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Clube
04 Mai 2026 | 15:54 | Por Redação
A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol anunciou, na tarde desta segunda-feira, 4 de maio, que vai apresentar uma participação disciplinar contra Rui Costa e o Benfica. Em causa estão as declarações do Presidente dos encarnados, onde visou a arbitragem de Gustavo Correia, no empate polémico diante do Famalicão.
Segundo foi tido em conta pelo jornal Record, a queixa que a APAF vai fazer será entregue ao Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol que, depois de analisar o documento em questão, toma a decisão de abrir ou não um processo contra o Presidente do Benfica, depois das duras críticas que fez, em declarações à imprensa.
Sem haver qualquer tipo de surpresa, o mais certo é que o CD avance com um processo disciplinar contra Rui Costa, visto que a APAF, no seu entender, acredita que o Presidente do Benfica foi longe demais nas palavras que proferiu, onde acusou Gustavo Correia de prejudicar o Clube da Luz, no seu objetivo de chegar à Liga dos Campeões.
"Este senhor veio aqui prejudicar o Benfica, quiseram tirar-nos o segundo lugar", foi uma das várias palavras proferidas pelo dirigente máximo dos encarnados, que também vincou que nenhum árbitro ou entidade, que não sejam os jogadores e treinadores, deve decidir o desfecho das partidas.
Vale a pena relembrar que o empate em Famalicão, envolto em muita polémica, mereceu a reação de várias figuras ligadas ao Clube. Mauro Xavier, através da sua conta oficial na rede social X, exigiu que sejam divulgados os áudios do VAR, que visam o lance de grande penalidade que ficou por assinalar a favor do Benfica.
Grupo fez o balanço da mais recente reunião magna e, apesar de reconhecer alguns avanços, não poupou nas críticas a aspetos centrais da vida do Clube
05 Nov 2026 | 10:24 | Por Diogo Fernandes
O Movimento Servir o Benfica (SOB) divulgou, esta quarta-feira, um comunicado no qual faz o balanço da Assembleia Geral do passado dia 31 de outubro. Apesar de reconhecer alguns aspetos positivos, o movimento deixou várias críticas à forma como decorre a participação dos associados na vida democrática do Clube. Um dos pontos mais destacados prende-se com as perguntas colocadas pelos benfiquistas nas últimas três reuniões magnas.
SOB: "Ouvir os sócios sem lhes responder não é participação democrática"
"Demos particular atenção às perguntas dos sócios, nos mais variados temas. Nessas três reuniões, os sócios colocaram 155 questões. Apenas 40 tiveram resposta completa, 45 tiveram resposta parcial e 70 ficaram sem qualquer resposta. A Assembleia Geral de sábado não foi excepção e muitas outras perguntas ficaram por responder. Ouvir os sócios sem lhes responder não é participação democrática", pode ler-se nas redes sociais.
O movimento - do qual Pedro Brinca foi expulso - também se congratulou com a apresentação do novo emblema do Clube, considerando que esta aconteceu "em cumprimento dos Estatutos aprovados em março de 2025". Ainda assim, lamentou "que tenha sido necessário mais de um ano e meio para dar o primeiro passo no cumprimento de uma norma estatutária clara e objetiva". O SOB promete acompanhar o compromisso assumido pelo presidente de introduzir o símbolo em todas as áreas do Clube nos próximos meses, incluindo os equipamentos das diferentes modalidades.
SOB: "Permite decidir sem ouvir, votar sem debater e aprovar sem escrutinar"
O SOB voltou a manifestar-se contra o voto à distância, considerando que este modelo "afasta" os sócios da Assembleia Geral. "Permite decidir sem ouvir, votar sem debater e aprovar sem escrutinar. Um sócio pode hoje pronunciar-se sobre as contas, o orçamento ou o património do Benfica sem ter acompanhado um único minuto da Assembleia Geral", argumentou.
O comunicado termina com um apelo à participação ativa dos benfiquistas, independentemente dos resultados desportivos ou de quem dirige o Clube. "O Sport Lisboa e Benfica é muito mais do que a sua equipa de futebol e a vida democrática do clube não pode depender da sua prestação", defendeu.
Veja o comunicado em questão:
Clube vai associar o seu nome a um empreendimento habitacional no Seixal, numa iniciativa que marca a entrada das águias no segmento das branded residences
03 Nov 2026 | 13:54 | Por Redação
O Benfica, emblema liderado por Rui Costa, vai associar o seu nome a um empreendimento habitacional na zona do Seixal, numa iniciativa que marca a entrada do Clube no segmento das branded residences. O projeto, denominado The Official Benfica Residences, ficará situado nas imediações do Benfica Campus e pretende transportar a identidade das águias para o mercado imobiliário.
A iniciativa será promovida pelo Fundo Trindade e desenvolvida pela Libertas, numa ligação que representa a primeira aposta direta de um dos três grandes clubes portugueses neste tipo de empreendimento. A ideia passa por integrar elementos ligados à história e aos valores do Benfica nos espaços comuns e na decoração das habitações.
De acordo com o Expresso, o conceito foi trabalhado em conjunto com o Museu Benfica e procura ir além da simples utilização do símbolo ou das cores do Clube. A promotora descreve a proposta como uma "interpretação residencial da identidade benfiquista", procurando criar uma ligação entre a experiência de viver no espaço e a marca encarnada.
A localização, junto à Quinta da Trindade, é um dos pontos centrais do projeto. A proximidade ao centro de estágios poderá atrair famílias de jovens futebolistas, elementos das equipas técnicas e jogadores que procurem residir perto do local de trabalho. As vistas sobre o Tejo e Lisboa são também apontadas pelos promotores como argumentos para captar compradores.
O empreendimento pertence ao Trindade - Fundo de Investimento Imobiliário Fechado, gerido pela Norfin e com participação do Grupo Libertas. Através desta parceria, a marca Benfica passa a estar ligada a um projeto residencial que pretende valorizar os terrenos da Quinta da Trindade e explorar o reconhecimento do Clube dentro e fora de Portugal.
Presidente da Federação corre risco de enfrentar processo disciplinar no Clube após participação de antigo candidato na Assembleia Geral
01 Nov 2026 | 12:20 | Por Redação
Pedro Proença poderá enfrentar um processo disciplinar no Benfica, na sequência de uma participação apresentada por João Diogo Manteigas durante a Assembleia Geral do Clube. A queixa contra o atual presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) poderá ter consequências significativas, uma vez que, em último caso, poderá levar à sua expulsão de sócio dos encarnados.
O antigo candidato à presidência do Benfica enquadrou a alegada infração nas categorias de natureza “grave” e “muito grave”, previstas nos estatutos. Na exposição entregue à Direção liderada por Rui Costa, o advogado aponta ainda a existência de circunstâncias agravantes, considerando que os áudios recentemente divulgados envolvendo Pedro Proença provocaram “desprestígio público para o Sport Lisboa e Benfica”.
A decisão está agora nas mãos da Direção encarnada. De acordo com o artigo 40.º dos estatutos, compete a este órgão instaurar procedimentos disciplinares contra os associados, podendo também delegar a instrução do processo num dos seus membros ou numa pessoa especialmente mandatada para o efeito.
Caso a participação seja aceite e avance para processo disciplinar, será necessário apurar os factos e determinar se existem fundamentos para aplicar uma sanção ao dirigente federativo. Os estatutos contemplam quatro possibilidades: repreensão simples, repreensão registada, suspensão temporária até um ano ou expulsão de sócio. A participação foi anunciada pelo próprio João Diogo Manteigas durante a reunião magna.
Na ocasião, o antigo candidato pediu à Direção que avançasse com a análise da queixa “sem medo, nem politiquices”, defendendo a necessidade de proteger o bom nome e o prestígio institucional do clube. Assim, Pedro Proença, atualmente identificado como sócio n.º 5.172 do Benfica, poderá vir a enfrentar consequências disciplinares.