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Futebol

TUBARÕES EUROPEUS EM BRAÇO DE FERRO POR PÉROLA DO BENFICA; RUI COSTA SEM PAPAS NA LÍNGUA

Atleta já não passa despercebido e vai somando interessados na sua contratação, avança Ekrem Konur, especialista em transferências

António Silva tem mostrado ser imprescindível para Roger Schmidt, no Benfica, e agora já dá cartas no Mundial do Qatar, o que atrai vários clubes
António Silva tem mostrado ser imprescindível para Roger Schmidt, no Benfica, e agora já dá cartas no Mundial do Qatar, o que atrai vários clubes

23 Nov 2022 | 14:27 |

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António Silva tem mostrado ser imprescindível para Roger Schmidt, no Benfica, e agora já dá cartas no Mundial do Qatar (Saiba mais aqui), o que atrai atenções para o jovem encarnado. Segundo avança Ekrem Konur, especialista turco em transferências do mundo futebolístico, já há vários emblemas atentos ao craque.




Aston Villa, Fullham e Juventus são alguns dos tubarões europeus que têm de medir forças pela pérola do Seixal, estando a acompanhar de perto a sua evolução e mantendo o atleta debaixo de olho. No entanto, apesar da panóplia de interessados, Rui Costa já garantiu que para o central sair será necessário bater a cláusula de 100 milhões de euros. Um cenário que afasta a saída do defesa já neste mercado de inverno.


As boas exibições do central acabaram com as dúvidas dos Benfiquistas, que se questionaram quando ao regresso dos lesionados Lucas Veríssimo e Morato. No entanto, apesar da pouca experiência do jovem, é certo que este já marcou a sua posição no plantel do treinador alemão e abriu a porta de saída a outros atletas da mesma posição (Saiba mais aqui).

António Silva – avaliado em 15 milhões de euros – conta com 18 jogos e três golos pela equipa principal do Glorioso, desde que subiu para render o lesionado Morato.

Fotografia de Benfica


Futebol

Após susto no Médio Oriente, antigo campeão pelo Benfica já respira de alívio: "De vez em quando..."

Futebolista encontrava-se a jogar num clube da região e, face ao esclar de tensões, acertou contrato com um novo emblema e já deixou país

Após vários dias impedido de viajar por causa do clima de guerra que se vive no Médio Oriente, o antigo craque do Benfica já está em segurança
Após vários dias impedido de viajar por causa do clima de guerra que se vive no Médio Oriente, o antigo craque do Benfica já está em segurança

14 Mar 2026 | 11:20 |

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Lucas Veríssimo já está no Brasil para representar o Santos. Depois do seu regresso a São Paulo, o antigo jogador do Benfica, que se encontrava a jogar no Qatar, revelou como têm sido as últimas semanas depois do escalar de tensões entre o Irão, Estados Unidos da América e Israel.


"É uma situação ímpar, nunca achei que ia passar por isso, mas o país está a tentar passar essa tranquilidade para os seus cidadãos, e para os estrangeiros também, que são muitos", começou por dizer o antigo jogador do Benfica, à imprensa local, depois de regressar ao Brasil.


"De vez em quando você ouve um 'bum', as crianças vêm perguntar. Os primeiros dias foram de muita tensão, conseguiram avisar antes de os ataques, e isso tranquilizou o povo", recordou Lucas Veríssimo, ao abordar o clima de insegurança no Médio Oriente.


"Estou muito feliz, dez dias nessa expectativa de poder vir. Demorou um pouco, mas correu tudo bem. Lá está difícil a situação, sempre remarcando passagens, trocando datas, mas hoje, estar aqui com a minha família, bem, seguro, é o mais importante", assumiu o canarinho, feliz por regressar.

"Já havia procura [do Santos] desde janeiro, havia conversas. Esperar não esperamos, porque eu estava a trabalhar. Quando apareceu o Santos, o coração balançou um pouco. Fico feliz que as coisas acabaram por acontecer. Agora é uma nova história que vamos fazer", concluiu Lucas Veríssimo.



Futebol

Benfica 'ataca' partida frente ao Arouca com tendência infeliz no ar

Encarnados procuram melhor forma frente aos lobos, ao mesmo tempo que querem quebrar registo que tem sido registado nos últimos jogos

De olhos postos no duelo contra o Arouca, o Benfica procura conquistar os três pontos sem ter de repetir a tendência que se tem verificado nos encontros anteri
De olhos postos no duelo contra o Arouca, o Benfica procura conquistar os três pontos sem ter de repetir a tendência que se tem verificado nos encontros anteri

14 Mar 2026 | 10:53 |

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O Benfica prepara-se para entrar em campo, na noite deste sábado, 14 de março, para assegurar mais três pontos. Porém, numa partida que não se avizinha ser fácil, contra o Arouca, o Clube da Luz vai procurar evitar que se repita um padrão que acontece ultimamente.


Segundo deu conta o jornal Record, o Benfica tem apresentado alguns problemas na defesa nos últimos encontros, como se pode comprovar pelos golos sofridos nas duas jornadas anteriores: um tento em Barcelos e duas finalizações certeiras do Porto. Contudo, não é só esse dado que preocupa José Mourinho.


A mesma fonte vai mais longe e aponta que, dos 16 golos concedidos pelo Benfica na presente edição da Liga Portugal Betclic, seis deles aconteceram nos 15 minutos iniciais de cada parte do encontro (3+3). Ou seja, a defesa encarnada tem tido algumas dificuldades para conter as investidas adversárias nos minutos iniciais.


No mesmo artigo, o diário desportivo aponta que esta tendência de sofrer golos madrugadores já custou até ao momento 4 pontos ao Benfica, sendo o exemplo mais recente o Clássico frente ao Porto. Os dragões foram para o intervalo a vencer por 2-0, depois de um golo nos minutos iniciais de Froholdt. O Clube da Luz apenas conseguiu o empate no final da segunda parte.

A poucas horas de defrontar os lobos, orientados por Vasco Seabra, o Benfica, que espera contar com José Mourinho no banco de suplentes, vai tentar manter a baliza a zero frente ao Arouca, reduto onde as águias, nas últimas quatro visitas, não concederam qualquer golo. A partida está agendada para este sábado, 14 de março, às 20h30.



Futebol

Capitão do Manchester United aponta diferença entre Amorim e Carrick: "Resultados"

Numa entrevista concedida, atleta que tem sido uma das figuras dos red devils, considera que existem pontos que separam atual treinador, do ex-Benfica

Numa entrevista recente, o futebolista do Manchester United aponta uma grande diferença entre Ruben Amorim e Michael Carrick
Numa entrevista recente, o futebolista do Manchester United aponta uma grande diferença entre Ruben Amorim e Michael Carrick

14 Mar 2026 | 10:26 |

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Diogo Dalot foi convidado a comentar a transição do Manchester United da liderança de Ruben Amorim para Michael Carrick. Segundo a perspetiva do antigo lateral do Porto, não existem grandes diferenças entre o antigo atleta do Benfica e o técnico britânico, apesar dos resultados distintos.


Diogo Dalot: "Se analisarmos com atenção, as coisas não são assim tão diferentes daquilo que fazíamos com o Ruben"


"Se analisarmos com atenção, as coisas não são assim tão diferentes daquilo que fazíamos com o Ruben. Com bola, continuamos a construir jogo com três jogadores. Sem bola, eu diria que a diferença é que, ao invés de jogarmos com três defesas centrais, agora só jogamos com dois e construímos numa linha de quatro com dois defesas laterais", começou por dizer Dalot, em declarações à DAZN Portugal.


"Mas também acabamos por defender com cinco jogadores atrás, porque um dos nossos extremos acompanha o lateral da equipa adversária, se ele for mais ofensivo. Noutras palavras, se olharmos para as peças do jogo individualmente, não vamos ver assim tantas diferenças", acrescentou o português, um dos capitães dos red devils.

Diogo Dalot: "Para mim, no final do dia, o que realmente conta é o resultado, e com resultados, quando ganhamos, a confiança muda"


"O que podemos reparar é no perfil diferente do jogador. Atualmente, estamos a jogar com menos um defesa e outro jogador que é um bocadinho mais ofensivo", reconheceu o internacional português, apontando a principal diferença entre Ruben Amorim - que voltou a ser apontado ao Benfica - e Michael Carrick.

"Para mim, no final do dia, o que realmente conta é o resultado, e com resultados, quando ganhamos, a confiança muda. Como digo muitas vezes, quando a confiança é muita, com a qualidade de jogadores que temos, às vezes nem é preciso dizer muito para que os jogadores vão para dentro de campo e joguem bem", concluiu Diogo Dalot, à DAZN Portugal.


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