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Futebol
11 Mar 2026 | 10:28 |
Apesar de quase um mês passado, o caso Prestianni - Vinícius Júnior voltou a colocar o racismo no futebol na ordem do dia e Gianni Infantino não se esquivou ao assunto. Em consequência, o presidente da FIFA garantiu recentemente que tudo está a ser feito para erradicar esse fenómeno da modalidade, numa clara alusão ao tão falado gesto do camisola 25 encarnado no jogo com o Real Madrid, dizendo que "se tapam a boca, é porque algo de errado estão a dizer".
Gianni Infantino: "Não há lugar para o racismo. Temos de lutar contra ele com todas as nossas forças"
"Não há lugar para o racismo. Temos de lutar contra ele com todas as nossas forças. Estamos em 2026 e é inaceitável discriminar alguém por causa da sua origem. Por vezes, as pessoas dizem-me que o racismo é um problema da sociedade. Sim, mas nós, no futebol, temos de o resolver dentro do futebol, e a sociedade resolvê-lo-á como bem entender", começou por dizer, numa entrevista ao jornal 'As'.
"O racismo não tem lugar no futebol e não há desculpa para o aceitar. Tolerância zero. Não vale tapar a boca, porque estás a dizer algo errado. Se um jogador tapa a boca e diz algo que tem implicações racistas, deve obviamente ser expulso", afirmou.
Gianni Infantino: "Talvez devêssemos pensar não só em sanções, mas também em mudar a nossa cultura"
No entanto, o líder do organismo que rege o futebol mundial também considera que estes fenómenos não se combatem apenas com castigos. O dirigente suíço defende que deve ser dado o direito, a quem cometa estes atos, de se poder redimir.
"Talvez devêssemos pensar não só em sanções, mas também em mudar a nossa cultura, permitindo que os jogadores ou qualquer pessoa que faça algo de errado possa pedir desculpa. Podemos fazer coisas que não pretendíamos fazer num momento de raiva e pedir desculpa, e depois o castigo pode ser diferente. Estas são ações que também podemos e devemos tomar para sermos sérios na nossa luta contra o racismo", concluiu.
Nas últimas horas, Clube da Luz emitiu uma atualização a respeito do estado do atleta, que criou um certo clima de preocupação junto das águias
11 Mar 2026 | 10:50 |
Diana Costa vai falhar o que resta da temporada, depois de confirmado o cenário mais grave. Pelo que foi revelado pelo Benfica, a futebolista de 19 anos, que se encontrava ao serviço da seleção nacional, está a contas com uma fratura no pé e já não joga mais esta época.
"O Sport Lisboa e Benfica informa que Diana Costa apresenta fratura do quinto metatarso do pé esquerdo", pode ler-se na atualização clínica que as águias partilharam no site oficial do Clube da Luz, a respeito do estado da futebolista de 19 anos, que atua na equipa principal e secundária.
"A jovem avançada, de 19 anos, que estava cedida ao Racing Power, sofreu esta lesão no recente jogo com a Itália, da Seleção Nacional de Portugal Sub-23", adiantou no mesmo boletim informativo, dando conta de quando é que a lesão teria ocorrido.
"Será submetida a cirurgia, ficando sob orientação do Departamento Clínico do SL Benfica", esclareceu o Clube da Luz, dando conta dos primeiros passos para a recuperação da jogadora, que chegou a integrar uma das convocatórias para a Liga dos Campeões.
"Em termos competitivos, a época terminou. Foco na recuperação. Força, Diana!", pode ler-se no final do boletim clínico partilhado pelo Benfica. Na presente época, a atleta de 19 anos já disputou um total de 14 partidas oficiais, entre plantel A e secundário, onde apontou sete golos, nos 803 minutos em que esteve dentro das quatro linhas.
Na sua crónica semanal, treinador português de 71 anos relembrou passagem pelo Brasil e período que coincidiu com confinamento do Covid-19
11 Mar 2026 | 10:26 |
Jorge Jesus voltou a fazer uma retrospectiva da sua longa e frutífera carreira como treinador. Depois de revelar que esteve perto de regressar a Portugal, em 2019, o antigo técnico do Benfica recordou a sua passagem pelo Flamengo e deixou uma garantia sobre o emblema do Rio de Janeiro.
Jorge Jesus: "Sem a pandemia, se calhar hoje ainda estaria no Flamengo"
"Foi o grupo que mais se interessou e preocupou comigo. Interessavam-se em saber o porquê dos exercícios e das conversas com alguns durante o treino. E eu ficava no relvado a explicar-lhes tudo, no final", começou por contar o português, na sua crónica semanal, publicada no jornal Record.
"Por isso não teria saído daquela Cidade Maravilhosa se não fosse a Covid-19. O meu primeiro teste deu positivo e o segundo deu inconclusivo. Por precaução, fui fechado no apartamento, sozinho", apontou Jorge Jesus, ao relembrar os períodos de incerteza que marcaram o início do ano de 2020 em todo o mundo.
"Os médicos visitavam-me vestidos com fatos anti-contágio e os funcionários do clube deixavam a comida à minha porta. Tocavam e fugiam antes de eu abrir. Sentia-me numa prisão. Via as notícias e, no Brasil, a Covid parecia sentença de morte", adiantou o agora treinador do Al Nassr.
"Então decidi, se era para morrer, que fosse em Portugal. E vim embora. Sem a pandemia, se calhar hoje ainda estaria no Flamengo. Entre julho de 2019 e abril de 2020 ganhámos cinco troféus e só perdemos quatro jogos", escreveu por fim Jorge Jesus, na sua crónica semanal, publicada pelo Record.
Antigo diretor de comunicação dos vermelhos e brancos apontou o deod ao Clube da Luz depois dos mais recentes episódios de pancadaria
11 Mar 2026 | 10:07 |
Nas últimas horas, João Gabriel voltou a deixar críticas ao Benfica. Através de uma publicação, o antigo diretor de comunicação do Clube da Luz visou as águias na sequência dos recentes episódios que aconteceram no Atlético Mineiro - Cruzeiro, que envolveram o antigo jogador do Porto, Hulk.
"Procura-se: departamento de comunicação. De preferência vivo, embora haja fortes indícios de que tenha morrido há muito tempo", começou por escrever João Gabriel, na sua conta oficial na rede social LinkedIn, semanas depois de ter abordado o caso Prestianni.
"Em dezembro de 2009, o SL Benfica ganhou – e ganhou bem - ao FC Porto na Luz. De regresso aos balneários viveram-se momentos de tensão e dois jogadores do Porto agrediram outros dois assistentes desportivos. Um desses jogadores, Hulk, foi suspenso por quatro meses, em função do relatório dos delegados da Liga, do 4º árbitro e das imagens de CCTV", recordou o antigo dirigente das águias.
"Pois bem, 17 anos depois, o jogo entre o Atlético Mineiro e o Cruzeiro acabou num ambiente mais quente do que um churrasco mineiro em agosto, empurrões, gritos, jogadores exaltados, socos, e, como se pode ver na fotografia, Hulk tenta, mais uma vez, evitar a confusão", apontou João Gabriel na sua publicação.
"Há 17 anos Hulk foi bem castigado. Pena é que o Benfica não tenha um canal história para nos recordar a justiça do castigo e a consistência e fidelidade de Hulk ao seu estilo de jogo! Aliás, bastaria ter um departamento de comunicação competente! Aliás, bastaria o SL Benfica ter um departamento de comunicação!", concluiu.