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Futebol
19 Ago 2024 | 06:35 |
O Benfica venceu o Casa Pia, por três bolas a zero, no passado sábado, e o nosso Jornal esteve à conversa com o conhecido Benfiquista, Nuno Campilho. O comentador do Glorioso 1904 fez uma análise à partida, comentando a postura dos aficionados com João Mário e lançando ainda o duelo com o Estrela da Amadora.
"Não fiquei particularmente agradado, pela incapacidade revelada em ultrapassar o bloco defensivo baixo do adversário, algo motivado, do meu ponto de vista, pelas características dos jogadores que começaram a partida. O meio-campo formado por dois jogadores em linha, iminentemente defensivos e sem capacidade de criar desequilíbrios, através de passes de rotura, ou de passes para as costas da defesa adversária, aliado ao facto de jogarmos com dois médios interiores nas alas, que são bons na contenção, na posse de bola e na cobertura defensiva", começou por mencionar o Benfiquista.
"Mas revelam dificuldades em criar lances de perigo, com chegadas à linhas capazes de desmontar a estrutura defensiva do adversário, conduziu a um jogo desinteressante, sem rasgos individuais capazes de fazer a diferença e onde a força do coletivo foi presa fácil no “colete de forças” montado pelo Casa Pia. Esperava mais, com diferentes protagonistas e até com um modelo tático diferente, mais assente num 4-3-3-, do que no imutável 4-2-3-1 de Roger Schmidt, que vivia da presença de um jogador como o Rafa, que já não faz parte do plantel", disse o Sócio das águias.
"O onze titular do Benfica padeceu de insuficiências"
Relativamente ao onze inicial e às substituições de Roger Schmidt, Nuno Campilho foi perentório: "o onze titular padeceu das insuficiências que já destaquei atrás, sendo que as substituições, como é bom de ver, pelo facto de termos concretizado os golos da vitória após as mesmas, foram determinantes. O facto de Kökçü não jogar em linha com o Florentino e garantir a execução de passes de rotura ‘letais’, como se verificou no 3.º golo, assim como a presença mais fixa do Tiago Gouveia à esquerda, e a garantia de um apoio mais próximo ao Pavlidis, por parte do Marcos Leonardo, o que não estava a acontecer com o Prestianni (sem prejuízo de ter feito um bom jogo, com muita entrega e capacidade de pressão, enquanto esteve em campo), fez toda uma (boa) diferença, tendo sido determinante para o alcance da vitória".
O comentador do Glorioso 1904 acabou por elogiar Pavlidis, garantindo que "não é difícil assumi-lo como a figura do ataque do Benfica". "Acaba por ser a única referência atacante, na verdadeira aceção da palavra. Pode melhorar em si (parece não muito dotado tecnicamente, destacando-se, sobretudo, por ser um finalizador) e com a equipa, assim esta encontre a fórmula adequada e ideal para acompanhar o seu futebol", disse.
Nuno Campilho acredita ainda que a dupla Barreiro/Florentino é algo a reconsiderar, depois de ter sido a escolhida nos dois embates até agora disputados, deixando assim a 'dica' a Roger Schmidt. "Sem dúvida que sim, sobretudo em jogos como este, em que a equipa adversária passa 50% do tempo dentro do seu meio-campo e 40% dentro da sua área. Para outros jogos, mais competitivos e com um grau de dificuldade bem superior, admito que a presença dos dois, em simultâneo, possa ser útil. Tirando isso", atirou.
Quanto ao Benfica - Estrela da Amadora, o adepto atirou: "Sinceramente, não sei o que esperar. Torna-me mais difícil perceber e antecipar o que quer que seja, tendo como treinador alguém com o perfil de Roger Schmidt. De todo o modo, se me for permitido esperar e/ou desejar, que seja muito melhor, o que, convenhamos, não há-se ser assim tão difícil".
Por fim, o Benfiquista deixou uma crítica aos assobios que se fizeram sentir na Luz, aquando da substituição de João Mário: "Sem comentários! As pessoas têm memória curta e ainda se dão ao trabalho de criticar um dos nossos!! Não há muito a fazer, quando os problemas de educação remontam ao berço".
Lateral checo já disse adeus ao Besiktas e prepara o regresso à equipa onde se destacou, num acordo que coloca fim à sua ligação com o Clube da Luz
07 Jan 2026 | 18:14 |
David Jurásek já não é jogador do Besiktas - onde não se conseguiu afirmar - e está a caminho de um regresso ao Slavia Praga, clube onde se destacou antes de rumar ao Benfica. Ao contrário do que chegou a ser equacionado numa fase inicial, a solução encontrada não passa por um novo empréstimo, mas sim por uma transferência a título definitivo, não sendo ainda conhecidos os valores em cima da mesa.
As negociações entre Slavia Praga e Benfica intensificaram-se nos últimos dias e resultaram num entendimento para a transferência em definitivo do jogador. Inicialmente, esteve em cima da mesa um empréstimo com opção de compra, mas o valor pedido pelos encarnados apenas para a cedência temporária levou a conversas mais complexas, acabando por abrir caminho a uma solução final. Segundo a imprensa checa, Jurásek já se encontra no seu país natal e falta apenas realizar os habituais exames médicos para que a oficialização seja anunciada.
Assim, dois anos e meio depois, David Jurásek prepara-se para voltar a Praga e a trabalhar sob as ordens de Jindřich Trpišovský, treinador com quem viveu os melhores momentos da carreira. O Slavia acredita que o internacional checo poderá reencontrar a forma que o levou a ser um dos laterais mais promissores da Europa Central, antes da mudança para a Luz.
Jurásek foi contratado pelo Benfica ao Slavia Praga no verão de 2023, numa transferência avaliada em cerca de 14 milhões de euros. Chegou com grande expectativa, mas nunca conseguiu afirmar-se de forma consistente de águia ao peito. A concorrência interna, algumas exibições irregulares e dificuldades de adaptação acabaram por limitar o seu impacto no clube português.
Na presente temporada, Jurásek - avaliado em 5 milhões de euros - somou poucos minutos, tanto no Besiktas como anteriormente ao serviço do Benfica. Pelas águias, realizou um total de 12 jogos oficiais, sem qualquer golo ou assistência, antes de ser cedido primeiro ao Hoffenheim e, mais recentemente, ao emblema turco.
Antigo treinador dos leões surge como o principal candidato a assumir a liderança do Clube da Luz, caso o técnico setubalense seja afastado
07 Jan 2026 | 17:18 |
Ruben Amorim está na pole position para suceder a José Mourinho no comando técnico do Benfica, segundo avança o jornal inglês Daily Mail. O treinador português, atualmente livre no mercado após a saída prematura do Manchester United, é apontado como o nome mais bem posicionado para assumir o cargo caso a Direção dos encarnados queira instaurar uma mudança no banco de suplentes.
José Mourinho está sob forte pressão no Benfica devido à falta de resultados. A equipa encarnada encontra-se atualmente a 10 pontos do líder do campeonato, o Porto, cenário que tem aumentado o descontentamento entre os adeptos. O técnico setubalense, que chegou à Luz envolto em enorme expectativa, não tem conseguido corresponder às ambições traçadas no início da temporada, tornando o seu futuro cada vez mais incerto.
A confirmar-se o possível regresso de Ruben Amorim ao Benfica, o futebol português estaria perante uma autêntica bomba. Além do ruído mediático, a mudança teria um impacto profundo no equilíbrio do campeonato, especialmente tendo em conta a forte ligação recente de Amorim ao Sporting. A rivalidade histórica entre leões e águias faria desta decisão uma das mais polémicas dos últimos anos, prometendo dividir opiniões.
Antes de regressar ao radar do futebol português, Ruben Amorim viveu uma passagem conturbada pelo Manchester United. Contratado em novembro de 2024 pelo projeto liderado pela INEOS, o técnico acabou por ser despedido após vários meses de resultados irregulares, incluindo um 15.º lugar na Premier League. A má relação com o diretor desportivo Jason Wilcox, motivada por divergências estratégicas e de mercado, precipitou a sua saída, apesar do clube ter sido obrigado a pagar cerca de 11 milhões de euros de indemnização .
Enquanto jogador, Ruben Amorim teve um percurso marcante no Benfica, clube pelo qual realizou 154 jogos oficiais. Formado no Estádio da Luz, o antigo médio conquistou títulos importantes, tornando-se uma figura respeitada entre os adeptos. Essa ligação emocional aos encarnados permanece viva e ajuda a explicar por que razão o seu nome é visto como um regresso natural, agora numa nova fase da carreira, ao local onde tudo começou.
Atleta era um dos bons valores do Clube da Luz, mas vai prosseguir a sua carreira noutras paragens. Conheça todos os detalhes desta operação
07 Jan 2026 | 17:02 |
Leandro Santos vai mesmo rumar ao Vitória de Guimarães. A informação é avançada pelo portal Flashscore, confirmando a transferência do jovem defesa. O lateral direito abandona assim o Benfica neste mercado de inverno para abraçar um novo desafio na carreira profissional ao serviço dos conquistadores no principal escalão do futebol português.
O atleta rende 500 mil euros ao Clube da Luz com esta operação. Além do encaixe financeiro imediato, a SAD encarnada assegurou 50% de uma futura mais-valia. O acordo contempla ainda um direito de recompra, permitindo às águias controlar a evolução do promissor futebolista num contexto competitivo superior.
O jogador tinha tudo acertado com o Alverca. Contudo, a entrada em cena dos vimaranenses alterou o rumo dos acontecimentos e desviou o craque do Ribatejo. A possibilidade de atuar pelo vimaranenses seduziu o ala, levando-o a optar pelo projeto desportivo do Minho.
Caso o negócio seja oficializado rapidamente e a inscrição aconteça a tempo, o ala pode vir a ser adversário de Mourinho. Este cenário coloca-se na final da Taça da Liga, se o Benfica bater o Braga nas meias-finais. Seria um reencontro imediato entre o técnico setubalense e o ex-pupilo.
Na presente temporada, com a camisola do Benfica, Leandro Santos – avaliado em 1 milhão de euros – realizou 13 jogos: nove na Segunda Liga e quatro na Elite League U20. Nos 893 minutos em que esteve em campo, o defesa marcou um golo e fez uma assistência, dando boas indicações.