Futebol
Ruben Amorim foi despedido do Manchester United, mas não sai de mãos a abanar
06 Jan 2026 | 13:02
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23 Mai 2023 | 10:52 |
João Mário foi vítima de uma grande quantidade de insultos e assobios no dérbi frente ao Sporting em Alvalade e nesse sentido, Jorge Silvério, psicólogo desportivo, analisou a situação e a alteração de Roger Schmidt, que retirou o camisola 20 ao intervalo.
“Aquilo que o treinador fez foi excelente. Em termos disciplinares, o jogador podia sair prejudicado. Roger Schmidt protegeu um dos seus liderados”, começou o especialista em psicologia, ao jornal Record.
“Os jogadores são seres humanos, não nos conseguimos isolar desses fatores. Daí termos jogadores que encaram bem essas situações se outros com mais dificuldades. De alguma forma João Mário deve ter sentido os assobios como um sinal de ingratidão. Já se sabia que a probabilidade de isto acontecer, os assobios e tudo mais, era grande. Pelo menos antes havia que tentar minimizar o impacto que isto podia ter no jogador. Percebia-se que estava com dificuldades em campo. Até em bate-bocas e tudo mais”, continuou.
“Não há receitas para resolver isto ou permitir que um jogador fique alheado da situação. Tem de ser aplicado a cada caso. Isto tem impactos diferentes em função dos jogadores. Mas há que perceber esse impacto e dar ferramentas para o jogador conseguir desligar do ruído. Por exemplo, para jogadores que vão marcar um livre ou penálti e são assobiados assim, esse atleta tem de tentar ao máximo isolar-se dessas situações. Os jogadores são muitas vezes assobiados. Têm de ser trabalhados e preparados para isso. Quando se aproximam cada vez mais da bancada, como foi o caso do que aconteceu ao João Mário, têm de saber que isso vai acontecer”, terminou Jorge Silvério.
João Mário – avaliado em 16 milhões de euros – conta com 23 golos e 12 assistências, em 50 partidas, esta temporada.
Figura chave dos minhotos disse não querer que recentes erros defensivos aconteçam na quarta-feira frente aos encarnados, na meia-final da Taça da Liga
06 Jan 2026 | 18:59 |
O Braga sofreu cinco golos nos últimos dois jogos, três dos quais em sequência de bolas paradas: dois no empate frente ao Estrela da Amadora (3-3) e um no empate caseiro frente ao Benfica (2-2). Contudo, Carlos Vicens, treinador dos minhotos, garante que as ausências dos defesas centrais Lagerbielke e Niakaté não justificam essas falhas.
"Não nos desculpamos com as ausências. Não queremos gente lesionada até para ter mais opções, mas temos que nos focar nos que cá estão. [Esses golos] Não foram erros de organização defensiva, mas erros pontuais e muito concretos, um canto ou um livre lateral. Temos que dar uma melhor resposta do ponto de vista individual, jogue quem jogar, e amanhã [quarta-feira] não se podem repetir esse tipo de falhas porque custam pontos e porque queremos estar na final”, disse o treinador.
Vencedor da Taça da Liga em três ocasiões, a equipa nortenha não ganha no campeonato há três jornadas. Somando uma derrota no Estoril e dois empates, na Amadora e frente ao Benfica em casa, há pouco menos de 10 dias, num jogo em que foi superior na primeira parte, mas caiu no segundo tempo.
Questionado se espera um Benfica mais expectante no início, como aconteceu nessa partida, o treinador espanhol notou que "houve diferentes momentos de ambas as equipas". "Não se pode descontextualizar, as energias que se vão acumulando durante o jogo também fazem com que a forma como as equipas abordam os diferentes momentos vá variando, e isso acontece em todos os jogos, vamos ver a proposta deles e a nossa", disse.
Carlos Vicens reforçou a ideia de ser necessária uma "mentalidade de alta exigência" e garantiu "motivação e confiança para fazer um bom jogo e fazer tudo para ganhar e estar na final de sábado". Bragal e Benfica têm encontro marcado para esta quarta-feira, dia 7 de janeiro pelas 20h00, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
Antigo jogador dos encarnados foi despedido do Manchester United e regresso a Portugal foi uma das possibilidades colocadas em cima da mesa
06 Jan 2026 | 17:17 |
Álvaro Magalhães considera que não faz sentido falar de um regresso de Ruben Amorim - que foi despedido do Manchester United - a Portugal e, mais concretamente, ao Benfica. Em declarações ao Notícias ao Minuto, o antigo técnico-adjunto do Clube da Luz deixou ainda uma ‘boca’ a José Mourinho, considerando que o mesmo precisa de mostrar resultados.
“Tornou-se uma moda associar o Benfica a Ruben Amorim”
"Não faz sentido, tornou-se uma moda associar o Benfica a Ruben Amorim. José Mourinho é um treinador experiente, com maturidade, que não precisa de dar provas a ninguém mesmo se não ganhar. O Amorim foi bem-sucedido no Sporting, que, com todo o respeito, não é o Benfica”, começou por afirmar Álvaro Magalhães.
“Conheço aquela casa e lá não há projetos. Os treinadores têm de preparar equipa ano após ano para ganhar títulos, ir ao encontro das exigências dos adeptos. O futuro é para quem não esta habituado a ganhar. Em Portugal, o Benfica tem um nível de pressão semelhante ao Manchester United em Inglaterra e o Ruben Amorim não aguentou”, acrescentou o técnico.
“Mourinho entrou a dois pontos do primeiro lugar”
"Janeiro é muito importante para o Benfica, não só para o treinador, mas para toda a gente dentro da estrutura, incluindo o presidente Rui Costa. Terceiro lugar no campeonato, a 10 do líder Porto”, lembrou Álvaro Magalhães, ‘exigindo’ resultados ao atual técnico do Clube da Luz.
“O Mourinho entrou no comando técnico a dois pontos do primeiro lugar, não podemos esquecer. Naturalmente, há críticas e os adeptos estão revoltados. Vem aí a Taça da Liga e a Taça de Portugal, provas que o Benfica tem de vencer para amenizar o prejuízo. Caso os resultados não forem positivos, haverá conversas", finalizou Álvaro Magalhães.
Merengues vão defrontar as águias na oitava e última jornada da Liga dos Campeões, no Estádio da Luz, no dia 28 de janeiro, às 20h00
06 Jan 2026 | 16:13 |
Kylian Mbappé não recuperou a tempo de um problema no joelho e não vai viajar com o Real Madrid - que está de olho em dupla dos encarnados - para a Arábia Saudita, onde os merengues vão defrontar o Atlético de Madrid, em jogo contar para a Supertaça Espanhola, podendo também falhar o jogo contra o Benfica, que se realizará no dia 28 de janeiro.
O jogador francês é uma das grandes dores de cabeça para Xabi Alonso. À sua ausência junta-se a de Éder Militão, ex Porto. Porém, Trent Alexander-Arnold estará disponível para o compromisso da jornada seis da prova milionária contra os encarnados. Uma outra baixa para o jogo da Supertaça, mas que poderá estar disponível frente ao Benfica, é Brahim Diaz, avançado que está a representar a seleção de Marrocos na Taça das Nações Africanas.
No lugar do atleta gaulês tem jogado Gonzalo García, jovem avançado espanhol, que na última partida de La Liga frente ao Real Bétis anotou um hat-trick, ajudando a sua equipa a construir uma goleada de 5-1. Este triunfo coloca o clube na vice-liderança da competição, a quatro pontos do rival Barcelona, que poderá ser o adversário na final da Supertaça, caso o Real vença o Atlético de Madrid e o Barcelona ganhe frente ao Athletic Bilbao.
O Real Madrid, antes de defrontar o Benfica na Liga dos Campeões, vai encontrar-se com o Mónaco, dia 20, no Bernabéu, enquanto o Benfica, na sétima jornada, desloca-se a Turim em duelo contra a Juventus. A equipa espanhola está, neste momento, em zona de qualificação direta, no sétimo lugar com 12 pontos.
Nesta temporada, Kylian Mbappé – avaliado em 200 milhões de euros – está a ter um desempenho incrível. Em 24 jogos oficiais, o astro tem 29 golos e quatro assistências, sendo que atualmente é o melhor marcador da Liga dos Campeões (nove golos) e da Liga Espanhola (18 remates certeiros).