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Futebol
26 Abr 2024 | 13:19 |
Depois de uma partida em que o Liverpool perdeu e Darwin Núñez esteve em destaque pela negativa, a imprensa inglesa dá a conhecer que o antigo goleador do Benfica não era a prioridade dos reds, na altura em que o craque se despediu da Luz.
Como destaca o jornal The Times, Christopher Nkunku, do Chelsea, era o nome que se encontrava em cima da mesa do clube da Premier League. No entanto, Jurgen Klopp tinha o desejo de ver o internacional uruguaio a reforçar o Liverpool e de o ter na sua equipa, pelo que a direção inglesa optou por esquecer a prioridade.
É de recordar que os reds pagaram uma verba inicial de 75 milhões de euros, que encheram os cofres do Benfica de Rui Costa. No caso de Christopher Nkunku, o jogador acabou por trocar o Leipzig, onde atuava na altura, pelo Chelsea a troco de 60 milhões de euros.
De recordar que o internacional uruguaio é uma das peças-chave do atual segundo classificado da Premier League e na temporada em curso conta com 18 golos e 13 assistências em 50 embates, sendo assim o segundo melhor marcador do Liverpool. Mohamed Salah lidera, com 24 tentos certeiros.
Pelo Glorioso, onde o futebolista envergou o Manto Sagrado de 2020 a 2022, totalizando duas temporadas ao serviço do Clube da Luz, oriundo do Almería, o ponta de lança uruguaio marcou presença em 85 partidas, tendo somado 48 tiros certeiros e ainda faturando 15 assistências
Círculo próximo do técnico foi claro ao rejeitar qualquer ligação ao clube espanhol, deixando a sua posição bem definida; Merengues viram-se para outros alvos
17 Abr 2026 | 17:53 |
O Real Madrid continua a avaliar o futuro do comando técnico numa fase delicada da temporada, após a eliminação na UEFA Champions League e a possibilidade de terminar o ano sem conquistar qualquer troféu. A estrutura liderada por Florentino Pérez está a estudar várias soluções para o banco da equipa.
Entre as hipóteses em cima da mesa esteve o nome de Didier Deschamps, atual selecionador de França e campeão do mundo em 2018, que surge como um dos treinadores mais respeitados do futebol europeu. No entanto, o cenário de uma mudança para Madrid acabou por ser rapidamente afastado.
Segundo o jornal L’Équipe, o círculo próximo do técnico foi claro ao rejeitar qualquer ligação ao clube espanhol, deixando a posição bem definida. A mesma fonte indica que Deschamps não está interessado no cargo e que não existe qualquer abertura para essa possibilidade.
Recorde-se que o treinador francês está de saída da seleção de França após o Mundial 2026, altura em que dará lugar a Zinedine Zidane, outro nome fortemente associado ao futuro do Real Madrid. Ainda assim, apesar das especulações, o próprio Deschamps mantém-se focado no seu atual projeto.
Assim, o leque de opções para suceder ao atual treinador continua em aberto, com nomes como Jurgen Klopp e Maurizio Pochettino também referenciados, enquanto Florentino Pérez prepara decisões importantes para o futuro imediato. Também José Mourinho tem sido apontado ao emblema merengue.
Em torno de muitos boatos que se focam no nome de figura importante do Clube da Luz, jornalista italiano desfaz todas as dúvidas ao clarificar assunto
17 Abr 2026 | 17:23 |
O nome de José Mourinho continua a ser apontado ao Real Madrid e agora foi Fabrizio Romano, especialista em mercado de transferências, a falar dessa possibilidade. O jornalista italiano revela que não existem negociações, mas há algo que pode garantir.
Fabrizio Romano: "Existe a possibilidade de regressar ao Real Madrid? Sim"
"Muitos têm perguntado sobre José Mourinho. Se existe a possibilidade de regressar ao Real Madrid? Sim", deu conta o jornalista italiano, embora sublinhe que, para já, esse é mais um desejo do técnico do que do emblema madridista:
"Posso garantir que José Mourinho gostaria de um dia poder voltar ao Real Madrid, é algo para o qual está aberto, mas é só isso. Não existem negociações entre o Real Madrid e José Mourinho", frisou Fabrizio Romano, afastando os rumores.
Recorde-se que o Special One já orientou os merengues entre 2010 e 2013, tendo conquistado um campeonato, uma Taça de Espanha e uma Supertaça. Nos últimos meses, numa altura em que o Real Madrid tem procurado um novo treinador, depois da saída de Xabi Alonso, o nome do técnico tem voltado a ser falado num possível regresso à capital espanhola.
Os madrilenos podem vir a terminar a temporada sem troféus, depois de uma eliminação embaraçosa na Taça do Rei e uma campanha na La Liga que tem sido aquém das expetativas, estando atualmente a nove pontos do líder Barcelona, a sete jornadas do final.
Lenda do campeonato inglês abraça agora novo desafio profissional ciente dos atuais objetivos, mas admite que não quer ser como alta figura encarnada
17 Abr 2026 | 17:02 |
A viver a primeira experiência como treinador principal, ao serviço do Cesena, depois de vários anos como adjunto em Inglaterra, o antigo jogador Ashley Cole lamentou a "falta de oportunidades" em terras de Sua Majestade, frisando que no futuro que "não vai ser um José Mourinho" - que mantém confiança em dupla encarnada.
Ashley Cole: "Não vou ser um José Mourinho, não tenho esse estatuto nem esse respeito porque ainda não ganhei nada"
"Não vou ser um José Mourinho, não tenho esse estatuto nem esse respeito porque ainda não ganhei nada. O Carlo Ancelotti é ponderado e calmo - e foi um jogador e treinador de sucesso - por isso não posso ser como ele", começou por referir em entrevista à BBC.
Pondo certas comparações de parte, Ashley Cole promete focar-se no que realmente conta: "Também não posso ser um Rafa Benítez. Tenho de retirar um pouco de cada um deles, ser eu próprio, confiar no meu processo e focar-me no Cesena. Quero trabalhar e espero que, um dia, possa ganhar um troféu."
Ashley Cole: "Gostam de usar o argumento de que não tenho experiência"
Ao explicar a sua decisão de treinar o Cesena, da 2.ª divisão da Itália, o antigo internacional inglês fundamentou: "Estava a começar a ficar um pouco desanimado com a falta de oportunidades em clubes em Inglaterra com os quais entrei em contacto."
Finalizando, Ashley Cole destacou o importante a ter em conta como um treinador em início de carreira: "Gostam de usar o argumento de que não tenho experiência. E eu respondo: 'Percebo o que estão a dizer e concordo, mas como é que vou ganhar experiência? Essa é a batalha que temos de travar quando somos adjuntos durante seis ou sete anos. Temos de dar um salto de fé, mas um clube também tem de dar esse salto."