Futebol
Juventus está em contactos por Trubin e Benfica já definiu valor para vender guarda-redes
15 Jul 2026 | 16:56
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
24 Mar 2024 | 09:09 |
A seleção da Argentina venceu o El Salvador por 3-0 e Di María foi o capitão na ausência de Lionel Messi. Com uma bela exibição incluindo uma assistência histórica, Fideo colheu elogios de Héctor Enrique, lenda da formação albiceleste, que está certo que o craque do Benfica ainda dura uns anos.
Em declarações ao jornal Record, Enrique não teve palavras a medir. Campeão do Mundo em 1986 e um belo currículo em termos de assistências, serviu Valdano na final desse mundial, frente à Alemanha e passou a bola a Maradona para que este fizesse o golo do século. Foi também adjunto de Maradona em 2010 por isso chegou mesmo a treinar Di María.
“O Di Maria é um génio do futebol” atirou. “Eu já disse há algum tempo que Di María talvez não esteja para jogar como extremo, mas sim por dentro do campo. Ele ainda pode jogar com facilidade porque, pelo nível que apresenta, é um grande nome. Pode jogar até aos 40 anos se quiser”, disse.
O médio de 61 anos está convencido que o extremo de 36 tem mais para dar pelo pais e que a capitania é sempre justa na ausência de 'La Pulga'. “Se não está Messi, o capitão deve ser sempre o Di María. Depois do Messi, é o jogador mais representativo e importante desta seleção”.
Ángel Di María - avaliado em 4 milhões de euros pelo portal Transfermarkt - regressou ao Clube da Luz esta temporada, onde já realizou 39 duelos, somando 15 golos e 11 assistências. Na época passada, ao serviço da Juventus, alinhou em 40 encontros, onde teve a oportunidade de marcar oito tentos, assistindo em sete ocasiões.
O craque, que se sagrou campeão do Mundo pela Argentina, assim como Nicolás Otamendi, envergou pela primeira vez o Manto Sagrado na época de 2007/08, chegando oriundo do Rosario Central. O extremo saiu para rumar ao Real Madrid, tendo passado ainda pelo Manchester United, PSG e Juventus, antes de regressar à Catedral.
Conhecido ator e adepto encarnado analisou possível saída de pupilo de Marco Silva, que tem sido muito cobiçado neste mercado
16 Jul 2026 | 03:00 |
Joaquim Nicolau afirma que o valor de mercado de Andreas Schjelderup está acima dos 50 milhões de euros. Neste Exclusivo Glorioso 1904, o ator e conhecido adepto do Clube encarnado analisou a exibição da equipa de Marco Silva contra o Flamengo, abordou a iminente saída de António Silva, destacou o perfil do central que Rui Costa deve contratar para o eixo da defesa e comentou os rumores de mercado sobre o extremo norueguês.
J. Nicolau: "Coletivamente o Benfica vai jogar melhor, mas individualmente há muita mexida para fazer"
"Jogo contra o Flamengo? Gostei dos posicionamentos da equipa. Coletivamente o Benfica deve jogar melhor, mas individualmente há muitas mexidas para fazer, caso contrário não acredito. Falta um '6' de qualidade e o José Neto é melhor do que Samuel Dahl", começou por dizer ao nosso Jornal.
António Silva já tomou uma decisão quanto ao seu futuro e pretende deixar o Benfica durante o atual mercado de verão. Sobre este desfecho, o ator foi muito claro em relação ao jovem atleta: "António ou renova ou sai", comentou.
J. Nicolau: "O perfil deve ser de central experiente, mas com margem de progressão"
Relativamente ao perfil do substituto, Joaquim Nicolau pede um reforço com experiência mas ainda com potencial. "O perfil deve ser de central experiente, mas com margem de progressão. No entanto, o titular deve ser Tomás Araújo ao lado de Clément Lenglet".
Para concluir, o adepto benfiquista sustentou que a Direção liderada por Rui Costa deve subir a parada para libertar Andreas Schjelderup, sobretudo após as exibições no Mundial. "Schjelderup vale mais do que 50 milhões de euros depois do Mundial, até porque a sua cláusula de rescisão é de 100 milhões", finalizou.
Clube encarnado somou mais um jogo sem triunfar em jogo de preparação diante de adversário da terceira divisão nacional, no Seixal
15 Jul 2026 | 17:39 |
Depois do empate (0-0) contra o Sintrense, o Benfica B voltou a não conseguir vencer, esta quarta-feira (1-1) frente ao Lusitano de Évora, da Liga 3, no segundo jogo de preparação para a época 2026/27, disputado no Benfica Campus, no Seixal.
O avançado Gustavo Ferreira inaugurou o marcador para as águias, aos 24 minutos, mas na segunda parte os comandados de Nélson Veríssimo não conseguiram evitar o empate dos alentejanos à passagem dos 61', por Ousmane Diagne.
Os benfiquistas atuaram de início com Arnas Voitinovicius, Duarte Soares, Martim Ferreira, Guilherme Gaspar, João Capucho, Rafael Quintas, Stevan Manuel, Tiago Freitas, Peter Edokpolor, Tiago Rodrigues e Gustavo Ferreira.
No encontro, o treinador da equipa secundária do Benfica utilizou ainda Luiz Xavier, Diogo Coelho, João Fonseca, Ricardo Neto, Tiago Parente, Nuno Félix - que está de saída - , Isaac Ferreira, Francisco Neto, Ruben Correia, Diego Castel Branco, João Afonso e Tomás Soares.
Os próximos jogos de preparação do Benfica B, cuja estreia na 2.ª Liga será diante do Leixões, no fim de semana de 8 e 9 de agosto, realizam-se no sábado, dia 18, pelas 10:30, no Seixal, com o Torreense, e às 19:00, em São Brás de Alportel, com o Farense, clubes que também competem na segunda divisão.
Jogador garante não ter nenhum motivo para querer voltar atrás de suas decisões, mesmo que não aconteça da forma como imaginava
15 Jul 2026 | 17:37 |
Cher Ndour recordou a passagem pelo Benfica quando fez uma retrospetiva da carreira e explicou as razões que o levaram a trocar a Atalanta pelo Clube da Luz ainda em idade de formação. Aos 21 anos, o médio italiano prepara-se para iniciar a segunda temporada completa ao serviço da Fiorentina, depois de uma época de afirmação em que somou 47 jogos, sete golos e três assistências pelo conjunto viola.
O futebolista aproveitou ainda a conversa para revisitar os momentos mais marcantes da sua ainda curta carreira, que já passou por Benfica, saindo a custo zero para o PSG. Formado durante sete anos na Atalanta, revelou que chegou a recusar uma proposta da Juventus antes de optar pelo projeto do Benfica, decisão que, garante, nunca colocou em causa. A entrevista foi dada para o Gazzetta dello Sport.
"Pelo meu caráter, tenho tendência a estagnar, preciso de estímulos. O Benfica trabalha bem com os jovens, e aceitei também graças aos meus pais, que me apoiaram. Os primeiros meses foram difíceis, havia a pandemia de Covid-19 e fazíamos tudo por videochamada...", afirmou.
O médio explicou ainda que nunca se arrependeu da mudança para Lisboa, apesar de reconhecer que a opção mais confortável teria sido permanecer em Bérgamo: "Nunca me arrependo das escolhas que faço. Naquela altura, era certo ficar na Atalanta, onde tinha entrado na formação aos 10 anos. Era demasiado novo para me mudar para um internato", confessou.
Durante a entrevista, Ndour recordou também um dos momentos mais marcantes da passagem pelo Benfica: a qualificação para a final da UEFA Youth League, depois de eliminar a Juventus nas grandes penalidades: "Depois, venci a Juventus nos penáltis na meia-final da Youth League com o Benfica e, este ano, marquei em Turim: a maior alegria, a par do golo contra o Inter, talvez um pouco mais por causa da rivalidade histórica entre as claques".