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Clube
06 Mar 2026 | 10:55 |
Através de um comunicado a festejar o 122º aniversário do Benfica, João Diogo Manteigas, candidato nas últimas eleições presidenciais do Clube encarnado, sugeriu propostas para melhorar a performance da arbitragem portuguesa, que tem sido alvo de muitas críticas nesta época.
J.D. Manteigas: "O Benfica tem o dever de vigilância institucional"
"Perante os sucedidos ao longo da presente época desportiva, o Sport Lisboa e Benfica tem o dever de vigilância institucional, podendo solicitar a convocação urgente de reuniões com o Presidente da FPF, LPFP e com todas as sociedades desportivas interessadas. O objetivo passa por promover a abertura do setor ao público em geral, com vista a garantir mais e maior integridade competitiva", disse, em entrevista ao jornal O JOGO.
O benfiquista de 42 anos continuou a lançar outras medidas a implementar. "Necessidade de publicação dos relatórios dos observadores dos árbitros; publicação do fundamento para as nomeações das equipas de arbitragem nos jogos da 1.ª e da 2.ª Ligas; apresentação urgente de uma base para um projeto-lei aplicável exclusivamente aos árbitros e que inclua, sem se limitar, a formação e respetivo plano de carreira das associações distritais até à FPF, as formas de recrutamento, as regras deontológicas, os regimes de incompatibilidades e impedimentos, e a definição do regime profissional, com recurso ou à figura de contratos de trabalho ou à de prestações de serviços", pode ler-se.
J.D . Manteigas: "Não pode permitir"
Para concluir, Manteigas afirmou que o rigor e a seriedade na arbitragem tem de ser inquestionável. "Numa altura em que se caminha a passo rápido para a centralização dos direitos audiovisuais, o setor profissional do futebol não pode permitir que se duvide constantemente do rigor e seriedade dos árbitros, bem como deve sancionar severamente trocas de acusações pífias entre dirigentes bipolares", expressou.
Vale lembrar que o antigo candidato felicitou a vitória de Rui Costa em novembro, mas deixou um sério aviso: "O Benfica não está bem, as eleições provaram essa divisão. Temos um presidente eleito, é o nosso presidente. O que interessa é o foco em ganhar. O Benfica tem muito trabalho a fazer. O foco está em ganhar", atirou, na altura.
Numa conferência de imprensa, CEO da gigante de telecomunicações falou sobre futuro contrato em vigo com encarnados até 2028
06 Mar 2026 | 09:54 |
Durante esta quinta-feira, 5 de março, Miguel Almeida, presidente executivo da NOS, revelou mais detalhes sobre o acordo celebrado com o Benfica. Numa conferência de imprensa, o dirigente falou de alguns pormenores importantes em relação ao vínculo, celebrado com as águias - que têm um trunfo importante no Clássico - até 2028.
"Em relação ao Benfica, a pergunta devia-se ter colocado em 2015", começou por dizer Miguel Almeida na conferência de imprensa. "Em 2015, a NOS estabeleceu um acordo com o Sport Lisboa e Benfica. Esse acordo era por dez anos e ia de 2016 a 2026. Portanto, o acordo termina no fim desta época desportiva", adiantou o executivo da NOS.
"Aquilo que nós fizemos, na prática, independentemente dos embrulhos que se queiram dar, foi uma extensão desse acordo por mais dois anos, até 2028, que é a altura em que se prevê, ou está prevista, a famosa centralização", adiantou, referindo-se ao projeto desenvolvido pela Liga de Clubes.
"É uma extensão de um contrato existente, de um acordo existente, com um incremento de custos inferior à inflação, já agora. Portanto, não tem nenhum racional novo. Temos que recuar a 2015 para perceber o racional", referiu Miguel Almeida, ao explicar a natureza do acordo com o Benfica.
"Nós estamos na SportTV há 25 anos, desde sempre. Não vemos razão para sair. E, pela razão histórica que presidiu à lógica do negócio da altura, vamos ficar. Estamos confortáveis com essa participação, não vemos razão para a aumentar ou diminuir", concluiu o CEO da NOS.
Na última quinta-feira, 5 de março, conhecido escritor faleceu aos 83 anos de idade e houve várias homenagens à sua memória e fascínio ao Clube da Luz
06 Mar 2026 | 09:16 |
Na última quinta-feira, 5 de março, Portugal recebeu a triste notícia da morte de António Lobo Antunes. Com o passar das horas, houve várias reações - incluindo a do Benfica - que deixaram notas de pesar. A imprensa, por sua vez, o jornal Record, recordou uma entrevista de 2014, onde o escritor fala do seu amor pelo Clube da Luz.
Mesmo quando esteve na Guerra Colonial nunca deixou de acompanhar o Benfica. Sente que regressou de lá ainda mais benfiquista?
ALA – "Foi engraçado ter falado nisso. Nós tínhamos muitos ataques do MPLA, mas sempre que havia um jogo do Benfica o capitão mandava pôr os altifalantes para fora e dava Um relato aos berros. Não havia guerra! Enquanto o Benfica jogava não havia guerra. Isto não se passava com o Sporting e como FC Porto. Em Angola, por exemplo, a maioria das pessoas".
Acredita em pessoas predestinadas para o deporto?
ALA – "Se a Mariana começar a pensar: se há só 6%de canhotos, por que é que no top 10 do ténis há tantos canhotos? Isto não acontece por acaso. Acontece porque os canhotos têm uma visão estereoscópica muito mais perfeita. Quando o adversário bate a bola, eles sabem o trajeto e velocidade da bola muito melhor que os destros. No top 10 encontra 4/5 canhotos, quando na realidade eles são só 6 em cada 100. Os jogadores de futebol canhotos, por exemplo, são completamente diferentes dos destros".
E quando o meu pai regressou ao Benfica?
ALA – "Fiquei contente, mas continuei sem perdoar aquela deserção! [risos] O seu avô deve ter tido um grande desgosto. Não sei o que se passou, mas ele tinha com certeza razões para o fazer, nem que fossem só financeiras. Mas deve ter sido muito difícil para o ser avô engolir isso e provavelmente para o seu pai também".
A vida depois do futebol e da fama. O que pensa sobre essa alteração na forma de vida?
ALA – "O que é que acontecia com os atletas no tempo do seu avô? Acabavam de jogar: “E agora vou trabalhar em quê? Não ganhei o suficiente para a vida toda.” E depois era muito chocante. Convidavam-nos para vender automóveis ou para trabalhar em lojas de eletrodomésticos porque tinham uma cara conhecida. Isto era horrível. Aqui há tempos estive com um jogador de futebol que foi muito importante, não vou dizer o nome, que ainda hoje sofre por não o reconhecerem quando está numa bicha".
De modo a festejar data histórica, ambos emblemas chegam a acordo e dessa forma anunciam algo inédito que acontecerá brevemente
05 Mar 2026 | 18:10 |
O Borussia Dortmund anunciou a realização de um jogo de lendas frente ao Benfica, agendado para o próximo dia 25 de março, na Alemanha. O encontro integra as celebrações dos 100 anos do Estádio Rote Erde, antigo reduto do emblema germânico.
A partida serve também para recordar um duelo histórico entre os dois clubes na Taça dos Campeões Europeus de 1963/64. Na primeira mão dos oitavos-de-final, disputada em Lisboa, os encarnados venceram por 2-1.
No entanto, na segunda mão, realizada precisamente no Estádio Rote Erde, o Dortmund respondeu com uma vitória esmagadora de 5-0, resultado que permitiu aos alemães seguir em frente na competição.
Para este encontro comemorativo já estão confirmados vários antigos jogadores do clube alemão, entre os quais Roman Weidenfeller, Kevin Großkreutz, Marcio Amoroso, Dedé, Marcel Schmelzer e Jan Koller. Do lado encarnado, Eliseu, André Almeida e Carlitos são, para já, os nomes anunciados para representar as antigas glórias do Clube da Luz no encontro comemorativo.
A venda de bilhetes para o encontro encontra-se aberta desde as 10h00 do passado dia 20 de fevereiro e decorre até às 18h00 de 18 de março, ou até que os ingressos esgotem. Os mesmos estão disponíveis através do site oficial do Benfica - , com preços fixados nos 20 euros para o público em geral, enquanto crianças até aos 17 anos (inclusive) e pessoas com mobilidade reduzida podem adquirir entrada por 10 euros. A venda é livre para sócios, adeptos e simpatizantes.
Confira o anúncio feito Borussia Dortmund: