Modalidades
Camisola 10 do Benfica sofre rotura do Tendão de Aquiles e é baixa por longos meses
22 Ago 2026 | 10:26
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25 Jun 2026 | 15:28 |
O vice-presidente do Benfica para as modalidades, Tomás Barroso, fez um balanço da temporada 2025/26 e aproveitou para explicar as mudanças promovidas em várias equipas do clube, nomeadamente as saídas de treinadores como Marcel Matz, Jota González e Paulinho Roxo. O antigo capitão da equipa de basquetebol das águias deixou uma declaração que rapidamente chamou a atenção dos adeptos encarnados.
T. Barroso: "O Benfica não será um cemitério de treinadores comigo"
"O Benfica não será um cemitério de treinadores comigo. Quando decidimos e quando preparamos uma época, preparamo-la em conjunto e as decisões são partilhadas. Portanto, a responsabilidade também tem de ser partilhada", afirmou, em entrevista à BTV.
O dirigente fez questão de sublinhar que os resultados não podem recair exclusivamente sobre os treinadores, defendendo uma cultura de responsabilidade coletiva dentro das modalidades do Clube. "Um treinador é responsável, sim. Eu sou o responsável máximo e assumirei sempre essa responsabilidade. Mas a estrutura também. E isto é um alerta para todas as estruturas das modalidades: a estrutura também será responsabilizada", garantiu.
T. Barroso: "Pude partilhar com ele as minhas preocupações relativamente às modalidades"
O responsável pelas modalidades revelou ainda que esta reflexão já vinha de trás, recordando as conversas mantidas com Rui Costa quando aceitou assumir o cargo após as eleições de outubro de 2025. "Quando recebi o convite do presidente Rui Costa para assumir estas funções, deixei muito claro e pude partilhar com ele as minhas preocupações relativamente às modalidades, nomeadamente aquilo que alguns ciclos, não só de treinadores, mas também de atletas e de equipas, poderiam impactar de forma negativa nos resultados das fases finais de época", recordou.
Tomás Barroso foi atleta do basquetebol do Benfica durante 13 temporadas (2010-11, nesta esteve emprestado ao Ginásio Figueirense, até 2022/2023). Com a águia ao peito, o antigo base conquistou sete Campeonatos Nacionais, cinco Taças de Portugal, cinco Taças da Liga e cinco Supertaças.
Águias foram completamente dominadas pelos leões e técnico dos encarnados ficou completamente irritado com o desempenho de sua equipa
24 Ago 2026 | 13:19 |
O Benfica entrou da pior forma na nova temporada de andebol. As águias perderam este domingo frente ao Sporting, por 31-24, na Supertaça, num dérbi em que estiveram praticamente sempre atrás no marcador e revelaram uma eficácia ofensiva muito abaixo do desejado.
Anders Hallberg: "Entrámos demasiado mal e com um nível inaceitável"
No encontro que marcou a estreia de Anders Hallberg no banco encarnado, o Benfica teve uma primeira parte para esquecer. A formação benfiquista chegou ao intervalo a perder por expressivos 15-6, depois de marcar apenas seis golos nos primeiros 30 minutos.
Após o apito final, o treinador das águias não escondeu a insatisfação com a exibição da equipa e deixou críticas fortes ao desempenho apresentado: “Houve uma grande diferença entre a primeira e a segunda partes. Entrámos demasiado mal e com um nível inaceitável. Entrámos nervosos e estivemos mal, especialmente no ataque, pois marcámos apenas seis golos até ao intervalo".
Hallberg reconheceu, contudo, uma melhoria significativa após o intervalo, embora tenha considerado inaceitável a forma como a equipa abordou os primeiros minutos do encontro: “Na segunda parte, os jogadores entraram em campo de um modo que me deixou satisfeito. Cometemos muitos erros na fase inicial do jogo. Não sei se foi nervosismo ou outra coisa. Sabíamos que este jogo ia ser muito, muito duro, pois o Sporting é uma equipa forte".
O técnico sueco assumiu ainda que Benfica e Sporting se encontram, neste momento, em patamares diferentes, mas recusou dramatizar o resultado, lembrando que a temporada está apenas a começar: “Estamos em níveis diferentes, mas o modo como jogámos é inaceitável. De qualquer modo, isto foi só o começo da temporada".
Águias seguem fortes no mercado de transferências e conseguem contratação de mais um craque em busca de títulos na atual época
22 Ago 2026 | 17:36 |
O Benfica oficializou a contratação de Pelegrín Vargas, internacional porto-riquenho que chega à Luz para reforçar a equipa sénior masculina de voleibol. O zona 4, conhecido no mundo da modalidade como “Pele”, assinou um contrato válido por uma temporada com as águias.
Aos 28 anos e com 1,93 metros, o novo jogador encarnado chega proveniente do Centurions Narbonne, de França, depois de uma passagem pelo voleibol francês. Pelegrín Vargas apresenta-se na Luz após ter ajudado recentemente a seleção de Porto Rico a conquistar a medalha de prata na Taça Pan-Americana. Na final, diante dos Estados Unidos, foi o melhor pontuador da sua equipa, com 15 pontos.
O percurso é marcado por experiências em diferentes campeonatos. A carreira começou no desporto universitário norte-americano, ao serviço do Purdue Fort Wayne, onde jogou durante cinco temporadas, entre 2016/17 e 2020/21. A primeira aventura europeia surgiu em 2021/22, na Grécia, com a camisola do OFI Creta. Foi precisamente nessa época que Vargas defrontou Sakis Psarras, atual treinador do Benfica.
Em 2023/24, regressou a Porto Rico e representou os Caribes de San Sebastián. Nesse período, sagrou-se campeão nacional e arrecadou vários prémios individuais, incluindo MVP, melhor marcador, melhor servidor, melhor zona 4 e melhor atacante. Na segunda metade da época, teve ainda uma curta passagem pelo Al-Nasser, do Bahrain.
O sucesso continuou na temporada seguinte, com a conquista do bicampeonato porto-riquenho e nova distinção como melhor zona 4. Em 2025, voltou a ser eleito melhor zona 4 e melhor servidor, integrando ainda o sete ideal do campeonato durante os três anos em que competiu no país. Agora, o internacional porto-riquenho prepara-se para uma nova aventura na carreira, com o objetivo de ajudar o Benfica a lutar por títulos.
Jogador recebeu propostas para seguir carreira desportiva em solo transalpino, mas optou por continuar a sua ligação histórica com os encarnados
22 Ago 2026 | 13:22 |
Diogo Rafael decidiu colocar um ponto final na carreira aos 36 anos, depois de 22 anos ligado ao Benfica. O defesa-médio, formado no Turquel, deixa os rinques, mas não abandona o Clube da Luz, estando previsto que passe a desempenhar novas funções dentro da estrutura encarnada.
Segundo o avançou o Record, o internacional português vai continuar ligado ao Benfica, embora ainda não esteja definido qual será o cargo que irá assumir. A decisão surge depois de o jogador ter recebido propostas para continuar a carreira, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Entre os clubes interessados esteve o Barcelos, além do Novara e do Trissino, de Itália. Diogo Rafael optou, contudo, por não dar continuidade à carreira competitiva e decidiu retirar-se nesta fase, encerrando um percurso marcado por uma ligação muito forte ao Benfica.
A relação entre o jogador e o emblema encarnado atravessou momentos particularmente importantes da história recente do hóquei em patins do clube. Diogo Rafael chegou à Luz em 2004, numa altura em que a secção atravessava dificuldades financeiras e vivia um período bastante mais conturbado. O internacional português cresceu juntamente com a equipa e esteve presente em algumas das maiores conquistas da história do Benfica.
Em 2011, celebrou a conquista da Taça CERS, antes de viver um dos momentos mais marcantes da carreira dois anos depois. Em 2013, o Benfica conquistou a primeira Liga dos Campeões de hóquei em patins da sua história, diante do Porto, no Dragão Arena, numa final decidida através de um golo de ouro.