026 | 07:40 |
Daniel Banjaqui estava bem encaminhado para repetir a titularidade frente ao Alverca. No entanto, pelo que se apurou, sintomas de gripe afastaram o camisola 56 da ficha de jogo, num encontro que o Benfica venceu frente aos ribatejanos (2-1). Face a esta situação, José Mourinho teve de improvisar.
Segundo adianta o jornal Record, Banjaqui era suposto ser titular na equipa encarnada, depois de José Mourinho confirmar que Amar Dedić não iria a jogo, face à gestão que tem sido feita, a pensar na sua condição física, já bastante desgastada.
Além disso, como o diário desportivo alerta, Banjaqui – campeão do Mundo pelos sub-17 – foi titular na partida anterior, contra o Tondela e, a meio da semana, foi a jogo pela equipa de juniores, que eliminou o Slavia Praga da UEFA Youth League. Vale a pena recordar que esse encontro em questão foi realizado debaixo de um forte temporal, o que pode justificar os sintomas gripais do atleta.
No entanto, com a ausência de Banjaqui, José Mourinho acabou por improvisar e lançou Sidny Cabral no corredor direito da defesa, aproveitando a polivalência do futebolista cabo-verdiano. O Benfica teve de suar muito para vencer o Alverca, mas os golos de Andreas Schjelderup e de Anísio Cabral revelaram-se suficientes para fechar mais três pontos.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Daniel Banjaqui – avaliado em 1 milhão de euros – já realizou um total de 19 encontros oficiais: oito na Liga Portugal Meu Super, três na UEFA Youth League, três na Liga Revelação, dois na Liga Portugal Betclic e um na Taça de Portugal. Nos 1.139 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o lateral registou um golo e uma assistência.
Treinador português marcou presença na conferência de imprensa, onde falou sobre Anísio Cabral, abordou escolhas feitas e o que faltou às Águias
09 Fev 2026 | 07:19 |
José Mourinho mostrou-se contente com a prestação da equipa das Águias, frente ao Alverca. Na conferência de imprensa, o treinador do Benfica comentou as principais incidências do encontro, absteve-se de falar da arbitragem e ainda fez uma comparação muito especial de Anísio Cabral com uma lenda do futebol mundial. Confira tudo o que o Special One disse.
Como explica o acreditar da equipa até final?
"É a cultura que nós instalamos, a junção da cultura Benfica com a minha própria cultura. Até ao fim, vamos; até ser matematicamente possível, vamos; até haver um segundo de jogo, vamos. Obviamente, há grande mérito dos jogadores. O Alverca perdeu, mas não consigo deixar de lhes dar os parabéns porque não fizeram antijogo. Surpreenderam-me um bocadinho e conseguiram criar perigo na primeira parte. Na segunda levaram com uma avalanche de jogo ofensivo do Benfica. De tal maneira que acaba por ser simbólico o lance em que o guarda-redes leva com a bola na cabeça, uma daquelas coisas raras que acontecem. A vitória e os três pontos era o mais importante, mas o Anísio fazer golo outra vez, e na primeira vez que toca na bola, foi uma coisa fantástica para o miúdo — e para nós, que nos valeu a vitória —, mas tenho de olhar para algo que se torna repetitivo... Jogamos bem, criamos muitos, mas marcamos pouco. Vou dormir mal outra vez, como é possível falhar tanto!".
O que se diz nesta altura a Anísio Cabral?
Calma, trabalho. Vamos geri-lo bem, como estamos a fazer com os outros que subiram à equipa principal e já são jogadores de equipa principal; continuar a trabalhar, com humildade. Vocês vão rir-se, mas o forte de Anísio nem é o jogo de cabeça. Faz dois golos de cabeça lindíssimos pela primeira equipa, mas não é o forte dele. Encontrei a mãe dele ali no corredor e em meio minuto de conversa deu para perceber que aquilo é bem estruturado, muito calmo, tranquilo, muito com os pés no chão. Vamos ver se entre o Benfica e a família conseguimos protegê-lo um bocadinho daquilo que é o mundo do futebol. Tem idade para jogar a Youth League, onde queremos pelo menos chegar de novo à final, e Anísio irá voltar a jogar a Youth League. Faremos a gestão dele, como fizemos esta semana com Banjaqui e o Zé [José Neto], que precisavam de quatro dias de repouso, até mentalmente. Mas há outros rapazes com muita qualidade. O Kevin Pinto, que esteve no banco hoje, está ao nível do futebol jovem atrás do Banjaqui, mas tem um potencial incrível e vai ser jogador de primeira liga, seguramente. E é o que está atrás do Banjaqui!".
O que falta ao Benfica para ter mais controlo dos jogos?
"Fazer golos. Há jogadores que por natureza têm golo, o Anísio tem golo, por exemplo. Outros não são jogadores com muito golo e isso é uma coisa que estamos a tentar mudar nos jogadores mais ofensivos. O golo do Schjelderup, por exemplo, é um golo que eu adoro — apenas um tapinha, mas foi preciso seguir a jogada, ter a ambição do golo; precisamos que os jogadores sejam gulosos; pelo contrário, nós temos jogadores que não gostam do doce. O doce está ali, mas não o vão buscar. Não temos muitos jogadores assim. Vão ver quantos golos marcaram Schjelderup, Prestianni ou Sudakov na carreira. E estamos a falar de jogadores muito bons, mas também estamos a falar de números e jogadores do ataque têm de passar os dois dígitos de golos por época, menos que isso é para os médios e defesas".
Qual é o teto do Anísio? Como comenta os lances de potenciais penáltis?
"Relativamente aos penáltis, ainda não vi e não quero falar e depois fazer figura de urso. Tenho a sensação que todos eles podiam ser, mas tenho dúvidas que algum seja escandaloso. O problema é que a arbitragem dá abertura para um dia ser uma coisa e noutro outra. O que tenho é a certeza de que seriam penálti com outras equipas. Tenho a sensação de que para o nosso lado não toca nada. Sobre o teto do Anísio, depende de muitas coisas. O potencial está lá, a fisicalidade, os movimentos em profundidade. Tem coisas no jogo de costas para a baliza muita parecidas com um jogador que eu tive. Anísio também é muito expedito no remate, tem golo, em Tondela quase voltou a marcar quando entrou. Mas, podem rir ou chamar-me idiota, op jogo de cabeça não é o forte dele".
Quem é o jogador que ele lhe lembra?
"O Drogba [Didier]. Depois o Drogba marcava cinco golos de cabeça em cinco cruzamentos... o Anísio também fez dois, mas acho que foi milagre, porque ele tem mesmo de melhorar esse aspeto".
O que dá Rafa diferente de Sudakov?
"Mais profundeza no jogo. O Sudakov baixa mais e pega no jogo em zonas mais interiores. Na primeira parte perguntei-me se o Sudakov não faltava, porque ele dá muita continuidade ao nosso jogo ofensivo; mas não está a definir bem. O Rafa chega mais na profundidade, tem um toque, remate ao poste. Os treinadores das grandes equipas precisam de ter várias soluções. Ter Rafa e Sudakov dá-nos isso. No jogo com o Aves também penso ter já Lukebakio, que nos dá outro tipo de jogo"