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Oficial! Bruma deixa agradecimento especial a uma pessoa do Benfica: "Esteve sempre a meu lado"
15 Set 2026 | 10:13
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03 Mai 2024 | 14:48 |
Eduardo Gageiro, fotógrafo da liberdade que viveu o 25 de abril na fila da frente, deu entrevista ao jornal Record na qual recorda a final europeia de 1962, travar amizade com Eusébio e o contraste entre as ligações do Sporting ao antigo regime enquanto que o Benfica era o clube do povo.
Sócio do Sacavenense, o fotojornalista chegou a acompanhar as águias: "Fui à final da Taça dos Campeões Europeus a Amesterdão (1962, 5-3 ao Real Madrid)! Eu era amigo de infância do Nuno Ferrari [fotógrafo]. Foi o pai dele que me vendeu a minha primeira máquina. O Nuno ia com a equipa do Benfica e eu também comecei a ir. E foi assim que criei amizade com o (António) Simões, o Eusébio, o Costa Pereira. Foi essa ligação que me tornou benfiquista. Não sou sócio. Mas passei a simpatizar com o Benfica.
O fotógrafo mantém-se moderado: "Sem ter nada contra o Sporting! Porque a minha família era toda sportinguista! E eu era amigo da malta de vários clubes. Nunca fui ferrenho." Contudo, partilha que o presidente dos leões chegou a estar relacionado com altos nomes do Estado Novo.
Questionado sobre o alegado "clube do regime", Gageiro revela que "o Sporting tinha ligações. Pessoas como o (Francisco) Cazal-Ribeiro (presidente entre 1957 e 1958)… Era tudo gente do antigo regime. Eu simpatizo com o Sporting, foi só uma fase má."
No entanto, separa adeptos de dirigentes, dizendo que fãs e jogadores não eram permeáveis à política. "O que havia era um conjunto de pessoas, como o Cazal-Ribeiro, ligadas ao Sporting, que eram da situação, da União Nacional. Mas isso não quer dizer nada. Os adeptos não têm nada a ver com isso. O Benfica sempre foi um clube mais popular e com gente da sociedade mais pobre, claro que agora tudo se modificou."
Águias estavam na última posição na classificação após início complicado, mas vitória encerra sequência negativa e melhora condição
15 Set 2026 | 12:35 |
Os sub-23 do Benfica conquistaram a primeira vitória na Liga Next Gen, ao baterem a União de Leiria por 2-1. 'Obrigadas' a abandonar o último lugar da competição, as águias apresentaram-se com seis alterações no onze inicial e as mudanças promovidas por Vítor Vinha acabaram por dar frutos.
A equipa encarnada entrou praticamente a ganhar. Aos oito minutos, Tomás Soares, chamado da equipa B, inaugurou o marcador. O lance nasceu de uma excelente ação de Isaac Ferreira, que encontrou o avançado na profundidade. Um erro de leitura de Leo Mascaró, que não antecipou a trajetória do ressalto, acabou por facilitar a finalização do jogador do Benfica.
A União de Leiria reagiu e chegou ao empate aos 22 minutos. Tomás Bernardo revelou grande determinação num lance iniciado após uma recuperação de bola no meio-campo adversário. Depois de Tauzy não conseguir finalizar da melhor forma, o médio de 20 anos recuperou a posse junto à linha de fundo e serviu Xavier Cavaco, que desviou com subtileza para o fundo da baliza de Voitinovicius.
A resposta do Benfica surgiu logo no arranque da segunda parte. Apenas 55 segundos depois do recomeço, Deivid recebeu a bola junto à direita, puxou para dentro à entrada da área e assinou um grande golo. O remate ainda desviou na trave, mas não retirou mérito à execução do avançado de apenas 18 anos, que marcou pela primeira vez com a camisola encarnada. A tarefa complicou-se aos 74 minutos, quando Rui Silva viu o cartão vermelho e deixou o Benfica reduzido a 10 jogadores.
Ainda assim, a equipa conseguiu resistir à pressão final da União de Leiria e segurou o triunfo por 2-1. Com este resultado, as águias abandonam o último lugar e conquistam uma vitória importante para ganhar confiança na Liga Next Gen.
Início de época do jogador chama a atenção do comentador, que lembrou época onde era visto como um ‘peixe fora de água’ nas águias
15 Set 2026 | 12:32 |
O arranque de temporada do Benfica continua a merecer elogios e a transformação de Vangelis Pavlidis é um dos principais motivos de destaque. Depois de uma fase em que foi alvo de críticas, o avançado grego tornou-se numa das grandes figuras da equipa de Marco Silva, apresentando números que falam por si.
Bernardo Ribeiro: "Longe vai o tempo em que Pavlidis não servia..."
Pavlidis soma já 14 golos em 12 jogos, entre Liga Portugal e Liga Europa, números que chamaram a atenção de Bernardo Ribeiro: “Longe vai o tempo em que Pavlidis não servia ou em que o clube da Luz se conformava com empates. Hoje, a ambição está nos píncaros e há muito dedo do treinador em tudo isto”, escreveu no jornal 'Record'-
Bernardo Ribeiro deixou ainda uma questão sobre a gestão do plantel por parte de Marco Silva numa semana particularmente exigente, com o Benfica a preparar visitas ao Milan e ao Porto: “Curioso será ver como Marco vai gerir a equipa antes dos importantes jogos em Milão e no Porto. É evidente que o mais importante dos dois é no Dragão, mas ninguém fica indiferente a uma visita a San Siro”, acrescentou.
O Benfica procura atualmente assumir a liderança da Liga Portugal e tem pela frente o rival no Estádio do Dragão, já este domingo. Para Bernardo Ribeiro, o momento das águias é reflexo direto do trabalho desenvolvido por Marco Silva: “Na Luz, Marco Silva devolveu esperança à equipa e aos adeptos, contagiando também a estrutura com os resultados alcançados no futebol. Para já, a aposta de Rui Costa parece ter acertado em cheio".
O comentador foi ainda mais longe e questionou a possibilidade de o presidente encarnado ter ponderado renovar com José Mourinho antes de confirmar Marco Silva: “Custa perceber como pôde o presidente do Benfica pensar na renovação de José Mourinho antes de confirmar a escolha do antigo treinador do Fulham”.
Águias tiveram um apoio interno para fechar contratação do criativo argentino devido ao seu grande conhecimento da estrutura encarnada
15 Set 2026 | 11:53 |
Rúben Dias teve um papel importante na chegada de Claudio Echeverri ao Benfica. O internacional português, atualmente no Manchester City, foi contactado por responsáveis encarnados antes de o Clube avançar definitivamente para a contratação do jovem argentino e as informações transmitidas pelo antigo defesa das águias ajudaram a reforçar a convicção para fechar o negócio.
Segundo avançou ‘A Bola’, o Benfica procurou saber junto do defesa como era Echeverri no dia a dia, nomeadamente ao nível do compromisso profissional, comportamento nos treinos e integração no futebol europeu e no balneário. O Clube quis ainda recolher informações sobre as características técnicas do jogador e, sobretudo, perceber se poderia responder às exigências de Marco Silva.
Echeverri era seguido há bastante tempo pelas águias, mas o processo ganhou velocidade nos últimos dias do mercado de verão. Antes de avançar para o acordo com o Manchester City, o Benfica fez então uma chamada ao defesa-central português, que passou mais de 12 temporadas ligado ao Clube da Luz antes de rumar a Inglaterra.
Rúben Dias tinha trabalhado com Echeverri durante uma época e uma pré-temporada no City e acabou por transmitir garantias importantes sobre o argentino. As informações recolhidas ajudaram o Benfica a concluir que o jovem poderia oferecer a Marco Silva uma solução diferente no ataque.
O técnico pretendia um terceiro médio ou segundo avançado mais criativo e explosivo, com características distintas das de Sudakov. Echeverri procura agora assumir esse papel. O argentino estreou-se pelo Benfica diante do Gil Vicente, entrando aos 72 minutos para o lugar de Rafa.