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Futebol
09 Mai 2026 | 10:50 |
O Al Hilal voltou a vencer, esta sexta-feira, a Taça do Rei Saudita e conquistou o troféu pela terceira vez nos últimos quatro anos. A equipa de Rúben Neves, titular, derrotou o Al Kholood por 2-1 na final, disputada em Jeddah. Darwin Nunez não participou da festa - e procura um regresso à Europa.
Apesar do domínio do segundo classificado do campeonato saudita, foi o Al Kholood que chegou primeiro à vantagem. Quatro minutos bastaram para Ramiro Enrique se antecipar à defesa e, com um remate rasteiro, bater Yassine Bono para abrir o marcador. O Al Hilal cresceu e essa pressão deu frutos já perto do intervalo. Aos 42´, Malcom trabalhou pela direita, cruzou, Sawlan cortou mas a bola sobrou para Nasser Al-Dawsari, que fez o empate. Já na compensação, a bola sobrou para a entrada da área e apareceu Theo Hernández, que, com um remate rasteiro, fez o golo da reviravolta, o nono do francês na temporada.
Apesar de estar em desvantagem, o Al Kholood pouco ou nenhum perigo conseguiu criar na segunda parte, com o Al Hilal a saber gerir a vantagem quase até ao fim. Só nos minutos finais conseguiu o conjunto que estava em desvantagem aproximar-se consistentemente com perigo da baliza do Al Hilal, mas não conseguiu igualar antes do apito final, que deu início à festa na Cidade Desportiva Rei Abdullah.
O Al Hilal conquistou o troféu pela 10.ª vez e alargou ainda mais a vantagem no topo de vencedores da competição, já com mais duas taças do que o Al Ahli, que vem logo a seguir. Além de levar uma taça para o museu, a equipa do antigo jogador do Benfica também ganhou um impulso anímico para terça-feira, dia do dérbi de Riade frente ao Al Nassr, de João Félix.
O cenário é este: se o emblema de João Félix e Jorge Jesus vencer, será campeão, se o Al Hilal ganhar, passa a depender apenas de si próprio com apenas mais duas jornadas por disputar e tem chances reais de vencer a competição pela sétima vez nos últimos 10 anos.
Comentador reforçou incumprimentos do Glorioso em relação a segurança e pede a Marco Silva que fale sobre como resolver o problema
09 Ago 2026 | 16:13 |
A sanção que obriga o Benfica a disputar a primeira jornada à porta fechada continua a gerar debate. No programa Mercado NOW, Vítor Pinto e analisou a decisão e as recentes declarações de Marco Silva sobre a necessidade de encontrar outras formas de evitar episódios de violência no futebol.
Vítor Pinto abordou o enquadramento da decisão das autoridades de segurança e das instâncias judiciais, apontando falhas de segurança e incumprimentos atribuídos ao Benfica. O comentador defendeu uma posição de máxima firmeza perante episódios de violência associados às bancadas.
V. Pinto: "O Benfica tem uma grande dificuldade em lidar com o lado violento dos No Name Boys"
“Tem que se cortar a direito. O Benfica tem uma grande dificuldade em lidar com o lado violento dos No Name Boys, basta ir aos emails e ver lá o que era dito pelos dirigentes do Benfica entre eles sobre o comportamento deste grupo organizado de apoio. Não é preciso estar a citar aqui só nos últimos anos, nos últimos meses, os casos em que a polícia teve de intervir em várias operações envolvendo elementos deste grupo em situações muito graves, muitas delas foras do âmbito desportivo".
As declarações de Marco Silva também foram abordadas. O treinador do Benfica defendeu que existem outras formas de evitar situações de excesso e Vítor Pinto aproveitou para questionar quais seriam essas medidas: “Marco Silva disse, e muito bem, que há outras formas de evitar situações de excessos. Então ele que diga algumas. Ele esteve em Inglaterra tantos anos. Ele quer que se adote em Portugal o mesmo regime de exclusão de Hooligans que era aplicado em Inglaterra e limpou o futebol inglês? É uma excelente sugestão ao Benfica então”.
“O Benfica foi o primeiro também a fomentar que as suas claques, porque os No Name Boys e os Diabos Vermelhos são claques, que não tinham que aderir, com pessoas com canais televisivos, doutores, figuras gradas do Benfica a defender com unhas e dentes que eles eram sócios. Como eram sócios, o Benfica não tinha possibilidade nenhuma de resolver o problema. Como se o Real Madrid e o Barcelona não tivessem excluído os adeptos violentos dos estádios”, finalizou.
Jogador esteve na lista dos encarnados, mas optou por dar continuidade a sua carreira em solo belga, onde deverá ter mais tempo entre os titulares
09 Ago 2026 | 13:51 |
É oficial. Jan Virgili já tem novo destino e não será o Benfica. O extremo espanhol, de 20 anos, despede-se do Maiorca ao fim de apenas uma temporada e vai prosseguir a carreira no Club Brugge, que decidiu pagar a cláusula de rescisão de 12 milhões de euros.
O jovem formado no Barcelona não passou despercebido durante a passagem pelo emblema insular. Apesar da boa temporada, Virgili não conseguiu evitar a despromoção e prepara agora a primeira aventura fora de Espanha. O avançado esteve associado ao Benfica durante este mercado. As águias acompanharam de perto a situação do jovem extremo.
O próprio Barcelona chegou a ser apontado como possibilidade para um regresso do jogador, mas foi o Club Brugge a convencer Virgili a mudar-se para a Bélgica. O emblema belga decidiu avançar pelo jogador e pagar os 12 milhões de euros.
Apesar de ter permanecido apenas uma época no clube insular, Virgili conseguiu causar impacto e estabeleceu uma ligação particularmente produtiva com Vedat Muriqi. Os dois jogadores acabaram, porém, por seguir caminhos diferentes. Enquanto Virgili vai continuar a carreira na Bélgica, o avançado turco rumou ao Fenerbahçe.
O Benfica chegou a estar atento ao extremo e ponderou a possibilidade de avançar pelo jogador, mas acabou por não concretizar a operação. Virgili foge assim às águias e escolhe o Club Brugge, depois de ter chamado à atenção durante a última temporada.
Millonarios seguem num péssimo momento e nem mesmo a chegada do ex Benfica ajudou a melhorar a situação do clube argentino
09 Ago 2026 | 13:48 |
Nicolás Otamendi voltou a ser titular, mas não conseguiu evitar mais uma derrota do River Plate. O emblema argentino perdeu por 1-0 frente ao Tigre, em partida da 4.ª jornada do Clausura, e atingiu uma marca histórica pela negativa. O antigo capitão do Benfica cumpriu os 90 minutos no centro da defesa e esteve em campo quando Ignacio Russo, aos 78 minutos, marcou o único golo da partida, garantindo os três pontos para a equipa da casa.
A derrota diante do Tigre teve consequências particularmente pesadas para o histórico do clube. O River Plate somou a sexta derrota consecutiva em competições argentinas, estabelecendo a pior sequência da história do emblema. A série começou a 24 de maio, com a derrota caseira por 3-2 diante do Belgrano, no playoff do Apertura.
Seguiu-se uma vitória por 3-0 frente ao Blooming, na Taça Sul-Americana, mas esse triunfo não interrompe a sequência negativa por ter sido disputado numa competição internacional. Depois da paragem para o Mundial, o River voltou a perder, desta vez por 3-1 frente ao Aldosivi, na Taça da Argentina.
A partir daí, a situação agravou-se no Clausura. O conjunto argentino perdeu as quatro primeiras jornadas do campeonato, diante de Barracas Central, Gimnasia La Plata, Rosario Central e Tigre. E há ainda um dado particularmente impressionante: todas as quatro derrotas no Clausura terminaram com o mesmo resultado, 0-1.
A presença do antigo jogador do Benfica não tem sido, contudo, suficiente para travar a crise de resultados. O River Plate atravessa assim o pior momento da sua história nas competições argentinas, enquanto Otamendi procura ajudar a equipa a dar a volta à série negativa.