Futebol
Mourinho arranca trabalhos do Benfica - Alverca com dores de cabeça... das boas
04 Fev 2026 | 10:21
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Futebol
04 Fev 2026 | 11:27 |
O Arsenal tornou-se, nesta passada terça-feira, na primeira equipa a carimbar o passaporte para a tão aguardada final da Taça da Liga Inglesa, graças ao triunfo conquistado sobre o Chelsea, de Enzo Fernández - que venceu o West Ham no passado sábado - , no Emirates Stadium, por 1-0. Isto, depois dos 'gunners' na primeira mão das meias-finais, terem saído de Stamford Bridge com uma vantagem, por 2-3.
O Chelsea demorou a entrar no jogo, mas até fez o primeiro remate do jogo, por Liam Delap, mas fraco e ao lado. Lance que fez bem à equipa visitante, que passou a ter mais bola, mas permitiu que a primeira grande oportunidade pertencesse à equipa arsenalista, com remate forte de Gabriel Magalhães que mereceu uma excelente defesa de Robert Sanchez. Contudo, a primeira parte jogou-se sem destaque. Sem oportunidades, sem domínio de uma ou outra equipa.
O primeiro lance com algum perigo no segundo tempo foi do Chelsea, mas a ameaça 'blue' desapareceu rapidamente. O Arsenal continuou a mostrar uma incapacidade ofensiva que ainda não se tinha visto esta temporada, mas do outro lado a produção no ataque era também escassa.
Cenário ideal para Liam Rosenior lançar Cole Palmer e Estêvão e dar à sua equipa a fantasia que lhe ia faltando. Criou uma ou duas oportunidades, mas muito pouco para iludir a competente defesa do Arsenal. No último minuto do jogo (90+7'), surgiu um golo de Kai Havertz quando o Chelsea arriscou tudo e subiu as suas linhas.
O outro finalista é encontrado hoje, com o Manchester City a jogar em casa frente ao Newcastle, detentor do troféu, e com dois golos de vantagem após vitória fora por 2-0. O apito inicial do encontro está marcado para as 20h00.
Segundo foi revelado pela imprensa, futebolista mostrou alguma reticência perante continuidade na Luz, contudo, acabou por aceitar acordo
04 Fev 2026 | 11:25 |
João Rego acertou a renovação com o Benfica. Pelo que foi apurado, o jovem futebolista, que esteve perto de deixar a Luz no mercado de inverno, viu o seu vínculo às águias ser prolongado. Ao que tudo indica, já existe um acordo estabelecido entre o jogador e a estrutura vermelha e branca.
Segundo deu conta o jornal Record, na sua edição digital, o Benfica encontrava-se, há vários meses, a tentar fechar o processo e, ao que tudo indica, com o fim do mercado, as águias conseguiram convencer o camisola 84 a prorrogar a sua ligação ao emblema encarnado. O anúncio deve acontecer em breve.
João Rego tem contrato válido até ao verão de 2028 e, com esta renovação, é bem provável que o vínculo se prolongue até 2030. Além disso, o futebolista tem mostrado alguma reticência em assinar o novo acordo, contudo, o desenrolar do fecho do mercado, nos últimos dias, levou a que o internacional sub-21 desse o 'sim' ao Clube da Luz.
Lançado por Bruno Lage, foi com José Mourinho que João Rego tem tido uma presença consistente nas escolhas do Benfica. Apesar dos seus 20 anos de idade, o médio é bastante apreciado pelo Special One, que o tem chamado, de forma sistemática, às convocatórias das águias, tendo falhado apenas o duelo com o Tondela.
Na presente temporada, com a camisola do Benfica, João Rego - avaliado em 3 milhão de euros - já realizou o total de 19 jogos oficiais: oito na Liga Portugal Betclic, cinco na Liga Portugal Meu Super, três na Taça de Portugal, dois na Liga dos Campeões e um na Taça da Liga. Nos 573 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou um golo.
Agora com a janela de transferências fechada, lembra-se o impacto e importância na história do Clube, destacando algumas figuras passadas
04 Fev 2026 | 10:58 |
O mercado de inverno tem sido, ao longo das últimas décadas, um espaço de risco e oportunidade para o Benfica. Longe do planeamento detalhado do verão, as contratações de janeiro surgem muitas vezes para responder a necessidades imediatas, colmatar ausências ou corrigir falhas identificadas na primeira metade da época. Algumas dessas apostas acabaram por deixar marca profunda na história do Clube, outras ficaram muito aquém do esperado.
Entre os casos de sucesso, há nomes que chegaram a meio da temporada e se afirmaram de forma consistente. Karel Poborsky chegou à Luz em janeiro de 1998, vindo do Manchester United, e foi uma referência durante três épocas. Tiago, contratado em janeiro de 2002, deu no Benfica um passo decisivo na carreira, projetando-se para o futebol europeu. Anos mais tarde, André Almeida, contratado em janeiro de 2012, afirmou-se como peça regular do plantel e capitão, tornando-se uma presença constante ao longo de várias temporadas.
Grimaldo representa um dos exemplos mais claros de impacto duradouro de uma contratação de inverno. Chegado em janeiro de 2016, assumiu a titularidade na lateral esquerda durante oito épocas, somando mais de 300 jogos oficiais. Mais recentemente, Álvaro Carreras chegou em janeiro de 2024 e, em apenas uma temporada e meia, tornou-se uma figura central da equipa encarnada, o que levou à sua transferência para o Real Madrid no verão seguinte.
Contudo, nem todas as apostas de janeiro tiveram o mesmo desfecho. Marcelo Moretto chegou em 2006 e nunca se impôs de forma consistente, somando poucos jogos ao longo de duas épocas e meia. Eder Luís, contratado em 2010, permaneceu apenas meia temporada, enquanto Hany Mukhtar, recrutado em janeiro de 2015, teve uma utilização residual, com apenas uma presença oficial.
Marcelo Hermes e Dyego Sousa completam a lista de contratações de inverno que não corresponderam às expectativas. O lateral brasileiro realizou apenas um jogo pela equipa principal após chegar em 2017, enquanto Dyego Sousa, emprestado em 2020, terminou a passagem pelo Clube - que recebe notícia positiva - sem qualquer golo marcado.
Em declarações à imprensa neerlandesa, diretor desportivo explicou como negociações com os encarnados decorreram neste mercado
04 Fev 2026 | 10:52 |
Stije Resink foi um dos vários nomes que foram apontados ao Benfica no mercado de inverno. No rescaldo do defeso, Frank van Mosselveld, diretor desportivo do clube neerlandês, contou que a recusa de vender o capitão às águias aconteceu por telefone, sem haver um contacto pessoal entre as partes envolvidas.
Frank van Mosselveld: "O Benfica tinha um interesse concreto no nosso capitão nesta janela de transferências, ligaram-nos para saber a situação"
"Por valores extravagantes, qualquer jogador está à venda, mas estamos a meio da época e queremos defender a nossa situação", começou por dizer o dirigente do Groningen, em declarações à imprensa neerlandesa, depois de revelar o que levou o Benfica a desistir do negócio.
"Ele fica, de certeza. O Benfica tinha um interesse concreto no nosso capitão nesta janela de transferências, ligaram-nos para saber a situação", acrescentou van Mosselveld, em declarações ao canal televisivo FC Afkicken, antes de revelar a resposta dada pelo Groningen.
Frank van Mosselveld: "Foi o que fizemos, e o Benfica aceitou a nossa decisão"
"Fomos muito claros: 'não o queremos vender'. Por respeito ao Stije, dissemos que, tratando-se de um clube daquela dimensão, estávamos dispostos a explicar a nossa posição por telefone. Foi o que fizemos, e o Benfica aceitou a nossa decisão", acrescentou o mesmo.
"Não recebemos nenhuma oferta oficial e não foram discutidos quaisquer valores. O mais importante é não perder o capitão neste mercado", atirou por fim, van Mosselveld, a explicar que o emblema neerlandês não ouviu nenhuma proposta pelo médio de 22 anos.