Futebol
Hugo Oliveira com fé num dos últimos reforços do Benfica: "Pode entusiasmar a Luz"
09 Set 2026 | 14:01
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10 Ago 2026 | 09:54 |
A estreia de Marco Silva na Liga Portugal a comandar o Benfica não saiu como o treinador esperado. As águias ficaram no empate com o Académico de Viseu (2-2), que há 37 anos não jogava a primeira divisão. Na conferência de imprensa após o jogo, o técnico encarnado não escondeu a sua frustração. Veja tudo que disse o treinador:
Falhas em chances claras e ausência dos adeptos
“A ausência dos adeptos teve grande impacto no jogo, não há que escondê-lo, mas não adianta falar sobre isso, vai soar a desculpa. Temos de olhar para aquilo que poderíamos e deveríamos ter feito de forma diferente para ganhar o jogo, mesmo sem adeptos. Mas também sou daqueles que acredita que marcando dois golos em casa, se não sofrermos, vai ser suficiente para ganhar. Tivemos muitas oportunidades, com uma eficácia normal seria um jogo para estar resolvido ao intervalo. Não o fizemos. Conversámos ao intervalo para ajustar algumas coisas, principalmente na nossa primeira pressão quando o adversário começou a baixar o médio para construir a três. Em organização ofensiva não nos criou praticamente problema nenhum. Os momentos que tiveram foram momentos de transição, algumas bolas longas ou alguns momentos de transição em que nós perdemos alguns duelos individuais que não podemos perder. Essa é que é a realidade. A forma como começa o canto que dá o primeiro golo, é um momento em que temos de ser agressivos. Temos de ganhar aquela bola e depois acompanhar os jogadores, é um momento de transição, não estamos em organização. Este tipo de coisas é que temos de melhorar rapidamente porque da forma como criámos e o número de oportunidades de golo que criámos iremos marcar. Hoje a ineficácia foi muito grande, mas é importante continuar a dar confiança aos jogadores, acertámos três bolas nos ferros. O que temos de corrigir muito e rapidamente é a forma como sofremos os golos e uma ou outra transição. Na maioria dos momentos até estamos em superioridade numérica, nem sequer estamos em igualdade. Quando isso acontece temos de ser agressivos na forma como vamos disputar os lances e ganhá-los que é isso que temos que fazer quando estamos expostos em organização ofensiva e perdemos uma ou outra bola. Acima de tudo isso, sofremos dois golos que não deveríamos ter sofrido da forma como foram. O primeiro num canto e o segundo após um lançamento lateral. Temos de ter contacto com os avançados e com os jogadores que estão naquele momento na área, é assim que se deve defender. Vamos claramente melhorar nesse momento porque não há outra forma porque são momentos muito normais para nós concedermos como concedermos. Criámos muitas oportunidades, um caudal ofensivo muito grande, a equipa a ser dominante como tinha que ser, como queríamos ser também e depois fizemos um golo cedo que nos poderia ter dado ainda mais tranquilidade para procurar o segundo e depois tentar matar o jogo. Foi isso que continuámos a fazer mas infelizmente não marcámos. Tivemos uma boa reação ao empate, marcámos rapidamente o 2-1 e mesmo assim não foi suficiente para não sofrermos mais golos. Um resultado muito mau para nós, não há que escondê-lo. Agora é preparar o jogo de quinta-feira e depois virá o próximo do campeonato”.
Vai jogador com dois avançados?
“Não vou dizer que será sempre, mas acima de 90% será o ponto de partida será com um avançado posicional e depois com os posicionamentos que criamos quer pelos alas quer pelos jogadores mais interiores, será por aí. Terminámos com dois. Houve um momento em que sentimos o Prestianni já um pouco mais desgastado, estava a ser claramente o homem do jogo pela forma como estava a ser desequilibrador,, como conseguiu construir praticamente em todas as zonas do terreno, à esquerda onde começou, bem aberto, construiu muito o nosso caudal ofensivo na primeira parte e como faz o golo também. Quando retirámos o Rafa da área, colocámo-lo um pouco mais por dentro junto ao Andreas para termos o Prestianni mais por dentro com o Andreas por fora. Fomos tentando de várias formas. Depois já muito desgastados, acabámos por partir para a situação com dois avançados, ser o Pavlidis partir daquela zona para chegar mais perto do Durán. Tentámos dar largura total também no corredor direito sem o Rafa, já com o Lukebakio. Continuámos a criar oportunidades, a realidade é que não conseguimos colocar a bola dentro da baliza e fomos penalizados com um resultado muito negativo para nós”.
Disputa entre Samuel Soares e Trubin
“O Samuel, o Trubin e o Diogo [Ferreira] são os guarda-redes do Benfica, fazem parte do plantel e é com eles que contamos.”
Falta de eficácia que não foi vista frente ao Hearts
“Não é assim tão fácil arranjar soluções já para a falta de eficácia. Por vezes, há jogos assim, em que criamos muito e não conseguimos fazer o número de golos coincidente com as oportunidades que criámos. Esta noite é claramente um desses exemplos. Não há explicação para numa quinta-feira sermos eficazes, e também tivemos muitas oportunidades para fazer mais golos, e depois no domingo seguinte já não sermos tão eficazes. Não há explicação clara que possa dar sobre porque é que aconteceu de uma forma ou outra. São situações que aconteceram. Não entrando só por essa parte de eficácia, quando sofremos dois golos da forma como sofremos normalmente vamos ter dissabores e foi o que aconteceu. Se tivéssemos feito mais dois ou três golos como deveríamos ter feito iríamos acabar por ganhar o jogo, mas, na mesma, sofrendo golos assim não estaríamos contentes. Seriam pontos importantes para nós, mas não poderíamos estar contentes pela forma como sofremos os golos. Falta de concentração? É óbvio que na fase final há ali alguma ansiedade de tentarmos fazer o golo e isso parece-me claro, é uma situação natural, mas não me parece falta de concentração. Podemos falar de concentração noutros momentos mais importantes do que propriamente em momentos de finalização em que não conseguimos colocar a bola dentro da baliza”.
Impacto da vitória do Porto no Benfica
“O impacto é a frustração que está dentro de nós e que temos de levar para o caminho certo. A frustração naturalmente que está nos nossos adeptos neste momento também. Era um jogo para ganharmos, teríamos de ganhar e não conseguimos. Tristes, frustrados, mas sem arranjar meios caminhos por onde ir. É seguir em frente, esta é que é a realidade. Perdemos dois pontos que não deveríamos ter perdido, temos de ir buscá-los noutro campo e noutro tipo de jogos. Esta é a única forma que tenho de encarar este momento. Falou da época passada e de muitas coisas que não importam trazer para aqui. Neste momento acreditamos naquilo que estamos a fazer, temos um caminho a percorrer, há algumas situações ainda que temos de continuar a retificar o na composição da nossa equipa e tentarmos tornar o Benfica cada vez mais forte. Esse é o nosso objetivo. Perdemos dois pontos, é uma realidade. Para a semana mais um jogo muito importante para nós ganharmos”.
Mais um empate do Benfica na Liga
“O que há para mudar já expliquei em duas ou três questões que me foram colocadas. Em relação aos adeptos habituarem-se a isso, tenho a certeza que não se habituam de maneira nenhuma. Adepto deste clube não se habitua a empates em casa. Percebo que foi uma realidade aconteceu no ano passado e começámos claramente em falso com este empate. Uma coisa é o resultado que tivemos e alguns do ano passado, outra coisa é os nossos adeptos habituarem-se a isso, está longe de acontecer. Se estivessem dentro do estádio iríamos sentir a frustração, portanto se há coisa a que eles não se vão habituar nunca é a empates em casa. Em relação à explicação para este empate podemos ir por dois caminhos. O caminho por onde quero ir mais é pela forma como sofremos golos que não podemos sofrer a este nível. Ontem, na antevisão, falei de sermos sólidos, compactos. Uma coisa é termos mentalidade ofensiva, uma ideia clara de jogo, uma identidade como equipa em que queremos ser dominantes, jogar para ganhar claramente e há várias formas de o fazer. Outra questão que nos pode levar a um caminho que são ganhar títulos é a solidez, nos momentos certos estarmos concentrados, agressivos e termos contacto com adversário nos momentos que temos que ter contacto com o adversário para não acontecerem as oportunidades ou os golos que o adversário marcou hoje”.
Entrada de Schjelderup prejudicou Prestianni
“O Benfica estava em vantagem quando o Andreas entrou no jogo. O Prestianni fez um excelente jogo, mais um grandíssimo jogo a criar de variadíssimas formas sobre o corredor e em cima doo adversário. A combinar bem. a esperar pelos momentos certos para o Dahl chegar. Naquele momento queríamos ainda dar mais acutilância ao nosso lado esquerdo e acima de tudo mexer na posição 10, esse foi o nosso objetivo, tirar o Rafa do corredor direito. Teríamos algumas soluções, quisemos manter aquilo que era a nossa estratégia desde o começo do jogo e que ofensivamente sinceramente estava a funcionar. Estávamos a criar oportunidades, mais com o ala mais por dentro e o lateral mais por fora, foi dessa forma que planeámos o jogo. O Prestianni nunca deixou de criar, mesmo na direita e quando passou para dentro”.
Equipa orientada por Marco Silva fez mais uma exibição de luxo e triunfou no jogo em atraso da terceira jornada da Liga Portugal Betclic
09 Set 2026 | 22:42 |
O Benfica goleou o Moreirense por 4-0, esta quarta-feira, em encontro a contar para a 3ª jornada em atraso da Liga Portugal Betclic. As águias não deram hipóteses e construíram o triunfo com tentos de Vangelis Pavlidis, Andreas Schjelderup, Gianluca Prestianni e Fredrik Aursnes.
A equipa das águias começou com tudo e, ainda no primeiro minuto, Pavlidis deu o primeiro sinal da partida ao testar os reflexos de André Ferreira, mas estava fora de jogo. Aos 6´, Rafa perdeu um golo cantado. André Ferreira defendeu o remate de Prestianni, a bola sobrou para o internacional português, que atirou para fora.
O Moreirense travou o Benfica com um bloco baixo e um relvado difícil, mas as águias aceleraram antes do intervalo. Depois de várias oportunidades, Clément Lenglet sofreu penálti num canto, cometido por Alexandre Parsemain. Alertado pelo VAR, Fábio Veríssimo assinalou a falta e Pavlidis fez o 1-0 (45+4’), fixando o resultado ao intervalo.
Na segunda parte, aos 55’, Schjelderup alargou a vantagem benfiquista depois de uma combinação com Prestianni — e o argentino iria mostrar os seus dotes aos 59 minutos. O extremo deixou Gilberto Batista para trás e concluiu a jogada de génio com um remate bem colocado. Já com Jhon Durán, Fredrik Aursnes e Dodi Lukebakio - criticado por Diogo Luís - em campo, o capitão deixou a sua marca. Schjelderup tentou assistir Durán, mas o atacante partiu antes do tempo, deixando espaço para Aursnes aparecer junto à pequena área para atirar para o 4-0. El Karouani fez a estreia com o manto sagrado. O Glorioso iguala o Sporting (13) e fica a dois pontos do Porto (15) na tabela.
O Benfica volta a entrar em campo no próximo domingo, dia 13 de setembro, frente ao Gil Vicente. O encontro, a contar para a 6ª jornada da Liga Portugal Betclic, diante da turma orientada por Luís Pinto, jogar-se-á às 18h00, no Estádio da Luz.
Águias têm má experiência recente vinda da última época com o responsável por comandar duelo do próximo domingo no Estádio da Luz
09 Set 2026 | 17:46 |
João Gonçalves foi o árbitro escolhido pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para dirigir o duelo entre e Benfica e Gil Vicente, relativo à 5.ª jornada da Liga Portugal Betclic. A nomeação não passa despercebida entre os adeptos encarnados, tendo em conta o histórico recente do juiz com as águias.
O árbitro regressa à competição depois de ter ficado afastado na jornada anterior devido ao chumbo nos testes físicos realizados há duas semanas. João Gonçalves voltou a ser avaliado esta quarta-feira e, após superar as provas, foi considerado apto para arbitrar novamente.
A nomeação ganha especial atenção devido a um episódio da temporada passada que ainda permanece na memória dos benfiquistas. João Gonçalves esteve no empate 2-2 entre Braga e Benfica, encontro no qual anulou um golo que poderia ter colocado as águias na frente por 3-2.
Na reta final da partida, o árbitro assinalou uma falta atacante de Richard Ríos sobre Vítor Carvalho, invalidando o tento encarnado. O lance acabou por ser analisado pelo VAR, depois de a bola ter entrado na baliza, mas a decisão manteve-se. Na disputa pela bola, Ríos - que rumou ao Al Ittihad -, pressionou o médio bracarense, que acabou por cair no relvado.
O entendimento da equipa de arbitragem foi de que existiu falta atacante, decisão que gerou fortes críticas do lado encarnado. No final da partida, Nicolás Otamendi não escondeu a revolta com a arbitragem. Agora, João Gonçalves volta a cruzar-se com o Benfica.
Treinador de 41 anos acredita que nova aquisição das águias chegou para tomar conta da posição na equipa do novo técnico encarnado
09 Set 2026 | 17:23 |
João Palhinha chegou ao Benfica e rapidamente começou a justificar o investimento feito pela SAD encarnada. Contratado ao Bayern Munique por cerca de 14 milhões de euros, valor que pode chegar aos 19 milhões mediante objetivos, o internacional português já conquistou espaço no meio-campo de Marco Silva.
O impacto do médio não surpreende Fábio Espinho, que partilhou balneário com Palhinha no Moreirense, durante a primeira metade da temporada 2015/16, quando o jogador tinha apenas 20 anos. Em declarações à Rádio Renascença, o antigo médio destacou as qualidades que já identificava no internacional português naquela altura.
"Ele impressionou-me logo pelo profissionalismo, pela forma como treinava, pela forma como competia. Com esta capacidade de trabalho, vai libertar ainda mais os jogadores que estão mais adiantados, como Sudakov e Barreiro. Ele sente-se bem sozinho na zona 6", acrescentou.
Fábio Espinho recordou ainda a mentalidade demonstrada por Palhinha desde os primeiros passos na I Liga. "Mesmo em tenra idade, já se via que era um jogador com uma mentalidade diferente, queria sempre aprender. Queria sempre mais. Tudo o que o João conseguiu até ao momento não me causa nenhuma surpresa", referiu.
Para o antigo jogador, o encaixe no Benfica de Marco Silva é praticamente perfeito. "Acho que o João encaixa que nem uma luva neste Benfica de Marco Silva", afirmou, lembrando que o treinador já conhecia o médio dos tempos em que ambos estiveram no Fulham: "Não foi por acaso que fez força para o trazer para cá, para o nosso futebol".
Hugo Oliveira com fé num dos últimos reforços do Benfica: "Pode entusiasmar a Luz"
09 Set 2026 | 14:01
Kaminski não rendeu na frente de ataque e pode mudar de posição no Benfica
09 Set 2026 | 11:54
Jogador infeliz no Benfica foi ao Restelo assistir ao concerto de The Weeknd
09 Set 2026 | 14:33