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Futebol
30 Jan 2024 | 13:29 |
O ex vice-presidente do Benfica, Braz Frade, membro das direções de Vale e Azevedo e Luís Filipe Vieira, esteve à conversa com o jornal Record analisando a vitória por 4-1 frente ao Estrela da Amadora. O antigo dirigente mostrou-se feliz com o resultado, mas crítica Roger Schmidt por algumas decisões tomadas.
"Foi uma vitória merecida, justa, desse ponto de vista o resultado foi esclarecedor. Há que dizer que o Benfica na primeira parte voltou a entrar mal, com os erros de colocação de alguns jogadores. Como por exemplo João Mário a jogar à esquerda e Kökçü onde tem jogado, numa posição em que nunca jogou, fora da posição para a qual foi comprado, que é a 10. Não podemos pedir mais a estes jogadores porque não atuam onde rendem mais", começou por dizer o dirigente.
Braz Frade acrescenta que a qualidade individual foi decisiva: "Na primeira parte o Benfica, apesar de dominar em posse, não criou muitas oportunidades e virou o jogo em 2 ou 3 minutos graças ao génio individual de Di María, Arthur Cabral e Rafa. Teve muito pouco a ver com a questão tática. Se o Benfica quiser continuar a viver assim, a vida vai ser complicada. O Benfica precisa de jogar melhor, fazer mais. É preciso que os jogadores trabalhem 90 minutos. A primeira parte foi chocha, lenta. O jogo é resolvido com talento individual. O Estrela da Amadora marcou num momento de infelicidade mas teve oportunidades para marcar".
"Os problemas de organização da equipa mantêm-se e ficaram visíveis mais uma vez neste jogo. O treinador não quer corrigir os erros mas é uma pena. Benfica tem jogadores com categoria, o banco de suplentes tem muita categoria. Nem tem a ver com os milhões que estão no banco, porque o defesa-esquerdo que chegou, por exemplo, não sei se é bom ou não. O Rollheiser tinha uma reputação fantástica na Argentina", continua apontando o dedo a Roger Schmidt.
"As pessoas às vezes não se lembram mas o Di María quando veio para o Benfica também chegou a ser assobiado. Hoje é o que é. É quem melhor marca as bolas paradas e resolve jogos. É o único, ele e o Rafa. Di María tem jogadas de génio. Resumindo: Foi uma vitória justa, sem contestação, muito à custa do génio individual, num Benfica que voltou a entrar lento e mal e com erros na estrutura do Benfica faz com que comece todos os jogos com défice de produção", termina o antigo dirigente.
Resumo da partida do Benfica frente ao Estrela da Amadora:
Extremo brasileiro reage aos rumores após bisar frente ao Casa Pia e treinador admite possível saída de um dos ativos mais valiosos do plantel
05 Jan 2026 | 08:08 |
André Luiz abordou, no passado domingo, a forte cobiça do Benfica. Em declarações proferidas após ter bisado na receção ao Casa Pia, o extremo brasileiro optou por não se alongar demasiado sobre o tema. Sotiris Sylaidopoulos, técnico dos vilacondenses, também comentou a situação atual do seu pupilo.
"Despedida? Essas coisas não controlo"
Questionado sobre o assunto, o avançado respondeu: “A mão a tremer é do frio. Despedida? Essas coisas não controlo, vou deixar para o meu empresário e para os dirigentes do Rio Ave. Mas enquanto estiver no clube vou dedicar-me, dar 100% e fazer golos e assistências”.
Sotiris Sylaidopoulos também reagiu ao assédio a André Luiz: “Gostamos dele, excelente profissional, muito comprometido, tenho excelente relação com ele, é focado na nossa equipa e provou com os dois golos. Estamos felizes com o desenvolvimento, se alguma coisa acontecer será bom para os dois lados. Se ele sair vou sentir a falta dele”.
O Clube da Luz encontra-se na liderança da corrida para garantir a contratação do craque. O atleta deseja rumar aos encarnados, mas o negócio enfrenta obstáculos financeiros significativos. A exigência de 15 milhões de euros por parte do emblema de Vila do Conde está a complicar o acordo final.
Esta temporada, com a camisola do Rio Ave, André Luiz - avaliado em 4 milhões de euros - realizou 18 jogos: 17 na Liga Portugal Betclic e um na Taça de Portugal. Nos 1.390 minutos em que esteve em campo, o avançado, que tem contrato até junho de 2028, marcou sete golos e fez cinco assistências.
Guarda-redes das águias fez balanço das duas temporadas e meia ao serviço do Clube da Luz, nas quais conquistou dois importantes troféus
05 Jan 2026 | 07:50 |
Anatoliy Trubin - que pode vir a ter outro compatriota nas águias - não tem dúvidas de que a adaptação de Sudakov ao Benfica é mais fácil do que quando chegou ao Clube da Luz. Em entrevista ao Tribuna Expresso, o guardião comentou a grandeza dos encarnados e falou sobre a situação do colega.
“Parece que jogamos quase sempre em casa”
"Nos jogos fora às vezes tens a sensação de que jogas em casa. Acontece que nos estádios há cerca de 70 por cento de adeptos do Benfica e apenas 30 por cento dos da equipa da casa. Por isso, às vezes parece que jogamos quase sempre em casa", começou por afirmar Anatoliy Trubin.
"Na verdade, no Shakhtar aprendi apenas palavrões com os brasileiros. Por isso, para ser sincero, isso foi difícil para mim pois sou daquelas pessoas que precisam de tempo para se ambientar e sentir-se confortável com todos. Depois torna-se mais fácil, mas mesmo assim à minha volta agora estão pessoas incríveis", acrescentou o guardião do Benfica.
“Agora a adaptação é mais simples do que no início”
"Quando cheguei, todos diziam 'se precisares de alguma coisa, se precisares de ajuda é só dizer, vamos ajudar em tudo'. As pessoas na cidade são muito simpáticas, parece-me que os portugueses são muito abertos e acolhedores com todos. Por isso, no geral foi tudo bom", atirou o internacional ucraniano.
"É claro que agora a adaptação é mais simples do que no início. Quando entendo melhor a língua e a cultura, sinto as pessoas e é-me muito mais fácil. Agora posso ajudar outros, por exemplo o Sudakov. A situação dele é mais fácil do que foi a minha porque posso ajudá-lo quase em tudo", finalizou Trubin.
Imprensa transalpina avança com possibilidade de negócio surpreendente para o mercado de transferências de janeiro envolvendo defesa formado no rival
05 Jan 2026 | 07:35 |
A Juventus está muito interessada em garantir Andreas Schjelderup e pretende incluir João Mário no negócio. A informação é avançada pelo jornal La Stampa, que dá conta da intenção da Vecchia Signora em baixar o custo da operação oferecendo o passe do antigo defesa do Porto ao Benfica brevemente.
Apesar desta possibilidade, parece pouco provável que o Benfica esteja recetivo a receber João Mário. A estrutura liderada por Rui Costa conta atualmente com Amar Dedic para o lado direito da defesa e aguarda o regresso de Alexander Bah. Além disso, Sidny Cabral também pode fazer a posição com qualidade.
O extremo norueguês tem vários pretendentes no mercado internacional. Em Itália, para lá do emblema de Turim, a Roma também segue atentamente a situação. Por outro lado, o Besiktas ter-se-á chegado à frente com uma proposta a rondar os quase 20 milhões de euros para levar o talento do Benfica.
Sob o comando técnico de José Mourinho, o camisola 21 não tem tido o espaço desejado na Luz. Uma saída neste defeso afigura-se como o cenário mais realista, mas a SAD encarnada só libertará o ativo pelo montante certo, recusando moedas de troca que não sejam prioritárias.
Nesta temporada, com a camisola da Juventus, João Mário – avaliado em 8,5 milhões de euros – realizou 12 jogos: nove na Serie A, dois na Liga dos Campeões e um na Taça de Itália. Nos 358 minutos em que esteve em campo, o defesa não marcou qualquer golo e fez apenas uma assistência.