Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
06 Fev 2024 | 08:56 |
Boas notícias para o Benfica: O Real Madrid, que estava com a mira fixada em António Silva, mudou o alvo e agora tem Gonçalo Inácio na lista de prioridades, segundo informa, o especialista em transferências, Ekrem Konur.
De acordo com informações avançadas pela mesma fonte, através da rede social X (antigo Twitter), esta terça-feira, dia 6 de fevereiro, o defesa do Sporting está mesmo na 'short list' dos merengues, o que significa que os espanhóis de Carlo Ancelotti não vão 'atacar' o craque formado no Seixal.
Recorde-se que, tal como deu conta o nosso Jornal, em tempo oportuno, também o Manchester United está a seguir o camisola 4 do Clube da Luz, com muita atenção, já desde o passado mercado de verão. Porém o central acabou por não abandonar a Catedral no defeso transato.
Agora os red devils estarão dispostos a pagar a cláusula de rescisão do colega de posição de Nicolás Otamendi, tal como o nosso Jornal já deu conta. De acordo com o jornalista da Sky Sports, Florian Plettenberg, o defesa formado no Seixal é um dos nomes no topo da lista do emblema da Premier League, que tem ainda referenciado Todibo (Nice).
Nesta época, António Silva - avaliado em 45 milhões de euros - conta com 30 encontros, onde registou um único golo. Já na temporada passada, ano em que se estreou na formação de Roger Schmidt, alinhou em 44 partidas, somando cinco tentos, sem contabilizar qualquer assistência.
Esta temporada, Gonçalo Inácio – avaliado em 40 milhões de euros – regista 29 jogos (2.256 minutos) pelo Sporting, marcando em três ocasiões – frente ao Vitória de Guimarães e um bis diante do Sturm Graz, na Liga Europa.
Confira aqui a publicação:
Quase um mês depois, a grande polémica à volta de Gianluca Prestianni e Vinícius Jr. ainda 'respira', e bem, no mundo do futebol mundial
11 Mar 2026 | 10:28 |
Apesar de quase um mês passado, o caso Prestianni - Vinícius Júnior voltou a colocar o racismo no futebol na ordem do dia e Gianni Infantino não se esquivou ao assunto. Em consequência, o presidente da FIFA garantiu recentemente que tudo está a ser feito para erradicar esse fenómeno da modalidade, numa clara alusão ao tão falado gesto do camisola 25 encarnado no jogo com o Real Madrid, dizendo que "se tapam a boca, é porque algo de errado estão a dizer".
Gianni Infantino: "Não há lugar para o racismo. Temos de lutar contra ele com todas as nossas forças"
"Não há lugar para o racismo. Temos de lutar contra ele com todas as nossas forças. Estamos em 2026 e é inaceitável discriminar alguém por causa da sua origem. Por vezes, as pessoas dizem-me que o racismo é um problema da sociedade. Sim, mas nós, no futebol, temos de o resolver dentro do futebol, e a sociedade resolvê-lo-á como bem entender", começou por dizer, numa entrevista ao jornal 'As'.
"O racismo não tem lugar no futebol e não há desculpa para o aceitar. Tolerância zero. Não vale tapar a boca, porque estás a dizer algo errado. Se um jogador tapa a boca e diz algo que tem implicações racistas, deve obviamente ser expulso", afirmou.
Gianni Infantino: "Talvez devêssemos pensar não só em sanções, mas também em mudar a nossa cultura"
No entanto, o líder do organismo que rege o futebol mundial também considera que estes fenómenos não se combatem apenas com castigos. O dirigente suíço defende que deve ser dado o direito, a quem cometa estes atos, de se poder redimir.
"Talvez devêssemos pensar não só em sanções, mas também em mudar a nossa cultura, permitindo que os jogadores ou qualquer pessoa que faça algo de errado possa pedir desculpa. Podemos fazer coisas que não pretendíamos fazer num momento de raiva e pedir desculpa, e depois o castigo pode ser diferente. Estas são ações que também podemos e devemos tomar para sermos sérios na nossa luta contra o racismo", concluiu.
Na sua crónica semanal, treinador português de 71 anos relembrou passagem pelo Brasil e período que coincidiu com confinamento do Covid-19
11 Mar 2026 | 10:26 |
Jorge Jesus voltou a fazer uma retrospectiva da sua longa e frutífera carreira como treinador. Depois de revelar que esteve perto de regressar a Portugal, em 2019, o antigo técnico do Benfica recordou a sua passagem pelo Flamengo e deixou uma garantia sobre o emblema do Rio de Janeiro.
Jorge Jesus: "Sem a pandemia, se calhar hoje ainda estaria no Flamengo"
"Foi o grupo que mais se interessou e preocupou comigo. Interessavam-se em saber o porquê dos exercícios e das conversas com alguns durante o treino. E eu ficava no relvado a explicar-lhes tudo, no final", começou por contar o português, na sua crónica semanal, publicada no jornal Record.
"Por isso não teria saído daquela Cidade Maravilhosa se não fosse a Covid-19. O meu primeiro teste deu positivo e o segundo deu inconclusivo. Por precaução, fui fechado no apartamento, sozinho", apontou Jorge Jesus, ao relembrar os períodos de incerteza que marcaram o início do ano de 2020 em todo o mundo.
"Os médicos visitavam-me vestidos com fatos anti-contágio e os funcionários do clube deixavam a comida à minha porta. Tocavam e fugiam antes de eu abrir. Sentia-me numa prisão. Via as notícias e, no Brasil, a Covid parecia sentença de morte", adiantou o agora treinador do Al Nassr.
"Então decidi, se era para morrer, que fosse em Portugal. E vim embora. Sem a pandemia, se calhar hoje ainda estaria no Flamengo. Entre julho de 2019 e abril de 2020 ganhámos cinco troféus e só perdemos quatro jogos", escreveu por fim Jorge Jesus, na sua crónica semanal, publicada pelo Record.
Antigo diretor de comunicação dos vermelhos e brancos apontou o deod ao Clube da Luz depois dos mais recentes episódios de pancadaria
11 Mar 2026 | 10:07 |
Nas últimas horas, João Gabriel voltou a deixar críticas ao Benfica. Através de uma publicação, o antigo diretor de comunicação do Clube da Luz visou as águias na sequência dos recentes episódios que aconteceram no Atlético Mineiro - Cruzeiro, que envolveram o antigo jogador do Porto, Hulk.
"Procura-se: departamento de comunicação. De preferência vivo, embora haja fortes indícios de que tenha morrido há muito tempo", começou por escrever João Gabriel, na sua conta oficial na rede social LinkedIn, semanas depois de ter abordado o caso Prestianni.
"Em dezembro de 2009, o SL Benfica ganhou – e ganhou bem - ao FC Porto na Luz. De regresso aos balneários viveram-se momentos de tensão e dois jogadores do Porto agrediram outros dois assistentes desportivos. Um desses jogadores, Hulk, foi suspenso por quatro meses, em função do relatório dos delegados da Liga, do 4º árbitro e das imagens de CCTV", recordou o antigo dirigente das águias.
"Pois bem, 17 anos depois, o jogo entre o Atlético Mineiro e o Cruzeiro acabou num ambiente mais quente do que um churrasco mineiro em agosto, empurrões, gritos, jogadores exaltados, socos, e, como se pode ver na fotografia, Hulk tenta, mais uma vez, evitar a confusão", apontou João Gabriel na sua publicação.
"Há 17 anos Hulk foi bem castigado. Pena é que o Benfica não tenha um canal história para nos recordar a justiça do castigo e a consistência e fidelidade de Hulk ao seu estilo de jogo! Aliás, bastaria ter um departamento de comunicação competente! Aliás, bastaria o SL Benfica ter um departamento de comunicação!", concluiu.