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Jornalista da Bola não percebe caso Durán no Santa Clara - Benfica: "Dá vontade de rir"
29 Out 2026 | 11:37
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29 Out 2026 | 15:00 |
Freddy Adu voltou a recordar a passagem pelo Benfica e deixou declarações marcantes sobre uma etapa que, apesar da dimensão do Clube encarnado, acabou por ter um impacto negativo na sua carreira. O antigo extremo norte-americano, que chegou a ser comparado a Pelé quando começou a dar nas vistas aos 14 anos, rumou à Luz em 2007, com apenas 18 anos, mas admite que a experiência ficou longe das expectativas que tinha criado.
F. Adu: "Isto não pode ser assim"
"Por muito que goste do Benfica, quando cheguei lá, a forma como a primeira época correu, teve um enorme impacto na minha carreira. Joguei bem, sentia-me bem, mas a situação era tão instável. Passar por três treinadores era algo a que não estava habituado. Pensei: ´Isto não pode ser assim´", recordou, em entrevista à revista Four Four Two.
O antigo avançado - e ex colega de Rui Costa - explicou ainda que a saída por empréstimo para o Monaco acabou por desencadear uma sequência de acontecimentos difíceis de travar. "Se tivesse permanecido no Benfica, como aconteceu com Di María, e simplesmente continuado a jogar e a trabalhar, isso provavelmente teria sido muito melhor para mim. Mas depois as coisas ganham um efeito bola de neve. Vais emprestado, não jogas, acontecem muitas coisas nos bastidores, surgem problemas dentro e fora do campo. Eventualmente tens de descer para um campeonato menos competitivo para tentar jogar mais minutos e, a partir daí, uma coisa leva à outra", contou.
F. Adu: "Quando cheguei ao Benfica, percebi quão grande o Clube era"
Apesar da desilusão com a instabilidade que encontrou, Freddy Adu não esqueceu a dimensão do Clube da Luz e o ambiente que viveu à chegada. "Toda a gente quer acabar por jogar num dos maiores clubes do mundo, então isso estava sempre presente no meu pensamento. No entanto, quando cheguei ao Benfica, percebi quão grande o Clube era e quão incrível era o ambiente", afirmou.
Ainda assim, voltou a apontar a sucessão de treinadores como um dos fatores que mais o afetaram. "O que me deixou desiludido com o Benfica foi o facto de ter passado por três treinadores diferentes no meu primeiro ano e de tudo ser tão instável. Chegava um treinador novo com as suas próprias ideias e os seus jogadores de confiança. Depois chegava outro treinador e também tinha os seus preferidos. Era tudo muito inconsistente. Foi a minha primeira época a jogar na Europa e, sinceramente, foi bastante perturbadora desde o início. Depois disso, tudo começou a correr mal", rematou.
Avançado grego continua a somar números impressionantes ao serviço das águias e o mais recente encontro trouxe novos motivos para falar do camisola 14
29 Out 2026 | 14:27 |
Vangelis Pavlidis continua a afirmar-se como uma das principais figuras do Benfica e voltou a deixar a sua marca na vitória frente ao Santa Clara, por 2-1, na nona jornada da Liga Portugal. O avançado grego marcou nos Açores, dando início à reviravolta encarnada, e reforçou o estatuto de peça fundamental na equipa orientada por Marco Silva.
O camisola ´14´ está a acumular marcas impressionantes: chegou aos 200 golos na carreira, atingiu os 50 tentos na Primeira Liga e está a apenas dez golos de se aproximar do pódio dos melhores marcadores estrangeiros da história do Benfica, onde surge o sueco Mats Magnusson. Além disso, Pavlidis soma 77 golos pelos encarnados e está a três de igualar o seu melhor registo goleador ao serviço de um único clube.
Do total de 200 golos na carreira, 80 foram apontados ao serviço do AZ Alkmaar, 77 com a camisola do Benfica, 33 pelo Willem II e dez pela seleção principal da Grécia. O avançado, de 27 anos, procura continuar a aumentar estes números e consolidar o seu estatuto entre os jogadores mais influentes do plantel encarnado.
Antes de chegar à Luz, Pavlidis já tinha demonstrado uma capacidade goleadora impressionante nos Países Baixos. Na temporada 2023/24, ao serviço do AZ Alkmaar, conseguiu marcar em nove jogos consecutivos, tornando-se o primeiro jogador da história da Eredivisie a faturar em cada uma das nove primeiras jornadas de uma edição do campeonato. Uma sequência que demonstra a consistência que o internacional grego tem procurado transportar para o futebol português.
Na presente temporada, o ponta de lança helénico soma 17 golos em 17 jogos e lidera a lista dos melhores marcadores do campeonato, com mais um tento do que Luis Suárez, avançado do Sporting. O grego contabiliza ainda três assistências, sendo o jogador com mais contribuições para golo na I Liga, à frente do colega Gianluca Prestianni - que também soma números notáveis.
Atleta com passagens pelo Chelsea, Arsenal e Fulham deixou boas palavras acerca do atual treinador do emblema vermelho e branco
29 Out 2026 | 13:54 |
Willian abordou a sua carreira. Atualmente no Grémio, o internacional brasileiro passou pelo Fulham entre 2023 e 2025, com uma passagem pelo Olympiacos no meio, onde se cruzou com Marco Silva. O extremo canarinho admitiu que sentiu-se "valorizado e respeitado" sob comando do atual técnico dos encarnados.
Willian: "Marco Silva queria falar comigo"
"Quando saí do Brasil, o meu objetivo era regressar a Inglaterra e ficar por lá, porque adoro o país e o meu agente também vive lá. Decidi ficar em Londres durante algum tempo, reunir-me com algumas pessoas e perceber quais eram as possibilidades. O meu agente disse-me que o Marco Silva queria falar comigo. Tivemos uma reunião e ele convidou-me para treinar com a equipa e perceber como me sentia. Não se tratava propriamente de um período de testes, mas mais de verificar se eu conseguia readaptar-me, sobretudo depois daquilo que tinha acontecido no Arsenal", disse, em declarações, à revista Four Four Two.
De seguida, partiu para os elogios. "Gostei do estilo do Marco. Senti-me valorizado. Não foi uma questão de elogios fáceis, mas sim de sentir respeito e consideração. Fui muito feliz no Fulham", falou. Com o treinador de 49 anos, Willian fez 10 golos e sete assistências em 79 jogos.
Willian: "David Luiz estava lá"
A carreira de Willian ficará sempre marcada pela troca do Chelsea pelo Arsenal durante o verão de 2020. O jogador explicou a mudança, que teve uma "ajudinha" de David Luiz. "Naquele momento, essa decisão tinha de ser tomada. Estava a completar 32 anos e precisava de pensar no futuro. O Chelsea ofereceu-me uma renovação de contrato por dois anos, mas eu queria três. Entretanto, apareceu o Arsenal com um projeto muito interessante. O Edu (Gaspar) estava lá como diretor desportivo e também o David Luiz. Foi-me oferecido um contrato de três anos, o que me dava mais estabilidade e tranquilidade. Mesmo assim, não foi uma decisão fácil. Eu queria mesmo ficar no Chelsea", contou.
Revelado pelo Corinthians, Willian construiu uma carreira de grande sucesso na Europa. Após uma passagem multicampeã pelo Shakhtar Donetsk, o jogador atingiu o seu auge na Inglaterra, onde se tornou ídolo do Chelsea, conquistando duas edições da Premier League e uma Liga Europa. O atleta também somou passagens por Arsenal, Fulham, Olympiacos e Grêmio, além de ter representado a seleção brasileira em dois Mundiais e na conquista da Copa América de 2019 - ao lado de Everton Cebolinha.
No rescaldo do encontro, o treinador das águias apontou aspetos que fizeram a diferença e deixou uma mensagem clara sobre a identidade encarnada
29 Out 2026 | 13:17 |
O Benfica foi derrotado pelo Arsenal, por 3-0, na deslocação a Londres, em encontro da terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões feminina. No final da partida, Ivan Baptista analisou o desempenho das encarnadas e reconheceu que a equipa poderia ter aproveitado melhor as oportunidades de que dispôs, apontando também momentos em que faltou maior serenidade.
I. Baptista: "Devíamos ter tido calma"
"O jogo foi o que esperávamos. Penso que começámos bem e à meia hora de jogo estava equilibrado. Nas poucas oportunidades que tivemos, devíamos ter aproveitado. Devíamos ter tido calma em alguns momentos e não tivemos", afirmou, em declarações à UEFA.
Apesar do desaire, o treinador das águias fez questão de sublinhar a postura das suas jogadoras e a intenção de apresentar uma equipa fiel à sua identidade, mesmo perante um adversário de elevado nível. "Não viemos aqui para defender ou para ficar atrás, mas para mostrar a nossa identidade a toda a Europa. As jogadoras foram fantásticas, mostraram um bom espírito e comprometimento. Agora é seguir em frente", salientou.
F. Drosin: "Defendemos demasiado"
Também Froya Dorsin analisou as dificuldades sentidas pelo Benfica ao longo do encontro. A avançada norueguesa, de 19 anos, considerou que a equipa teve oportunidades para marcar na primeira parte, mas reconheceu que o cenário se tornou mais complicado após o intervalo. "Foi um jogo duro para nós. Sinto que houve um período na primeira parte em que devia ter marcado, porque criámos algumas oportunidades de golo, mas a segunda parte foi dura para nós. Defendemos demasiado", explicou.
A jovem encarnada destacou ainda a importância dos desafios europeus para o crescimento da equipa, apesar da exibição menos conseguida frente ao Arsenal. "Começámos bem contra a Juventus e sinto que fizemos um bom jogo contra o Bayern. Baixámos um bocadinho o nível hoje, mas vamos voltar ainda mais fortes. Como jovem, ganhar experiência a jogar contra tantas grandes equipas é muito bom", frisou.
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29 Out 2026 | 11:37
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29 Out 2026 | 11:13
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29 Out 2026 | 10:51