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Futebol
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Boas notícias para o Benfica: O Real Madrid, que estava com a mira fixada em António Silva, mudou o alvo e agora tem Gonçalo Inácio na lista de prioridades, segundo informa, o especialista em transferências, Ekrem Konur.
De acordo com informações avançadas pela mesma fonte, através da rede social X (antigo Twitter), esta terça-feira, dia 6 de fevereiro, o defesa do Sporting está mesmo na 'short list' dos merengues, o que significa que os espanhóis de Carlo Ancelotti não vão 'atacar' o craque formado no Seixal.
Recorde-se que, tal como deu conta o nosso Jornal, em tempo oportuno, também o Manchester United está a seguir o camisola 4 do Clube da Luz, com muita atenção, já desde o passado mercado de verão. Porém o central acabou por não abandonar a Catedral no defeso transato.
Agora os red devils estarão dispostos a pagar a cláusula de rescisão do colega de posição de Nicolás Otamendi, tal como o nosso Jornal já deu conta. De acordo com o jornalista da Sky Sports, Florian Plettenberg, o defesa formado no Seixal é um dos nomes no topo da lista do emblema da Premier League, que tem ainda referenciado Todibo (Nice).
Nesta época, António Silva - avaliado em 45 milhões de euros - conta com 30 encontros, onde registou um único golo. Já na temporada passada, ano em que se estreou na formação de Roger Schmidt, alinhou em 44 partidas, somando cinco tentos, sem contabilizar qualquer assistência.
Esta temporada, Gonçalo Inácio – avaliado em 40 milhões de euros – regista 29 jogos (2.256 minutos) pelo Sporting, marcando em três ocasiões – frente ao Vitória de Guimarães e um bis diante do Sturm Graz, na Liga Europa.
Confira aqui a publicação:
Encarnados vão deslocar-se a casa do Porto, já no próximo domingo, 6 de abril, mas camisola 17 poderá ser peça crucial na turma de Bruno Lage
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Kerem Akturkoglu poderá ser a 'arma secreta' de Bruno Lage para o Clássico entre o Benfica e o Porto, que se vai jogar já no próximo domingo, 6 de abril. O Exclusivo Glorioso 1904 adianta que o atacante turco está numa nova fase de águia ao peito em que confiança não lhe falta, estando com a moral em alta para o encontro com o eterno rival.
Ao que o nosso Jornal conseguiu apurar, em exclusivo, que o camisola 17 das águias regressou da seleção turca com energia renovada e o facto de ter regressado aos golos deu muita confiança a Akturkoglu, que havia perdido um pouco o 'gás' demonstrado nos seus inícios com a camisola do Benfica Esse 'boom' de energia chega a uma boa altura, com Bruno Lage a 'esfregar as mãos'.
O Clássico contra o Porto está aí à porta e o extremo turco já aponta baterias para a deslocação do Benfica ao Dragão. Essa confiança que está a sentir vai ser utilizada como receita por Kerem Akturkoglu, sabe o Glorioso 1904, em exclusivo, para conseguir uma vitória em casa do eterno rival das águias. O treinador setubalense, Bruno Lage, também, irá aproveitar esta nova vida do turco de forma a garantir o sucesso da equipa no Dragão. O timoneiro pretende ter o melhor de Akturkoglu, especialmente, no Clássico.
Assim sendo, pode-se esperar a presença do camisola 17 do plantel encarnado no onze inicial do Benfica contra o Porto. Recorde-se que, Aktrukoglu chega a este encontro com a moral bem no alto, graças ao bis que protagonizou frente ao Farense, na última quarta-feira, 2 de abril, em partida a valer para a jornada 27 da Liga Portugal Betclic. Agora, o próximo jogo das águias será o Clássico frente aos dragões, agendado para o próximo domingo, 6 de abril, às 20h30, no Estádio do Dragão.
Na presente temporada desportiva, com a camisola do Benfica, Kerem Akturkoglu – atualmente com um valor de mercado fixado nos 25 milhões de euros – marcou presença em 41 encontros: 23 na Liga Portugal Betclic, 12 na Liga dos Campeões, três Taça de Portugal e três na Taça da Liga. O extremo das águias leva 14 golos e oito assistências, nos 2.600 minutos que já registou, com o Manto Sagrado.
Em conversa com o nosso Jornal, o conhecido adepto do Clube da Luz analisou a polémica entre as figuras máximas do futebol português
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Mauro Xavier, em entrevista exclusiva ao Glorioso 1904, comentou a atual polémica entre Pedro Proença e Fernando Gomes. Depois de 'ter estalado a bomba' entre o Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e o antigo líder organismo que tutela o desporto rei, o conhecido adepto do Benfica acabou por considerar que chegou ao fim a "paz podre", analisando ainda a posição do Clube da Luz, que ficou à margem da 'rixa'.
Glorioso 1904 (G) . Nos últimos dias, rebentou a polémica entre Pedro Proença e Fernando Gomes. Como olha para esta situação?
Mauro Xavier (MX) . Acho que, e foi o André Villas-Boas que deu essa questão, ou seja, terminou a paz podre, porque já se sentia aqui alguma tensão nos últimos cinco anos. Nós todos que acompanhamos o futebol, já sabíamos que as relações entre a Liga e a Federação eram muito tensas, ou seja, que havia aqui uma componente de tensão, nos últimos quatro anos, sabendo que Fernando Gomes não se podia recandidatar e que não queria que Proença fosse para o seu lugar. Atenção, relembrou só uma coisa. Fernando Gomes já tinha sido presidente da Liga, Proença foi presidente da Liga, portanto, houve sempre aquela rivalidade e competição entre os dois. Não tendo visões iguais, faz com que exista este escândalo, que aparece na prática por causa da venda da sede.
Mauro Xavier: Terminou a paz podre
Nós não sabemos o que se passa, temos que esperar que a Justiça clarifique as supostas comissões ou não e de quem é que esteve envolvido ou não esteve envolvido. Mais a eleição da substituição de Fernando Gomes no comitê executivo da UEFA faz esta tensão.
Acho que isto não ajuda o futebol português, porque o presidente da Liga e o presidente da Federação têm que ser as figuras consensuais que permitam unir os clubes que já por si são adversários e, portanto, não serão eles o componente de ligação. Acho que teve mal Fernando Gomes ao fazer esta carta às federações e, portanto, acho que é muito importante nós sabermos entrar e sabermos sair. Ele está acabadinho de eleger num projeto olímpico, que tem valores olímpicos, deixou de ser presidente da Federação, é respeitar que o novo possa ter ideias diferentes e que há coisas que vai fazer diferente e seguir outro caminho.
Desse ponto de vista, gostava mais que o Benfica tivesse liderado quer na candidatura às eleições da Federação, quer com um candidato forte às eleições da Liga. Eu sei que apoiou quer um candidato que irá apoiar outro, mas acho que o Benfica tem que ser mais interveniente nestas organizações se quer verdadeiramente transformar o futebol português, porque nós não podemos ficar reféns de termos alguém eleito, acho que em 15 dias, para a Liga e ninguém sabe qual é o modelo de centralização que defendem, ou ninguém sabe qual é o modelo de competições que defendem, consegue-se fazer uma candidatura pior do que Miss Universo. Nenhum discurso de paz no mundo existe. Isso para mim é assustador, que é debater sem debater. Não há debates, não há discussão de ideias, não há apresentação de projetos e, portanto, são cheques em branco, baseado em amizades, relações, que a mim me sabe sempre a pouco.
Essa é mais de uma razão d’A Nossa Camisola, e do primeiro capítulo d’A Nossa Camisola sobre o futebol português e o que é que eu penso do futebol português, independentemente dos óculos não serem vermelhos, mas de verem com uma lente vermelha, deixar que o futebol, às vezes temos que nos sentar à mesa, sendo ela a sétima indústria na Europa, e nós muito poucas coisas em Portugal somos a sétima de alguma coisa a nível global, e de nos sentarmos e conversarmos com o governo, com as federações, e tomarmos as decisões certas para esta indústria crescer. Portanto, acho que estamos já muito atrasados nesse tempo, e estes exemplos públicos não contribuem em nada para um clima que necessitaria de consciência tranquila para acontecer.
G. O Benfica foi o único dos três grandes que não tomou qualquer posição face a esta polémica. O que considera ser a melhor posição? Ficar à margem ou emitir algum comunicado, por exemplo?
MX. Não faço críticas ao que o Benfica faz ou deixou de fazer, já o exprimi diversas vezes. Eu, a meu estilo, gosto de uma voz mais ativa. Ou seja, eu gosto mais de ser interventivo do que não interventivo. Portanto, eu, Mauro Xavier, gosto mais de quando nós tomamos a palavra de forma clara e inequívoca. Até porque tem havido bicadas dos nossos rivais com fartura. Temos aquilo que eu chamo o Luís André vestido em lobo, em pele de cordeiro, agora a fazer-se de santinho, a dizer que está a ser uma vítima do futebol e coitadinhos, são muito maus e simplesmente está a tocar, a reunir as suas forças com aquilo que tem sido há 40 anos disto, que é nós contra o mundo, a única coisa que está a tentar encontrar é o adversário externo.
Portanto, se diz que vem para mudar o futebol, ninguém lhe ouviu uma proposta para mudar o futebol. Isto é muito bonito, dizer que nos queremos sentar, e eu não sei quem é que o nomeou, porque lembro-me há sete meses, quando chegou a dizer em Aveiro, antes da Supertaça, que tinha reunido os presidentes dos clubes à mesa, mas do que se sabe não levou nenhuma proposta. Acho que só é possível liderar com propostas. Ou seja, o que é que nós queremos discutir? Querem os clubes sentar-se para irem defender junto ao governo o fim do IVA dos bilhetes de 23% para 6%? Isso era uma coisa que eu acho que devia ser proposta na Liga e na Federação. Os clubes assinam quem vota a favor e quem vota contra, isso é muito claro. A gente só se consegue unir em torno de ideias concretas.
Mauro Xavier: Não faço críticas ao que o Benfica faz ou deixou de fazer
Devem os clubes pedir ao Governo para haver o fim da venda de álcool dentro dos estádios? É uma das maiores receitas do Bayern Munique. Nós não podemos estar a permitir que a economia paralela da venda de cerveja fora do estádio funcione versus, ou seja, o consumo é o mesmo. Portanto, não é essa a problemática, não se está protegido um segundo mais. E acho que esse é o ponto que é o meu contributo, que é a parte propositiva de que se deve levar.
Gostaria de ver o Benfica a propor coisas concretas na Liga e na Federação para os clubes depois votarem. Portanto, isto aqui não há meias extintas em cima do muro. Tem que haver uma proposta concreta. E há quem vote a favor e há quem vote contra. E depois há propostas alternativas. E é esse aquilo que eu acho que tem faltado ao futebol português e eu gostaria de ver o Benfica passar a fazer, que era uma atitude propositiva.
G. Tem adotado uma postura menos ativa no que toca à crítica ao Benfica. Porque motivo?
MX. É ilusório, não é? Eu volto sempre a dizer isto. Isto é a mesma coisa que me estarem a pedir para eu vir a público e criticar as notas do meu filho. Ou seja, o Benfica para mim faz parte do meu coração e da minha família. Em nenhum momento, vou pegar na minha família, por muito que concordo ou discorde de tudo o que se passa na minha casa, e eu não vou para o meio da rua dizer devias ter estudado, tu não fazes nada, és uma vergonha, passas o tempo... Não funciona assim. O que eu tiver para dizer, digo nos sítios certos. E proponho com propostas concretas, que foi isso que fiz, para os que quiserem fazer ou não. Cada um está livre do seu destino. Mas aquilo que me motiva a mim, enquanto Benfiquista, é o sucesso do Benfica.
Não é a crítica ao Benfica. Se há coisas que não funcionam bem no Benfica, há muitas, mas acho que a forma que os Sócios têm para contribuir, para ser melhor, é com propostas concretas e ideias concretas, e não a criticar o que foi feito. Porque aquilo que eu digo sempre é: para se chegar ao ótimo tem que se passar pelo bom. E não é possível passar do insuficiente para o ótimo. Tem que haver vários tachos. E, portanto, o Benfica, desde que esteja a progredir na direção certa e a melhoria certa, são passos que se tem que fazer em qualquer organização que tem dois mil funcionários. Não é chegar aqui e mudar a cultura da organização de um dia para o outro. Portanto, acho que debatemos poucas ideias e gostamos mais de promover críticas e eu gosto mais de propor ideia.
G. O Benfica não se fez se representar no funeral de Pinto da Costa. O que achou desta posição?
MX. Acho muito bem, acho que é normal. O Benfica não tinha a relação nem nada a se orgulhar e, portanto, é normal. Lembro-me quando Jorge Brito também faleceu, ninguém se fez representar, portanto são tradições normais que agora querem esconder em ponto mediático. Relembro só uma coisa, o próprio presidente do Porto não pôde ir ao funeral, o filho foi deserdado.
O Benfica não tem nada a ver com esta história aqui, portanto o Benfica tem que estar quieto e calado. Foi alguém que foi nosso adversário e que nós tínhamos várias suspeitas que as coisas não ocorriam da forma desportivamente. Só podemos dizer suspeitas porque nunca aconteceu rigorosamente mais do que essa componente para além do que lemos e ouvimos nos apitos dourados e daquilo que fomos vendo de fim de semana após fim de semana, portanto, são suspeitas.
Os meus sentimentos à família. Enquanto instituição, respeitador dos familiares. Acho que o silêncio quando não se tem nada para dizer é a melhor postura. Acho que, mais uma vez, uma crítica aos mandatos de Pinto da Costa seria excessiva ou errada. Portanto, desse ponto de vista, acho que é aproveitamento de quem nem foi permitido ir ao funeral, de quem nem conseguia saber o que é que iria fazer, foi aproveitamento de querer juntar uma má época desportiva, porque supostamente era aquilo que sabia planear muito bem uma época desportiva, André Vilas Boas, para ser um fracasso. Não é que a anterior tenha sido melhor. Eu gosto muito deste Porto e que se mantenha assim por muito bons anos. Portanto, não tenho pena nenhuma disso. Agora, não vamos é utilizar hipocrisias onde elas não devem existir.
Mauro Xavier: O silêncio quando não se tem nada para dizer é a melhor postura
Registos individuais do camisola 7 das águias deixam suplente do Sporting a 'um canto', com o atacante suíço a assumir a liderança de lista restrita
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Números não deixam enganar: Zeki Amdouni poderá ser o grande 'trunfo' de Bruno Lage para o Clássico. O camisola 7 do Benfica assume registos individuais, que colocam atleta do Sporting 'num canto', sendo o suplente de luxo da Liga Portugal Betclic, com Harder no segundo lugar.
O internacional pela Suíça é o suplente mais valioso no banco do Benfica, assumindo o papel de jogador com mais golos marcados na Liga Portugal na condição de suplente utilizado. Até ao momento, o camisola 7 registou quatro golos no Campeonato enquanto suplente usado por Bruno Lage. Assim sendo, Amdouni marcou ao Gil Vicente, Rio Ave e Estoril, onde, inclusive, o atacante protagonizou um bis.
De acordo com as estatísticas, Zeki Amdouni assume o primeiro lugar nesta lista de suplentes com mais golos. Conrad Harder, do Sporting, é o segundo, sendo que Ricardinho, do Santa Clara, fecha o pódio com os mesmos números que El Ouazzani, do Braga, Rodrigo Pinho, Estrela da Amadora, e Alejandro Marqués, do Estoril.
Zeki Amdouni parece estar a convencer Bruno Lage, uma vez que já foi titular no jogo contra o Rio Ave e o Gil Vicente, onde protagonizou boas exibições. Assim sendo, o camisola 7, que sucedeu a David Neres, poderá ser o 'trunfo' para a deslocação do Benfica ao reduto do Porto, já no próximo domingo, 6 de abril, numa altura em que já se fala na continuidade na Luz.
Esta temporada, com a camisola do Benfica, Zeki Amdouni – atualmente avaliado em 15 milhões de euros – foi aposta de Bruno Lage em 39 encontros: 11 na Liga dos Campeões, 22 na Liga Portugal Betclic, quatro na Taça de Portugal e ainda dois na Taça da Liga. Nos 1.154 minutos que disputou, o avançado internacional suíço marcou oito golos e realizou ainda duas assistências de águia ao peito.