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Negócio Rei dos Frangos: saiba o que é o artigo 13 dos Estatutos do Benfica
09 Mai 2026 | 09:23
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17 Set 2025 | 14:03 |
João Duarte, professor da NOVA SBE, considera que o lucro apresentado pela Benfica SAD no último exercício não significa que a situação financeira das águias seja positiva. Num artigo de opinião, o reputado economista alerta para o peso de receitas extraordinárias (Mundial de Clubes), bem como para o forte investimento feito no início da temporada 2025/26, que vai passar fatura.
João Duarte: "Dão uma pica imediata, deixam tudo mais doce no curto prazo, mas trazem consigo o risco do inevitável sugar crash"
No seu texto de opinião, publicado na edição desta quarta-feira, no jornal A Bola, o professor da NOVA SBE revela a verdadeira natureza dos lucros apresentados pelas águias: "À primeira vista, parece um sinal inequívoco de recuperação. Mas uma análise mais cuidada mostra outra realidade: estas contas funcionam como o açúcar. Dão uma pica imediata, deixam tudo mais doce no curto prazo, mas trazem consigo o risco do inevitável sugar crash".
De seguida, João Duarte alerta que os lucros não estão totalmente relacionados com a gestão de Rui Costa e restante estrutura: "O lucro não nasceu de uma gestão mais eficiente. Resultou de dois fatores extraordinários: a participação no Mundial de Clubes, que acrescentou 22,5 milhões em receitas (17,1 milhões líquidos), e a venda de João Neves, o maior talento da formação, por quase 60 milhões. O resultado foi positivo, sim, mas assente em eventos que não se repetem todos os anos".
João Duarte: "O risco maior está em 2025/26. Logo em julho, após fecho do exercício, o Benfica comprometeu-se com mais de 100 milhões em aquisições obrigatórias"
Sobre as contas da presente temporada, o economista avisa que as águias começaram no vermelho: "O risco maior está em 2025/26. Logo em julho, após fecho do exercício, o Benfica comprometeu-se com mais de 100 milhões em aquisições obrigatórias (Ríos, Ivanovic, Lukebakio, Barrenechea e Sudakov). Nas contas, isto significa 17–20 milhões adicionais por ano em amortizações. Houve também vendas relevantes — Álvaro Carreras, Kerem Akturkoglu e Arthur Cabral — que ajudam a compensar, mas o saldo líquido de julho é negativo".
"As contas de 2024/25 mostram lucros. Mas lucros com açúcar a mais. O clube não pode perder-se no entusiasmo do sabor doce inicial, esquecendo que a seguir pode vir o sugar crash. Se quer ambicionar — e bem — voltar a olhar de frente para os grandes da Europa, precisa de uma base sólida que não dependa do imediato, mas que sustente o futuro", finalizou João Duarte.
Comunicado das águias revela igualmente a localização do evento, tal como temas que vão figurar e ser debatidos com os associados das águia
13 Mai 2026 | 15:20 |
Terminada a temporada desportiva, que vai acontecer no próximo sábado, 16 de maio, o Benfica revelou as datas para a realização das próximas Assembleias Gerais do Clube. Segundo uma convocatória, emitida pelos encarnados, as duas reuniões vão decorrer a 27 de junho, ambas no Pavilhão n.º 2 da Luz. Confira o comunicado.
"Realizam-se no próximo dia 27 de junho (sábado) duas Assembleias Gerais Ordinárias do Sport Lisboa e Benfica, no Pavilhão n.º 2 do Clube", pode ler-se no comunicado partilhado pelo Benfica através das suas plataformas oficiais. De relembrar que as águias não corresponderam ao 'desafio' lançado por João Diogo Manteigas.
"A Assembleia Geral destinada a apreciar e discutir o planeamento, a gestão e os resultados desportivos da época 2025/26 do futebol, bem como das restantes modalidades do SLB, após o final da respetiva temporada desportiva, tem início marcado para as 8h30", pode ler-se na mesma convocatória, emitida pelo Benfica.
"No mesmo local, às 14h00, decorrerá a segunda Assembleia Geral (AG) do dia 27 de junho, para apreciar e votar o orçamento de despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal, para a época de 2026/27", acrescentou a mesma nota partilhada pelas águias.
No mesmo comunicado, o Benfica também deixou umas breves explicações sobre o processo de deliberação que vai acompanhar a realização das Assembleias gerais. No Pavilhão da Luz, será feito através de sistemas eletrónicos que vão estar disponíveis, no site oficial dos encarnados, na plataforma onde será acompanhada a transmissão, e, por fim, na app oficial do Clube da Luz.
Ex-dirigente, responsável por um dos departamentos mais importantes no Clube da Luz, abordou ainda os recentes resultados obtidos nas eleições de 2025
13 Mai 2026 | 13:21 |
João Carvalho não ficou por meias palavras ao afirmar que o principal problema do Benfica é Rui Costa. Numa entrevista recente, o antigo presidente do Conselho Fiscal, que já tinha abordado o negócio do Rei dos Frangos, apontou que a maior lacuna do Clube da Luz passa pelo dirigente máximo e que, não é com contratações que se vai encontrar uma solução.
João Carvalho: "Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção"
"Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção", começou por dizer João Carvalho, numa entrevista à Bola Branca, onde deixou duras críticas à estrutura encarnada, depois de um empate frente ao Braga que deu um rombo grande nas aspirações do Clube da Luz na Liga dos Campeões.
"O Benfica tem de ter um líder e não tem. Não tem um líder há bastante tempo. Era importante que as pessoas que rodeiam Rui Costa façam com que ele perceba isso, já que é natural que a pessoa não reconheça as próprias fraquezas", apontou o antigo dirigente dos encarnados, deixando críticas ao atual Presidente das águias.
João Carvalho: "Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se"
"Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se", atirou João Carvalho, na entrevista à Bola Branca, onde afirmou não estar de acordo com a decisão de dar mais quatro anos de mandato a Rui Costa. O ex-dirigente defende que se deveria ter dado um rumo diferente em novembro de 2025.
"Nesta altura, ainda não se sabe quem fica em segundo lugar. Vamos lá ver se vamos para o Marquês comemorar o segundo lugar. Ao ponto que chegámos", ironizou o antigo presidente do Conselho Fiscal. "Há que acabar a época, que já falta pouco, preparar a próxima e deviam ser preparadas novas eleições", concluiu João Carvalho.
Em consequência a um passado momento protagonizado por alguma tensidade, figura pertencente ao Clube da Luz é castigada com multa
10 Mai 2026 | 13:24 |
Gonçalo Guimarães, diretor de comunicação do Benfica, foi condenado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao pagamento de uma multa de 2040 euros, em processo disciplinar motivado por participações da Medialivre e do jornalista Gustavo Lourenço, desse mesmo grupo de comunicação.
Em causa estão acontecimentos nos Açores, antes do Santa Clara - Benfica, e no Seixal, antes da receção ao Real Madrid, na 1.ª mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. No primeiro local, Gonçalo Guimarães - que já antes tinha sido multado - estava acusado de intrometer-se entre Gustavo Lourenço e Nicolás Otamendi, à chegada ao hotel da equipa encarnada, com recurso a contacto físico. No segundo caso, foram palavras trocadas entre os dois, com o jornalista a participar ameaças do diretor de comunicação das águias.
No acórdão do CD pode ler-se que "as referidas condutas ultrapassam o âmbito das funções de um Diretor de Imprensa, violando os deveres de retidão e lealdade (incluindo de correção, urbanidade e contenção) para com outros agentes desportivos ou terceiros (em especial jornalistas no exercício das suas funções)", dando-se como provado.
"O Arguido adotou, em ambas as ocasiões, uma postura ríspida e desadequada no relacionamento com o Jornalista, que se encontrava no exercício legitimo das suas funções. O Arguido agiu de forma livre, voluntária e consciente, bem sabendo que a sua conduta era suscetível de perturbar e desrespeitar o exercício da atividade jornalística, bem como de violar os deveres de correção e urbanidade a que se encontrava obrigado, conduta prevista e punida pelo ordenamento jus-disciplinar desportivo, não se abstendo, porém, de a realizar."
As decisões do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol são passíveis de recurso, nos termos da lei e dos regulamentos, para o Conselho de Justiça ou para o Tribunal Arbitral do Desporto, refere ainda o acórdão.
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