Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
07 Nov 2023 | 11:50 |
O Benfica desloca-se a San Sebastián, no País Basco, onde irá enfrentar novamente a Real Sociedad, desta vez em jogo da quarta jornada do grupo D da Liga dos Campeões, com inicio marcado para as 17h45 portuguesas de amanhã, dia 8 de novembro, apitado pelo inglês Anthony Taylor.
O jornal O Jogo esteve à conversa com dois jornalistas bascos (Mikel Recalde, do Notícias de Gipuzkoa, e Miguel González, do El Diario Vasco) para perspetivar o duelo de quarta-feira, dia 8 de novembro, que julgam vir a ser diferente do último jogo.
"O Benfica perdeu em casa com a Real Sociedad e foi assobiado. Vai querer vingar-se, os seus jogadores têm muita experiência e têm esse espirito, estão habituados a jogar na Europa. Ninguém acredita que vai ficar fora pelo menos da Liga Europa", afirma Mikel Recalde.
Opinião essa que também é partilhada por Miguel González que acredita que "o Benfica vai jogar muito melhor do que em Lisboa". "Mudou o sistema e é verdade que tem algumas baixas, mas também recupera Guedes e Di Maria. Não foi o Benfica normal, mas o expectável é que o Benfica venha a ganhar", acrescentou.
"Ninguém esquece que o Benfica entrou no top-8 da Champions e só caiu com o Inter. As pessoas não se fiam por ter vencido em Lisboa que a Real Sociedad vá ganhar de novo. Espera-se uma batalha muito dura e difícil", concluiu ainda o jornalista e adepto do emblema basco.
Recorde-se que o encontro referente à terceira jornada do grupo D da competição, jogado no Estádio da Luz, em Lisboa, terminou com vitória do clube de San Sebastián, por 1-0, com o golo a ter sido apontado por Brais Mendez, aos 63 minutos.
Responsável por comandar a partida válida pela 4ª jornada da Liga Portugal apitou duelo que levou aos nervos os adeptos encarnados
27 Ago 2026 | 16:39 |
O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol divulgou, esta terça-feira, as nomeações para a 4.ª jornada da Liga Betclic. Hélder Carvalho foi o escolhido para dirigir o Benfica-Estoril, encontro que encerra a ronda e está marcado para segunda-feira, às 20h15, no Estádio da Luz, duelo que deve marcar a estreia de João Palhinha pelo Glorioso.
O árbitro volta, assim, a encontrar o Benfica depois de ter dirigido o último encontro das águias frente ao Casa Pia, em Rio Maior. A partida terminou empatada a uma bola e ficou marcada por um momento de tensão junto aos bancos de suplentes, envolvendo elementos das duas equipas técnicas.
O episódio colocou frente a frente Marco Aurélio Santos, diretor para o futebol do Casa Pia, e Pedro Machado, então adjunto de José Mourinho no Benfica. A situação acabou por ser registada no relatório, com o documento disciplinar a descrever uma troca de palavras mais acesa entre os intervenientes.
Segundo o relatório, o incidente teve início depois de um dos elementos ter abandonado a respetiva área técnica. Pedro Machado terá tentado retirar a bola das mãos do dirigente casapiano, momento em que foram proferidas expressões mais fortes: “Dá-me a bola, car...!”
Dentro das quatro linhas, o Benfica chegou a colocar-se em vantagem aos 68 minutos. Andreas Schjelderup encontrou Richard Ríos, com o internacional colombiano a não desperdiçar a oportunidade para inaugurar o marcador. Contudo, a vantagem encarnada durou apenas 11 minutos.
Aos 79', uma má decisão de António Silva acabou por ser aproveitada pelo Casa Pia, que restabeleceu a igualdade. O Benfica ainda procurou o golo da vitória nos minutos finais e lançou-se ao ataque, mas o resultado não voltou a sofrer alterações, ficando o encontro marcado pela igualdade
Médio não poderá utilizar número que mais vezes envergou na carreira pois já está ocupado nas águias, mas deu um jeito de seguir antigo costume
27 Ago 2026 | 16:18 |
João Palhinha chegou ao Benfica com a missão de assumir o lugar ‘6’ no meio-campo de Marco Silva, mas não poderá utilizar o número que tanto aprecia na camisola. O motivo tem nome e apelido: Alexander Bah, dono do 6 desde a chegada ao Clube da Luz, em 2022.
Perante a indisponibilidade do número, o internacional português teve de escolher uma alternativa, algo a que, de resto, está bastante habituado ao longo da carreira. Palhinha já passou por vários clubes e raramente conseguiu manter o mesmo dorsal, mas há um detalhe que se repete praticamente sempre: o número 6 continua presente na camisola.
No Benfica, o médio vai vestir o número 36, um dorsal que nunca tinha utilizado enquanto jogador sénior. A escolha permite-lhe, ainda assim, manter o algarismo que o acompanha há vários anos, numa espécie de tradição pessoal que ganhou força ao longo da carreira.
Quando começou a afirmar-se no Sporting, Palhinha utilizava o 66, antes de vestir o 60 durante os empréstimos ao Moreirense e ao Braga. Foi apenas no regresso a Alvalade que conseguiu finalmente assumir o número 6. A passagem pelo futebol inglês trouxe novamente uma mudança: no Fulham, o português utilizou o 26, enquanto no Bayern Munique envergou o 16. Já no Tottenham, na temporada passada, voltou a recuperar o histórico 6.
Agora, no regresso a Portugal e numa nova aventura com a camisola do Benfica, Palhinha terá de se contentar com o 36. O número 6 fica para Bah, mas o reforço encarnado leva consigo a tradição de manter o algarismo que tanto o identifica.
Chegada do médio às águias frustrou os planos de Frederico Varandas para os leões, que também tentaram a contratação no início da janela
27 Ago 2026 | 16:14 |
Não é segredo que o Sporting tentou contratar João Palhinha, mas acabou por ver o internacional português rumar ao Benfica. A transferência, confirmada recentemente, representa uma derrota desportiva para os leões, mas a chegada do médio à Luz trouxe ainda outro detalhe inesperado à discussão: Palhinha é sócio do Benfica há mais de 20 anos, apesar dos 10 anos de ligação que manteve ao clube de Alvalade.
Nuno Vieira sobre cartão de sócio de Palhinha no Benfica: "caiu como uma bomba..."
A situação não passou despercebida a Nuno Vieira, que classificou o episódio como uma verdadeira “bomba”. O diretor do jornal 'O Jogo' destacou o impacto causado pelo cartão de associado do novo reforço de Marco Silva.
“A apresentação demorou, mas chegou com estrondo por causa de... um cartão de sócio. Palhinha foi do Alta de Lisboa ao Sacavenense, entretanto prestou provas no Benfica, mas acabou por não ficar e ter o Sporting como destino no escalão de juniores. Cresceu e fez-se homem em Alvalade, onde caiu como uma bomba a exibição encarnada do cartão de associado do novo craque da equipa de Marco Silva”, escreveu num texto de opinião intitulado: "Palhinha deixa Alvalade a arder".
Nuno Vieira não escondeu, por isso, a expetativa em relação aos próximos dérbis entre Benfica e Sporting. Para o jornalista, o contexto criado pela transferência e pela revelação do cartão de sócio promete acrescentar ainda mais intensidade aos confrontos entre os dois rivais. A chegada de Palhinha ao Benfica ganha, assim, um ingrediente extra na rivalidade entre os dois clubes.
“Dez anos de ligação ao Sporting e nunca ninguém suspeitou que o médio era, afinal, sócio do Benfica. Não bastava aos leões terem perdido a corrida para os rivais e levam agora com esta pancada de onde menos se esperava. O duelo desta época promete ser bem quentinho.”