Futebol
Trubin de luto: especialista que trabalhava com guarda-redes do Benfica morre aos 26 anos
07 Out 2026 | 12:26
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
07 Out 2026 | 16:35 |
Vangelis Pavlidis foi um dos grandes alvos do mercado de verão, mas acabou por permanecer no Benfica e a SAD encarnada decidiu reconhecer a postura do avançado grego. O ponta-de-lança recebeu uma melhoria salarial significativa e passou a integrar o topo da hierarquia salarial do plantel.
O internacional grego esteve perto de protagonizar uma das grandes transferências do último mercado. O Fenerbahçe chegou a apresentar uma proposta superior a 50 milhões de euros e oferecia ao jogador um salário de oito milhões de euros, acrescido de bónus, além de uma cláusula de rescisão de 25 milhões que permitiria uma saída facilitada no espaço de um ano. A informação foi avançada pelo jornal Record.
Apesar das condições bastante vantajosas, Pavlidis manteve-se focado no Benfica e não criou qualquer problema durante o processo. A postura do avançado acabou por ser valorizada pela administração liderada por Rui Costa, que decidiu melhorar as condições financeiras do jogador.
A atualização salarial já foi concretizada e, segundo a imprensa grega, representa um aumento na ordem dos 50 por cento. Pavlidis passa a auferir perto de três milhões de euros por temporada, colocando-se no teto salarial das águias. A possibilidade de prolongar o atual contrato, válido até 2029, continua também em cima da mesa. A decisão surge igualmente como forma de premiar o excelente rendimento apresentado pelo avançado desde o início da temporada.
Pavlidis atravessa um dos melhores momentos da carreira e tem sido uma das principais figuras da equipa orientada por Marco Silva. Em apenas 13 jogos realizados pelo Benfica esta temporada, o internacional grego já contabiliza 14 golos, números que ajudam a explicar a aposta da SAD na valorização de um dos ativos mais importantes do plantel.
Veja hat-trick de Pavlidis frente ao Casa Pia:
Jogador esteve na lista das águias para negociação, mas optou por ir para a Bélgica e já chama à atenção com as suas exibições
07 Out 2026 | 17:13 |
Álvaro Cortés foi apontado ao Benfica nos últimos meses, numa altura em que os encarnados procuravam reforçar o eixo da defesa. O central espanhol acabou, no entanto, por escolher outro destino e trocou o Barcelona pelo Royal Antwerp, que investiu 3,5 milhões de euros na contratação do jovem jogador.
O defesa chegou a renovar contrato com o Barcelona e convenceu Hansi Flick durante a pré-temporada. Contudo, a perspetiva de continuar dividido entre a equipa principal e o Barcelona B levou Álvaro Cortés a procurar uma solução que lhe permitisse ter maior continuidade competitiva.
Foi então que surgiu o interesse do Royal Antwerp. O emblema belga avançou para a contratação do central de 21 anos e garantiu o jogador até 2030, numa aposta clara para o futuro. A adaptação ao novo clube parece estar a correr pelo melhor. Depois de uma primeira fase de integração, Álvaro Cortés conquistou a confiança da equipa técnica e foi titular em três partidas consecutivas durante o mês de setembro.
Apesar de ainda não ter contribuído com qualquer golo, o central tem apresentado consistência suficiente para manter o estatuto no onze inicial, podendo continuar a somar minutos e a afirmar-se no futebol belga. O Benfica chegou a acompanhar de perto a situação do jogador, mas acabou por não avançar para a contratação.
Agora, Álvaro Cortés procura confirmar no Royal Antwerp todo o potencial que despertou o interesse de vários clubes europeus e que, durante algum tempo, também o colocou no radar das águias. Aos 21 anos e com contrato válido até 2030, o defesa espanhol tem pela frente uma oportunidade importante para ganhar experiência e afirmar-se definitivamente longe de Camp Nou.
Com o dinamarquês fora devido a uma nova lesão, treinador terá de encontrar alternativa entre usar jovem, ou improvisar o norueguês
07 Out 2026 | 17:00 |
Alexander Bah sofreu uma nova contrariedade física e voltou a deixar o Benfica em alerta. O lateral-direito dinamarquês foi dispensado do estágio da seleção da Dinamarca depois de uma recaída da lesão no ombro direito e, entretanto, foi noticiado que sofreu um novo traumatismo na mesma zona.
Perante a ausência de Bah, Marco Silva terá de encontrar uma solução para a lateral direita no próximo compromisso do Benfica. Daniel Banjaqui surge como uma das opções mais naturais para ocupar a posição, enquanto Fredrik Aursnes também pode ser chamado a desempenhar o papel, depois de já ter atuado várias vezes naquele corredor.
O internacional norueguês é uma peça importante para o treinador encarnado pela sua polivalência e capacidade de adaptação, mas a possibilidade de voltar a ser utilizado como lateral-direito não agrada à equipa técnica. O Glorioso 1904 sabe que Marco Silva pretende evitar recorrer novamente a uma solução adaptada numa posição tão específica. Daniel Banjaqui, por outro lado, é lateral-direito de raiz e tem vindo a ganhar espaço.
O jovem português tem sido aposta ao longo da temporada e poderá agora receber uma nova oportunidade, caso Bah não recupere a tempo. A decisão será conhecida no regresso do Benfica à competição após a pausa para os compromissos das seleções.
As águias recebem o Vitória SC na oitava jornada da Primeira Liga, num encontro marcado para sábado, 10 de outubro, às 18h00, no Estádio da Luz. Marco Silva terá, assim, de decidir entre apostar num jogador específico para a posição ou voltar a recorrer à experiência e polivalência de Aursnes, numa altura em que a condição física de Bah volta a condicionar os planos do técnico.
Lenda encarnada acredita que grande parte dos problemas com os juízes se deve ao fato de que os atletas não agem em prol de facilitar-lhes a vida
07 Out 2026 | 15:20 |
António Simões foi uma das principais figuras presentes na primeira iniciativa organizada pelo UNUM, projeto de adeptos do Benfica que se apresentou como uma casa de ideias independente, com o objetivo de transformar a reflexão sobre o clube em propostas concretas.
A arbitragem esteve no centro do encontro inaugural e a antiga glória das águias não poupou críticas à postura dos vários intervenientes no futebol português. Para António Simões, a melhoria da arbitragem não depende apenas dos árbitros, mas também do comportamento de dirigentes, treinadores e jogadores: "A melhoria não tem apenas a ver com o árbitro", começou por defender o campeão europeu pelo Benfica em 1961/62, antes de apontar o dedo ao discurso utilizado pelos dirigentes.
A lenda do Benfica criticou o "discurso violento dos dirigentes", considerando que este "incendeia e provoca mal-estar". Simões deixou também um alerta aos treinadores, que, na sua opinião, devem exigir mais dos jogadores dentro e fora das quatro linhas: "Os treinadores têm de perceber que os seus jogadores têm de ser homens, valentes e extremamente competitivos", afirmou, acrescentando que os atletas devem ser igualmente "honestos".
Foi precisamente sobre o comportamento dos jogadores que António Simões deixou uma das críticas mais fortes. "Vejo jogadores a não terem respeito por si próprios, árbitros, adversários e até pelo público. Quando não se tem respeito não se tem respeito pelo público. Todos os intervenientes são extremamente importantes. Tudo fazem para enganar o árbitro e empurram o árbitro para o erro".
Por fim, Simões questionou a própria cultura desportiva existente em Portugal. "Acham que existe cultura desportiva em Portugal ou apenas cultura clubística?", perguntou, recordando a sua longa carreira e o respeito que sempre procurou demonstrar pelos adversários e pela arbitragem: "É muito mais que um prémio, é termos respeito por nós próprios, por quem também quer ganhar", concluiu.