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Exclusivo Glorioso 1904 - Futebolista de 29 anos perto do regresso mais de oito meses depois
02 Mar 2026 | 12:41
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03 Mar 2026 | 09:41 |
A arbitragem de João Gonçalves ficou marcada por mais um caso de uma alegada grande penalidade por assinalar. Pelo que foi apurado, o Benfica terá pedido uma grande penalidade, cometida por Zé Carlos, por braço no cabeceamento de Andreas Schjelderup, atleta que acabou por dar o triunfo aos encarnados (2-1).
Jorge Coroado: "Zé Carlos opôs-se galharda e eficazmente ao cabeceamento de Schjelderup sem cometer qualquer infração"
"Zé Carlos opôs-se galharda e eficazmente ao cabeceamento de Schjelderup sem cometer qualquer infração", apontou Jorge Coroado, em declarações ao jornal O Jogo, assumindo que o lance em questão foi bem ajuizado por João Gonçalves, árbitro da partida.
"Após jogar de cabeça, a bola foi ao corpo de Zé Carlos, que não movimentou o braço para a intercetar, sendo boa a decisão de não assinalar penálti e, sim, canto", constatou, por sua vez, José Leirós, concordando com a análise do seu colega.
"Não se vislumbra qualquer irregularidade do jogador Zé Carlos dentro da sua área. Aceito perfeitamente a decisão do árbitro em nada assinalar", concluiu, por sua vez, Fortunato Azevedo, assumindo que não existiu qualquer infração no dito lance entre o defesa do Gil Vicente e o extremo do Benfica.
Vale a pena recordar que o Glorioso respondeu assim, da melhor forma possível, aos triunfos dos rivais, mantendo a mesma diferença pontual. Concluída a 24.ª jornada do campeonato, o Benfica vira as atenções para o Clássico com o Porto, com o objetivo de reduzir para quatro pontos a diferença para a liderança da Liga Portugal Betclic.
No final da partida, treinador da formação gilista náo concordou que o resultado encontro, frisando que equipa fez tudo para conquistar os três pontos
03 Mar 2026 | 09:20 |
César Peixoto não escondeu a frustração pelo resultado em Barcelos. No final da partida, o treinador do Gil Vicente comentou a derrota frente ao Benfica (2-1), considerando que a sua equipa jogou olhos nos olhos com os encarnados e que o marcador não espelha o que aconteceu no relvado.
Tinha um prometido um Gil Vicente a jogar olhos nos olhos. Ficou satisfeito?
Foi um jogo equilibrado. Quem veio ficou satisfeito. Um empate seria mais justo, mas é o futebol. Parabéns ao Benfica pela vitória. Mostrámos mais uma vez a organização que temos. Um bom jogo, orgulho no que estamos a fazer. Jogámos de igual para igual contra uma equipa como o Benfica. Olhos nos olhos seja contra quem for. Hoje o futebol não foi justo connosco".
Onde considera que se fez a diferença?
"A eficácia. Tivemos mais ou menos os mesmos remates do que o Benfica, foi um jogo muito equilibrado. O Benfica foi eficaz e nós não fomos".
Se não terminar em 5.º lugar, considera que é injusto?
"Nenhum peso. Vivemos bem com o que estamos a fazer. Temos orgulho no trabalho e na capacidade destes jogadores. Acho que as pessoas não levam a sério, mas digo sempre que temos que perder, empatar ou ganhar da mesma forma. Se continuarmos assim, vamos ser felizes como temos sido. Não vivemos preocupados. No ano passado, estávamos a lutar para não descer de divisão e hoje estamos a jogar desta forma e na parte de cima da tabela. Não vamos ganhar os jogos todos, não vamos, mas vamos olhar sempre para ganhar como olhamos hoje o Benfica. Em nada fomos inferiores".
E o César imaginava esta temporada?
"Imaginava que podíamos fazer um bom campeonato. Saíram 16 jogadores, as pessoas nem pensam nisso. Acreditávamos muito no trabalho de pre-época, grupo e jogadores. Agora é continuar com o trabalho. Eles sabem que fizeram um bom jogo, estão chateados porque sabem que fizeram um bom jogo".
Dados estatísticos demonstram que futebolista do plantel orientado por José Mourinho teve de puxar dos galões para conter formação gilista
03 Mar 2026 | 08:46 |
Anatoliy Trubin teve uma noite difícil em Barcelos. Pelo que foi apurado, o Gil Vicente, equipa que o Benfica teve de suar para vencer por 2-1, deu imenso trabalho ao guarda-redes ucraniano. Os números apresentados demonstram que os gilistas foram a equipa mais complicada para o atleta.
Segundo deu conta o Playmaker, portal especialista em estatísticas, a turma de César Peixoto é, até à data, o clube que mais trabalho deu a Anatoliy Trubin na Liga Portugal Betclic. No somatório dos dois encontros, tanto na Luz como em Barcelos, onde o Benfica venceu por 2-1, o ucraniano realizou um total de 10 defesas.
Segundo a mesma fonte, na partida da última segunda-feira, 2 de março, Anatoliy Trubin, além do golo concedido, foi chamado a intervir em quatro ocasiões decisivas, perante um adversário que criou muitas dificuldades ao Clube da Luz. Ao todo, o internacional ucraniano negou o golo aos gilistas por quatro vezes.
Este registo junta-se às seis defesas que Trubin realizou na primeira volta, na visita do Gil Vicente ao Estádio da Luz. Numa partida em que José Mourinho realizava o seu segundo encontro no comando técnico do Benfica, os encarnados também venceram por 2-1, mas, tal como aconteceu em Barcelos, também passaram por muitas dificuldades.
Vale a pena recordar que o Glorioso respondeu assim, da melhor forma possível, aos triunfos dos rivais, mantendo a mesma diferença pontual. Concluída a 24.ª jornada do campeonato, o Benfica vira as atenções para o Clássico com o Porto, com o objetivo de reduzir para quatro pontos a diferença para a liderança da Liga Portugal Betclic
À semelhança das partidas anteriores, treinador posrtuguês marcou presença na conferência de imprensa, onde analisou encontro que decorreu em Barcelos
03 Mar 2026 | 08:26 |
José Mourinho marcou presença na conferência de imprensa, onde respondeu aos jornalistas presentes em Barcelos. No final do triunfo frente ao Gil Vicente (2-1), o treinador do Benfica teceu comentários sobre a arbitragem de João Gonçalves, mas também deixou uma atualização a respeito da lesão de Fredrik Aursnes. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.
A lesão de Aursnes
"Essas coisas, 48 horas e já se sabe melhor. É sabido que ele já arrasta este problema há umas semanas largas. Tem-se encontrado quase sempre condições para ele ir a jogo, mas para ele ser substituído logo no início da segunda parte quando na primeira parte não tinha sentido nada, deixa-me a pensar que poderá ser algo maior do que o que tem sido até agora. O jogo foi bom e para ser bom precisa de três equipas boas e acho que tiveram em campo três equipas boas. Aquilo que acontece no primeiro minuto de jogo deve ser analisado de igual modo que se fosse ao minuto 20, 30, 40 ou 60. No primeiro minuto há um cartão amarelo claríssimo. O cartão amarelo ao Otamendi não me cheirou muito bem, mas acho que o árbitro fez um bom jogo porque deixou jogar. As duas equipas jogam bem, são competitivas, têm transições rápidas e acho que o árbitro colaborou bem com o tipo de jogo das duas equipas. Tem a sensação clara, vendo à pressa, a situação que antecedeu o canto que deu o nosso golo. Vendo à pressa, parece-me um penálti claríssimo, muito mais claro que aquele que foi apitado ao António Silva contra o Casa Pia, por exemplo. Mas isso já é coisa de VAR, não é coisa de árbitro. Dentro de campo, o jogo é a 200 à hora e deixou andar e jogar. Vitória muito importante para nós, contra uma equipa que neste momento está em 5.º, que esteve em 4.º e luta pelo 4.º e que valoriza a nossa vitória num jogo duro".
Substituição de Prestianni
"Uma questão de análise do jogo, nem 'feeling' nem persentimento, não foi varinha mágica. O Gianluca não esteve mal, mas não foi o Gianluca na verdadeira aceção da palavra. O Andreas estava a criar bastante dificuldades ao lateral daquele lado e eu quis meter o Lukebakio, que se sente muito mais confortável à direita do que à esquerda e optámos por tirar o Prestianni. Depois, o Schjelderup apanha um cartão amarelo e nós estávamos em vantagem nesse momento. O Gil a fazer substituições para andar para a frente, nós, como equipa naquele momento bastante ofensiva e muita gente cansada, então meti o Bah a fechar o flanco direito onde eles são muito fortes, seja com o lateral, seja com o ala, e nesse momento o Lukebakio passa para a esquerda, uma posição onde não se sente muito confortável. Mas o jogo pedia-nos esse equilíbrio".
Criação de maior perigo do Benfica poderia surgir pelas alas?
"Há aí uma vaga, em alguns países europeus, de defesa à homem, que há duas décadas começou a ser completamente démodé, o Benfica e o Gil são das melhores equipas que defendem à zona. O Gil defende muito bem e nós tentámos abrir muito com o Dedic, com o Gianluca a ir para dentro e a levar com ele o Konan e depois a criar dificuldades ao ala, que é um ala ofensivo, que tinha de vir com o Dedic mas muitas vezes atrasado. Na primeira parte começámos a criar por aí do ponto de vista estratégico, mas depois começámos a desequilibrar pelo lado esquerdo, onde o Dahl tem duas posições para marcar ou para assistir porque por aquele lado começámos a ir com dois-três jogadores. O Pavlidis também fez um trabalho extraordinário, e é por isso que eu digo que são bons atacantes quando marcam golos, mas depois também há bons atacantes que não marcam golos. Acho que o Pavlidis fez um trabalho fantástico a procurar as costas dos defesas. Equipas como o Gil, que jogam bem zonalmente, também temos de obrigá-las a correr para trás. O que eu não gostei no jogo foi a forma como não gerimos o início da segunda parte. O Gil reage, nós temos a substituição, depois há uma acumulação de lançamentos e cantos que temos de saber gerir com outra maturidade, inclusive a tentativa de reposição rápida do Trubin. Numa situação como aquela não se deve fazer, porque a equipa estava num momento difícil, o primeiro que tivemos no jogo, e temos de saber gerir de outra forma. Não quero dizer com mais inteligência, mas com menos inocência".
Lukebakio
"É uma semana de trabalho que não temos tido, mas é uma semana boa de trabalho. Amanhã não treinamos, mas temos quarta, quinta, sexta e sábado. Sábado é sábado, véspera de jogo, mas temos três bons dias para trabalhar e que certamente o ajudarão a melhorar a sua condição".
O que distingue o Schjelderup da primeira metade da época para esta?
"Eu acho que ele é melhor hoje do que há uns meses. Uma coisa que é importante para o jogador é o jogador sentir que o treinador gosta dele. É algo importante ao nível da autoestima e da autoconfiança. Ele sabe que eu gosto muito deste Schjelderup e que não gostava nada do Schjelderup que eu vim a encontrar. O que mudou? Mudou muita coisa. Do ponto de vista defensivo, tem agora uma noção importante de como defender à zona. Acho que defende bem. Não sendo um jogador agressivo, que não é, não sendo um jogador defensivo, que não é, mas tornou-se um jogador com bons conceitos táticos e a saber interpretá-los bem. Depois, no lado oposto, temos alas e laterais que profundizam muito. Agora, do lado esquerdo, outro jogador que tem estado bem, quando ele começou a jogar, o Dahl ainda era um jogador de reduzida participação ofensiva. E tendo ele, o único jogador que tínhamos a jogar aberto do lado esquerdo, a fluência do jogo, acho que se sente importante. E o facto de ele sentir que o treinador gosta dele, acho que é importante para ele e que melhorou a sua autoestima".