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Futebol
26 Ago 2025 | 16:51 |
Rogério Azevedo comentou o favoritismo de Rui Costa - que quer garantir um novo reforço - para vencer as eleições que irão decorrer pela liderança do Benfica, a 25 de outubro deste ano. O jornalista desportivo admitiu que o atual Presidente do Clube da Luz é o que está melhor cotado para vencer as eleições, mas afirmou que tal pode mudar.
Rogério Azevedo: "A corrida às eleições de outubro parece-se com a corrida às eleições do Sporting de setembro de 2018"
"O Benfica não teve Alcochete, mas a corrida às eleições de outubro parece-se com a corrida às eleições do Sporting de setembro de 2018. Há sete anos, apareceram Frederico Varandas, João Benedito, José Maria Ricciardi, Dias Ferreira, Fernando Tavares Pereira e Rui Jorge Rego. Se fizemos bem as contas, eram seis candidatos", começou por dizer Rogério Azevedo no seu espaço de opinião do jornal A Bola, comparando as eleições das águias às eleições do rival lisboeta de há sete anos atrás.
De seguida, o jornalista desportivo nominou os candidatos à presidência do Benfica, apontando o alto volume de pretendentes a uma crise no Clube: "Os mesmos do Benfica em 2025: Rui Costa, Luís Filipe Vieira, João Noronha Lopes, João Diogo Manteigas, Martim Mayer e Cristóvão Carvalho. Seis pode ser visto como claríssimo sinal de democracia. Ou de clube dividido e em crise. Inclino-me mais para esta possibilidade".
Rogério Azevedo: "Se as eleições fossem hoje, era favorito"
Rogério Azevedo continuou o seu raciocínio, revelando que atualmente Rui Costa é o favorito para vencer a votação: "O incumbente é quase sempre visto como mais forte candidato à vitória. No caso do Benfica, o incumbente é Rui Costa. Se as eleições fossem hoje, era favorito: Supertaça no bolso, eliminação do Nice, duas vitórias nas duas primeiras jornadas de Liga e empate no terreno do Fenerbahçe na primeira mão do play-off da Liga dos Campeões".
No entanto, Azevedo destacou o calendário atribulado do Benfica, que poderá mudar o rumo das eleições até outubro: "Porém, até 25 de outubro, a equipa do Benfica disputará seis jogos na Liga (Alverca, Aves SAS e FC Porto fora de casa; Santa Clara, Rio Ave e Gil Vicente na Luz), a segunda-mão com o Fenerbahçe e três jornadas de Liga dos Campeões ou Liga Europa. Ou seja, relativamente a Rui Costa, é como cantava a Banda do Casaco: hoje há conquilhas, amanhã não sabemos. Hoje, parece ser favorito, amanhã sê-lo-á ou não".
Saída do central argentino abre portas a novo ciclo e apenas dois atletas encarnados parecem ter lugar seguro no plantel da próxima temporada
14 Mai 2026 | 17:50 |
O Benfica prepara-se para fechar mais um capítulo ligado ao título conquistado em 2022/23. Nicolás Otamendi já informou a SAD de que não pretende renovar contrato e deverá despedir-se das águias no duelo frente ao Estoril, encerrando uma ligação de seis temporadas com o Clube da Luz.
A saída do internacional argentino poderá ser apenas o início de uma nova reconstrução profunda no plantel encarnado. Três anos depois da conquista do campeonato com Roger Schmidt, restam poucos jogadores desse grupo e vários deles continuam com o futuro em aberto para 2026/27.
António Silva é um dos casos que mais atenção desperta. O central termina contrato dentro de um ano e continua sem acordo para renovar, cenário que pode levar o Benfica a ponderar uma venda já no próximo mercado de verão para evitar o risco de perder o defesa a custo zero no futuro.
Também Andreas Schjelderup vive dias decisivos. O extremo norueguês está no melhor momento desde que chegou ao Benfica e começa a atrair interesse de vários clubes europeus. A SAD encarnada já iniciou contactos para prolongar o vínculo, mas o mercado poderá acabar por ter peso importante na decisão final.
Alexander Bah e Samuel Soares também não têm permanência assegurada, enquanto Fredrik Aursnes e Rafa Silva surgem, nesta fase, como os únicos campeões de 2022/23 com presença praticamente garantida no plantel da próxima temporada. O Benfica prepara, assim, uma nova fase de mudanças, com cada vez menos rostos ligados ao histórico ‘38’.
Apesar dos atuais fortes contactos entre Special One e emblema merengue, ex figura blanca mostra-se reticente face à possibilidade em questão
14 Mai 2026 | 17:35 |
Ramón Calderón, antigo presidente do Real Madrid, mostra-se reticente quanto à hipótese de José Mourinho assumir o comando técnico dos merengues. Surgindo esta posição numa altura em que ganha força a ideia de que Álvaro Arbeloa não continuará a orientar o conjunto blanco na temporada 2026/27.
Ramón Calderón: "Mourinho conquistou apenas um título de La Liga em três anos, e não chegou à final da Champions"
"O que eu sei sobre José Mourinho foi aquilo que ele fez, quando esteve cá. Conquistou apenas um título de La Liga em três anos e não chegou à final da Champions. Eu sei quais foram os treinadores que que tiveram sucesso e não têm a personalidade dele. [Zinédine] Zidane, [Vicente] Del Bosque e [Carlo] Ancelotti", atirou, em declarações prestadas na rádio britânica 'talkSPORT'.
De seguida, Ramón Calderón indicou como lidar com o tipo de jogadores em questão que, segundo este, parece não ir de encontro com as características de Mourinho. "Todos eles usaram métodos e sistemas diferentes, convencendo os jogadores, e não impondo a sua autoridade, o que é muito importante, quando estás a lidar com egos de estrelas de topo, no balneário. A minha opinião é essa. Nós já sabemos o que aconteceu, antes, por isso, eu procuraria treinadores que tivessem essas caraterísticas", concluiu.
O Special One, recorde-se, chegou ao comando técnico do Real Madrid no verão de 2010, sucedendo Manuel Pellegrini. Permaneceu no cargo durante três temporadas, até 2013, altura em que deu lugar a Carlo Ancelotti. Ao longo desse ciclo, orientou os merengues em 178 jogos oficiais, registando 128 vitórias, 28 empates e 22 derrotas.
Nesse período, conquistou um campeonato espanhol, uma Taça do Rei e uma Supertaça de Espanha, interrompendo a supremacia de um Barcelona então liderado por Pep Guardiola e recheado de estrelas como Lionel Messi, Andrés Iniesta e Xavi Hernández.
Comentador teceu duras críticas ao futebol apresentado pelo emblema encarnado e aponta vários culpados para momento vivido pelo Clube
14 Mai 2026 | 16:53 |
Rui Calafate considera que a passagem de José Mourinho pelo Benfica terminou em claro fracasso e que o futebol praticado chegou a ser "miserável". O comentador começa por abordar os rumores que ligam Mourinho ao Real Madrid e aponta diretamente para a influência de Jorge Mendes na construção desse cenário.
“Há várias semanas que se pressente que Jorge Mendes é a mão que embala o berço na construção da narrativa de que o Messias que vai meter a casa do Real Madrid em ordem é José Mourinho”, escreveu no jornal 'Record'. O analista sustenta, no entanto, que o regresso do treinador ao Santiago Bernabéu está longe de gerar unanimidade.
“Iker Casillas, que não morre de amores pelo ex-técnico, disse algo que é verdadeiro: há outros treinadores em melhor momento de carreira para assumir o seu clube do coração. Mourinho tem pergaminhos, números e títulos no Santiago Bernabéu, contudo, agora joga apenas com a perceção criada de que é a sua pretensa mão de ferro que vai esmagar o clima de guerra no balneário”.
A crítica estende-se depois ao trabalho realizado no Benfica, que Rui Calafate considera insuficiente em todos os aspetos: “O declive evidente do seu trajeto ganhador, bem como esta passagem pelo Benfica não são um bom cartão de visita. É óbvio que, para os benfiquistas, há uma enorme impaciência pela falta de ação do presidente que foi reeleito por ter contratado José Mourinho e que passou a contestado e insultado pelo insucesso do mesmo José Mourinho”.
R. Calafate: “Mourinho falhou todos os objetivos: qualidade de jogo na maior parte dos casos miserável"
Na reta final da crónica, Rui Calafate deixa uma conclusão forte: “Mourinho falhou todos os objetivos: qualidade de jogo na maior parte dos casos miserável, modelo assente em futebol cínico onde os encarnados nunca estiveram confortáveis em posse e domínio, para lá de vários ativos se terem depreciado. Sejamos claros: José Mourinho falhou no Benfica e com isso hipotecou definitivamente o sonho de comandar a Seleção Nacional. Perdeu encanto e unanimidade, banalizou-se. Que siga para Madrid”.
José Mourinho fala do interesse do Real Madrid:
Gonçalo Ramos de saída do PSG? Ex Benfica pode servir moeda de troca e rumar a Madrid
14 Mai 2026 | 13:19