Futebol
Marco Silva perde 16 jogadores de uma vez e Benfica fica reduzido aos mínimos
06 Nov 2026 | 16:17
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13 Set 2024 | 15:42 | Por Redação
Está decidido! Com contrato a termina no final da próxima temporada, os dirigentes do Benfica, com Rui Costa à cabeça, já decidiram o próximo passo de Joshua Wynder. O Glorioso 1904 apurou, em exclusivo, que o jovem, que atua na equipa secundária do Clube, é para continuar de águia ao peito.
De acordo com informações recolhidas pelo nosso Jornal, o defesa, que termina contrato com o Benfica em 2025, superou as expectativas neste arranque de temporada, somando já dois golos em apenas 350 minutos às ordens de Nelson Veríssimo. As águias deverão estar, então, a preparar a renovação, de maneira a 'prender' o futebolista na Luz.
Joshua Wynder, recorde-se, chegou ao Benfica na temporada 2023/24, tendo custado qualquer coisa como 1,2 milhões de dólares (pouco mais de 1,1 milhões de euros). Este valor pode aumentar dependendo do cumprimento de certos objetivos contratualizados, sendo que o Louisville City reservou ainda uma percentagem numa futura venda. Em todo o caso, e considerando apenas com os montantes iniciais, o negócio representou na época uma venda recorde para o USL Championship, segundo escalão do futebol norte-americano.
Na presente temporada, Joshua Wynder - atualmente avaliado em 1 milhão de euros - marcou presença em quatro partidas, todas elas na Liga Meu Super. O defesa apontou dois tiros certeiros, nos 350 minutos disputados dentro das quatro linhas. Já na época transata, o camisola 66 alinhou em seis embates: dois pelos sub-19, três pelos sub-23 e um pela equipa B.
Antes de rumar ao Benfica, em 2023, Joshua Wynder somou sete jogos no emblema de Kentucky. Além disso, o craque chegou ao Glorioso já com 11 internacionalizações pelas camadas jovens dos EUA, tendo participado no Campeonato do Mundo sub-20, realizado na Argentina.
Jogador teve a possibilidade de rumar à Luz, mas acabou por se juntar à equipa de Marinakis, onde não está a viver os melhores momentos
07 Nov 2026 | 03:00 | Por Redação
Gustavo Puerta estará insatisfeito com o desfecho do mercado de verão, depois de ter rejeitado a possibilidade de representar o Benfica, sabe o Glorioso 1904. O médio colombiano tinha a Luz como destino preferencial, mas acabou por rumar ao Olympiacos, numa operação conduzida por Evangelos Marinakis. Agora, o jogador estará a sentir que a escolha feita não correspondeu às expectativas que tinha para esta fase da carreira.
Segundo apurou o nosso Jornal, o internacional colombiano esteve muito perto de vestir de águia ao peito, numa altura em que o Benfica procurava soluções para o meio-campo, nomeadamente perante a possibilidade de saída de Richard Ríos, que acabou rumando ao Al Ittihad, da Arábia Saudita.
A preferência de Puerta pelo Clube encarnado chegou mesmo a ser assumida publicamente por Marinakis, que lamentou a vontade do futebolista em rumar a Lisboa, apesar da operação preparada pelo grupo empresarial do dirigente grego. Contudo, o negócio acabou por seguir outro caminho.
O Nottingham Forest assegurou os direitos do jogador, depois de ser acionada a cláusula de rescisão ao Racing Santander, e Puerta foi posteriormente cedido ao Olympiacos até ao final da temporada. A mudança afastou definitivamente o colombiano dos planos imediatos das águias e impediu-o de concretizar o desejo de jogar no Benfica.
Assim, Gustavo Puerta poderá olhar com arrependimento para a oportunidade perdida de jogar na Luz. O médio está atualmente ligado ao projeto do Olympiacos, mas a preferência que demonstrou pelo Benfica durante o mercado ficou bem evidente. Para já, não existe qualquer indicação de uma nova aproximação entre as partes, ficando o cenário de uma eventual ligação futura dependente da evolução da situação do colombiano.
Desde a chegada de Marco Silva, águias têm sentido dificuldades em não sofrer golos e antigo treinador comentou a situação dos encarnados
06 Nov 2026 | 17:43 | Por Redação
Após mais uma exibição com golo sofrido, António Conceição considera que o Benfica apresenta algumas fragilidades no eixo da defesa e atribui parte do problema às características individuais dos centrais encarnados. O comentador entende que falta agressividade no corredor central e destaca a importância de João Palhinha para compensar essas dificuldades, através da capacidade física e da força nos duelos.
António Conceição: "Os centrais do Benfica, na minha opinião, são centrais muito macios..."
“Os centrais do Benfica, na minha opinião, são centrais muito macios. São centrais de veludo, como se costuma dizer. Falta um bocadinho a agressividade no corredor central da defesa. O Palhinha veio exatamente para disfarçar-se um bocadinho dessa situação. E disfarça-se porque é um jogador que passa-lhe sempre o equilíbrio, ganha muito duelo, evita que os jogadores adversários venham direto às defesas”, disse António Conceição.
António Conceição considera, assim, que a questão não está necessariamente relacionada com o trabalho coletivo desenvolvido por Marco Silva, mas antes com as características dos jogadores que compõem o setor mais recuado. Apesar de reconhecer a importância da organização tática, entende que existem aspetos individuais que ficam aquém das exigências de um clube como o Benfica.
“Taticamente, está sempre bem, em desequilíbrio, ofensivamente, mas nos duelos direitos, e, às vezes, alguns posicionamentos a fechar a zona central, às vezes, fica um bocadinho aquém para a exigência do Benfica. Estamos a falar da dimensão do Benfica. Acho que tem um bocado a ver exatamente com a característica individual dos jogadores da defesa do Benfica, e não com o trabalho global defensivo da equipa”, analisou.
As declarações deixam em evidência uma preocupação com a capacidade dos centrais encarnados para responderem à exigência dos duelos e protegerem a área, numa fase em que a consistência defensiva continua a ser um dos aspetos em análise no trabalho de Marco Silva.
Treinador alcança marca nos seus primeiros 20 jogos ao comando da equipa encarnada que apenas o alemão conseguiu à frente das águias
06 Nov 2026 | 17:06 | Por Redação
O Benfica de Marco Silva está a protagonizar um arranque de temporada bastante positivo e, com a vitória na Liga Europa, voltou a alcançar um registo que, neste século, só tinha sido conseguido por uma equipa orientada por Roger Schmidt. Nos primeiros 21 encontros oficiais da época, os encarnados somam 17 vitórias, um número que confirma a consistência da formação da Luz, apesar de ainda ter terreno para recuperar na luta pelo campeonato.
A equipa mantém um percurso vitorioso na fase de liga da Liga Europa, mas não conseguiu evitar alguns deslizes ao longo da temporada. As derrotas frente ao Porto e ao Académico de Viseu, para a Liga, bem como os resultados nos encontros com St. Gallen e Hearts, nas fases de apuramento para as competições europeias, impediram um registo ainda mais impressionante.
Ainda assim, a comparação com a primeira temporada de Roger Schmidt no Benfica revela outro dado favorável a Marco Silva: a capacidade goleadora. Ao fim dos mesmos 21 jogos, a equipa atual já marcou 63 golos, enquanto a formação orientada pelo técnico alemão tinha apontado 52 no mesmo período.
Os encarnados chegam agora ao encontro com o Estrela da Amadora, agendado para domingo, numa sequência de sete vitórias consecutivas. Um triunfo permitirá igualar a melhor série da presente temporada, que já chegou às oito vitórias seguidas antes de ser interrompida pela derrota por 3-1 frente ao FC Porto.
O único precedente semelhante neste século remonta precisamente à época de estreia de Roger Schmidt, em 2022/23. Nessa temporada, o Benfica também tinha alcançado 17 triunfos nos primeiros 21 encontros oficiais, embora estivesse então a disputar a Liga dos Campeões e tivesse enfrentado adversários de maior dimensão europeia, como PSG e Juventus.