Futebol
Bronca! Gianluca Prestianni visado após lance polémico no Benfica - Braga
08 Jan 2026 | 12:30
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23 Abr 2025 | 14:50 |
Não há nada como a emoção que a festa da Taça de Portugal transmite a todos os envolvidos, sejam eles os protagonistas, como os espectadores que assistem das bancadas e Bruno Lage não é a exceção. A poucas horas de defrontar o Tirsense, o técnico do Benfica vê-se cada vez mais perto de concretizar um sonho, alcançar uma final da prova rainha, no Estádio Nacional do Jamor.
Uma promessa que o timoneiro setubalense fez a si mesmo quando iniciou a sua carreira no futebol. Segundo pelo que Bruno Lage contou, o mesmo não pretende ir ao Jamor, se não for para disputar uma final: “Desde que comecei a minha carreira, há muitos anos, prometi a mim mesmo nunca ir ao Jamor ver uma final da Taça de Portugal. Queria disputar a final da Taça de Portugal”.
Em 2020, Bruno Lage esteve muito próximo de conseguir esse feito, parte dele para ser mais concreto. No ano em que houve a pandemia de Covid-19, a final foi transferida para Coimbra, mas o Benfica, chegou à final da prova rainha, mas o setubalense não marcou presença, uma vez que tinha sido despedido na sequência da derrota frente ao Porto. “Depois não tive tempo para a disputar, tive outras coisas para fazer”, o seu lugar foi entretanto ocupado por Nélson Veríssimo.
Por outro lado, o Benfiquista não é estranho em realizar encontros no Estádio Nacional. No início da temporada de 2019/2020, depois de ter conduzido o Benfica ao Campeonato Nacional, o setubalense orientou as águias no Jamor, Frente ao Belenenses SAD, numa partida a contar para a 2.ª jornada da prova de regularidade, que terminou com um triunfo dos encarnados por duas bolas a zero.
Perante o cenário de conseguir concretizar o seu sonho de carreira, Bruno Lage reconheceu a importância de uma final: “Sei muito bem aquilo que representa jogar uma final do Jamor”. Contudo, salientou que primeiro é preciso superar as meias-finais: “O mais importante é confirmarmos a presença na final no Jamor, respeitando e falando do Tirsense, com mais uma boa exibição”.
Técnico de 40 anos não foi bem sucedido no comando técnico dos red devils, acabando por abandonar o histórico emblema inglês
08 Jan 2026 | 13:19 |
Ruben Amorim já não é o treinador do Manchester United, mas o divórcio com os red devils continua a dar que falar, especialmente no que toca aos valores envolvidos. Apesar de ter direito a receber cerca de 13,8 milhões de euros pelo restante do contrato que o ligava a Old Trafford, o técnico português terá um choque ao olhar para o extrato bancário. Devido à pesada legislação fiscal britânica sobre indemnizações, o técnico conseguirá reter apenas cerca de 6,3 milhões de euros, menos de metade do valor bruto acordado.
As contas, avançadas pelo Manchester Evening News, revelam que a saída do técnico é um processo dispendioso para ambas as partes. Enquanto Ruben Amorim vê o fisco 'morder' a sua compensação, o Manchester United terá ainda de desembolsar 1,7 milhões de euros extra em contribuições obrigatórias como entidade empregadora. Este desfecho financeiro encerra um ciclo de pouco mais de um ano em Inglaterra.
O registo de Amorim em Inglaterra acabou por ser o carrasco da sua continuidade. Em 63 jogos oficiais ao comando do gigante de Old Trafford, o português somou 25 vitórias, 23 derrotas e 15 empates, números que não foram suficientes para sustentar a pressão de um dos clubes mais exigentes do mundo.
Ruben Amorim chegou a ser noticiado como possível sucessor de José Mourinho no comando técnico do Benfica, mas fonte próxima do Clube encarnado desmentiu categoricamente qualquer interesse na sua aquisição, informação avançada pelo comentador Pedro Sousa, no canal CMTV.
O antigo técnico do clube inglês representou o Benfica enquanto jogador, entre 2008 e 2015, e nas águias conquistou três Campeonatos Nacionais, uma Taça de Portugal, cinco Taças da Liga e uma Supertaça. Resta agora perceber se, no futuro, um regresso às águias pode estar em cima da mesa.
Águias sofreram um autêntico choque em solo nacional, num desfecho que expôs fragilidade defensiva que não se via desde desaire em Newcastle
08 Jan 2026 | 13:13 |
O Benfica falhou o acesso à final da Allianz Cup e a hipótese de erguer o troféu pela 9.ª vez ao sofrer, diante do Braga (1-3), aquela que foi a primeira derrota da temporada nas provas nacionais, deixando os adeptos e a estrutura técnica preocupados com o atual momento.
Até chegar ao jogo da passada quarta-feira, o emblema da Luz apresentava um registo imaculado nas três competições domésticas — Campeonato, Taça de Portugal e Taça da Liga. No entanto, esta queda em solo luso representa um duro golpe num grupo que se orgulhava do seu domínio nacional.
A eliminação aos pés dos arsenalistas impede ainda as águias de revalidarem o título de Campeão de Inverno, mas é o aspeto defensivo que mais preocupa José Mourinho. Pela segunda vez em toda a campanha 2025/26, o Benfica consentiu três golos num único jogo. O único precedente tinha ocorrido em outubro passado, na Liga dos Campeões, na pesada derrota em Newcastle (3-0).
O técnico não escondeu a insatisfação, apontando a primeira parte em Leiria como a "pior performance" da temporada: "Do ponto de vista técnico, um desastre. Jogadores a cometer erros absolutamente incríveis. Quem faz uma primeira parte tão má não merece vencer. Não foi o Braga que ganhou, fomos nós que perdemos"
Com o sonho da Taça da Liga encerrado e com a primeira derrota nacional na época, o foco vira-se agora para o clássico frente ao Porto, que irá acontecer na próxima quarta-feira, 14 de janeiro, às 20h45. A partida é relativa aos quartos de final da Taça de Portugal e as águias só pensam na conquista da vitória.
Técnico encarnado revelou um cenário de 'emergência' no plantel para o clássico, confirmando ausências de peso para a Taça de Portugal
08 Jan 2026 | 13:03 |
A primeira derrota do Benfica a nível nacional nesta temporada, diante do Braga na Taça da Liga, não trouxe apenas a desilusão do resultado, mas também a confirmação de um cenário clínico preocupante para o clássico frente ao Porto, no próximo dia 14, a contar para os quartos de final da Taça de Portugal.
"Jogar sem o Otamendi e o António Silva, é difícil. Sem Enzo e um Manu a recuperar, é difícil”.
"Agora, que é difícil jogar no Porto. Jogar sem o Otamendi e o António Silva, é difícil. Sem Enzo e um Manu a recuperar, é difícil", afirmou José Mourinho, confirmando mais duas importantes baixas para o embate diante dos dragões, o que complica bastante a tarefa do Clube da Luz.
“Esta foi a primeira derrota que tivemos em Portugal esta época. A primeira parte também foi a pior performance que tivemos esta época. O banco que tínhamos hoje é uma equipa de miúdos sem minutos pela equipa principal”, acrescentou o técnico encarnado, nada satisfeito com o desempenho dos seus jogadores.
“Temos tido dificuldades, mas a minha natureza enquanto treinador é nunca desistir e não permitir que aqueles que estão comigo desistam", finalizou José Mourinho. Os encarnados, ao dia de hoje, contam com mais de uma dezena de lesionados, sendo alguns deles habituais titulares, como Dodi Lukebakio ou Enzo Barrenechea.
O Benfica volta a entrar em ação na próxima quarta-feira, 14 de janeiro, às 20h45, na deslocação ao reduto do Porto. O encontro diz respeito aos quartos-de-final da Taça de Portugal e os encarnados só têm um objetivo: marcar presença na fase seguinte da prova rainha.