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Futebol
27 Jan 2025 | 06:53 |
Desfecho final para a 'novela' entre António Silva e a Juventus: com o Benfica a poder respirar de alívio, a vecchia signora oficializou um novo reforço para a zona central da defesa. Renato Veiga deixa o Chelsea para reforçar o clube italiano.
Com o jogo com o Benfica marcado para meio da semana, a Juventus deu bons motivos para que Rui Costa possa 'descansar o coração', optando por outra alternativa a António Silva. A direção dos bianconeri anunciaram, então, a chegada de Renato Veiga a Turim, através dos meios de comunicação do emblema da Serie A. O internacional português é já o terceiro reforço de inverno para a Juventus.
Era clara a urgência que os italianos tinham em colmatar as posições mais frágeis. Daí, a Juventus ter chegado a 'apontar a mira' ao camisola 4 do Benfica, que esteve mesmo muito perto de rumar para Turim. No entanto, a direção transalpina acabou por garantir o empréstimo de Renato Veiga, até ao final da temporada, afastando-se, assim, de António Silva e da Luz, por fim.
Recorde-se que, Rui Costa e o Benfica mostraram-se muito intransigentes quanto ao interesse da Juventus. O Presidente, inclusive, fechou portas a saídas de titulares, em janeiro, com António Silva incluído na equação, embora, à data da entrevista do dirigente encarnado, ainda estivesse na condição de suplente.
Na presente temporada, com a camisola do Benfica, António Silva - atualmente com um valor de mercado fixado nos 38 milhões de euros - marcou presença em 23 duelos: quatro na Liga dos Campeões, nove no Campeonato Nacional, três na Taça de Portugal e três na Taça da Liga. Nos 1.625 minutos disputados dentro das quatro linhas, o central já soma um golo e uma assistência.
Ao todo, na equipa principal do Benfica, António Silva conta com 113 partidas, onde fez gosto ao pé por oito ocasiões, assistindo os colegas numa ocasião. Com o Manto Sagrado, o internacional português conquistou um Campeonato Nacional (2022/23), uma Taça da Liga (2024/25) e uma Supertaça Cândido de Oliveira, tendo feito grande parte da formação no Seixal.
Confira alguns dos melhores momentos de António Silva:
Jogador não vai continuar a defender emblema das águias; Transferência em definitivo é a opção mais forte em cima da mesa
14 Jun 2026 | 03:00 |
Rodrigo Rêgo está de saída do Benfica e a transferência será em definitivo, sabe o Glorioso 1904. O extremo de 21 anos não entra nas contas da estrutura para a nova temporada e já trabalha na definição do próximo passo da carreira, depois de uma época em que somou minutos na equipa principal e ganhou alguma visibilidade no contexto sénior.
Ao que o nosso Jornal apurou, Rui Costa e a SAD encarnada pretendem, ainda assim, manter uma percentagem do passe do jogador, cenário habitual quando se trata de futebolistas relativamente jovens e com margem de valorização futura. A intenção do Benfica passa por salvaguardar direitos económicos numa eventual venda posterior, acreditando que Rodrigo Rêgo pode continuar a evoluir fora da Luz e gerar retorno financeiro no futuro.
Rodrigo Rêgo chegou ao Benfica em 2022, proveniente do Famalicão, e assinou contrato como uma das apostas da formação encarnada para o setor ofensivo. Internacional jovem por Portugal, o extremo destacou-se inicialmente nos escalões de formação e conseguiu alcançar a equipa B, antes de somar as primeiras aparições pela formação principal.
Apesar dessa evolução, a concorrência nas alas e o planeamento definido para 2026/27 acabaram por afastar o jogador das opções prioritárias. O próprio percurso recente do atleta revela um contexto de adaptação e crescimento gradual, com passagens pelos sub-23 e pela equipa B até chegar ao patamar sénior.
O objetivo do Benfica é agora encontrar uma solução que permita ao jogador ter continuidade competitiva e maior espaço para afirmar-se, sem perder totalmente o controlo sobre um ativo formado no Seixal. A saída deverá avançar nas próximas semanas, com os encarnados a tentarem incluir uma cláusula de percentagem numa futura transferência.
Jogador não ficou satisfeito com a sua primeira partida na competição, mas acredita que os adeptos terão gostado do que viram
13 Jun 2026 | 17:47 |
Amar Dedic mostrou-se algo insatisfeito após o empate da Bósnia frente ao Canadá (1-1), em encontro referente à primeira jornada do Grupo B do Mundial. O lateral-direito do Benfica reconheceu que o resultado não é negativo no contexto da competição, mas não escondeu que o jogo ficou longe de corresponder às suas preferências individuais e ao estilo de futebol que gosta de praticar.
Dedic, do Benfica, sobre estreia da Bósnia no Mundial: "Não houve muito futebol..."
No final da partida, o internacional bósnio fez uma leitura pragmática do encontro, sublinhando a dificuldade do duelo. “Os bósnios podem ficar satisfeitos com o empate num jogo verdadeiramente difícil e intenso”, começou por afirmar, ainda que rapidamente tenha deixado uma nota crítica ao desenrolar da partida. “Não houve muito jogo. Foi mais luta e faltas. Não foi fácil, mas lidámos bem com isso”, acrescentou o lateral de 23 anos.
Dedic destacou ainda a importância do contexto competitivo, realçando o peso de estrear-se num palco como o Mundial. “Foi o primeiro jogo no Mundial, o ambiente foi espetacular, é o maior palco do futebol. O mais importante foi não perdermos”, argumentou o defesa encarnado, que foi obrigado a assumir várias tarefas defensivas ao longo do encontro, longe das dinâmicas ofensivas que caracterizam o seu jogo.
O jogador do Benfica não escondeu, aliás, alguma frustração pessoal com o papel que desempenhou diante do Canadá, deixando claro que preferia um contexto mais favorável ao ataque. “Todos sabem como é o meu jogo. Isso chateou-me um bocadinho. Não houve muito futebol, foi mais correr, lutar e faltas. O individual, porém, não é importante, a equipa está acima de tudo”, referiu, ainda assim em tom de equilíbrio e maturidade.
Por fim, Dedic abordou também a ausência de duas figuras importantes da seleção bósnia, reconhecendo o impacto dessa falta de opções. “Sentimos a falta do Dzeko e do Tabakovic. Quem jogou no lugar deles fez um trabalho muito bom. Lutaram e acredito que jogámos bem. Podemos melhorar e vamos analisar tudo. Espero que esses jogadores importantes voltem o mais depressa possível”, concluiu.
Internacional ucraniano teve momento mágico ao marcar na Champions em duelo que garantiu a classificação das águias para os playoffs
13 Jun 2026 | 17:44 |
Anatoliy Trubin voltou a falar de uma das noites mais marcantes da sua temporada ao serviço do Benfica, com particular destaque para o encontro diante do Real Madrid, que terminou com triunfo encarnado por 4-2, na última jornada da fase de liga da UEFA Champions League, a 28 de janeiro. O guarda-redes ucraniano participou num podcast do antigo internacional Denys Boyko, onde revisitou o golo que marcou aos 90+8 minutos.
Trubin começou por recordar o contexto competitivo da partida e as indicações vindas do banco, num jogo em que o Benfica vencia por 3-2, mas precisava de mais um golo para garantir o apuramento. “O Mourinho disse que não queria ver resultados, queria que jogássemos”, explicou o guardião, sublinhando a exigência tática e emocional de um duelo de elevado grau de dificuldade frente ao conjunto merengue.
Ainda assim, o próprio jogador admitiu que, naquele momento, não tinha total noção do que estava em causa. “Estávamos a ganhar 3-2, já estava a receber a bola no peito, a queimar tempo. Aliviei a bola e toda a gente disse-me ‘Vamos fazer alguma coisa’. Não percebi o que queriam de mim”, revelou Trubin, evidenciando a confusão que marcou os instantes finais do encontro.
A falha de comunicação acabou por gerar tensão dentro de campo e até fora dele, com o guarda-redes a admitir, em tom leve, a reação da estrutura encarnada. “Acho que não tive direito a muitas palavras bonitas (risos)”, ironizou o internacional ucraniano, referindo-se ao momento em que a equipa técnica e colegas tentaram acelerar a tomada de decisão num lance decisivo. A mais curiosa reação foi do Presidente Rui Costa: “Primeiro, toda a gente estava em choque. Depois ele (Rui Costa) disse: 'vês, o treinador queria outro avançado, agora não precisa”.
O desfecho, contudo, acabaria por ser épico. No último lance relevante da partida, o Benfica beneficiou de um livre direto e Trubin foi chamado a subir no terreno. “O Mourinho disse-me para subir e apercebi-me de que precisávamos de mais um golo. Na minha cabeça precisava de dar um passo atrás. Marquei um bom golo”, concluiu.