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Futebol
24 Nov 2025 | 14:29 |
O Benfica entra em campo esta terça-feira, 25 de novembro, para defrontar o Ajax. Na antecâmara da partida entre os dois ‘lanternas vermelhas’ da Liga dos Campeões, António Simões, antigo campeão europeu pelos encarnados, está a contar que haja muitas dificuldades, mas espera assistir a uma partida que faça jus à tradição que existe entre os dois adversários.
António Simões: “Vamos estar na expectativa de que será um belíssimo jogo”
Em entrevista ao jornal Record, o antigo camisola 11 do Benfica começou por recordar a história e a tradição que pautam os duelos entre os dois ex-campeões europeus: “Vamos estar na expectativa de que será um belíssimo jogo, pela tradição, pelo prestígio e história dos dois clubes”.
“Não tanto pela qualidade de hoje de ambas as equipas, que é inferior. Isto não é menosprezo, é a realidade”, acrescentou António Simões, reconhecendo que existe um decréscimo do talento que existe tanto no plantel do Benfica, de José Mourinho, como no de Fred Grim, treinador interino do clube de Amesterdão. Ambas as equipas encontram-se em dificuldade na prova milionária.
António Simões: “O Benfica necessita de uma vitória e um bom jogo para pensar na passagem à fase seguinte"
Mais adiante, o antigo bicampeão europeu pelos vermelhos e brancos aponta o Clube da Luz como o mais provável a conseguir o triunfo, reconhecendo que os neerlandeses atravessam uma fase muito complicada: “O Benfica tem condições para ganhar. O Ajax está no pior momento da sua história”.
“O Benfica necessita de uma vitória e um bom jogo para pensar na passagem à fase seguinte, mas também para dar uma injeção de confiança aos jogadores, que ainda não têm rendido o máximo”, acrescentou por fim António Simões, ao antever o duelo entre as águias e os neerlandeses, que vai decorrer amanhã, 25 de novembro, na Johan Cruyff Arena, em Amesterdão.
Antigo vice-presidente encarnado admite, ainda assim, que resultados da presente temporada ficaram aquém das expetativas
15 Mai 2026 | 17:36 |
António Figueiredo defendeu a continuidade de José Mourinho no comando técnico do Benfica em 2026/27, considerando que a estabilidade deve prevalecer numa fase delicada do Clube. O antigo vice-presidente encarnado admite que os resultados da temporada ficaram aquém das expetativas, mas entende que uma nova mudança no banco poderá agravar ainda mais a instabilidade interna, numa altura em que Marco Silva tem sido associado às águias.
A. Figueiredo: “Eu gostava que o Mourinho ficasse no Benfica"
Em declarações ao 'Record', explicou que a sua posição não se prende apenas com os títulos conquistados esta época: “Eu gostava que o Mourinho ficasse no Benfica e nem estou a analisar os resultados, porque, este ano, a única coisa que o Benfica guarda na sala de troféus é a Supertaça... conquistada por Bruno Lage. A minha motivação para que Mourinho continue tem a ver com a estabilidade”, afirmou.
O antigo dirigente reforçou ainda a ideia de que o Clube precisa de continuidade para voltar ao topo do futebol português: “Andarmos constantemente a mudar de treinador, de presidente e de dirigentes não resolve as situações. Se me limitasse a analisar os resultados, estaria, neste momento, a rezar pelo regresso de Bruno Lage”.
Apesar das críticas à época do Benfica, António Figueiredo recusou colocar em causa o valor de Mourinho, defendendo que o percurso do treinador continua intacto: “Os resultados não foram animadores, mas não retiram uma vírgula ao currículo de José Mourinho, construído por ele, ao longo do seu percurso”, destacou na CMTV.
António Figueiredo aproveitou ainda para afastar a ideia de que o plantel tem lacunas, apontando o crescimento de Andreas Schjelderup: “A equipa não está nada desequilibrada, o Benfica tem uma excelente equipa. Os jogadores têm é que ter minutos de jogos e confiança. Veja-se o exemplo do Schjelderup que, há quatro meses, era para ser vendido e agora é o melhor jogador do Benfica”, concluiu.
Pupilo de José Mourinho valorizou-se com as recentes exibições ao serviço do emblema encarnado e soma agora mais um pretendente de peso
15 Mai 2026 | 17:22 |
Andreas Schjelderup continua a ganhar destaque no mercado internacional depois da reta final de temporada em grande nível ao serviço do Benfica. O extremo norueguês valorizou-se com as recentes exibições e soma agora mais um pretendente de peso, com o Milan a surgir entre os clubes atentos à sua situação.
Segundo informações avançadas em Itália, o emblema de Milão já incluiu o 'camisola 21' encarnado na lista de potenciais reforços para a próxima época. Ainda assim, os italianos deverão adiar qualquer avanço concreto enquanto não definirem a nova estrutura diretiva e o próximo diretor desportivo.
O Benfica, por seu lado, não pretende facilitar uma eventual saída e aponta para valores superiores a 30 milhões de euros, que tem contrato até 2028 e cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões. Além do Milan, também Barcelona e Como continuam atentos ao jogador.
Aos 21 anos, o internacional norueguês conseguiu dar a volta à situação que vivia no início da época. Depois de ter estado perto de sair para o Club Brugge, acabou por convencer José Mourinho e ganhou um papel importante, tornando-se uma peça influente no esquema encarnado.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Andreas Schjelderup — avaliado em 20 milhões de euros — já realizou 42 partidas: 27 na Liga Portugal Betclic, 10 na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal e uma na Taça da Liga. Nos 2.464 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou 10 golos e seis assistências.
Estrutura liderada por Mário Branco continua ativa na procura de reforços, mas também trabalha em possíveis saídas no plantel encarnado
15 Mai 2026 | 16:45 |
Richard Ríos, Andreas Schjelderup e Vangelis Pavlidis estão entre os jogadores que podem abandonar o Benfica no próximo mercado de verão, numa altura em que a SAD encarnada prepara uma profunda reformulação do plantel. Apesar de o Clube pretender manter algumas das principais figuras, o contexto financeiro e desportivo poderá obrigar à venda de pelo menos um dos ativos mais valiosos da equipa.
A estrutura liderada por Mário Branco continua ativa na procura de reforços, mas também trabalha em possíveis saídas que permitam ao Benfica ganhar margem financeira para atacar o mercado. O cenário de uma eventual ausência da UEFA Champions League aumenta ainda mais a necessidade de equilibrar as contas.
No meio-campo, Richard Ríos surge como o nome mais quente do mercado encarnado, segundo o jornal 'A Bola'. Depois de um arranque irregular após a chegada do Palmeiras, o internacional colombiano valorizou-se e continua referenciado por clubes de Itália e Inglaterra. O Nápoles e o Manchester United são dois dos emblemas atentos à situação do médio, por quem o Benfica espera encaixar mais de 30 milhões de euros.
Também Schjelderup e Pavlidis continuam a despertar forte interesse internacional. O extremo norueguês ganhou protagonismo ao longo da época, sobretudo nas competições europeias e chegou a ser associado ao Barcelona. Já o avançado grego mantém mercado ativo, especialmente em Inglaterra, onde continua a alimentar o desejo de jogar na Premier League, com o Benfica disposto a negociar por valores próximos dos 50 milhões.
Além destas possíveis transferências, existem outros dossiês em aberto no plantel encarnado, incluindo situações como a de Franjo Ivanovic. Ainda assim, é sobretudo através de Ríos, Schjelderup e Pavlidis que a SAD acredita poder garantir os encaixes financeiros necessários para reconstruir a equipa e preparar a próxima temporada.