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Rui Costa revela razão por detrás da candidatura à Presidência do Benfica: "Tenho condições para..."

Numa entrevista exclusiva, líder dos encarnados falou sobre a sua decisão de entrar na corrida eleitoral e revelou qual dos objetivos traçados para novo mandato

Em entrevista exclusiva, Rui Costa abordou a sua decisão de se recandidatar e revelou um objetivo para o novo mandato no Benfica
Em entrevista exclusiva, Rui Costa abordou a sua decisão de se recandidatar e revelou um objetivo para o novo mandato no Benfica

08 Out 2025 | 10:13 |

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Rui Costa, depois de muitos meses em revelar a sua decisão, assumiu, durante o mês de julho, que se iria recandidatar à Presidência do Benfica. A caminho das eleições, agendadas para 25 de outubro, dirigente encarnado explicou as razões por detrás da sua escolha e revelou qual vai ser uma das metas caso seja eleito para um novo mandato.


Rui Costa: "Essencialmente, porque do Benfica não se desiste. Tenho usado isto como lema, não só da campanha, mas da minha própria vida"


Numa extensa entrevista ao jornal A Bola, onde falou de vários temas, o Líder dos encarnados começou por esclarecer a sua decisão de entrar na corrida eleitoral: "Essencialmente, porque do Benfica não se desiste. Tenho usado isto como lema, não só da campanha, mas da minha própria vida. Não desisto do Benfica, sei aquilo que fiz nestes quatro anos, de bem e de mal, eentendo que tenho todas as condições para continuar à frente do clube".


Por outro lado, o ainda Presidente dos encarnados explicou que o plano da sua estrutura, além da parte desportiva, também olha para os aspectos financeiros: "Tudo foi pensado, estruturado e a pensar na área desportiva do Benfica. Assim como as obras do estádio, que também tiveram de ser pagas. O último exercício representa a inversão deste circuito. O aumento de receita vai fazer com que esse passivo seja diminuído rapidamente. E é meu objetivo, daqui a quatro anos,ter um passivo inferior".

Rui Costa: "É uma promessa que faço, ter um passivo inferior àquele que eu agarrei"


Questionado se trata de uma promessa que o Presidente deixa aos Sócios, semanas antes das eleições, o dirigente assegura que se trata de um objetivo muito importante para o futuro do Clube da Luz: "É uma promessa que faço, ter um passivo inferior àquele que eu agarrei. Tudo isto não é um descalabro".

"O que temos apontado é uma diminuição na ordem dos 100 milhões de euros. Para isso, e também é importante que se diga, quando se fala nas contas do Benfica fala-se muito da diminuição dos custos, mas nós apontamos muito para o aumento de receita. Foi aquilo que fizemos no ano passado e aquilo que vamos continuar a fazer no futuro", acrescentou por fim Rui Costa, em entrevista ao jornal A Bola.


Clube

Benfica é ultrapassado pelo Sporting e Rui Costa nem quer acreditar

Emblema verde e branco está avaliado em 250 milhões de euros, depois de registar um crescimento de cerca de 35% no último ano

Sporting ultrapassou o Benfica e tornou-se, pela primeira vez, a marca de um clube português mais valiosa do futebol mundial
Sporting ultrapassou o Benfica e tornou-se, pela primeira vez, a marca de um clube português mais valiosa do futebol mundial

21 Ago 2026 | 15:00 |

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O Sporting ultrapassou o Benfica e tornou-se o clube português com a marca mais valiosa, segundo os dados do relatório Football 50 2026, elaborado pela consultora Brand Finance. Os leões estão avaliados em 250 milhões de euros, depois de registarem um crescimento de 35% no último ano, passando para a frente das águias, que também valorizaram, mas ficaram nos 219 milhões de euros.


O Porto aparece no terceiro lugar entre os emblemas portugueses, com uma avaliação de 192 milhões de euros, correspondente a uma subida de 7%. No entanto, os dragões podem reclamar outro estatuto: apesar de valerem menos financeiramente do que Sporting e Benfica, continuam a ser considerados a marca portuguesa de clubes mais forte, sendo reconhecidos por 95% dos adeptos a nível internacional.


André Bernardo, administrador da SAD e vice-presidente leonino, explicou a estratégia seguida pelos leões: "Partimos para isto de forma a tornar visível algo que não mudou desde 1906: uma identidade que expressa com mais fidelidade quem somos e, a partir daí, a amplifica globalmente. O Sporting foi fundado em torno da formação do ser humano, tendo o desporto como método e não como fim. Chamamos a isso o lema: Esforço, Dedicação, Devoção e Glória. A 1 de julho completámos 120 anos desse lema a ser passado de geração em geração. Por isso, a questão nunca foi "o que deveríamos ser?", mas sim "o que é que sempre fomos e como fazemos da marca o seu reflexo mais verdadeiro?" A resposta foi um sistema de cinco pontos cardinais: emblema, coroa, leão, listas e porta 10-A, cada um carregando a sua própria simbologia, trabalhando agora em simbiose como uma só identidade".


O relatório mostra, assim, uma evolução significativa dos três grandes portugueses. O Sporting foi o que mais cresceu e chegou aos 250 milhões de euros, ocupando o 19.º lugar a nível mundial, enquanto o Benfica - que está  perto de contratar João Palhinha - aparece logo atrás na corrida. Já o Porto, apesar dos 192 milhões de valor de marca, mantém a liderança portuguesa no indicador de força da marca.

A nível internacional, o topo continua entregue ao Real Madrid, que mantém o estatuto de clube com a marca mais valiosa do mundo, avaliada em 2,4 mil milhões de euros. O Barcelona surge na segunda posição, com um valor de 2 mil milhões, fechando um pódio muito distante dos valores apresentados pelos três grandes do futebol português.



Clube

Benfica leva centralização dos direitos televisivos à Assembleia da República

Iniciativa das águias ganhou uma nova dimensão e prepara-se para chegar ao centro do debate político, depois de ultrapassar o número de assinaturas

Petição do Benfica contra o atual modelo de centralização dos direitos televisivos ultrapassou as 7.500 assinaturas e será discutida na Assembleia da República
Petição do Benfica contra o atual modelo de centralização dos direitos televisivos ultrapassou as 7.500 assinaturas e será discutida na Assembleia da República

19 Ago 2026 | 11:14 |

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A petição apresentada pelo Benfica contra o modelo de centralização dos direitos televisivos do futebol profissional ganhou força nos últimos dias e já ultrapassou o número de assinaturas necessário para ser discutida em Plenário da Assembleia da República. A iniciativa foi apresentada a 8 de agosto e pretende colocar em causa a forma como está prevista a comercialização centralizada dos direitos audiovisuais.


À data desta terça-feira, petição intitulada "Pela suspensão e revisão do Modelo de Comercialização Centralizada dos Direitos Audiovisuais" contava com 7.684 assinaturas, ultrapassando as 7.500. Rui Costa, presidente do Benfica, surge como primeiro signatário da iniciativa, que pretende agora levar o tema para uma discussão no Parlamento.


A petição está disponível para subscrição desde 10 de agosto e continuará aberta durante mais 50 dias no site da Assembleia da República (28 de setembro). O objetivo definido pelos encarnados passa pela suspensão da implementação do atual modelo de centralização dos direitos audiovisuais do futebol profissional, até que seja realizada uma avaliação técnica, económica e jurídica independente.


Além da suspensão, o Clube pretende também que sejam revistas as soluções atualmente previstas para o processo. A posição foi apresentada pelo clube através de um comunicado divulgado a 10 de agosto, no qual foi explicada a intenção de promover uma análise independente antes da implementação do modelo.

A discussão em Plenário poderá ainda abrir diferentes possibilidades no plano institucional. Segundo a informação disponibilizada pela Assembleia da República, a apreciação de uma petição pode resultar na comunicação ao ministro competente para eventual medida legislativa ou administrativa, na remessa do processo ao Procurador-Geral da República, Polícia Judiciária ou Provedor de Justiça, na iniciativa de um inquérito parlamentar ou até na apresentação de um projeto de lei ou de resolução sobre a matéria.



Clube

"Quatro anos de ausência de liderança": João Gabriel critica Benfica e deixa farpa a Proença

Antigo responsável encarnado recuperou um tema que está a gerar discussão e deixou fortes críticas à estratégia seguida pelo Clube

João Gabriel afirma que o Benfica anda a fazer uma peça de propaganda sobre a centralização dos direitos de TV e deixou fortes críticas a Proença
João Gabriel afirma que o Benfica anda a fazer uma peça de propaganda sobre a centralização dos direitos de TV e deixou fortes críticas a Proença

12 Ago 2026 | 15:00 |

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João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, lançou duras críticas à petição apresentada pelo Clube na Assembleia da República para travar ou rever o processo de centralização dos direitos televisivos do futebol português. O ex responsável encarnado considerou que a iniciativa surge demasiado tarde e assume sobretudo um caráter político e propagandístico.


J. Gabriel: Há mais de cinco anos que se sabe"


"Há mais de cinco anos que se sabe que a centralização dos direitos televisivos vai avançar. A lei é de 2021, o calendário é conhecido e a época de 2028/29 nunca esteve escondida de ninguém", escreveu numa publicação no LinkedIn.


As críticas à atual liderança foram particularmente fortes quando apontou diretamente aquilo que considera ter sido uma ausência de intervenção durante os últimos anos. "Esta direção teve cinco anos para estudar, negociar, propor, influenciar e, sobretudo, liderar. O Benfica não o fez, e agora, só agora, descobre a Assembleia da República na tentativa de suspender um processo que durante cinco anos ignorou", afirmou. 

J. Gabriel: " É uma peça de propaganda"


João Gabriel classificou mesmo a iniciativa como uma ação essencialmente comunicacional. "É por tudo isto que esta petição é, acima de tudo, uma peça de propaganda. O Benfica tem razão em vários dos problemas que identifica; o que não pode é transformar quatro anos de ausência de liderança numa súbita demonstração de combate", pode ler-se.

O antigo diretor de comunicação também dirigiu críticas a Pedro Proença - novamente - , presidente da Federação Portuguesa de Futebol, pela forma como considera que o debate sobre a centralização foi conduzido. "Pedro Proença contaminou, desde o início, o debate sobre a centralização a uma discussão sobre distribuição de dinheiro, quando a questão central deveria sempre ter sido a reforma dos quadros competitivos. É legítimo que o Benfica esteja preocupado. O que não é legítimo é fingir que descobriu o problema em 2026", concluiu.

Veja a publicação de João Gabriel:


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09 Ago 2026 | 15:45

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