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João Diogo Manteigas pede explicações a Rui Costa e teme saída da SAD do Benfica da bolsa
30 Abr 2026 | 17:37
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04 Mai 2026 | 15:54 |
A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol anunciou, na tarde desta segunda-feira, 4 de maio, que vai apresentar uma participação disciplinar contra Rui Costa e o Benfica. Em causa estão as declarações do Presidente dos encarnados, onde visou a arbitragem de Gustavo Correia, no empate polémico diante do Famalicão.
Segundo foi tido em conta pelo jornal Record, a queixa que a APAF vai fazer será entregue ao Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol que, depois de analisar o documento em questão, toma a decisão de abrir ou não um processo contra o Presidente do Benfica, depois das duras críticas que fez, em declarações à imprensa.
Sem haver qualquer tipo de surpresa, o mais certo é que o CD avance com um processo disciplinar contra Rui Costa, visto que a APAF, no seu entender, acredita que o Presidente do Benfica foi longe demais nas palavras que proferiu, onde acusou Gustavo Correia de prejudicar o Clube da Luz, no seu objetivo de chegar à Liga dos Campeões.
"Este senhor veio aqui prejudicar o Benfica, quiseram tirar-nos o segundo lugar", foi uma das várias palavras proferidas pelo dirigente máximo dos encarnados, que também vincou que nenhum árbitro ou entidade, que não sejam os jogadores e treinadores, deve decidir o desfecho das partidas.
Vale a pena relembrar que o empate em Famalicão, envolto em muita polémica, mereceu a reação de várias figuras ligadas ao Clube. Mauro Xavier, através da sua conta oficial na rede social X, exigiu que sejam divulgados os áudios do VAR, que visam o lance de grande penalidade que ficou por assinalar a favor do Benfica.
Através de um comunicado oficial, encarnados desmentiram notícias avançadas pela imprensa e asseguram que vão tomar uma decisão final em breve
04 Mai 2026 | 15:14 |
Uma semana depois de José António dos Santos ter revelado que chegou a um acordo para a venda da sua participação na SAD, o Benfica pronunciou-se sobre diversos rumores. Através de um comunicado, partilhado nos meios oficiais, o Clube da Luz negou ter mostrado qualquer tentativa de alienação das ações pertencentes ao empresário, conhecido como o Rei dos Frangos.
"Perante a circulação de informações falsas no espaço mediático, o Sport Lisboa e Benfica esclarece que inexiste qualquer direito de preferência atribuído ao Sport Lisboa e Benfica relativamente à alienação do lote de ações pertencente a José António dos Santos", pode ler-se no comunicado partilhado pelas águias.
"O Sport Lisboa e Benfica encontra-se a avaliar todos os contornos desta operação e os seus potenciais impactos, no estrito respeito pelos interesses do Clube e dos seus associados", adiantou o Clube da Luz, negando qualquer notícia que tem sido avançada pela imprensa nos últimos dias a respeito deste tema.
"Uma posição definitiva será assumida em breve, no cumprimento dos deveres e responsabilidades do Sport Lisboa e Benfica", pode ler-se no final do comunicado partilhado na tarde desta segunda-feira, 4 de maio, a respeito das ações que foram vendidas pelo empresário José António dos Santos, mais conhecido como Rei dos Frangos.
Vale a pena recordar que o conhecido empresário detinha uma percentagem de 16,36% da SAD encarnada e, nos últimos dias, chegou a um acordo para a venda dessas mesmas ações a um grupo de investimento norte-americano. No entanto, o tema tem sido bastante debatido e já mereceu a reação de várias figuras do Clube, que pedem esclarecimentos ao Benfica.
Através de uma publicação feita na rede social LinkedIn, ex-dirigente da estrutura de Rui Costa procura obter mais informações sobre a venda do Rei dos Frangos
04 Mai 2026 | 10:40 |
Na última semana, José António dos Santos anunciou que vendeu a sua participação (16,36%) na SAD a um grupo de investimento norte-americano. No rescaldo desta nota, Fernando Tavares, antigo vice-presidente das modalidades do Benfica, partilhou uma publicação onde pede vários esclarecimentos aos encarnados sobre este processo do Rei dos Frangos.
"1. Quais as razões que determinaram a ausência de iniciativa por parte do Sport Lisboa e Benfica no sentido de adquirir a referida participação, estimada em cerca de 45 milhões de euros, quando tal permitiria elevar a posição do Clube para aproximadamente 80% do capital social da Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD, reforçando de forma inequívoca o seu controlo estratégico", pode ler-se na publicação feita no LinkedIn.
"2. De que forma se compatibiliza essa decisão com a aprovação, em 1 de outubro de 2025, de um programa de recompra de ações próprias até ao limite de 10% do capital, o qual implicava já um compromisso financeiro estimado entre 15 milhões e 18 milhões de euros, e por que motivo esse programa não foi ajustado ou expandido, total ou parcialmente, de forma a permitir a aquisição do referido bloco acionista estratégico, concentrando o esforço financeiro numa operação com impacto estrutural no controlo da sociedade", continuou Fernando Tavares.
"3. Se foi devidamente ponderada, em termos económicos e estratégicos, a possibilidade de direcionar o esforço financeiro associado ao programa de recompra, já aprovado, para a aquisição de um bloco acionista estruturante, em detrimento de aquisições dispersas em mercado, maximizando assim o impacto desse investimento ao nível do reforço do controlo e da estabilidade acionista da sociedade", acrescentou.
"4. Se, atendendo à atual situação económico-financeira, designadamente ao resultado líquido positivo de 34 milhões de euros apresentado pela Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD no exercício de 2024/2025, aprovado em Assembleia Geral, bem como à referência expressa da gestão à existência de eventuais excessos de liquidez, não existiam condições para, de forma prudente e responsável, suportar um investimento desta natureza, com impacto direto no reforço do controlo, estabilidade acionista e alinhamento estratégico de longo prazo da sociedade", concluiu o antigo vice-presidente do Clube da Luz.
Ideia lançada por antigo candidato à presidência do Clube encarnado está a dar que falar entre adeptos e dirigentes das águias
02 Mai 2026 | 14:19 |
Benfica poderá vir a discutir um tema fora do habitual nas próximas semanas, depois de João Diogo Manteigas, antigo candidato à presidência do Clube encarnado, ter sugerido a realização de uma assembleia geral na região do Minho, local onde a massa associativa benfiquista está bastante presente.
O apelo foi feito através da conta de Instagram "Benfica Vencerá", utilizada durante a sua campanha eleitoral, e dirigido diretamente à Mesa da Assembleia Geral do clube. A proposta surge numa altura em que estão previstas duas reuniões magnas para junho, ambas de elevada importância para a vida interna das águias.
Uma será dedicada à análise da temporada desportiva 2025/26, enquanto a outra terá como foco o orçamento e o plano de atividades para 2026/27, em linha com os novos estatutos do Clube. A ideia de descentralizar uma assembleia geral levanta, no entanto, várias questões, nomeadamente ao nível logístico e regulamentar, uma vez que estas reuniões decorrem tradicionalmente em Lisboa.
Para já, não é conhecida qualquer reação oficial por parte da direção encarnada à proposta de Manteigas. Ainda assim, o tema promete marcar a atualidade do Clube nas próximas semanas, numa fase em que decisões estruturais estão em cima da mesa.
Vale lembrar que no mesmo vídeo, o advogado de 43 anos motivou a equipa para a fase final da época. "É verdade que esta época não está a correr na perfeição como queríamos, ou pelo menos como desejávamos, mas a realidade é que no futebol temos três finais ainda por decidir", começou por dizer.
João Diogo Manteigas pede explicações a Rui Costa e teme saída da SAD do Benfica da bolsa
30 Abr 2026 | 17:37