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Central que Rui Costa quer no Benfica faz 90 minutos e ajuda a derrotar Man City (2-1)
24 Out 2026 | 16:16
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24 Abr 2026 | 14:07 | Por Redação
José Mourinho fez o lançamento da partida frente ao Moreirense, a contar para a 31.ª jornada da Liga Portugal Betclic. Em conversa com os jornalistas, o treinador do Benfica abordou vários temas, como o estado do plantel, a luta pelo segundo lugar e o atual momento de Vangelis Pavlidis. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.
Que Moreirense espera encontrar?
"Diria que foi uma semana normal porque independentemente de ser depois de um bom ou mau jogo, treinamos sempre bem. Os jogadores entregam-se sempre bem ao trabalho. Obviamente mais sorrisos e menos caras fechadas, o que é normal. Mas uma boa semana de trabalho. Alguns problemas depois do jogo com o Sporting ao nível de algumas lesões, mas com exceção do Tomás, hoje já treinaram todos e estão todos disponíveis para jogo. O Moreirense obrigou-nos a treinar bem porque é uma equipa que tem complexidade na sua organização de jogo. Joga bem, tem diferentes modos de ocupação do espaço, é uma equipa que te obriga a defender bem e a contrariar uma equipa com condições para nos criar problemas. Faltam quatro jogos, só ganhando os quatro é que podemos ter esperança de melhorar a nossa classificação. Se não ganharmos os quatro, não teremos qualquer hipótese. E o Moreirense é o primeiro desses quatro, temos de ir com tudo e tentar ganhar".
Esta reentrada do Ivanovic apanhou muita gente de surpresa. Como está essa luta entre ele e o Pavlidis? E como está o Pavlidis? Falou com ele?
"Não tive conversa nenhuma porque o Pavlidis é uma pessoa inteligente. Percebe as coisas, conhece-me bem, consegue ler-me e perceber o que vou pedindo e trabalhando durante a semana. E cedo percebeu que não ia ser titular contra o Sporting em função de uma estratégia diferente. O Ivanovic é também um rapaz que - e é natural sentir alguma frustração ou tristeza por não ter utilização regular, principalmente como titular - agarrou com as duas mãos a oportunidade em Alvalade. Fê-lo bem, melhora os seus níveis de confiança e isso pode ajudar o selecionador a olhar para ele e ver que pode ser de utilidade no Mundial. Mas isso são coisas suas. Acho que foi uma semana boa para os dois. A mim, se há coisa da qual gosto muito, é do jogador normalmente titular que não é titular ocasionalmente e tem resposta de equipa. A entrada dele, a entrada do Rafa, do António... Jogadores que normalmente são titulares, não foram, mas aparecem no jogo e querem ganhar. O Enzo, que estava no banco, e eu andava à procura dele e ele estava dentro do campo a festejar. Este tipo de mensagem de grupo são coisas das quais gosto muito. Nunca digo aos jogadores se jogam ou não jogam porque têm de estar disponíveis para 1 minuto, 90 minutos ou para irem para a bancada. Fico contente por, sem explicações, perceberem as coisas".
Em relação ao seu futuro, sentiu necessidade de dizer algo aos jogadores?
"Não. Como você disse, já falei o suficiente, se calhar mais do que o suficiente, para não precisar de falar mais. O que eu disse, disse. E não preciso de repetir. Só isso".
Já disse que não pode garantir se fica no Benfica porque não depende só de si, mas a vontade e o desejo dependem de si. O seu desejo de continuar é superior a qualquer convite que possa aparecer? Se Real Madrid ou a Seleção batessem à porta...
"Não quero dizer mais nada sobre isso. Já disse o que tinha a dizer relativamente ao Benfica e não vou fazer mais nenhum tipo de comentário. Notícias que saíram hoje de que estava chateado com o presidente... Só estou chateado porque, não sei porquê, mas não me deram o meu emblema de 25 anos de sócio. Acho que se esqueceram de mim. De resto tudo bem, não há problema nenhum. Toda a gente sabe da situação. Quando a época acabar, teremos 10 dias para continuar ou separar. Já disse o que tinha a dizer".
Quando chegou, encontrou um plantel que não era o seu. Tendo a oportunidade de reformular, isso já está a acontecer? Ou a incerteza em relação ao seu futuro pode comprometer isso?
"Quando cheguei, não era o meu. Agora é. Há uma grande diferença. Uma coisa é um treinador chegar e o plantel não ser seu, outra é estar 7 meses e qualquer coisa e agora é meu. E enquanto treinador do Benfica, este é o meu plantel. Relativamente à pergunta, sim. Tenho tido reuniões com a estrutura, presidente e diretor, como sempre faço porque gosto de me vincular às minhas responsabilidades e às minhas - não quero dizer decisões - análises e opiniões. Faço-o por escrito. Há documentos meus nas mãos do presidente e do diretor. E temos estado juntos com alguma frequência na tentativa de melhorar o meu plantel. Este plantel é o meu e, se continuar na próxima época, continuará a ser. Terá, objetivamente, alguns ajustamentos para ser mais a minha cara, para ter alguma coisa mais minha, como dizem em Inglaterra: o fingerprint. Mas este plantel é meu e gosto dele. E uma coisa é adaptá-lo a um determinado tipo de personalidade e modo de ver futebol, outra coisa são mudanças radicais. E sou completamente contra mudanças radicais. Há muita gente aqui que teve evoluções importantes e que me deixam a expectativa de, na próxima época, poderem ser melhores".
Lá fora dizem que o River Plate está em conversas com o Otamendi. Como treinador do Benfica, pode dizer algo sobre o futuro dele? Gostava que continuasse?
"Acho que depende só dele. Há pessoas que têm o direito, entre aspas, de escolher o seu futuro por tudo o que construíram no futebol. E o Otamendi é um desses. Fez o seu último jogo pela seleção em território argentino por decisão sua, acho que terminará com a seleção depois do Mundial por decisão sua, será por decisão sua que vai regressar à Argentina e ao River ou continuar no Benfica. Está tudo nas suas mãos. O tipo de rendimento que tem apresentado ao longo da época, e com pouquíssimas lesões e ausências... Uma presença sempre regular dá-lhe essa credibilidade, de não olharmos para o passaporte, esquecermo-nos da idade e focarmo-nos no rendimento. É um grande jogador. E a qualidade não muda nada de um ano para o outro".
Disse que só ganhando os quatro jogos o Benfica pode ambicionar o segundo lugar. Acredita que ganhando esses jogos, ficará mesmo em 2.º? Ou seja, que o Sporting perca pontos? Prometeu isso aos jogadores?
"Não prometi nada nem posso prometer nem garantir que o Sporting vai fazer 15 pontos, 13 ou menos. A minha desilusão pós-Casa Pia veio exatamente disso, da perda de controlo sobre o nosso destino. Se tivéssemos ganho, neste momento estávamos a quatro vitórias de ficar no segundo lugar e neste momento não estamos. Dependemos dos resultados. Dos nossos, obviamente, mas também dos resultados do Sporting. E isso está fora do nosso controlo".
Tendo em conta este mau momento do Pavlidis, não tem a tentação de apostar no Ivanovic?
"O Pavlidis é daqueles jogadores que o rendimento não é analisado pelos golos que marca e pelos golos que não marca. Há atacantes que só são golos, e que quando não há golos não há rendimento, contribuição. Tudo o que o Pavlidis faz na equipa, inclusive na primeira fase de construção em que na maior parte das vezes os atacantes não estão envolvidos... Até aí é importante. Não o analiso como os golos que marca ou não marca. Não tem problema absolutamente nenhum, é da minha total confiança".
Lateral está na mira das águias em meio a possível negociação de pérola da formação, mas negociação com clube brasileiro é complicada, apurou o nosso Jornal
25 Out 2026 | 03:00 | Por Redação
O Benfica está atento a Agustín Giay, lateral-direito do Palmeiras, que tem sido observado pela estrutura encarnada, sabe o Glorioso 1904. O futebolista argentino encontra-se referenciado pelas águias, que procuram avaliar soluções para reforçar o corredor direito da defesa.
Ainda assim, uma eventual abordagem promete não ser simples, tendo em conta a posição do emblema brasileiro relativamente à saída do jogador. A necessidade de reforçar esta zona do terreno está relacionada com diferentes fatores. As lesões de Alexander Bah têm condicionado a disponibilidade do dinamarquês, enquanto Daniel Banjaqui, apesar do potencial demonstrado, continua a ser um jovem em fase de crescimento.
Agustín Giay reúne características que justificam a atenção dos responsáveis encarnados. O lateral, que representa o Palmeiras, tem sido acompanhado ao longo dos últimos meses, numa observação que permite à estrutura avaliar o seu perfil e a possível adaptação ao futebol português.
Contudo, o Palmeiras não pretende facilitar uma eventual saída do defesa argentino. O clube brasileiro considera importante manter as suas opções e poderá dificultar as negociações caso o Benfica decida avançar com uma proposta.
Desta forma, o ala de 22 anos continua no radar do Benfica, numa análise que se prolonga há vários meses e que acompanha a procura por soluções para o lado direito da defesa. A situação de Bah e a juventude de Banjaqui ajudam a explicar a atenção dada ao atleta.
Águias passam por cima dos leões no dérbi dentro da sua casa e chegam ao topo da classificação com uma goleada e um jogo a menos
24 Out 2026 | 17:47 | Por Redação
O Benfica venceu o Sporting por 4-1, na Luz, num dérbi marcado por uma reviravolta encarnada e que permitiu às águias assumir a liderança da Liga feminina. Com este triunfo, a equipa chegou aos 12 pontos em quatro jornadas, deixando as rivais leoninas para trás.
O encontro começou da melhor forma para o Sporting. Logo aos cinco minutos, Ana Dias aproveitou o adiantamento de Lena Pauels e assinou um chapéu de grande qualidade, colocando as leoas em vantagem e quebrando a invencibilidade defensiva do Benfica no campeonato.
A resposta da equipa de Ivan Baptista - que provocou o clube de Alvalade na antevisão - não tardou. Aos 11 minutos, Nycole Raysla ultrapassou Ágata Filipe em velocidade, puxou a bola para o pé esquerdo e rematou colocado para restabelecer a igualdade. A reviravolta surgiu aos 31 minutos, quando Anna Csiki aproveitou uma bola que sobrou na área leonina para fazer o 2-1. Antes do intervalo, Nycole Raysla voltou a marcar, desta vez de cabeça, na sequência de um canto, ampliando a vantagem benfiquista para 3-1 e completando o bis no dérbi.
Na segunda parte, o Sporting procurou reagir, mas revelou dificuldades em criar perigo consistente e em travar o domínio das encarnadas. Cassie Coster ainda evitou um resultado mais pesado com várias intervenções, incluindo uma defesa de grande nível aos 75 minutos, perante um remate de Carolina Tristão.
A resistência leonina terminou aos 87 minutos. Carolina Tristão cruzou e Andreia Norton apareceu para desviar com o pé direito, com a bola ainda a tocar no poste antes de entrar na baliza do Sporting. O 4-1 confirmou uma vitória expressiva do Benfica, que aproveitou o dérbi para somar a quarta vitória em quatro jogos e subir ao primeiro lugar da classificação.
Após início onde aparentava ser o melhor jogador da equipa encarnada, jogador caiu de rendimento e pode vir a ser banco das águias
24 Out 2026 | 17:09 | Por Redação
Rafa Silva atravessa uma fase menos positiva no Benfica. Apesar da quebra de rendimento, o avançado português, de 33 anos, continua a ser o terceiro melhor marcador do plantel, com cinco golos e uma assistência, atrás de Prestianni, que soma nove tentos, e de Pavlidis, autor de 16 golos em 16 jogos.
Contratado ao Besiktas em janeiro por 5 milhões de euros, Rafa não marca nem assiste os companheiros há praticamente dois meses. O último golo surgiu a 27 de agosto, diante do Aarhus, na Dinamarca, num encontro que terminou com a vitória encarnada por 3-1, na qualificação para a fase de liga da Liga Europa.
Esta temporada, o internacional português contabiliza 15 jogos, 14 dos quais como titular. Contudo, as exibições mais recentes têm ficado aquém das expetativas. No encontro frente ao Omonia, na quinta-feira, voltou a integrar o onze inicial, mas teve uma prestação discreta.
Ao mesmo tempo, a concorrência no setor ofensivo ganha força. Lukebakio tem dado sinais positivos, enquanto Prestianni e Schjelderup também procuram aproveitar as oportunidades para convencer Marco Silva, o que pode influenciar na saída de Rafa do time titular.
O momento de Rafa poderá, assim, abrir espaço a outras opções na frente de ataque do Benfica. Para o treinador encarnado, a subida de rendimento dos jogadores mais jovens representa uma alternativa importante, numa altura em que o internacional português procura recuperar a influência que demonstrou no início da época.