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Rui Costa coloca valores em cima da mesa e revela quantos milhões o Benfica investiu nas modalidades

Gastos dos encarnados foram partilhados pelo Presidente na Assembleia Geral realizada na passada sexta-feira

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29 Set 2024 | 12:33 |

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O investimento nas modalidades do Benfica foi, muitas vezes, um tema trazido para cima da mesa pelos Sócios do Benfica na Assembleia Geral, realizada na passada sexta-feira. Rui Costa não fugiu ao assunto e revelou, detalhadamente, os valores gastos pelo clube em cada uma delas, aproveitando, também, para enaltecer os novos troféus que chegaram.


"Não podemos esquecer os números de vitórias antes desta direção e o número de vitórias agora com esta direção. Isso não pode ser indiferente. Tivemos nove vitórias no ano anterior à nossa entrada e hoje estamos na ordem das 23 vitórias por ano. Mas temos de ganhar mais ainda. Temos um problema quer no andebol, quer no futsal. Relativamente ao basquetebol, somos tricampeões nacionais”, começou por dizer Rui Costa.


“Recuperámos o título de hóquei em patins, mas perdemos o ano passado. Investimos bastante nas modalidades, é um facto, mas não é Fernando Tavares o responsável pelos custos das modalidades. Não se pode atribuir aqui a culpa a A, B, C ou D. Eu assumo as minhas, mas não se pode atribuir culpa a uma pessoa. Investimos bastante”, prosseguiu.


“As nossas modalidades vinham de um desinvestimento brutal antes de entrarmos", anotou o presidente do clube da Luz, que acabou por ser transparente quanto aos gastos nas modalidades de pavilhão”, disse Rui Costa, antes de detalhar.

"Não se pode atribuir aqui a culpa a A, B, C ou D. Eu assumo as minhas, mas não se pode atribuir culpa a uma pessoa. Investimos bastante”


"O ano acabou, a época terminou e gastámos 3,4 milhões no andebol masculino e 686 mil euros no feminino; no basquetebol foram 3,6 milhões de euros no masculino e 582 mil euros no feminino; Gastámos 2,7 milhões no futsal masculino e 385 mil euros no feminino; Foram 2,4 milhões de euros no hóquei em patins masculino e 371 mil euros no feminino; e no voleibol foram 2,1 milhões de euros no masculino e 588 mil euros no feminino", detalhou o Presidente das águias, seguido de aplausos.


Clube

Servir o Benfica corta com Benitez e oficializa rutura após nova movimentação política

Dupla importante acaba em divórcio com grupo político encarnado com antigo candidato à presidência entre os membros a desligar-se

Grupo político Servir o Benfica anuncia a saída de Francisco Benitez, ex-candidato à presidência do Clube
Grupo político Servir o Benfica anuncia a saída de Francisco Benitez, ex-candidato à presidência do Clube

18 Out 2026 | 15:16 |

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A vida associativa do Benfica continua marcada por movimentações e divergências. Este domingo, o movimento Servir o Benfica anunciou, através de um comunicado oficial, o fim da ligação a Francisco Benitez e Guilherme Fontes.


Francisco Benitez foi uma das figuras de destaque do movimento, tendo sido o candidato à presidência do Benfica nas eleições de 2021, nas quais acabou derrotado por Rui Costa. Um ano antes, integrou também o processo eleitoral encarnado, ao ser proposto para a liderança da Mesa da Assembleia Geral na lista encabeçada por João Noronha Lopes, em 2020.


A decisão agora anunciada surge na sequência da integração de Benitez na plataforma UNUM, um grupo independente criado em setembro de 2026 por 32 adeptos e figuras ligadas ao universo benfiquista. Apresentada como uma "casa de ideias", a iniciativa está associada ao movimento Benfica de Todos.


Perante este novo envolvimento, o Servir o Benfica esclareceu que não faz parte de outras iniciativas promovidas por sócios, nem presta apoio institucional a esses projetos. No comunicado, o movimento oficializa, assim, o afastamento de Francisco Benitez e Guilherme Fontes, sublinhando que a decisão do antigo rosto da candidatura presidencial foi tomada a “título individual”.

Esta separação representa mais um episódio na dinâmica associativa do clube da Luz, num contexto em que diferentes grupos, como o recém formado UNUM, e plataformas procuram afirmar as suas ideias e posições sobre o futuro do Benfica.



Clube

No Name Boys na segurança do Benfica? Ligações levantam polémica na Luz

Claque das águias parece estar envolvida em muitas confusões nos estádios e nos bastidores, mas alguns membros podem estar à trabalhar para o Clube

Presença de membros dos No Name Boys em empresa responsável por segurança do Benfica gera polémica nos bastidores
Presença de membros dos No Name Boys em empresa responsável por segurança do Benfica gera polémica nos bastidores

17 Out 2026 | 12:42 |

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A presença de elementos dos No Name Boys na empresa responsável por serviços de segurança ao Benfica está a levantar questões sobre a separação entre o papel de adepto e o exercício de funções profissionais no Estádio da Luz. Vários membros da claque integram os quadros da PM - Segurança, situação que terá estado na origem de episódios de tensão dentro e fora do recinto.


A empresa terá sido criada durante os mandatos de Luís Filipe Vieira e começou por assegurar a segurança do centro de treinos do Seixal, alargando posteriormente a atividade a outras áreas do universo encarnado. É gerida por Paulo Magalhães, antigo pugilista do Benfica, que, de acordo com a informação avançada pelo Correio da Manhã, terá recrutado vários elementos ligados à claque.


A polémica prende-se com a alegada acumulação de funções: alguns dos trabalhadores estarão envolvidos em tarefas de vigilância e revistas a adeptos nos dias de jogo, regressando noutras ocasiões às bancadas enquanto apoiantes do Benfica. Segundo as notícias divulgadas, esta sobreposição terá contribuído para momentos de tensão, incluindo situações envolvendo adeptos de clubes rivais. Não foram, contudo, divulgados publicamente todos os detalhes dos episódios referidos.


Fundados a 4 de março de 1992, os No Name Boys nasceram de uma cisão no seio dos Diabos Vermelhos e tornaram-se um dos principais grupos organizados de apoio ao Benfica. A claque ocupa habitualmente setores da bancada Sul do Estádio da Luz e acompanha a equipa em jogos nacionais e internacionais. 

O grupo não está registado oficialmente nos termos aplicáveis aos grupos organizados de adeptos. A questão da legalização tem sido motivo de debate, nomeadamente devido às exigências legais relativas à identificação dos membros e às condições de apoio às claques. 




Clube

Fernando Tavares 'explode' e aponta o que falta para Benfica ser um clube de topo mundial

Antigo dirigente encarnado defende uma profunda mudança na organização do Clube e considera que a ambição europeia exige muito mais

Fernando Tavares, antigo vice-presidente do Benfica, defende que a estrutura do Benfica não está a ajudar o Clube a chegar à elite europeia
Fernando Tavares, antigo vice-presidente do Benfica, defende que a estrutura do Benfica não está a ajudar o Clube a chegar à elite europeia

15 Out 2026 | 10:55 |

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O Benfica continua a viver demasiado preso às urgências do futebol, na perspetiva de Fernando Tavares, que defende uma reflexão profunda sobre o futuro da instituição. Para o antigo dirigente, a ambição de competir regularmente com a elite europeia exige mudanças que vão muito além dos resultados da equipa principal.


F. Tavares: " O Benfica não pode continuar a ser gerido ao sabor do futebol"


"O Benfica não pode continuar a ser gerido domingo a domingo ao sabor dos resultados da sua equipa de futebol", escreveu, no jornal Record, considerando que o desafio é também "estrutural, organizacional e empresarial". 


Uma das propostas centrais passa pela reorganização da Benfica SAD e pela eventual recompra de parte das participações dispersas em mercado. "O Benfica deve estudar a possibilidade de recomprar parte das participações e ações dispersas em mercado, reforçando a sua capacidade de influência e reorganizando a estrutura de capital em função de uma visão estratégica de longo prazo", defendeu.

F. Tavares: "O Benfica beneficiaria de uma revisão global dos fluxos financeiros internos"


O antigo vice-presidente considera igualmente importante simplificar o universo empresarial do Grupo Benfica, eliminando estruturas redundantes e aumentando a transparência, defendendo ainda uma revisão dos fluxos financeiros internos, a regularização da dívida entre o Clube e a SAD e uma avaliação independente do Estádio da Luz - que tem novo espaço de luxo - , para que os ativos reflitam adequadamente o seu valor. "O Benfica beneficiaria de uma revisão global dos fluxos financeiros internos, assegurando que receitas, custos, ativos e responsabilidades estão alinhados com a realidade operacional de cada entidade", sustenta.

Na sua conclusão, Fernando Tavares deixa uma das mensagens mais fortes do texto sobre o caminho que considera necessário para as águias. "O Benfica passou as últimas duas décadas a profissionalizar a sua atividade desportiva. É tempo de profissionalizar a arquitetura que suporta essa atividade... A elite europeia não se alcança apenas através do talento desportivo. Conquista-se, sobretudo, através da qualidade das estruturas que sustentam esse talento", rematou.


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