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Jogador do Nápoles esteve perto de reforçar Benfica e agora vive pesadelo: "Vai-te embora"
20 Out 2026 | 17:02
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09 Dez 2024 | 10:49 |
Guga Rodrigues foi um dos nomes que se destacou nos últimos anos na formação do Benfica. O médio, atualmente ao serviço dos chineses do Beijing Guoan, deu uma extensa entrevista ao 'Notícias ao Minuto' onde abordou vários temas relacionados com a sua carreira, entre eles a sua passagem pelo Glorioso e as recentes lesões de Renato Sanches.
"Costumo dizer a toda a gente, em jeito de brincadeira, que foi fácil porque nós éramos tantos da nossa geração e tínhamos sempre tantas coisas para fazer no dia-a-dia, como a escola, depois os treinos, as nossas brincadeiras, que eu quase não tinha tempo para me lembrar das saudades. Mas claro que fez falta, principalmente nos primeiros anos que eu estive cá. A nível escolar, o Benfica dá todo o acompanhamento que é possível no centro de estágio, mas é diferente ter um pai ou uma mãe ao fim do dia a dizer para fazer as coisas. Mesmo estando longe, mantivemos o contacto todos os dias e sempre houve uma preocupação para estarmos juntos ao fim de semana. Mas acho que acabou por ser fácil porque, como a nossa geração era tão grande, conseguimos apoiar-nos uns aos outros", começou por dizer o médio sobre a sua chegada ao Clube da Luz, tendo em seguida elogiado alguns antigos colegas.
"É difícil dizer isso... Falamos entre nós e chegamos à conclusão de que, a nível de quantidade e qualidade, nunca houve uma geração tão boa no Benfica. Se não me engano, éramos 10 jogadores que iam à seleção e a serem titulares. Mas claro que havia jogadores que já se via que poderiam ter uma carreira como estão a ter agora e outros que acabaram por não ter, se calhar, uma carreira tão, digamos, famosa e internacional. O Rúben Dias sempre se destacou pela liderança que tinha, o Renato Sanches pela irreverência, o João Carvalho também sempre teve muita qualidade, o Diogo Gonçalves, o Yuri Ribeiro... Mesmo o Pedro Amaral, que acabou por ser, entre aspas, uma segunda opção do Yuri, conseguiu fazer uma carreira profissional que não é fácil, sendo que nem sempre foi titular habitual na formação do Benfica", prosseguiu.
"O Pedro Rodrigues também tinha muita qualidade, o Ferro... O Buta se calhar a nível nacional não foi tão valorizado, mas depois acabou por ir para fora e conseguiu chegar a um contexto de Frankfurt, que é muito bom. Fico contente por ver os meus colegas de geração conseguiram todos fazer uma carreira, tanto a nível financeiro como a nível desportivo. Isso é o mais importante", acrescentou ainda, falando depois sobre as recentes paragens de Renato Sanches devido a lesão.
Guga - A verdade é que as coisas ultimamente não lhe têm corrido bem
"Não sei. Do que eu conheço do Renato... Eu sou suspeito, porque sou grande fã das capacidades que ele tem como jogador. Sempre me deu um prazer enorme jogar com ele. Quando ele faz aquela época no Benfica e vai para o Bayern Munique já era um jogador acima da média. A verdade é que as coisas ultimamente não lhe têm corrido bem. O próprio Renato deve saber por que é razão as coisas não lhe estão a correr bem. Às vezes são coisas que também não dependem de nós. Nas lesões muitas vezes nós estamos a fazer tudo direito e elas aparecem. São fases. Eu também já passei por isso", começou por dizer Guga Rodrigues.
"O que eu espero, e do que eu conheço o Renato, é que ele consiga manter a motivação sempre, e todos os dias, de querer recuperar e de querer conseguir relançar a carreira e voltar a ser aquele Renato que nós todos conhecemos e que toda a gente espera", disse ainda.
Esta temporada, Guga Rodrigues - atualmente avaliado em 2.5 milhões de euros - foi aposta em 29 jogos pelo Beijing Guoan no Campeonato Chinês, onde em 2.498 minutos apontou cinco golos e três assistências. Além disso, o médio disputou três encontros pelo Rio Ave, tendo realizado um tento.
Águias têm interesse em contar com o avançado, mas antigo treinador do jogador quer entender planeamento do Clube da Luz
20 Out 2026 | 17:53 |
O provável regresso de Gustavo Varela ao Benfica está a gerar debate, sobretudo quanto ao espaço que o avançado poderá ter na equipa principal. Luís Silva, um dos primeiros treinadores do jovem ponta de lança, considera que a contratação só fará sentido se houver condições para este jogar com regularidade.
Luís Silva sobre regresso de Gustavo Varela ao Benfica: "Trazê-lo e colocá-lo no banco não faz sentido..."
O percurso de Gustavo Varela começou a ganhar destaque ainda em criança. Depois de ter sido inscrito pelo pai na Escola Academia Sporting de Manique, o avançado integrou os escalões de formação ligados ao clube leonino, chegando a competir com jogadores mais velhos devido à qualidade que demonstrava.
Luís Silva, coordenador do Estoril Elite Training Program, acompanhou essa fase inicial e recorda um jogador com características diferenciadoras desde muito cedo: “O Gustavo era diferente. Nasceu em 2005, mas estava inserido numa equipa de miúdos de 2003, o que já demonstra bem a sua qualidade. Fisicamente era muito forte, muito explosivo e, dentro da área, era um finalizador nato”, explicou ao jornal 'Record'.
Com o Benfica interessado em recuperar Gustavo Varela ao Monza, Luís Silva considera fundamental avaliar o espaço disponível no plantel: “Se não sair, no mercado de janeiro, nenhuma daquelas que são as atuais opções (Pavlidis, Durán e Anísio), não faz sentido ir buscá-lo”, defendeu.
O técnico acredita que o regresso poderá ser positivo caso haja uma saída, mas deixa um aviso: “Trazê-lo e colocá-lo no banco não faz sentido”. Para Luís Silva, nesta fase decisiva da transição para o futebol sénior, Gustavo Varela precisa de minutos e continuidade competitiva para prosseguir a sua evolução.
Treinador falou sobre atual estado do plantel madridista e acabou por fazer uma crítica ao ex Benfica ao explicar as suas escolhas
20 Out 2026 | 17:29 |
José Mourinho voltou a protagonizar um momento à Special One na conferência de imprensa de antevisão ao encontro frente ao Leipzig, para a UEFA Champions League. O treinador do Real Madrid explicou as opções táticas e deixou claro que o estatuto dos jogadores não garante a titularidade.
O técnico português usou Bernardo Silva e Arda Güler como exemplos para justificar a importância do equilíbrio da equipa. Recordando a reviravolta frente à Roma, na jornada anterior, Mourinho explicou por que motivo nem sempre aposta nos dois jogadores desde o início.
“Se tivéssemos jogado em Roma com o Bernardo e o Arda Guler desde o início, levávamos cinco golos, porque não tínhamos capacidade para suportar. Às vezes terei razão, noutras não”, afirmou, sublinhando que procura combinar jogadores com características diferentes, de forma a garantir equilíbrio e criatividade no meio-campo.
Questionado sobre a gestão das estrelas do plantel merengue, o treinador não deixou margem para dúvidas quanto aos critérios que utiliza na escolha dos titulares: “Intocável é apenas o escudo. O que torna os jogadores intocáveis não é a braçadeira, o estatuto ou os anos que levam de clube, é o seu nível no relvado”, declarou.
A mensagem de Mourinho reforça a ideia de que ninguém tem o lugar garantido apenas pelo nome ou pelo passado no clube. A prioridade passa pelo rendimento demonstrado dentro das quatro linhas. Na mesma conferência, o técnico português confirmou ainda que Vinícius Júnior será titular no lado esquerdo do ataque.
Treinador elogiou comandante da equipa cipriota, adversário das águias nesta quinta-feira para a Liga Europa, e faz comparação com diretor encarnado
20 Out 2026 | 17:12 |
Hugo Martins, treinador português do AEL Limassol, deixou elogios a Henning Berg, técnico do Omonia, adversário do Benfica na Liga Europa, destacando a consistência das suas ideias de jogo. Para explicar a abordagem do treinador norueguês, recorreu a uma comparação curiosa com Simão Sabrosa, atual membro da estrutura encarnada.
“Desde o tempo do AEK que joga praticamente da mesma maneira. As ideias são muito claras e procura sempre os jogadores certos para as executar”, explicou Hugo Martins ao jornal 'Record', sublinhando a capacidade de Berg para manter a identidade da equipa, mesmo quando muda de clube.
O técnico português reconhece, ainda assim, que o norueguês sabe adaptar alguns aspetos do modelo de jogo às características dos jogadores. “Tem inteligência para fazer pequenas adaptações, mas a base está sempre lá. Por exemplo, no AEK desenvolvia mais o jogo por um corredor e no Omonia fá-lo sobretudo pelo lado esquerdo. Os jogadores são escolhidos em função dessa ideia”, acrescentou.
Questionado sobre a personalidade do treinador do Omonia, Hugo Martins descreveu-o como alguém discreto e rigoroso, recordando a postura respeitadora que sempre demonstrou: "É um treinador frio. É muito respeitador e sempre teve um comportamento correto comigo, mas é uma pessoa muito reservada”, afirmou, admitindo que consegue imaginá-lo a observar atentamente o aquecimento do Benfica antes do encontro.
A comparação com Simão Sabrosa surgiu para ilustrar a eficácia da insistência numa ideia específica. “O Simão fez carreira praticamente a repetir muitas vezes o mesmo movimento, mas fazia-o tão bem que ninguém o conseguia parar. O Berg é parecido. Tem uma ideia muito específica, insiste nela há muitos anos e a verdade é que resulta. Faz aquilo muito bem", concluiu o treinador português.
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20 Out 2026 | 17:02
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20 Out 2026 | 15:50
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20 Out 2026 | 15:23