Futebol
Substituto para Ivanovic? Decisão de Marco Silva surpreende no Benfica
02 Ago 2026 | 16:02
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03 Jul 2026 | 17:58 |
Rui Santos escreveu uma crónica intitulada "O ‘Golpe de Estado’ na Arbitragem tem ‘patrocínio’ do Benfica", onde coloca as águias no centro da atual crise na arbitragem portuguesa, defendendo que o momento vivido no futebol nacional também reflete a posição recente dos encarnados em relação ao setor.
Rui Santos: "Tudo isto ‘serve’ ao Benfica, depois das queixas do presidente Rui Costa"
“Tenho poucas dúvidas de que Duarte Gomes se posicionou para ocupar o lugar de Luciano Gonçalves e tudo isto ‘serve’ ao Benfica, depois das queixas do presidente Rui Costa, dos prejuízos contabilizados desde o começo da época passada e que foram amplificados com uma narrativa de ‘tolerância zero’ do Benfica em relação à Arbitragem, com vista à próxima época”, pode ler-se no jornal 'Sol'.
O cronista enquadra depois o contexto geral da crise na arbitragem como um momento de grande instabilidade institucional, associando-o ao ambiente de contestação vivido no futebol português: “Falta praticamente um mês para começar a Liga portuguesa e 28 dias para se realizar a Supertaça (Porto-Torrense), o primeiro jogo da época 2026-27 e o caldo já está entornado: em curso uma tentativa de ‘golpe de estado’ na arbitragem, que visa alcançar, em última análise, o presidente da FPF, Pedro Proença, que lhe viu cair durante o Mundial de Futebol a ‘batata quente’ nas mãos, num processo com contornos de escândalo”.
Rui Santos aborda depois o funcionamento interno da estrutura arbitral e as suspeitas levantadas no processo, explicando a dimensão das acusações em cima da mesa: “Ficou no ar, desde logo, a suspeição de que Luciano Gonçalves ‘negociava’ as nomeações com agentes desportivos dos clubes e que isso estava na base numa (des)vantagem de uns em detrimento de outros. Uma acusação muito grave, que desencadeou reações várias, nomeadamente a do próprio presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, que emitiu um comunicado a dizer que as imputações que lhe eram dirigidas não tinham — obviamente para ele — qualquer fundamento”.
Além do mais, diz que o ambiente atual resulta de uma acumulação de tensões entre clubes, dirigentes e estruturas federativas, num cenário onde a arbitragem surge no centro da disputa: “Os clubes são TODOS responsáveis pelo contexto da arbitragem de hoje, porque TODOS acreditaram que, junto de Proença, devido às suas relações do passado, conseguiriam a sua validação para ingerir a favor deles no sector da arbitragem. Ora isto, no mínimo, chama-se corrupção intelectual e quem acreditou nos efeitos práticos destas alegadas influências não sabia fazer contas de somar (nem de subtrair)”.
Treinador das águias optou por analisar a forma como o jogador se mostrava neste arranque inicial da temporada antes de chegar a uma conclusão
03 Ago 2026 | 03:00 |
João Rego está de saída do Benfica. O Glorioso 1904 sabe que o jovem médio-ofensivo, assim como outro jogador, não entra nas contas de Marco Silva para a temporada 2026/27, tendo recebido indicação para procurar uma solução no mercado neste defeso.
Ao que o nosso Jornal apurou, a estrutura liderada por Rui Costa entende que o internacional jovem português dificilmente terá espaço na equipa principal na próxima época. Dessa forma, a saída é o cenário mais provável, com o Benfica já a trabalhar para encontrar um destino que permita ao jogador somar minutos de forma regular.
Apesar da qualidade reconhecida ao camisola formado no Seixal, Marco Silva considera que João Rego parte atrás da concorrência nas opções para o meio-campo e ataque, motivo pelo qual o técnico deu luz verde para a sua saída neste mercado de verão.
Recorde-se que, durante a pré-temporada, o futuro do jovem ainda estava em aberto, com a possibilidade de convencer o novo treinador encarnado. Contudo, as avaliações realizadas nas últimas semanas acabaram por ditar um desfecho diferente, levando a SAD do Benfica a avançar para uma solução de mercado.
Importa referir que João Rego continua a ser visto como um ativo com potencial de valorização, razão pela qual a prioridade das águias passa por encontrar uma solução que salvaguarde os interesses do Clube. Neste momento, a saída do jovem talento é encarada como o cenário inevitável, depois de Marco Silva ter decidido que o médio não fará parte das suas opções para a nova temporada.
Jogo com os viriatos na estreia da Liga será disputado à porta fechada e decisão deverá ter forte impacto financeiro nas contas das águias
02 Ago 2026 | 17:32 |
O Benfica confirmou, este domingo, que o encontro diante do Académico de Viseu, referente à primeira jornada da Liga Portugal, será realizado à porta fechada. A partida, agendada para o próximo dia 9 de agosto, decorrerá sem público na sequência de uma decisão da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD), relacionada com a utilização de artefactos pirotécnicos por adeptos encarnados em cinco jogos da temporada 2022/23.
Além do impacto desportivo, o castigo poderá representar um prejuízo financeiro significativo para a SAD liderada por Rui Costa, que poderá deixar de arrecadar cerca de 1,5 milhões de euros em receitas de bilheteira. A informação foi avançada pelo Correio da Manhã.
Em comunicado, o Clube da Luz informou que os detentores de Red Pass serão compensados pelo encontro. "Os detentores de Red Pass serão ressarcidos no valor equivalente ao jogo, que ficará disponível na respetiva carteira virtual para utilização futura", explicou o Benfica, acrescentando que os restantes detalhes serão divulgados nos próximos dias.
Tendo por base o relatório e contas referente à época 2024/25, os encarnados arrecadaram 13,6 milhões de euros com a venda de Red Pass, o que representa uma média de cerca de 485 mil euros por cada jogo disputado em casa. A este valor juntam-se aproximadamente 389 mil euros provenientes da venda de bilhetes em dia de jogo e de outras receitas de bilheteira.
Há ainda as receitas geradas pelos camarotes e executive seats, que renderam 16,6 milhões de euros durante a mesma temporada, correspondendo a uma média superior a 590 mil euros por encontro. Caso estes lugares premium também sejam alvo de compensação, o impacto financeiro total poderá atingir cerca de 1,47 milhões de euros, valor que poderá até ser superior, uma vez que o Benfica aumentou recentemente o preço dos bilhetes.
Águias têm interesse no jogador que continua ligado ao Wolfsburg e novidades podem dar boas indicações aos encarnados neste mercado
02 Ago 2026 | 17:07 |
Mohamed Amoura poderá continuar a ser uma oportunidade de mercado para o Benfica. O RB Leipzig não está em negociações com o Wolfsburg para contratar o internacional argelino, uma vez que a prioridade do emblema orientado por Martín Demichelis passa por assegurar a contratação de Fisnik Asllani, avançado do Hoffenheim.
A informação avançada pelo jornalista Florian Plettenberg poderá abrir espaço para outros clubes interessados no extremo, entre eles o Benfica, que já acompanhou de perto a situação de Mohamed Amoura no mercado de verão de 2025. O internacional argelino continua vinculado ao Wolfsburg, mas a descida do histórico clube alemão à Bundesliga 2 poderá facilitar uma eventual saída neste mercado. Apesar de ter contrato válido até junho de 2029, a necessidade de equilibrar as contas poderá obrigar os responsáveis germânicos a mostrarem maior flexibilidade nas negociações.
Ao contrário do que aconteceu no passado, quando foram apontados valores na ordem dos 40 milhões de euros, tudo indica que o Wolfsburg estará agora disposto a negociar por uma verba inferior, precisamente devido à despromoção ao segundo escalão do futebol alemão.
Na temporada 2025/26, Mohamed Amoura realizou 33 jogos oficiais ao serviço do conjunto germânico. Ao longo dos 2.057 minutos disputados, o extremo de 26 anos apontou oito golos e somou ainda três assistências, números que voltaram a despertar a atenção de vários clubes europeus.
Segundo o Transfermarkt, o internacional argelino está atualmente avaliado em 20 milhões de euros, valor que continua a fazer dele um dos ativos mais valiosos do plantel do Wolfsburg. Para já, o Benfica não formalizou qualquer proposta pelo jogador, mas a ausência do RB Leipzig na corrida poderá representar uma oportunidade para Rui Costa caso as águias decidam voltar a avançar por um futebolista há muito referenciado pela estrutura encarnada.