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Conselho de Arbitragem admite falha no vermelho a Durán: "Podia-se ter explicado melhor"
30 Out 2026 | 12:16
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19 Set 2023 | 13:14 | Por Redação
O Salzburgo não será 'presa' fácil para o Benfica, na primeira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, que se disputa já esta quarta-feira, dia 20 de setembro. O emblema austríaco está invicto há sete meses, num percurso de 22 jogos e, apesar de na teoria o favoritismo ser dos encarnados, na prática pode tornar-se numa partida complicada.
De recordar que, na temporada passada, o adversário das águias empatou com Milan e Chelsea e ter ficado em terceiro lugar no grupo. As águias querem entrar com o 'pé direito' na competição e será preciso terminar com a invencibilidade do campeão austríaco.
Para trás vão 22 jogos, com 16 vitórias. A última derrota remete ao play-off da Liga Europa, em fevereiro passado, frente à Roma. Desde então, o Salzburgo colocou o 'pé no acelerador' e nesta temporada leva seis vitórias e um empate, surgindo, precisamente, no fim de semana passado frente ao Sturm Graz (2-2).
O Salzburgo é sempre um osso duro de roer na prova milionária. Como acontece neste momento, o atual técnico do Benfica, Roger Schmidt, que já treinou os austríacos entre 2012 e 2014, o alemão teve ciclos longos de invencibilidade, mantendo a equipa 19 jogos sem perder. De seguido acumulou duas derrotas antes de partir para mais uma série de 16 jogos sem perder.
Na última edição da Liga dos Campeões, o antigo clube de Roger Schmidt iniciou a campanha como uma das revelações da prova a empatar a um golo tanto na receção ao Milan como na visita ao Chelsea, antes de bater o Dinamo Zagreb em casa, por 1-0.
Depois de um empate na Croácia, o Salzburgo deitou por terra o apuramento com duas derrotas, uma fora de casa, em Milão, e em casa diante dos ingleses do Chelsea. Não será fácil para os encarnados, que querem começar com uma vitória, em casa, a fase de grupos da prova milionária.
Guardião ucraniano é conhecido pela tranquilidade entre os postes, mas não conseguiu esconder a irritação após remate certeiro dos gilistas
30 Out 2026 | 14:44 | Por Redação
Anatoliy Trubin protagonizou um momento pouco habitual no encontro entre Benfica e Gil Vicente. Habitualmente sereno entre os postes, o guarda-redes ucraniano mostrou uma faceta diferente durante a partida, depois de um lance que acabou por impedir as águias de manter a baliza a zeros.
O momento aconteceu quando o Benfica vencia por 3-0 e sofreu um golaço de Andreas Lausen. O remate do médio dinamarquês deixou Trubin bastante irritado, levando o guardião a dirigir um raspanete aos companheiros de equipa logo após a bola entrar na baliza.
Os principais visados foram João Palhinha e Georgiy Sudakov, que não conseguiram pressionar Lausen a tempo de evitar o remate. O espaço concedido ao jogador do Gil Vicente permitiu-lhe finalizar com sucesso, num lance que não agradou nada ao internacional ucraniano.
A reação de Trubin contrastou com a imagem habitualmente tranquila que transmite durante os jogos do Benfica. Desta vez, o guarda-redes não escondeu a insatisfação e fez questão de chamar a atenção dos colegas pela forma como defenderam o lance.
Apesar do golo sofrido, as águias tinham construído uma vantagem confortável de três golos diante do Gil Vicente. Ainda assim, o momento acabou por ficar marcado pela reação de Trubin, que mostrou não estar disposto a facilitar, mesmo quando a equipa se encontra numa posição favorável no marcador.
Treinador do Porto evita grandes conversas sobre o castigo do avançado encarnado e afirma que está longe para lançar o clássico na Taça da Liga
30 Out 2026 | 14:44 | Por Redação
Francesco Farioli, treinador do Porto, foi questionado sobre a suspensão do castigo de Jhon Durán, que permite ao avançado do Benfica voltar a estar disponível para os próximos compromissos dos encarnados. O técnico italiano respondeu com ironia, afastando-se de uma análise jurídica ao processo.
"Havia algumas coisas em que não era tão bom na escola e costumo dizer que Matemática era uma delas... E o Direito também não está nas minhas áreas de interesse...", afirmou Farioli, sem querer aprofundar a decisão relacionada com o jogador colombiano.
Na mesma conferência de imprensa, o treinador dos dragões foi questionado sobre o impacto que o clássico frente ao Benfica, agendado para janeiro, na meia-final da Allianz Cup, poderá ter na gestão do calendário portista.
"Ainda estamos muito longe... Temos de ver como vamos gerir este período, isso faz parte do nosso trabalho. Mas o nosso foco e atenção estão no jogo de amanhã. Quando chegar a altura de pensar na Allianz Cup, pensaremos", respondeu.
Recorde-se que Benfica e Porto vão medir forças na final four da Allianz Cup, com um lugar na final da competição em disputa. O tema de Jhon Durán continua também a marcar a atualidade encarnada, depois de ter sido suspensa a sanção aplicada ao avançado.
Antigo árbitro define que, de uma forma geral, a gestão de José Bessa da partida entre as águias e os gilistas foi eficiente
30 Out 2026 | 14:00 | Por Redação
Pedro Henriques analisou a arbitragem do encontro entre Benfica e Gil Vicente, que terminou com um triunfo encarnado por 4-1, na meia-final da Taça da Liga. O antigo árbitro considerou que a equipa de arbitragem teve uma boa prestação e validou a expulsão de Antonio Espigares, aos 83 minutos, após uma falta sobre Rafa Silva.
O lance mais relevante aconteceu aos 83 minutos, quando Antonio Espigares travou Rafa Silva numa situação de perigo. Pedro Henriques lembrou que, para existir expulsão por impedir uma clara oportunidade de golo, “é preciso que se verifiquem quatro fatores”.
“1. Direção geral da jogada, e Rafa ia na direção da baliza; 2. Possibilidade de manterou controlar a bola, e o esférico estava na frente de Rafa que o ia controlar caso não sofresse a falta; 3. Posição e número de defensores e atacantes, e não há nenhum jogador do Gil Vicente que pudesse ir interferir ou disputar o lance com Rafa (aqui são sempre considerados todos os outros jogadores que não o que faz a falta); e finalmente 4. Distância. Em posição central e com a velocidade a que ia, e sem ninguém por perto que pudesse interferir, a distância que faltava percorrer deixaria sempre o jogador encarnado sozinho e isolado.”
Na análise aos principais lances, Pedro Henriques começou por afastar dúvidas em relação aos dois primeiros golos do Benfica. Aos 36 minutos, explicou que a bola tocou nas partes baixas de Samuel Dahl, sem qualquer contacto com a mão ou o braço do defesa sueco. Já aos 40 minutos, considerou que não existiu qualquer infração sobre Andreas Schjelderup na área gilista, pelo que o golo de Sudakov foi legal.
Também o terceiro tento encarnado, apontado por Dodi Lukebakio aos 54 minutos, não levantou questões: “Não há nenhuma infração à lei do fora de jogo”, justificou, destacando que a bola veio de um adversário e que o belga tinha dois jogadores entre si e a linha de baliza.
Pedro Henriques apontou apenas reparos à gestão do tempo adicional: faltou um minuto na primeira parte e os dois minutos concedidos no segundo tempo foram escassos, embora tenha admitido que o contexto de eliminatória já resolvida justificava alguma compreensão.
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30 Out 2026 | 12:16
Benfica vai votar contas e há uma novidade inédita na Assembleia Geral
30 Out 2026 | 11:21
Nuno Paralvas estarrecido com caso Durán no Benfica: “Abrimos um caixa de Pandora…”
30 Out 2026 | 11:02