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Futebol
02 Ago 2026 | 12:13 |
A vitória do Porto sobre o Torreense (1-0), que garantiu a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira, continua a dar que falar. Depois das declarações de Francesco Farioli no final do encontro a provocar o Benfica, os dragões voltaram a abordar a contagem de títulos nacionais e internacionais, deixando uma nova mensagem que promete alimentar a rivalidade com os encarnados.
"A partir de agora, os negacionistas terão de se esforçar mais"
Na newsletter oficial "Dragões Diário", o clube azul e branco destacou que passou a somar 88 troféus, ultrapassando os 87 do Benfica, e aproveitou para deixar uma provocação direta. "O Porto já era o clube português com mais títulos oficiais, mas ainda havia quem teimasse em negar essa evidência. A partir de agora, os negacionistas terão de se esforçar mais: com a vitória de ontem na Supertaça, os Campeões Nacionais passam a somar 88 troféus e ampliam o espólio do Museu mais recheado do país", pode ler-se.
A publicação prossegue com referências ao triunfo alcançado em Coimbra e às palavras do treinador portista. "Após uma grande conquista em circunstâncias complicadas, Francesco Farioli falou de um resultado muito importante e apontou o foco ao principal objetivo da temporada. Ganhar era essencial e conseguimos, portanto agora é hora de celebrar e depois vamos começar a preparar o arranque da Liga".
O técnico italiano reforçou ainda a importância simbólica da conquista, deixando uma mensagem sobre a histórica disputa entre os dois rivais. "Fico satisfeito por pôr termo à discussão sobre qual é o clube mais titulado em Portugal". As declarações surgem numa altura em que a contagem de troféus continua a gerar interpretações diferentes entre os emblemas.
Com esta nova tomada de posição, o Porto volta a colocar o Benfica no centro do debate e reacende uma polémica antiga sobre o número de títulos oficiais conquistados. A discussão promete continuar ao longo da temporada, numa rivalidade que ultrapassa há muito os resultados dentro das quatro linhas.
Veja fala de Farioli sobre Benfica - Porto:
Empresário do central brasileiro reúne-se com a estrutura encarnada para discutir uma possível transferência, mas o Cruzeiro continua a dificultar o negócio
02 Ago 2026 | 16:24 |
O Benfica poderá dar um passo importante na tentativa de contratar Jonathan Jesus. Ao que foi possível apurar, o empresário do defesa-central é esperado em Lisboa esta segunda-feira, estando prevista uma reunião com Rui Costa e Mário Branco para discutir o futuro do jogador e perceber até onde os encarnados estão dispostos a ir nas negociações.
Apesar do interesse ser concreto, ainda não existe qualquer proposta oficial apresentada ao Cruzeiro. Assim, o encontro deverá servir para definir as bases de uma eventual investida e avaliar os valores necessários para convencer o emblema brasileiro a abrir mão de um dos seus titulares. Recorde-se que Jonathan Jesus já foi identificado pela estrutura liderada por Rui Costa como o principal alvo para reforçar o eixo da defesa de Marco Silva, sobretudo depois da saída de António Silva para o Bournemouth.
No entanto, o maior entrave ao negócio não está, para já, na componente financeira. O Cruzeiro continua pouco disponível para negociar o internacional brasileiro, sobretudo por razões desportivas. O defesa de 22 anos é considerado uma peça indispensável por Artur Jorge e assume um papel de destaque na equipa mineira.
Além disso, o clube de Belo Horizonte viu recentemente Luis Sinisterra e Gabriel Pec sofrerem lesões, circunstância que reduziu ainda mais as opções do treinador e aumentou a resistência em perder outro elemento importante do plantel. Perante este cenário, o Benfica sabe que terá de apresentar argumentos fortes para convencer os responsáveis brasileiros a negociar Jonathan Jesus.
A chegada do empresário do jogador à capital portuguesa poderá, por isso, representar um momento decisivo nas conversações. Além de aproximar as partes, a reunião deverá permitir à SAD encarnada perceber quais são as exigências do Cruzeiro e se existem condições para avançar com uma proposta concreta pelo central, apontado como a prioridade de Marco Silva para reforçar a defesa neste mercado de verão.
Jornalista acredita que as exigências do clube alemão para negociar o jogador continuam a afastar um eventual acordo pelas águias
02 Ago 2026 | 16:00 |
O futuro de João Palhinha continua a dar que falar e o alegado interesse do Benfica no internacional português voltou a estar em destaque. José Manuel Freitas analisou a situação do médio do Bayern de Munique e considerou que a resolução do processo depende, sobretudo, da posição assumida pelo emblema bávaro.
Durante o programa Mercado Now, o jornalista recordou que Palhinha continua vinculado ao Bayern por mais duas temporadas e defendeu que o clube alemão terá de tomar uma decisão caso Vincent Kompany não conte com o jogador.
José Manuel Freitas: "Se o Bayern não quiser continuar a contar com ele, só tem duas soluções"
"O João Palhinha pode não entrar nas contas de Vincent Kompany, mas ainda tem dois anos de contrato com o Bayern de Munique. Se o Bayern não quiser continuar a contar com ele, só tem duas soluções: chegar a acordo para uma rescisão amigável, pagando-lhe o que falta do contrato, ou procurar um clube que permita resolver a situação do jogador", começou por afirmar.
José Manuel Freitas destacou ainda que o Bayern pretende recuperar parte do investimento realizado na contratação do médio português, fixando, para já, um valor considerado elevado para negociar a saída: "O Bayern quer recuperar o máximo possível do investimento que fez. Vamos ver se mantém essa posição até ao fecho do mercado, se reduz as exigências ou se João Palhinha acaba por permanecer no plantel. Mas quem tem de resolver esta situação é o clube", sublinhou.
José Manuel Freitas: "Benfica espera que o Bayern baixe as exigências"
O comentador abordou ainda o alegado interesse do Benfica, considerando que Rui Costa não está disposto a satisfazer as atuais exigências financeiras do campeão alemão: "Se o Benfica quisesse resolver imediatamente esta questão, já teria chegado a acordo com o Bayern e pago o valor pedido. Mas não é isso que está a acontecer. O Benfica espera que o Bayern baixe as exigências. Se isso não acontecer, terá de ser o clube alemão a encontrar outra solução, e não o jogador", concluiu José Manuel Freitas.
Comentador desportivo abordou a recente transferência do internacional português para a Premier League juntamente com a mensagem de despedida
02 Ago 2026 | 14:49 |
A mensagem de despedida de António Silva aos adeptos do Benfica continua a dar que falar. Entre os vários agradecimentos deixados pelo agora reforço do Bournemouth, um dos que mais chamou a atenção foi o dirigido a Roger Schmidt, treinador que lançou o defesa-central na equipa principal das águias. No entanto, para Rafael Soares, essa referência não deve ser interpretada como uma crítica aos restantes técnicos com quem o internacional português trabalhou.
Rafael Soares: "Os anos vão inocentando Roger Schmidt em relação a muita coisa..."
"Em relação aos treinadores, acho que ele tem cuidado de agradecer a todos os treinadores, mas em especial a Roger Schmidt e acho perfeitamente natural. Acho que não é nada contra nenhum treinador, não sei se tem ou não, mas acho que é sobretudo o fato de estar genuinamente agradecido a Roger Schmidt", afirmou.
Rafael Soares recordou ainda o contexto em que António Silva conquistou a confiança do técnico alemão. Na altura da chegada de Roger Schmidt ao Benfica, muitos apontavam Tomás Araújo como o jovem central mais bem colocado para integrar a equipa principal, depois de ter sido capitão da formação que venceu a UEFA Youth League.
"Naquela altura que foram para o estágio em Inglaterra, o primeiro estágio de Schmidt, muita gente pensava, e era um jogador visto com mais potencial na altura, que Tomás Araújo estaria à frente de António. E a aposta acabou sendo no António Silva, uma aposta que rendeu, pois foi a melhor época do Benfica nos últimos anos e a melhor de António Silva a nível profissional", disse.
O jornalista finalizou ainda com uma provocação de que o tempo foi muito bom para com o treinador alemão: “Portanto, não vejo como uma bicada a outros treinadores e vejo como um elogio genuíno, ou um agradecimento genuíno ao treinador que o lançou. E já agora, se calhar, os anos vão inocentando Roger Schmidt em relação a muita coisa”, concluiu.