Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
19 Mar 2026 | 16:19 |
Anatoliy Trubin recorreu às redes sociais para responder a perguntas dos seguidores e acabou por abordar as críticas que recebe enquanto profissional. O internacional ucraniano mostrou-se consciente da realidade atual, afirmando que “nos dias de hoje, a internet e as redes sociais têm muito alcance” e que muitas pessoas comentam sem pensar, já que “sabem que não terão quaisquer consequências”. Ainda assim, garantiu que distingue bem os diferentes tipos de opiniões.
A. Trubin: "Ódio de pessoas que não sabem nada de futebol […] eu não quero saber"
O guarda-redes explicou que valoriza críticas construtivas, vindas de pessoas com conhecimento ou intenção de ajudar: “Eu levo as críticas a sério quando são justificadas e chegam de alguém que […] pretende mesmo ajudar-me. Mas ódio de pessoas que não sabem nada de futebol […] eu não quero saber”.
O jogador falou também da importância do apoio no futebol profissional, sublinhando que o equilíbrio emocional é essencial: “É muito importante ter alguém ao teu lado que te ajude e possa apoiar sempre num momento difícil. As críticas ajudam uma pessoa a evoluir".
Já sobre a vida em Portugal, o guarda-redes - que viu descer o seu valor de mercado - destacou vários aspetos positivos, como o clima, a gastronomia e a paixão pelo futebol: “O tempo é realmente muito bom […] o peixe é muito saboroso […] as pessoas aqui amam o futebol”. Ainda assim, admitiu dificuldades iniciais na adaptação: “Foi difícil nos primeiros meses, porque tudo era novo”, referindo a mudança de país, língua e exigência competitiva. Apesar disso, considera que esses desafios foram fundamentais: “Passei por momentos complicados, mas segui em frente e evoluí”.
Nesta temporada, com a camisola do Benfica, Anatoliy Trubin - avaliado em 25 milhões de euros - tem 42 jogos disputados: 24 na Liga Portuguesa, 14 na Liga dos Campeões, dois na Taça de Portugal, uma na Taça da Liga e outra na Supertaça. Em 3.735 minutos, o guarda-redes ucraniano tem 34 golos sofridos.
Líder do Clube da Luz esteve presente na recente gala Cosme Damião, terça-feira, e aproveitou para deixar um discurso direcionado às águias
19 Mar 2026 | 14:18 |
O momento do Benfica é de revolta. A insatisfação cresce dentro de todo o futebol profissional encarnado e ficou ainda mais evidente após o discurso de Rui Costa, presidente do Clube, na gala de entrega dos Galardões Cosme Damião 2026, terça-feira, no Pavilhão n.º 2 da Luz.
Durante a cerimónia, o líder encarnado denunciou o que considera serem injustiças que marcaram a época: desde a Taça de Portugal "tirada" ao Benfica, a incidentes no jogo com o Arouca e "noutros campos", até ao castigo aplicado a José Mourinho que classificou como "inqualificável". Perante os premiados e adeptos benfiquistas, Rui Costa voltou a prometer "luta até ao último fôlego" e exigiu "respeito" e "igualdade de armas" para lutar com os rivais diretos.
Na Liga, o Benfica tem os mesmos pontos do Sporting, segundo classificado (menos um jogo), e está a sete da liderança ocupada pelo Porto. Com oito jornadas por disputar, vencer todos os jogos permitiria à equipa encarnada garantir o segundo lugar e o acesso à próxima edição da Liga dos Campeões.
Mesmo com a vitória em Arouca, o Benfica sentiu-se novamente prejudicado. O capitão e defesa central António Silva (Nicolás Otamendi falhou a jornada por problemas físicos) viu cartão amarelo num lance contestado, que o deixa suspenso por acumulação de cartões, enquanto o lateral esquerdo Samuel Dahl foi empurrado pelo árbitro numa jogada polémica.
José Mourinho tem trabalhado para proteger o grupo, reforçando o discurso de união e orgulho. O Benfica é a única equipa invicta no campeonato e, apesar da turbulência, a Direção e o treinador mantêm uma exigência máxima: terminar a época com um último fôlego e garantir uma posição de prestígio no campeonato, permitindo antecipar e planear a próxima temporada com um nível mais alto de ambição.
Já Andreas Schjelderup foi um dos nomes que mais se destacou; Extremo norueguês está a viver provavelmente a sua melhor fase desde que chegou ao Clube
19 Mar 2026 | 14:16 |
O último update do Transfermarkt trouxe novidades importantes para os valores de mercado dos jogadores da Liga Portugal Betclic. No Benfica, Andreas Schjelderup foi um dos nomes que mais se destacou. O extremo norueguês está a viver provavelmente a sua melhor fase desde que chegou ao Clube e subiu dos 14 para os 20 milhões de euros.
Outro jogador em destaque no Benfica foi Sidny Lopes Cabral, que recentemente trocou o Estrela da Amadora pela Luz. Apesar de ter saído das escolhas regulares de José Mourinho, a transferência no mercado de janeiro e a perspetiva de crescimento permitiram aumentar o seu valor de mercado dos 2 para os 5 milhões.
Nem todos os encarnados saíram valorizados. Vangelis Pavlidis e Anatoliy Trubin sofreram desvalorizações significativas. O ponta de lança atravessa um período de menor eficácia, viu o seu valor de mercado cair dos 35 para 32 milhões de euros.
Anatoliy Trubin, por sua vez, manteve a instabilidade no desempenho entre os postes, justificando a queda de cotação dos 28 para para 25 milhões de euros. António Silva também não escapou à revisão em baixa e sua cotação baixou dos 30 para os 28 milhões de euros.
Depois do Clássico, na última semana, frente ao Porto, o Clube da Luz ganhou um novo alento na corrida pelo título com a vitória frente ao Arouca (2-1). Completadas 26 jornadas da Liga Portugal Betclic, o Benfica segue no terceiro lugar, com 62 pontos e está a sete do Porto (69).
Técnico do emblema encarnado não só lembrou antigas aprendizagens, agora úteis, como também a admiração por ícone do Clube da Luz
19 Mar 2026 | 13:49 |
José Mourinho recordou recentemente o seu pai e antigo mentor, Félix Mourinho, explicando que aprendeu com este a lidar com as emoções, depois dos jogos. O Special One - que tem decisão difícil a tomar - fez questão ainda de destacar a influência de Eusébio na sua vida, quando era mais novo e não só.
José Mourinho: "Aprendi com o meu pai que depois do jogo, não é o momento certo para falar com os jogadores"
"Era um líder extraordinário, com uma tranquilidade incrível, com um controlo das emoções ao mais alto nível. Há uma coisa nele que eu agarrei e não mudo, que é: Depois do jogo, não é o momento certo para falar com os jogadores, para expressar emoções, sejam elas positivas ou negativas", começou por dizer, em entrevista à Rádio Renascença. De seguida, o técnico explicou como lida com as emoções após os jogos, sublinhando a influência do pai.
"É muito difícil alguém ver-me exaltar depois de um jogo, no balneário, como é depois muito difícil verem-me depois a dar uns pontapés nas portas. Ao intervalo, sim. No final, não. No final, não há nada a fazer. Isso eu bebi do meu pai. A honestidade, eu percebi desde cedo que os jogadores apreciavam muito. E aquela coisa do pai doce e do pai tirano, é uma coisa que se aplica desde que seja no momento certo. Honestidade, acima de tudo", explicou.
José Mourinho: "Olhava para o Eusébio com uma admiração fantástica"
O Special One confidenciou ainda que tinha uma relação especial com Eusébio, apesar de "não ser amigo, amigo". Mas que, em certa altura da infância, por obra do pai, Félix Mourinho, ia recebendo prendas do Pantera Negra, até pela proximidade do aniversário entre ambos.
"Conheci o Eusébio. Tive o privilégio de ser, não diria amigo, amigo, mas ele tinha muito carinho por mim. Olhava para ele com uma admiração fantástica. O nosso aniversário era com um dia de diferença. Ele no dia 25 e eu 26 [de janeiro]. E desde pequeno, não sei como é que o meu pai conseguia aquilo, mas houve um período da minha vida que eu tinha sempre uma prenda do Eusébio. Eu tinha uma camisola do Eusébio, um postal dele com a Bota de Ouro, autografado por ele."
Ao concluir, o técnico das águias revelou: "Eles tinham uma boa relação e houve um período em que o meu pai me fazia ter este contacto com o Eusébio. Depois, volto a reencontrar o Eusébio, na Luz, na primeira Taça Eusébio, em que o jogo acaba, e no fim do jogo tive o impulso de pedir ao Massimo Moratti, a taça para mim. Eu tenho a Taça em casa.