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Negócio Rei dos Frangos: saiba o que é o artigo 13 dos Estatutos do Benfica
09 Mai 2026 | 09:23
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17 Out 2024 | 19:10 |
No passado dia 16, na CNN Portugal, o antigo jogador de Benfica e Porto, Maniche abordou o 'Caso dos Emails' e afirmou que a suspensão de Luís Filipe Vieira, pedida pelo Ministério Público, devia ser diferente. Maniche pediu mesmo a irradiação do futebol ao antigo presidente do Benfica
"A acusação do Ministério Público é arrasador. Estamos a falar de um crime de corrupção ativa e estamos a falar de fraude fiscal qualificada, ainda para mais, acrescenta que, pede a suspensão do Benfica nas competições europeias de três meses a seis anos. Eu acho que é um conteúdo gravíssimo para o Benfica, através de um mentor, palavra essa da Procuradoria, Luís Filipe Vieira, que obtinha favorecimento dos resultados em troca favores financeiros, e com jogadores á mistura que nunca jogaram pelo Benfica, como é fácil de comprovar". disse o campeão pelo Porto.
Qualquer Luís Filipe Vieira que está no desporto tem que ser irradiado
"Obviamente que estas acusações são gravíssimas perante uma marca Benfica forte a nível nacional e internacional, e está a perder ao longo destes anos, a credibilidade, está a ser bastante penalizada e desvalorizada com tudo isto que se está a passar. Deixe-me dizer, que todos eles até Luís Filipe Vieira, que também Ministério pede cinco anos de suspensão, eu acho que se isso vier a acontecer é sinónimo de que a acusação foi forte, mas não deveria ser cinco anos de suspensão, eu acho que devia qualquer Luís Filipe Vieira que está no desporto que tenha este tipo de crime, tinha que ser irradiado do futebol", finalizou Maniche.
Recorde-se que de acordo com informações avançadas pela CMTV, as SAD's de Benfica e Vitória de Setúbal, Luís Filipe Vieira, Paulo Gonçalves e antigos dirigentes dos sadinos foram acusados de corrupção pelo Ministério Público no âmbito do caso dos emails. Assim sendo, o Presidente do Benfica, Rui Costa, e assim como José Eduardo Moniz, Nuno Gaioso e Domingos Soares de Oliveira, antigos dirigentes das águias, saíram do processo e não foram acusados de corrupção.
A mesma fonte adianta ainda que, o Ministério Público acusou os elementos de crimes como corrupção, participação económica em negócio e fraude fiscal. O MP adianta que houve simulação de compra e venda de jogadores em conluio com o Vitória de Setúbal, com o objetivo de injetar dinheiro na SAD encarnada.
Confira aqui o momento:
Comunicado das águias revela igualmente a localização do evento, tal como temas que vão figurar e ser debatidos com os associados das águia
13 Mai 2026 | 15:20 |
Terminada a temporada desportiva, que vai acontecer no próximo sábado, 16 de maio, o Benfica revelou as datas para a realização das próximas Assembleias Gerais do Clube. Segundo uma convocatória, emitida pelos encarnados, as duas reuniões vão decorrer a 27 de junho, ambas no Pavilhão n.º 2 da Luz. Confira o comunicado.
"Realizam-se no próximo dia 27 de junho (sábado) duas Assembleias Gerais Ordinárias do Sport Lisboa e Benfica, no Pavilhão n.º 2 do Clube", pode ler-se no comunicado partilhado pelo Benfica através das suas plataformas oficiais. De relembrar que as águias não corresponderam ao 'desafio' lançado por João Diogo Manteigas.
"A Assembleia Geral destinada a apreciar e discutir o planeamento, a gestão e os resultados desportivos da época 2025/26 do futebol, bem como das restantes modalidades do SLB, após o final da respetiva temporada desportiva, tem início marcado para as 8h30", pode ler-se na mesma convocatória, emitida pelo Benfica.
"No mesmo local, às 14h00, decorrerá a segunda Assembleia Geral (AG) do dia 27 de junho, para apreciar e votar o orçamento de despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal, para a época de 2026/27", acrescentou a mesma nota partilhada pelas águias.
No mesmo comunicado, o Benfica também deixou umas breves explicações sobre o processo de deliberação que vai acompanhar a realização das Assembleias gerais. No Pavilhão da Luz, será feito através de sistemas eletrónicos que vão estar disponíveis, no site oficial dos encarnados, na plataforma onde será acompanhada a transmissão, e, por fim, na app oficial do Clube da Luz.
Ex-dirigente, responsável por um dos departamentos mais importantes no Clube da Luz, abordou ainda os recentes resultados obtidos nas eleições de 2025
13 Mai 2026 | 13:21 |
João Carvalho não ficou por meias palavras ao afirmar que o principal problema do Benfica é Rui Costa. Numa entrevista recente, o antigo presidente do Conselho Fiscal, que já tinha abordado o negócio do Rei dos Frangos, apontou que a maior lacuna do Clube da Luz passa pelo dirigente máximo e que, não é com contratações que se vai encontrar uma solução.
João Carvalho: "Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção"
"Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção", começou por dizer João Carvalho, numa entrevista à Bola Branca, onde deixou duras críticas à estrutura encarnada, depois de um empate frente ao Braga que deu um rombo grande nas aspirações do Clube da Luz na Liga dos Campeões.
"O Benfica tem de ter um líder e não tem. Não tem um líder há bastante tempo. Era importante que as pessoas que rodeiam Rui Costa façam com que ele perceba isso, já que é natural que a pessoa não reconheça as próprias fraquezas", apontou o antigo dirigente dos encarnados, deixando críticas ao atual Presidente das águias.
João Carvalho: "Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se"
"Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se", atirou João Carvalho, na entrevista à Bola Branca, onde afirmou não estar de acordo com a decisão de dar mais quatro anos de mandato a Rui Costa. O ex-dirigente defende que se deveria ter dado um rumo diferente em novembro de 2025.
"Nesta altura, ainda não se sabe quem fica em segundo lugar. Vamos lá ver se vamos para o Marquês comemorar o segundo lugar. Ao ponto que chegámos", ironizou o antigo presidente do Conselho Fiscal. "Há que acabar a época, que já falta pouco, preparar a próxima e deviam ser preparadas novas eleições", concluiu João Carvalho.
Em consequência a um passado momento protagonizado por alguma tensidade, figura pertencente ao Clube da Luz é castigada com multa
10 Mai 2026 | 13:24 |
Gonçalo Guimarães, diretor de comunicação do Benfica, foi condenado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao pagamento de uma multa de 2040 euros, em processo disciplinar motivado por participações da Medialivre e do jornalista Gustavo Lourenço, desse mesmo grupo de comunicação.
Em causa estão acontecimentos nos Açores, antes do Santa Clara - Benfica, e no Seixal, antes da receção ao Real Madrid, na 1.ª mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. No primeiro local, Gonçalo Guimarães - que já antes tinha sido multado - estava acusado de intrometer-se entre Gustavo Lourenço e Nicolás Otamendi, à chegada ao hotel da equipa encarnada, com recurso a contacto físico. No segundo caso, foram palavras trocadas entre os dois, com o jornalista a participar ameaças do diretor de comunicação das águias.
No acórdão do CD pode ler-se que "as referidas condutas ultrapassam o âmbito das funções de um Diretor de Imprensa, violando os deveres de retidão e lealdade (incluindo de correção, urbanidade e contenção) para com outros agentes desportivos ou terceiros (em especial jornalistas no exercício das suas funções)", dando-se como provado.
"O Arguido adotou, em ambas as ocasiões, uma postura ríspida e desadequada no relacionamento com o Jornalista, que se encontrava no exercício legitimo das suas funções. O Arguido agiu de forma livre, voluntária e consciente, bem sabendo que a sua conduta era suscetível de perturbar e desrespeitar o exercício da atividade jornalística, bem como de violar os deveres de correção e urbanidade a que se encontrava obrigado, conduta prevista e punida pelo ordenamento jus-disciplinar desportivo, não se abstendo, porém, de a realizar."
As decisões do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol são passíveis de recurso, nos termos da lei e dos regulamentos, para o Conselho de Justiça ou para o Tribunal Arbitral do Desporto, refere ainda o acórdão.
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