Futebol
Extremo que Rui Costa quis no Benfica arrasado em França: "Devia ser queimado na fogueira"
05 Mai 2026 | 18:19
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05 Mai 2026 | 12:38 |
Thierry Henry não poupou elogios à Seleção de Portugal, destacando sobretudo a qualidade do meio-campo português numa antevisão ao próximo Mundial. O antigo internacional francês mostrou-se impressionado com o leque de opções disponíveis para a equipa lusa, elogiando vários atletas, entre os quais se inclui João Neves, médio formado no Benfica.
“Adoro o meio-campo de Portugal. João Neves, Bernardo Silva, Vitinha, Bruno Fernandes, com o Nuno Mendes e outros atrás. Na frente têm o ‘monstro’ Cristiano Ronaldo. Acho que é preciso respeitar essa equipa”, afirmou, em entrevista à 'Marca'.
Henry abordou ainda o caráter especial do Campeonato do Mundo: “Um Mundial é sempre entusiasmante, como se realiza de quatro em quatro anos torna-o único e especial. A Champions também o é, mas acontece todos os anos. Não estou a dizer que seja fácil de ganhar, mas há uma oportunidade todos os anos. Como se vai realizar em três países torna-o ainda mais especial, espero que seja um grande Mundial. No último tivemos uma final espetacular, com um resultado que nós, franceses, não queríamos, embora o jogo tenha sido incrível e toda a gente, menos nós, tenha ficado feliz por Messi ter vencido”, referiu.
Por fim, o francês apontou os principais candidatos à conquista do torneio, colocando Argentina, França e Espanha entre os favoritos, destacando a consistência dos campeões em título, a qualidade do conjunto gaulês e a identidade de jogo da seleção espanhola.
Na presente temporada, ao serviço do PSG, João Neves – avaliado em 110 milhões de euros – já realizou 33 jogos oficiais: 18 na Ligue 1, 12 na Liga dos Campeões, um na Taça Intercontinental, um na Taça de França e um na Supertaça francesa. Nos 2.403 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o português registou sete golos e quatro assistências. O médio tem sido apontado ao Real Madrid.
Dupla não entra nos planos do 'Special One' para a próxima temporada desportiva e podem mesmo deixar o Clube no mercado de verão
05 Mai 2026 | 18:29 |
O meio-campo do Benfica deverá sofrer alterações significativas no próximo mercado de verão, com duas saídas em cima da mesa. Manu Silva e Enzo Barrenechea não entram nos planos para a próxima temporada e podem mesmo deixar o Clube.
O português chegou à Luz em janeiro de 2025, proveniente do Vitória, depois de se destacar no Minho. No entanto, acabou por enfrentar problemas físicos ao longo da época e nunca conseguiu afirmar-se de forma consistente no plantel principal.
Já Enzo Barrenechea, contratado no verão de 2025, começou por ganhar espaço inicial nas opções de José Mourinho, mas perdeu influência ao longo dos últimos meses. O argentino, que chegou após passagem pelo Valência por empréstimo do Aston Villa, acabou por ver a concorrência ganhar vantagem.
Ambos os jogadores têm contratos longos com o Benfica, mas a Direção encarnada admite abrir portas a uma saída caso surjam propostas consideradas interessantes. A ideia passa por reorganizar o setor intermédio e libertar espaço no plantel.
A reestruturação está diretamente ligada aos planos do Clube encarnado para reforçar a posição, com nomes como Issa Doumbia e Rodrigo Zalazar identificados como alvos prioritários para dar nova dinâmica ao meio-campo na próxima época.
Em função dos alegados insultos racistas dirigidos a Vinícius Jr., jovem extremo encarnado vê agora determinado procedimento a ser classificado
05 Mai 2026 | 18:22 |
Instaurado a 18 de fevereiro pela Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD), o processo de contraordenação relativo a Gianluca Prestianni que continua a decorrer encontra-se ainda em "fase instrutória", procurando apurar os factos ocorridos durante a partida, na qual Vinícius Jr. terá sido alvo de alegados insultos por parte do jovem argentino das águias.
"O caso em questão encontra-se ainda em fase instrutória", indicou o respetivo organismo recentemente, sublinhando que a investigação segue os seus trâmites normais e que ainda decorre a recolha de elementos relevantes.
A APCVD esclareceu também que este processo decorre de forma "independente" relativamente às decisões tomadas por entidades desportivas internacionais. Recorde-se que a UEFA já tinha sancionado Prestianni com seis jogos de suspensão, três dos quais com pena suspensa, por "insultos homofóbicos", afastando a acusação inicial de racismo.
"O processo contraordenacional corre termos de forma independente ao processo disciplinar, não tendo a APCVD qualquer jurisdição sobre os procedimentos disciplinares, mas sobre os processos contraordenacionais pelo que não pode antever as eventuais consequências disciplinares", reforçou a entidade, destacando a diferença entre os enquadramentos legais.
Por fim, a autoridade garantiu que o processo seguirá com base na prova recolhida, de acordo com o Regime Geral das Contraordenações e legislação aplicável, assegurando que continuará a acompanhar "todos os desenvolvimentos significativos relativos ao processo".
Em função do protesto por parte da APAF face às reclamações de Rui Costa após o encontro em Famalicão, presidente da MAG encarnada não perdeu tempo ao reagir
05 Mai 2026 | 18:20 |
José Pereira da Costa, presidente da MAG do Benfica, mostra-se incrédulo com a queixa apresentada pela APAF a Rui Costa e ao Clube devido às críticas dirigidas à equipa de arbitragem no empate em Famalicão. Quando questionado acerca do tema, o dirigente encarnado respondeu com ironia e pede medidas imediatas.
J. Pereira da Costa: "Seria irónico, trágico, se perante o que se passou no sábado, se punisse o presidente do Benfica e não quem errou: O árbitro e o VAR"
"Seria irónico, trágico, mas também seria o cúmulo da desfaçatez, se perante o que se passou no sábado, se punisse o presidente do Benfica e não quem errou: O árbitro e o VAR. O que a APAF tem a responder é o que tem a dizer a quem gosta de futebol, não só aos benfiquistas, o que tem a dizer sobre o que se passou no sábado", destacou o dirigente encarnado, em declarações à BTV, que, sem surpresa, se colocou ao lado das críticas de Rui Costa.
"O foco da APAF pode ser a defesa da classe da arbitragem, mas nem sequer essa defesa é feita. Ao não responder ao que se passou no sábado, tirando o foco do erro, e colocando-o nas palavras do presidente que exteriorizou o sentimentos de benfiquistas. E que também disse que os campeonatos são para ser decididos por quem está dentro de campo e não por erros, como aquele que se viu no sábado. O presidente focou no erro, porque foi o que se passou."
J. Pereira da Costa: "A publicação aos áudios é essencial para percebermos o que se passa naquele minuto na análise daquele episódio"
Perante este dado, Pereira da Costa considera que são necessárias mudanças na arbitragem e apela a um novo modelo. Mas, para já, pede uma medida imediata: "Temos ainda 2 jornadas por disputar. Defendemos, no âmbito da credibilização do setor - pois não queremos internacionalizar o erro, queremos internacionalizar o produto -, defendemos medidas concretas e imediatas: A publicação aos áudios é essencial para percebermos o que se passa naquele minuto na análise daquele episódio."
Ao concluir, o presidente da MAG do Benfica, considera que a arbitragem necessita de "rigor, credibilidade, fiscalização, profissionalismo e formação", apontando o dedo a Gustavo Correia: "Dois erros que nos custaram 4 pontos com o mesmo árbitro. Daí a perplexidade e surpresa. O que a APAF tem para dizer é que o presidente tem de ser punido e não olhar para a consequência dos atos dos árbitros? É a própria arbitragem que fica em causa com erros daquele tamanho."
Extremo que Rui Costa quis no Benfica arrasado em França: "Devia ser queimado na fogueira"
05 Mai 2026 | 18:19