APONTAMENTO – Vermelho e Branco: RUI COSTA E MOURINHO
No rescaldo da derrota na Liga dos Campeões, liderança do Presidente e gestão do treinador das águias são visadas pelas constantes más decisões
17 Mai 2024 | 15:30
Para o Sport Lisboa e Benfica mudar, é necessário que, sem medos, com coragem e vontade de, dar o impulso que o clube merece
Na semana em que fez 30 anos do mágico jogo dos 3-6 do Sport Lisboa e Benfica, que praticamente selou o 30 º campeonato do Sport Lisboa e Benfica e depois de um Verão de 1993 em que um rival ousou achar que nos colocaria de cócoras, o Sport Lisboa e Benfica foi a sua casa numa chuvada de golos demonstrar que a humildade, a crença e a chama imensa da ambição dificilmente são derrotadas.
Nessa altura a conquista do 30 º campeonato significava que em 60 edições da prova o Sport Lisboa e Benfica tinha vencido metade, números que em 1991 na conquista do seu 29 º título de campeão ainda eram mais esmagadores, quando em 57 edições o Sport Lisboa e Benfica detinha 51 % dos títulos que todos os outros juntos.
No final da década de 80 o Professor Luís Tadeu demitiu-se da direção liderada pelo Presidente João Santos, na altura a justificação para essa demissão foi simples, mas pouco escutada pelos Benfiquistas, não era possível o clube continuar a viver à conta de mecenas Benfiquistas, era imperioso profissionalizar o clube.
Os anos passaram e esta realidade chocou de frente em 1993, quando o Presidente Jorge de Brito um Benfiquista com B bem grande, deixou de ter capacidade de financiar o clube algo que durante mais de uma década tinha feito. Ainda conseguiu estancar a sangria, mas acabou por abdicar da Presidência e convocar eleições antecipadas.
Era urgente profissionalizar o clube, a verdade é que de lá para cá, tendo sido feita a profissionalização do clube, factualmente os Benfiquistas só viram o clube vencer 8 campeonatos e a culpa é em grande medida sua.
Nas últimas décadas a incapacidade para criar movimentos de Benfiquistas apaixonados, competentes e com coragem para avançar para a liderança da maior instituição desportiva portuguesa é confrangedora, por isso de 1994 até hoje:
- Elegemos um homem do Jet-set que pouco ou nada sabia do clube, desportiva e associativamente falando;
- Elegemos um top advogado que poucos validaram a sua verdadeira essência, tendo terminado preso por lesar o clube, quando perdeu as eleições de 2000;
- Elegemos um herdeiro de um império, que Benfiquista e tendo tido a coragem de derrotar o populista demagogo que liderava o clube, defendia o fim do ecletismo do clube - numa clara afronta à gloriosa história do Sport Lisboa e Benfica, que foi liminarmente rejeitada pelos associados em AG - e abriu as portas ao testa de ferro do ex-DDT de Portugal;
- Elegemos o testa de ferro do ex-DDT e amigo íntimo daquele que durante décadas tudo fez para nos destruir, Pinto da Costa, e que acabou por sair do clube não pela vontade dos sócios, mas sim pela ação do Ministério Público, acusado - ainda não condenado merecendo como qualquer cidadão a presunção de inocência - de lesar em muitos milhões o Sport Lisboa e Benfica;
- Elegemos um ex-futebolista, formado no clube e Benfiquista de coração, mas que desde 2008 ao lado do testa de ferro do ex-DDT não viu nem achou nada de estranho na gestão errónea do futebol e do clube.
Já Albert Einstein dizia, continuar a fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes é insanidade.
Para o Sport Lisboa e Benfica mudar, é necessário que sem medos, com coragem e vontade de dar o impulso que o clube merece - desportiva, empresarial e institucionalmente - começar desde já a trabalhar para uma alternativa séria e com condições para em 2025 merecer a confiança dos associados do Sport Lisboa e Benfica. Isto só depende de uma coisa, da vontade e militância de cada 1 de nós associados daquele que é sem dúvida alguma o clube mais amado em Portugal.
Pelo Sport Lisboa e Benfica, vamos a isto, não temos tempo a perder!
De muitos, um: o Sport Lisboa e Benfica!
P.S.: Um clube que 30 anos depois não conseguiu ainda homenagear aquele que foi a figura maior dos 3-6, da conquista da Taça de Portugal em 1996 e que durante 8 épocas praticamente sozinho carregou a equipa principal às costas, João Vieira Pinto, diz muito de quem o têm (des)liderado.
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