Futebol
Marco Silva entende que há 2 jogadores que não estão prontos para ser opção no Benfica
14 Out 2026 | 12:39
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Futebol
14 Out 2026 | 15:28 |
Em antevisão ao confronto entre Benfica e Celtic, da segunda jornada da fase de liga da UEFA Europa League, Georgiy Sudakov - que voltou a marcar de águia ao peito 10 meses depois - abordou o encontro europeu e falou sobre o seu momento no Clube.
Um dérbi europeu
"Benfica e o Celtic parece um dérbi. É algo especial, um grande jogo, estamo-nos a preparar bem. Apenas pensamos na nossa equipa e vamos ver amanhã. Vamos tentar fazer os nossos adeptos felizes e desfrutar do jogo. Quanto ao meu golo, estou feliz, há muito tempo que não marcava. Estava calmo porque sabia que ia sair... Espero que seja só o início".
Papel de jogador-chave
"Claro. Sinto-o desde o primeiro dia. Sei como a equipa acredita em mim, também o sinto do treinador, mas não sinto que seja uma pressão. Já disse várias vezes. Trabalho todos os dias duro, dentro e fora de campo. Quando se joga no Benfica e quando o Benfica te compra por um valor alto, claro que posso ser um jogador chave".
Elogios a Echeverri
"É um grande jogador, traz muito para a nossa equipa. Podemos jogar juntos, é uma decisão do treinador. É uma boa contratação para nós. Sobre a seleção, tive uma pequena lesão, mas graças a Deus correu tudo bem. É diferente. Não consigo comparar a seleção com o Benfica, mas também estou feliz".
27M não pesam
"Às vezes penso sobre isso, mas estou aberto para falar com o treinador e quando ele chegou falámos, sobre estar calmo. Neste momento o dinheiro não interessa. Temos que trabalhar e mostrar no campo. Não gosto de falar do passado. Prefiro falar do que está a acontecer agora e do futuro".
Marco Silva liberta mais do que Mourinho
"Não gosto de comparar os treinadores. Cada treinador foi importante. Cada um deu-me algo. No geral, não quero comparar. Talvez me sinta mais livre. É apenas da minha cabeça. Talvez na primeira temporada tenha pensado que tinha que fazer mais, isso deixou-me chateado, mas agora estou feliz. Quero melhorar, com bola sem bola, taticamente".
Posição onde rende mais
"A minha posição geral é 10, mas não me sinto desconfortável se jogar a 8 ou 6. O mais importante é jogar. Se o treinador decide que tenho que ser 8 ou 6 não interessa. Se é para ajudar, vou ajudar".
Regresso aos golos
"Não marcava há 10 meses, claro que é difícil. Na minha posição tenho que fazer números, golos e assistências. Espero que consiga marcar mais, mas o mais importante, mesmo que não tenha marcado, é que continue a ter oportunidades. Se tiver de escolher entre marcar 20 golos ou a minha equipa ganhar todos os jogos, eu prefiro que a minha equipa ganhe todos os jogos".
Elogios ao Celtic e à sua massa associativa
"É uma atmsofera especial. Quando joguei lá tinha 19 anos e foi de loucos. Não me esqueço. O Celtic é um grande clube, tem grandes adeptos como o Benfica".
Sudakov quer melhorar
"Todos os dias penso sobre isso, sobre mostrar a minha melhor versão. Tenho que trabalhar muito, com e sem bola. Para ser sincero não gosto de falar sobre a melhor versão. Não sou velho. Sou jovem e tento aprender todos os dias."
Jornalista opinou sobre a situação do jogador das águias e lembrou que outras peças também demoraram para singrar no Clube da Luz
14 Out 2026 | 15:25 |
O golo frente ao Vitória de Guimarães poderá representar um ponto de viragem para Georgiy Sudakov no Benfica. Contratado para assumir um papel decisivo na equipa encarnada, o médio ucraniano tem sentido dificuldades para se afirmar. Luís Pedro Ferreira considera, por isso, que é necessário encontrar o equilíbrio entre a exigência e a paciência, sem esquecer as expetativas criadas em torno do jogador.
“No futebol moderno, que movimenta milhões em dinheiro e em esperança, a paciência esgota-se demasiado rápido nalguns casos. Algumas administrações, quase sempre os adeptos — também alguns treinadores e, voilà, empresários — exigem rendimento imediato ao futebolista, seja ele uma contratação promissora de 30 milhões com 23 anos ou um rapaz de 18 que acaba de deixar a casa dos pais para atravessar um oceano e chocar de frente com a nova realidade”, escreveu o jornalista no jornal 'A Bola'.
Luís Pedro Ferreira recordou ainda os casos de Andreas Schjelderup e Gianluca Prestianni, que chegaram ao Benfica como jovens promessas e precisaram de tempo para conquistar um lugar de maior destaque. Sudakov, porém, chegou com outras responsabilidades, tendo em conta o investimento realizado para o contratar ao Shakhtar Donetsk.
“Diferente tem de ser a paciência com um jogador como Sudakov. O ucraniano marcou um golo ao Vitória e finalmente obteve a injeção de moral que parecia necessitar. Marco Silva não pode olhar ao preço da compra do ucraniano para decidir o onze, mas ter ativos de quase 30 milhões no banco é um privilégio que nenhum clube português tem. Com 25 anos e um custo financeiro que não admite grande margem de erro, não pode propriamente haver complacência”, considerou.
O jornalista concluiu com um desafio ao médio encarnado: “Ao contrário dos colegas, Sudakov não foi contratado para ser moldado, foi contratado para decidir e, pelo que a equipa está a jogar, este pode mesmo ser o seu momento. Agora é ele quem tem de agarrá-lo”.
Antigo treinador e jogador do Clube encarnado comemora o octogésimo aniversário ,esta quarta-feira, e deixou uma declaração forte
14 Out 2026 | 15:06 |
Toni concedeu uma extensa entrevista, esta quarta-feira, dia em que celebra o 80.º aniversário, na qual passou 'a limpo' uma carreira passada, em grande parte, ao serviço do Benfica, na qualidade de jogador, treinador e até diretor desportivo. O antigo jogador encarnado afirma que não está com medo da morte e recordou uma frase marcante de Sven-Goran Eriksson - antigo companheiro de equipa técnica.
Toni: "Não chorem a minha morte"
"Ele (Eriksson) tem um momento em que ele anunciou a sua morte e tem uma frase que nunca vou esquecer: ´Não chorem pela minha morte, porque a minha viagem foi fantástica. Vivam a vida´. E eu posso dizer-te também: não chorem a minha morte, porque a minha viagem tem sido fantástica dentro do futebol e fora dele. Vivam a vida", disse, ao jornal A BOLA.
O campeão nacional em 1993/94 como treinador reforçou a sua posição. "Eu não tenho medo de ter medo. Eu penso que foi uma frase que já disse, na outra entrevista dos 75 anos. Não tenho medo de ter medo, há que envelhecer de uma forma feliz. Eu estou a sentir que estou com saúde. Com alguns percalços, e alguns até que já fui apanhado na curva, mas que deu para fintar. Mas, tenho a família, os amigos e depois o futebol, ao qual ainda continuo ligado", prosseguiu.
Toni: "Os caminhos não se cruzaram"
Mesmo com a sua passagem marcante no Benfica, Toni queria terminar a sua trajetória no Clube de outra maneira. "Eu cumpri, dentro do Benfica, um ciclo que começou como jogador, passou como treinador e depois dirigente. E se te disser que talvez o meu desejo maior, mesmo já quando os 80 anos estavam à porta, era poder fechar de novo o ciclo no Benfica, mas, os caminhos não se cruzaram", revelou.
Toni é um dos maiores símbolos da história do Glorioso, tendo dedicado mais de três décadas ao Clube como jogador de elite, capitão e treinador de sucesso. No meio-campo das águias, entre 1968 e 1981, o icónico camisola ´7´ conquistou oito Campeonatos Nacionais e quatro Taças de Portugal. Mais tarde, no banco de suplentes, liderou o Clube na conquista de mais dois Campeonatos Nacionais (1988/89 e 1993/94) e de uma Taça de Portugal, além de ter alcançado a final da Taça dos Campeões Europeus em 1988.
Treinador está louco para ter destaque das águias na sua equipa e já solicitou à direção dos Spurs para tirá-lo do emblema da Luz
14 Out 2026 | 13:43 |
Daniel Banjaqui continua a despertar o interesse de vários gigantes europeus e poderá protagonizar uma das histórias a acompanhar no próximo mercado de transferências. O lateral-direito de 18 anos, uma das promessas do Benfica, está a ser seguido pelo Tottenham e pelo Brighton, numa corrida que conta também com clubes de outras ligas de topo.
Segundo informações divulgadas pelo portal suíço 4-4-2, o Tottenham, orientado por Roberto De Zerbi, está entre os emblemas atentos à evolução do jovem defesa encarnado. A possibilidade de avançar com uma proposta em janeiro poderá colocar o clube londrino na disputa por um dos talentos emergentes do futebol português.
A concorrência promete, contudo, ser forte. Juventus, Roma, Leipzig, Borussia Dortmund, Atlético de Madrid e Real Sociedad também estarão a acompanhar Daniel Banjaqui, que tem ganho protagonismo depois das conquistas internacionais ao serviço das seleções jovens de Portugal e das oportunidades no Benfica.
O interesse crescente reforça a importância do lateral no mercado europeu, mas as condições financeiras poderão dificultar uma eventual saída da Luz. De acordo com a mesma fonte, o Benfica avalia o jogador em 35 milhões de euros ou mais, enquanto o contrato inclui uma cláusula de rescisão de 45 milhões de euros.
Os encarnados procuram, assim, proteger um ativo com margem de progressão e cada vez mais cobiçado por clubes de referência. Com vários emblemas atentos e o mercado de janeiro no horizonte, o futuro de Banjaqui promete continuar a gerar notícias.