Futebol
Jaime Cancella de Abreu de boca aberta com jogador do Benfica: "Um capitão sem braçadeira"
20 Set 2026 | 15:29
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19 Ago 2024 | 21:11 |
E esta? Depois de ter estado com pé e meio no Benfica, no passado mercado de transferências, Santiago Giménez pode agora rumar ao antigo clube de Odysseas Vlachodimos (que saiu para o Newcastle), uma vez que o Nottingham Forest está muito bem posicionado na corrida pelo avançado do Feyenoord.
Segundo informa, esta segunda-feira, o jornal português Record, o emblema de Nuno Espírito Santo estará mesmo perto de garantir os serviços do avançado mexicano, com as negociações entre os neerlandeses e os ingleses a fluir de forma bastante positiva.
De acordo com informações avançadas pela mesma fonte, o Nottingham Forest já se 'chegou' à frente, tendo oferecido qualquer coisa como 25 milhões de euros pelo antigo alvo do Benfica. Todavia, o Feyenoord acabou por rejeitar esta primeira proposta, apontando para os milhões.
Vale recordar que, Santiago Giménez foi apontado ao Benfica durante muito tempo, porém a vinda não chegou a concretizar-se. No verão passado, a SAD liderada por Rui Costa decidiu avançar por Arthur Cabral, depois da saída de Gonçalo Ramos para o PSG. Já neste mercado, o Presidente do Glorioso garantiu a contratação de Vangelis Pavlidis do AZ Alkmaar, contando ainda com a permanência de Marcos Leonardo.
Em 23/24, Santiago Giménez - atualmente avaliado em 40 milhões de euros - alinhou em 41 partidas, somando 26 golos e oito assistências, nos 3.205 minutos totalizados. No que toca à presente temporada, o avançado, que ficou em branco no duelo com o Benfica, a contar para a Eusébio Cup, já marcou presença em três embates: 2 na Eredivisie e um na Johan Cruijff Schaal. O craque apontou quatro tiros certeiros e um passe para golo.
Recorde-se que, o avançado mexicano renovou contrato com o Feyenoord, estando ligado ao emblema dos Países Baixos até junho de 2027. O futebolista tem uma cláusula de rescisão fixada nos 120 milhões de euros, não tendo sido alterada na altura em que assinou mais uma época com os neerlandeses.
Treinador acredita que as águias entraram bem no jogo, admite a culpa pelo resultado e evita falar sobre a expulsão de Lenglet
21 Set 2026 | 09:46 |
Após a derrota revoltante contra o Porto (3-1) no Estádio do Dragão, onde viu aumentar a distância para o líder da Liga Portugal Betclic, o técnico Marco Silva, do Benfica, analisou o jogo em conferência de imprensa. Veja tudo que disse o treinador.
Diferença no clássico
“Tivemos uma excelente entrada nos primeiros 20 a 25 minutos, dentro daquilo que era o nosso plano e a nossa identidade. Acabámos por perder o jogo por culpa nossa. Fomos nós que o perdemos, para além das coisas que aconteceram dentro do terreno, e temos de assumir isso mesmo. Perdemos três pontos importantes. Infelizmente para nós, há agora uma paragem e vão surgir todas as narrativas sobre o assunto. Temos de voltar mais fortes. Quero agradecer aos nossos adeptos o apoio incondicional desde ontem e hoje até ao final do jogo. Infelizmente, não lhes demos o que eles mereciam, mas estamos cá para continuar a crescer".
Expulsão de Lenglet
“Em relação à expulsão, não vou fazer qualquer comentário. Se o clube tiver de dizer alguma coisa em relação ao jogo, deve dizê-lo. Não sei se irei conseguir continuar assim até ao final da época. Venho de uma cultura diferente. Aqui, infelizmente, consegue-se condicionar os árbitros antes dos jogos, depois dos jogos e durante a semana, de todas as formas possíveis, e por vezes dá resultado. Não vou entrar por aí. Isso não me cabe a mim responder. Ele falou de coisas estranhas, portanto entrem vocês nessa conversa com ele. Em relação à expulsão, quero é que os meus jogadores sejam mais maduros e tenham capacidade de, havendo ou não provocações, manter o equilíbrio emocional".
Imaturidade do Benfica?
“Falei de uma forma geral, não quero estar a analisar todos os momentos convosco. Sofremos o primeiro golo num lance completamente evitável da nossa parte, algo que me compete a mim trabalhar com os meus jogadores. Mas falou do segundo golo e eu percebo porquê. Tivemos uma boa entrada, mesmo com dez jogadores. Eu disse aos jogadores que era fundamental não sofrermos golos na segunda parte, independentemente de estarmos a perder, porque sabia que íamos marcar. Quando digo que temos de crescer, é neste aspeto: sermos maduros, percebermos onde queremos ir e quais os caminhos para lá chegar. Sofremos um golo muito rápido após termos marcado, quando devíamos ter neutralizado a reação do Porto".
Agressividade do Porto
“Não sou eu que vou gerir a agressividade do adversário. Estão lá quatro árbitros, mais dois no VAR, para gerir isso. Não tenho de ser eu a avaliar se passa os limites ou não".
Ideais táticos para o jogo
“A nossa intenção na primeira parte foi clara: entrámos no 4-4-2 habitual e usámos gatilhos de pressão bem definidos para condicionar a primeira fase de construção do Porto. Fomos pressionantes, agressivos e recuperámos muitas bolas em zonas altas, anulando o jogo interior deles até meio da primeira parte. Com dez jogadores, tornou-se mais difícil manter essa pressão alta. A equipa baixou linhas e perdeu alguma coesão no meio-campo para acompanhar os movimentos de rutura do adversário. Tentámos corrigir a meio da segunda parte, mas sofrer dois golos logo após o nosso empate afetou a equipa. Faltou-nos mais critério com bola para gerir o ritmo de jogo e mais coesão a defender a linha de quatro perante a presença ofensiva do Porto".
Equipa de Marco Silva ficou reduzida a 10 jogadores ainda na primeira parte, conseguiu mesmo assim chegar ao empate, mas viu rival triunfar
20 Set 2026 | 22:35 |
O Benfica saiu derrotado do Dragão por 3-1 diante do Porto. A equipa de Marco Silva ficou reduzida a 10 jogadores ainda na primeira parte, conseguiu mesmo assim chegar ao empate no início do segundo tempo, mas sofreu dois golos em apenas oito minutos e perdeu a oportunidade de assumir a liderança da Liga.
O primeiro lance polémico surgiu entre Gabri Veiga e Alexander Bah, onde o espanhol pisou deliberadamente o dinamarquês e saiu apenas com um cartão amarelo do lance, logo aos cinco minutos. Aos 31 minutos, Gabri Veiga apareceu na área após uma assistência de Pepê e bateu Samuel Soares (1-0).
A situação ficou mais complicada pouco depois, quando Clément Lenglet recebeu o segundo cartão amarelo e deixou o Benfica em inferioridade numérica. Marco Silva reagiu com uma alteração para reorganizar a equipa, mas as águias conseguiram manter-se competitivas e chegaram ao intervalo ainda com margem para discutir o resultado. A resistência acabou por dar frutos logo no início da segunda parte, com Bah a aparecer na área e a cabecear para o 1-1, depois de um cruzamento de Prestianni - que vai renovar com as águias.
O empate devolveu confiança ao Benfica e, durante alguns instantes, pareceu contrariar a desvantagem numérica. A igualdade, porém, durou muito pouco. O Porto voltou a colocar-se na frente apenas três minutos depois, através de Froholdt, e, aos 60 minutos, Hwang In-Beom fez o 3-1.
O Benfica termina assim a sétima jornada com a segunda derrota da temporada e vê interrompida uma sequência de cinco vitórias consecutivas no campeonato. A equipa de Marco Silva continua com 16 pontos, enquanto o Porto passa a somar 21 e reforça a liderança.
1-0:
1-1:
2-1:
3-1:
Na opinião do comentador, atleta poderá fazer a diferença no Clássico deste domingo, uma vez que o seu nível está acima da média
20 Set 2026 | 16:16 |
Porto e Benfica defrontam-se este domingo no Estádio do Dragão, num Clássico onde os detalhes poderão assumir um papel decisivo. Para Diogo Luís, antigo jogador das águias, os dragões têm uma arma particular capaz de fazer a diferença: Diogo Costa.
O antigo lateral destacou as características do guarda-redes internacional português e considera que existe uma qualidade que o distingue no futebol nacional: "Tem ainda uma característica favorável. Na baliza está Diogo Costa, que tem uma qualidade única em Portugal e rara no mundo", escreveu no jornal 'A Bola'.
Apesar de reconhecer essa mais-valia, o antigo jogador considera que o Porto apresenta algumas fragilidades no processo defensivo que podem ser exploradas pelo Benfica. Na sua perspetiva, a equipa orientada por Francesco Farioli já não consegue surpreender os adversários da mesma forma que no início da temporada passada.
"Defensivamente, não é uma equipa perfeita. Quando falha a primeira zona de pressão, permite espaço para os adversários explorarem. No início da época passada, esta abordagem surpreendeu. Com o passar dos jogos, os adversários adaptaram-se e começaram a criar dificuldades adicionais", explicou.
Do lado do Benfica, Diogo Luís identificou a intensidade como uma das principais mudanças introduzidas por Marco Silva desde a chegada ao comando técnico. O antigo lateral considera que as águias apresentam agora uma dinâmica mais agressiva, tanto na procura pelo golo como na reação à perda da bola.
"A intensidade é outra novidade implementada por Marco Silva. Hoje, o Benfica é uma equipa muito mais intensa e que está sempre ligada ao jogo. Se faz um golo, procura o segundo e assim sucessivamente. Defensivamente, a reação à perda de bola é forte. A forma como pressiona os adversários depende da estratégia para cada jogo", concluiu.
Jaime Cancella de Abreu de boca aberta com jogador do Benfica: "Um capitão sem braçadeira"
20 Set 2026 | 15:29
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20 Set 2026 | 14:33
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20 Set 2026 | 14:08