Futebol
Diogo Luís destaca um jogador para o Porto - Benfica: "Tem uma qualidade única em Portugal"
20 Set 2026 | 15:58
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18 Abr 2024 | 17:39 |
O Benfica defronta o Marselha esta quinta-feira para tentar garantir a presença na meia final da Liga Europa, feito que, segundo Braz Frade, antigo vice-presidente do Clube da Luz, não 'salva' a época, mas a eventual conquista da competição, por outro lado, já faz o ex-dirigente pensar mais positivo.
"Este jogo não salva a época só por si, mas ainda pode vir a salvar em caso de sucesso e ajudar ao prestígio internacional do Benfica. Uma época salva num clube grande como o Benfica começa sempre pela conquista do título e isso já não irá acontecer", começou por dizer em declarações ao jornal Record.
"Ou seja, este jogo pode ajudar a nossa época a ficar um bocadinho melhor porque mantém a esperança do Benfica ganhar uma Liga Europa o que, a acontecer, seria obviamente algo importante e aí sim, já salvaria de alguma forma a temporada", apontou o antigo vice-presidente do Glorioso.
Quanto ao jogo em si, Braz Frade acredita num jogo ofensivo: "O Benfica tem de jogar para ganhar como fez na Luz e só assim pode de alguma maneira controlar a vantagem que tem neste momento. Todos sabemos que não é fácil jogar em Marselha, o ambiente vai ser muito adverso, mas se a equipa estiver bem fisicamente pode voltar a ganhar o jogo", reforçou.
"Tenho essa convicção e só lamento a vantagem não ser maior neste momento, pois na Luz a equipa deixou-se adormecer em vez de tentar aumentar a vantagem que já tinha e aí o treinador também não fez as substituições na devida altura para poder refrescar a equipa", recordou o sucedido no encontro com o Moreirense.
"Ganhar uma Liga Europa é algo muito prestigiante e é importante para o Benfica. Acho que isso pode ser possível em função até da maneira como já está o campeonato em que o 2º lugar do Benfica não parece estar em causa e o primeiro está muito longe. Mas todos sabemos que não basta eliminar o Marselha, ainda teremos uma eventual meia-final e uma final para ganhar e isso não será nada fácil", afirmou o antigo dirigente do Benfica.
Na sua opinião, só os títulos contam: "Nós neste momento estamos um pouco como o Porto que vai à final da Taça de Portugal, mas isso não servirá para salvar a época. Mesmo com uma eventual presença na final da Liga Europa, no nosso caso, será igual. Só mesmo vencendo é que poderíamos dizer que a época estaria salva".
Importa recordar que, a turma de Roger Schmidt entra em campo no dia 18 de abril, para defrontar o Marselha, mais uma vez. Os encarnados vão disputar o duelo a valer para a segunda mão dos quartos de final, que vai ser disputado no reduto dos franceses. Recorde-se que as águias estão em vantagem na eliminatória depois de terem vencido por 2-1, no Estádio da Luz. O pontapé de saída está agendado para as 20h00.
Presidente acredita em critérios diferentes nas decisões da arbitragem durante o Clássico com os dragões e vê rigor maior com as águias
21 Set 2026 | 10:23 |
Rui Costa não escondeu a insatisfação com a arbitragem de Miguel Nogueira após a derrota do Benfica por 1-3 diante do FC Porto, no Estádio do Dragão. O presidente encarnado apontou uma alegada "dualidade de critérios", sobretudo no capítulo disciplinar, embora tenha reconhecido também os erros cometidos pela própria equipa.
Rui Costa sobre o Porto - Benfica: "acho que há uma dualidade tremenda..."
À saída do estádio, o líder das águias começou por destacar a entrada forte do Benfica no encontro, lamentando que a expulsão de Lenglet, aos 35 minutos, tenha condicionado o resto da partida: "O Benfica entrou muito bem neste jogo. Entrou a mandar no jogo como estrategicamente o Marco Silva tinha pedido aos jogadores. Fizemos uma primeira meia hora muito boa, apesar de, no único deslize que tivemos, acabar por sofrer um golo", começou por dizer.
Rui Costa considera que a igualdade numérica poderia ter alterado o desenrolar do encontro, tendo em conta aquilo que o Benfica conseguiu produzir nos primeiros minutos: "Claro que jogar aqui com 10 elementos não é a mesma coisa que jogar 11 para 11, e acredito que, se assim fosse, o resultado tinha sido diferente, ou o jogo tinha sido diferente, por aquilo que estávamos a fazer", afirmou.
Sobre o cartão vermelho mostrado a Lenglet, o presidente encarnado não quis contestar diretamente a decisão de Miguel Nogueira, mas considerou que o defesa francês, já amarelado, deveria ter evitado o contacto: "Não vou estar a discutir a expulsão do Lenglet, apesar de, se vocês analisarem, o André Silva queixar-se da cara quando é uma pequena, uma ligeira pancada na nuca - nem sequer é na cara. Mas não vou estar a discutir o lance, porque sobretudo aqui, depois de ter um amarelo, não pode arriscar uma ação daquelas", explicou.
"Em relação à dualidade de critérios, sobretudo no fator disciplinar, acho que há uma dualidade tremenda. Há uma dualidade tremenda onde o Benfica foi extremamente punido nisso, porque a quantidade de faltas que o FC Porto faz, para além da falta normal e que não é punida com amarelo, vai dando força a uma equipa e vai tirando a outra. Há uma série de entradas, há uma série de faltas de jogadores do FC Porto que têm de ser punidas, mesmo antes da expulsão do Lenglet. Vejo o Prestianni levar um amarelo por mostrar a cara cheia de sangue ao árbitro, numa pancada que levou quase sem bola e que nem sequer sancionada foi", referiu.
Apesar das críticas à arbitragem, o presidente do Benfica fez questão de reconhecer que a equipa também cometeu erros durante o encontro: "Não eliminando os erros que nós cometemos - porque depois acabámos por cometer erros -, a dualidade de critérios, sobretudo no critério disciplinar, foi por demais exagerada", concluiu.
Treinador acredita que as águias entraram bem no jogo, admite a culpa pelo resultado e evita falar sobre a expulsão de Lenglet
21 Set 2026 | 09:46 |
Após a derrota revoltante contra o Porto (3-1) no Estádio do Dragão, onde viu aumentar a distância para o líder da Liga Portugal Betclic, o técnico Marco Silva, do Benfica, analisou o jogo em conferência de imprensa. Veja tudo que disse o treinador.
Diferença no clássico
“Tivemos uma excelente entrada nos primeiros 20 a 25 minutos, dentro daquilo que era o nosso plano e a nossa identidade. Acabámos por perder o jogo por culpa nossa. Fomos nós que o perdemos, para além das coisas que aconteceram dentro do terreno, e temos de assumir isso mesmo. Perdemos três pontos importantes. Infelizmente para nós, há agora uma paragem e vão surgir todas as narrativas sobre o assunto. Temos de voltar mais fortes. Quero agradecer aos nossos adeptos o apoio incondicional desde ontem e hoje até ao final do jogo. Infelizmente, não lhes demos o que eles mereciam, mas estamos cá para continuar a crescer".
Expulsão de Lenglet
“Em relação à expulsão, não vou fazer qualquer comentário. Se o clube tiver de dizer alguma coisa em relação ao jogo, deve dizê-lo. Não sei se irei conseguir continuar assim até ao final da época. Venho de uma cultura diferente. Aqui, infelizmente, consegue-se condicionar os árbitros antes dos jogos, depois dos jogos e durante a semana, de todas as formas possíveis, e por vezes dá resultado. Não vou entrar por aí. Isso não me cabe a mim responder. Ele falou de coisas estranhas, portanto entrem vocês nessa conversa com ele. Em relação à expulsão, quero é que os meus jogadores sejam mais maduros e tenham capacidade de, havendo ou não provocações, manter o equilíbrio emocional".
Imaturidade do Benfica?
“Falei de uma forma geral, não quero estar a analisar todos os momentos convosco. Sofremos o primeiro golo num lance completamente evitável da nossa parte, algo que me compete a mim trabalhar com os meus jogadores. Mas falou do segundo golo e eu percebo porquê. Tivemos uma boa entrada, mesmo com dez jogadores. Eu disse aos jogadores que era fundamental não sofrermos golos na segunda parte, independentemente de estarmos a perder, porque sabia que íamos marcar. Quando digo que temos de crescer, é neste aspeto: sermos maduros, percebermos onde queremos ir e quais os caminhos para lá chegar. Sofremos um golo muito rápido após termos marcado, quando devíamos ter neutralizado a reação do Porto".
Agressividade do Porto
“Não sou eu que vou gerir a agressividade do adversário. Estão lá quatro árbitros, mais dois no VAR, para gerir isso. Não tenho de ser eu a avaliar se passa os limites ou não".
Ideais táticos para o jogo
“A nossa intenção na primeira parte foi clara: entrámos no 4-4-2 habitual e usámos gatilhos de pressão bem definidos para condicionar a primeira fase de construção do Porto. Fomos pressionantes, agressivos e recuperámos muitas bolas em zonas altas, anulando o jogo interior deles até meio da primeira parte. Com dez jogadores, tornou-se mais difícil manter essa pressão alta. A equipa baixou linhas e perdeu alguma coesão no meio-campo para acompanhar os movimentos de rutura do adversário. Tentámos corrigir a meio da segunda parte, mas sofrer dois golos logo após o nosso empate afetou a equipa. Faltou-nos mais critério com bola para gerir o ritmo de jogo e mais coesão a defender a linha de quatro perante a presença ofensiva do Porto".
Equipa de Marco Silva ficou reduzida a 10 jogadores ainda na primeira parte, conseguiu mesmo assim chegar ao empate, mas viu rival triunfar
20 Set 2026 | 22:35 |
O Benfica saiu derrotado do Dragão por 3-1 diante do Porto. A equipa de Marco Silva ficou reduzida a 10 jogadores ainda na primeira parte, conseguiu mesmo assim chegar ao empate no início do segundo tempo, mas sofreu dois golos em apenas oito minutos e perdeu a oportunidade de assumir a liderança da Liga.
O primeiro lance polémico surgiu entre Gabri Veiga e Alexander Bah, onde o espanhol pisou deliberadamente o dinamarquês e saiu apenas com um cartão amarelo do lance, logo aos cinco minutos. Aos 31 minutos, Gabri Veiga apareceu na área após uma assistência de Pepê e bateu Samuel Soares (1-0).
A situação ficou mais complicada pouco depois, quando Clément Lenglet recebeu o segundo cartão amarelo e deixou o Benfica em inferioridade numérica. Marco Silva reagiu com uma alteração para reorganizar a equipa, mas as águias conseguiram manter-se competitivas e chegaram ao intervalo ainda com margem para discutir o resultado. A resistência acabou por dar frutos logo no início da segunda parte, com Bah a aparecer na área e a cabecear para o 1-1, depois de um cruzamento de Prestianni - que vai renovar com as águias.
O empate devolveu confiança ao Benfica e, durante alguns instantes, pareceu contrariar a desvantagem numérica. A igualdade, porém, durou muito pouco. O Porto voltou a colocar-se na frente apenas três minutos depois, através de Froholdt, e, aos 60 minutos, Hwang In-Beom fez o 3-1.
O Benfica termina assim a sétima jornada com a segunda derrota da temporada e vê interrompida uma sequência de cinco vitórias consecutivas no campeonato. A equipa de Marco Silva continua com 16 pontos, enquanto o Porto passa a somar 21 e reforça a liderança.
1-0:
1-1:
2-1:
3-1:
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20 Set 2026 | 15:29
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20 Set 2026 | 14:33