Futebol
Atenção, Benfica! Há quem garanta que Bernardo Silva já escolheu novo clube
22 Mai 2026 | 13:46
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Futebol
22 Abr 2026 | 17:54 |
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) apresentou esta quarta-feira a campanha 'Stop à Violência', em forma de apelo nos jogos das duas Ligas profissionais e em três competições federativas, a disputar no sábado e no domingo. Ao lançar o respetivo 'movimento', Pedro Proença começou por frisar que chegou "o dia em que o Futebol, unido, diz basta". Por sua vez, Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores, lançou "um apelo aos três grandes".
Pedro Proença: "A partir da próxima temporada, teremos um ambiente mais seguro para todos os intervenientes"
"Não ficámos indiferentes aos relatos que nos chegaram nos últimos meses. Episódios de violência ligados ao desporto e que nos fazem refletir sobre que mundo queremos deixar", referiu o presidente da FPF, apontando recentes incidentes violentos contra "equipas de arbitragem, jogadores, dirigentes, adeptos e em jogos de crianças, as primeiras que deviam ser protegidas".
Como já "era impossível não agir", Proença referiu que a FPF quis passar "das palavras à ação" e garantiu: "A partir da próxima temporada, teremos um ambiente mais seguro para todos os intervenientes, dos adeptos aos jogadores e dos treinadores aos árbitros."
Joaquim Evangelista: "Quem tem mais responsabilidade deve ter um comportamento de maior exigência. Faço um apelo aos três clubes grandes"
Relativamente ao que foi dito por Joaquim Evangelista, este olhou para a violência além do desporto. "Há um discurso de ódio que se instalou, que a política extravasou e que exige um comportamento nosso enquanto cidadãos" apontou, pedindo que esse comportamento se faça sentir na sociedade e no desporto, onde deva haver "uma cidadania desportiva ativa", sobretudo por parte de Benfica - que já conhece árbitro para a próxima jornada - , Sporting e Porto.
"Quem tem mais responsabilidade deve ter um comportamento de maior exigência", disse, fazendo "um apelo aos três clubes grandes", por terem "uma responsabilidade maior, porque afetam a maioria dos adeptos e cidadãos".
"No futebol, muita da violência que se manifesta tem a ver com o discurso clubístico. Eu criei muitas expectativas com o novo dirigismo, nomeadamente com Rui Costa, André Villas-Boas e Frederico Varandas. De repente, vi comportamentos recorrentes do passado. Era importante que houvesse capacidade para mudar esse tipo de discurso que afeta os adeptos e que se transfere para dentro das quatro linhas, e que afeta com maior impacto os árbitros", concluiu de forma veemente.
Ex guarda redes surpreende com revelação pública e alimenta debate sobre o futuro do banco merengue, com nomes inesperados em destaque
22 Mai 2026 | 17:41 |
Iker Casillas voltou a pronunciar-se sobre o futuro do comando técnico do Real Madrid e, desta vez, fê-lo de forma ainda mais direta e comentada, através de uma publicação nas redes sociais que rapidamente gerou debate entre adeptos.
O antigo guarda-redes, figura histórica do clube merengue, já tinha deixado claro recentemente que não via com bons olhos um regresso de José Mourinho ao banco do Real Madrid, apesar de sublinhar que não existe qualquer conflito pessoal com o treinador português. Agora, foi mais longe e decidiu partilhar uma lista com nomes que, na sua opinião, poderiam assumir o comando técnico dos "blancos" no futuro imediato, deixando de fora precisamente o técnico que mais tem sido associado ao cargo.
Na publicação, o ex internacional espanhol escreveu vários nomes de treinadores que considera alternativas viáveis para liderar o projeto do Real Madrid, entre eles Unai Emery, Vincent Kompany, Xabi Alonso, Cesc Fàbregas, Mikel Arteta, Andoni Iraola, Zidane, José Bordalás, Iñigo Pérez e Del Bosque.
A ausência de Mourinho nesta lista não passou despercebida, sobretudo tendo em conta o contexto recente, em que o treinador do Benfica tem sido apontado como um dos principais candidatos a regressar ao Santiago Bernabéu.
Recorde-se que o antigo guardião do Porto e Mourinho trabalharam juntos no Real Madrid, numa fase marcada por conquistas mas também por episódios de tensão interna que acabaram por gerar fricção entre ambos no balneário. Um dos momentos mais recordados desse período aconteceu em 2012, quando Casillas perdeu a titularidade, decisão tomada por Mourinho, o que marcou o início de uma relação mais complexa entre ambos.
Polémica entre Casillas e Mourinho:
Internacional português, formado nas águias, abriu o jogo depois da conquista do título e falou sobre uma decisão que marcou a carreira
22 Mai 2026 | 17:38 |
J. Félix: "O Al Nassr, infelizmente, é pequeno"
"Ganhar com o Al Nassr na Arábia Saudita não é fácil. As pessoas em Portugal se calhar não sabem. Aqui há muita coisa extra futebol. O Al Nassr, infelizmente, é pequeno e é complicado ganhar a liga", afirmou o antigo avançado do Benfica, em declarações à Sport TV.
O avançado revelou também que a mudança para a Arábia Saudita foi cuidadosamente ponderada antes de aceitar o projeto do Al Nassr - onde Jorge Jesus vai sair. "A oportunidade de vir para o Al Nassr não foi pensada num dia. A partir do momento em que aceito, vou com tudo. Umas vezes as coisas correm bem, noutras não. Desta vez acho que correu de forma perfeita", destacou.
J. Félix: "Apanhei um ambiente que me favoreceu bastante"
O jogador de 26 anos assumiu ainda que encontrou no clube saudita um contexto favorável para voltar ao melhor nível competitivo. "Apanhei um ambiente que me favoreceu bastante. O tipo de jogo, a posição, os colegas que tinha à volta. Acabou por ser uma época fantástica, que terminou da melhor forma", referiu.
Já focado no Campeonato do Mundo 2026, o antigo craque do Benfica mostrou confiança nas possibilidades da Seleção Nacional. "Temos um grande grupo e com uma pontinha de sorte acredito que podemos conquistar (o Mundial)", concluiu.
Comentadora e adepta do emblema encarnado critica forma como defesa central do plantel da Luz tem sido tratado nos últimos dias
22 Mai 2026 | 17:36 |
A polémica em torno de António Silva continua a marcar a atualidade do futebol português e motivou uma dura reação de Leonor Pinhão. A comentadora critica a forma como o defesa do Benfica tem sido tratado nos últimos dias, considerando que o internacional português foi transformado no “vilão do ano”, após a polémica relacionada com a Seleção Nacional, apontando culpas aos comentadores televisivos.
L. Pinhão: "Era mais do que escusada a campanha negra ao mais alto nível e, simultaneamente, ao mais baixo nível contra Silva"
A cronista entende que a situação ultrapassou os limites do aceitável, apontando diretamente a responsabilidade de comentadores televisivos e até de Roberto Martínez na exposição pública do jogador: "Era mais do que escusada a campanha negra ao mais alto nível e, simultaneamente, ao mais baixo nível contra Silva".
Leonor Pinhão recorda que António Silva ficou fora da convocatória para o Mundial 2026, algo que considera legítimo do ponto de vista técnico, mas rejeita a forma como o tema evoluiu nos dias seguintes: "Ficou fora dos convocados para o Mundial, o que nem se discute, são opções, mas a necessidade de destruir o carácter do jogador é inqualificável", pode ler-se no jornal 'Record'.
No texto, a comentadora refere ainda que toda a polémica começou antes mesmo do anúncio oficial dos convocados, durante os programas televisivos de comentário desportivo, prolongando-se depois ao longo da semana com novas intervenções públicas.
A cronista destacou também a reação tardia do Clube da Luz, lembrando que o Benfica demorou demasiado a reagir: "Quanto ao Benfica esperou até à hora de almoço de ontem, sexta-feira, para emitir um comunicado a defender António Silva".