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Futebol
16 Out 2024 | 19:16 |
Depois de ter feito a 'vida negra' ao Benfica, Roger Schmidt vai mesmo receber o valor da indemnização. A imprensa nacional confirma agora a informação adiantada no Exclusivo Glorioso 1904 do dia 26 de setembro, e já se sabe quanto é que os encarnados vão pagar ao antigo treinador das águias.
De acordo com a CNN Portugal, esta quarta-feira, 16 de outubro, o Benfica e o técnico germânico estão perto de chegar a acordo, com o antigo treinador das águias a receber um valor a rondar os 10/12 milhões de euros. A mesma fonte garante ainda que o Clube da Luz deverá exercer o pagamento a Roger Schmidt em duas ou três tranches.
Importa recordar que, em declarações à imprensa, Rui Costa fez o 'ponto de situação', aquando do despedimento de Schmidt: "Em relação à rescisão, é tal e qual como vem no comunicado à CMVM. Como calculam, foi comunicado neste dia ao treinador que já não era treinador do Benfica e que acabámos aqui a relação. Temos agora de tratar da desvinculação completa, que será tratada com os agentes e o advogado de Roger Schmidt. Queria agradecer por estes dois anos, e quase meio, por todo o esforço e todo o trabalho que Roger Schmidt desenvolveu, pelos dois títulos alcançados e pela quantidade de jogadores que desenvolveu formados dentro da nossa casa".
Nas duas temporadas que passou como treinador do Benfica, Roger Schmidt comandou as 'tropas' em 115 partidas, somando 80 vitórias, 20 empates e 15 derrotas. No comando técnico do Glorioso, o treinador alemão conquistou uma Liga Portuguesa (2022/2023) e uma Supertaça Cândido de Oliveira (2023/2024).
Recorde-se que, depois de terem sido vários nomes nacionais e estrangeiros apontados ao leme do Benfica, Rui Costa optou por fazer regressar Bruno Lage. O treinador, que foi o 'obreiro' da Reconquista', assinou um contrato válido até 2026.
Antigo treinador da equipa B encarnada comentou ainda a ausência de José Mourinho no Bernabéu, tal como o objetivo para o resto do campeonato
27 Fev 2026 | 03:00 |
No geral, relativamente à eliminatória frente ao Real Madrid, Luís Norton de Matos faz um balanço positivo. Neste Exclusivo Glorioso 1904, o antigo da equipa B do Benfica esteve à conversa com o nosso Jornal, onde não só abordou as duas mãos disputadas frente aos merengues, como também referiu o impacto proveniente da ausência de José Mourinho, no Bernabéu. Adicionalmente, o mesmo estabeleceu aquele que deve ser o objetivo das águias para o resto do campeonato e realçou a importância atual de alguns atletas encarnados.
L. Norton de Matos: "Mourinho preparou muito bem os dois jogos. Não há derrota moral"
"O Benfica, tanto na Luz como em Madrid, entrou muitíssimo bem no jogo. E quando se faz o balanço das duas mãos, penso que o Benfica acabou por ter mais oportunidades de golo do que teve o Real Madrid. No fundo, acho que o José Mourinho preparou muito bem os dois jogos e que o Benfica deixou uma boa imagem de jogo, de organização. Não há derrota moral", começou por dizer, em conversa com o Glorioso 1904.
Ao falar sobre a ausência do Special One nesta segunda mão, Luís Norton de Matos não escondeu esse mesmo impacto: "É evidente que o treinador faz sempre falta no banco. O caráter e o carisma de Mourinho são extremamente importantes. No entanto, este jogo foi todo preparado por ele, pelo menos toda a parte tática. Mas, obviamente, que o facto de não ter estado presente com os jogadores poderá ter tido alguma influência, sobretudo sabendo que um dos seus pontos fortes é exatamente a sua comunicação com os eles", reforçou o antigo técnico da equipa B do Benfica, ao Glorioso 1904.
L. Norton de Matos: "Agora a missão é amealhar pontos no campeonato"
Relativamente à Liga, Luís Norton de Matos defende que o Benfica - que volta a ver Prestianni em maus lençóis - tem uma obrigação. "Agora a missão é dar o máximo para conseguir aquilo que tem feito no campeonato, onde ainda não perdeu, que é amealhar pontos. O Sporting, que é o adversário mais próximo, vai ter que lidar com uma sobrecarga provocada pelos oitavos da Champions e, dito isto, o Benfica tem que tentar tirar partido disso. Tem essa obrigação e vai fazê-lo com certeza", frisou o treinador de 72 anos, em exclusivo ao nosso Jornal.
Ao concluir, o Glorioso 1904 questionou o antigo técnico da equipa B do Benfica sobre o recente impacto da formação na equipa principal. Dando este referência especial a três joias encarnadas: "Tanto o Banjaqui como o José Neto, que iniciaram jogos de início e os disputaram praticamente até ao final, deram uma excelente imagem e isso para um jogador que vem da formação é muito importante. O Anísio, pelo pouco que jogou, mas pelos dois golos que marcou, foi importantíssimo, e nesse sentido, penso que os três neste momento estão a um patamar que poderá ser solidificado no resto do campeonato".
Presente na zona mista logo após o embate colossal disputado no Bernabéu, lateral internacional sueco destaca exibição feita pelos encarnados
26 Fev 2026 | 17:16 |
No final do embate, Samuel Dahl reconheceu mérito ao Real Madrid na qualificação para os oitavos de final da Liga dos Campeões, mas, no entanto, sentiu dificuldades a identificar o que faltou ao Benfica no Bernabéu.
Samuel Dahl: "Enfrentámos uma equipa muito boa"
"Enfrentámos uma equipa muito boa. Nestes jogos as diferenças são pequenas, eles ganharam e passaram. Não tenho uma boa resposta. Marcaram mais do que nós. Enfrentámos uma excelente equipa, eles jogaram bem, mas também estivemos bem em alguns momentos", afirmou, na zona mista.
Assinalando que o jogo foi útil para o crescimento da equipa, o camisola 26 das águias não esquece o campeonato: "Foi bom para avaliarmos o nosso nível, isto irá ajudar-nos na Liga. Tentaremos fazer o melhor na Liga."
Samuel Dahl: "Os adeptos fizeram com que nos sentíssemos em casa, estou muito agradecido"
Adicionalmente, Dahl fez questão de destacar o apoio dos adeptos: "Os adeptos fizeram com que nos sentíssemos em casa, estou muito agradecido." De referir que cerca de 5000 benfiquistas ocuparam as bancadas do Santiago Bernabéu.
Ao concluir, o internacional sueco preferiu não tirar conclusões sobre as consequências da ausência do treinador encarnado, José Mourinho: "Não sei, não tenho uma resposta para isso." Recorde-se que o Special One, apesar do que se esperava, assistiu à partida dentro do autocarro do Clube
Em recente entrevista, antigo encarnado recordou alguns momentos relacionados ao início da sua carreira... alguns deles um pouco duros
26 Fev 2026 | 16:37 |
Nolito, antigo extremo do Benfica, que também passou por clubes como Manchester City e Sevilha, recordou a sua passagem pela equipa B do Barcelona, onde sentiu pela primeira vez a dureza do futebol profissional sob o comando de Luis Enrique.
Nolito: "Com o Luis Enrique, se não treinasses na sexta com a equipa, talvez não jogasses"
"Muitas vezes a equipa principal chamava-nos para treinar. Não sei se era à quarta, quinta ou sexta-feira… Se bem me lembro, era às quintas, porque com o Luis Enrique, se não treinasses na sexta com a equipa, talvez não jogasses", explicou o ex encarnado, numa entrevista ao programa 'El After de Post United'
Apesar das dificuldades, o antigo internacional espanhol guarda excelentes memórias dessa época na equipa secundária dos catalães. "A equipa B nesse ano tinha um grande plantel. Não sei se ficámos em terceiro na Segunda Divisão. Ou seja, podíamos perfeitamente ter subido à Primeira. Desfrutei muito desse ano. Creio que foi um dos anos da minha carreira em que mais desfrutei", confessou.
Nolito: "Creio que muita gente ficaria surpreendida com o bom homem que ele é"
Nolito, que iniciou a carreira no Écija Balompié antes de rumar à Catalunha, teceu também rasgados elogios ao técnico espanhol, descrevendo um lado menos conhecido do treinador. "É uma pessoa magnífica entre portas, brincalhão, gosta da farra e, acima de tudo, é boa pessoa. Além de ser um bom treinador, como toda a gente sabe. Creio que muita gente ficaria surpreendida com o bom homem que ele é", afirmou o ex Benfica - que viu Carreras comentar a atualidade do Clube.
Sobre os métodos de treino, antigo futebolista destacou a intensidade e a qualidade exigidas. "Os treinos eram difíceis. Sobretudo, muitas posses de bola a um ou dois toques, jogos curtos e em campo reduzido. Mas, no final, tinhas de te adaptar, senão era para a rua. Havia muita qualidade ali metida", concluiu.