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Futebol
08 Abr 2026 | 12:16 |
Os últimos dias foram particularmente exigentes para Gianluca Prestianni, que regressou dos compromissos com a seleção argentina e ainda participou na sessão de trabalho realizada na quinta-feira. Nesse mesmo dia, o jovem extremo integrou o treino em Lisboa, mas rapidamente começaram a surgir sinais de mal-estar físico devido a uma virose.
Segundo o jornal Record, a situação agravou-se nas horas seguintes, levando o atleta a apresentar febres elevadas que o obrigaram a permanecer em repouso durante três dias consecutivos. O objetivo passava por recuperar a tempo útil para a partida frente ao Casa Pia, mantendo a esperança de voltar às opções técnicas.
A recuperação acabou por acontecer dentro do prazo desejado, permitindo que Prestianni fosse convocado e utilizado no encontro. O argentino entrou em campo aos 58 minutos, demonstrando disponibilidade física e competitiva apesar da paragem recente.
Com o episódio ultrapassado, o jogador encontra-se agora totalmente recuperado e voltou a trabalhar sem limitações com o restante grupo. O foco passou para a preparação do próximo compromisso diante do Nacional, com a equipa técnica a avaliar as melhores soluções para o duelo seguinte. A evolução física e o desempenho recente aumentaram as possibilidades de voltar a ter um papel mais relevante nas escolhas iniciais de José Mourinho.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Gianluca Prestianni — avaliado em 12 milhões de euros — já realizou um total de 35 partidas: 23 na Liga Portugal Betclic, cinco na Liga dos Campeões, duas na Taça de Portugal, duas na Taça da Liga e uma na Supertaça. Nos 1.726 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o extremo registou três golos e duas assistências.
Ex futebolista do emblema encarnado também destacou a emoção de jogar no Estádio da Luz e a importância dos títulos conquistados
08 Abr 2026 | 11:58 |
Pizzi, atualmente no Estoril, falou sobre a sua passagem pelo Benfica, recordando a importância da experiência vivida no Clube e como a sua carreira poderia ter seguido outro caminho, caso tivesse aceitado a proposta do Sporting antes de rumar à Luz.
Pizzi: "Tive proposta do Sporting, o treinador era o Leonardo Jardim e falei com ele diretamente"
"Tive proposta do Sporting, o treinador era o Leonardo Jardim e falei com ele diretamente. Queria que fosse para lá e que seria um jogador importante. Naquele momento estava a aparecer o William Carvalho na pré-época. Disse-lhe que tinha muitas propostas, depois da minha boa época no Deportivo, de Espanha. As coisas não foram para a frente e alguns dias mais tarde surge o Benfica", disse no podcast '90+3'.
Antes de se fixar em Lisboa, Pizzi - que jogou recentemente na Luz - foi emprestado ao Espanhol, uma experiência que valorizou bastante: "Queriam que jogasse mais um ano por completo numa equipa do que ir para o Benfica e não ser tanto uma opção. Tive a felicidade de só estar em grandes cidades: Madrid, Corunha, Barcelona... Foi uma boa época para mim. Tive a oportunidade de jogar com um grande jogador que é o Simão Sabrosa, que foi como um pai para mim".
No Benfica, trabalhou com Jorge Jesus e fez questão de elogiar o treinador: "Ajudou-me imenso no decorrer da minha carreira. Mudou-me de posição. Lembro-me de chegar ao Benfica um bocado incerto do que se iria passar. Fiz os primeiros treinos muito bons e lembro-me do Jorge Jesus dizer para um adjunto: 'Este miúdo tem muita qualidade de passe'. Chamou-me à parte e disse-me que ia ficar, mas que me ia trocar de posição. Ajudou-me muito e falava sempre comigo diariamente".
Pizzi também destacou a emoção de jogar no Estádio da Luz e a importância dos títulos conquistados: "A época 2014/15 acabou com o Benfica bicampeão. Foi espetacular. Não estava preparado para a dimensão do que é estar no Marquês. O caminho até ao Marquês, o resto do país... É um sentimento ótimo. Foi um dos momentos que mais me marcou. Não estava à espera daquele impacto todo".
Professor de Economia destacou que problemas da equipa de José Mourinho vão muito além da falta de eficácia no último terço do terreno
08 Abr 2026 | 11:38 |
Pedro Brinca analisou o empate entre Casa Pia e Benfica (1-1) e destacou que os problemas da equipa vão muito além da falta de eficácia no último terço. Segundo o cronista, a equipa sofre em remates de meia distância, no jogo aéreo ofensivo e depende demasiado do futebol apoiado ou de inspirações individuais, como é o caso de Andreas Schjelderup.
Pedro Brinca: "Salva-se Schjelderup, jogo após jogo o expoente máximo desta equipa”
“Rafa é um homem de transição que se apaga quando lhe fecham o espaço... Ríos não tem a fantasia que o lugar pede e tem dado o seu maior contributo... a cabecear na área adversária. Sudakov devia e podia ser esse jogador, e ainda não o foi. Salva-se Schjelderup, jogo após jogo o expoente máximo desta equipa”, escreveu no jornal 'Record'.
O professor de Economia, que é adepto das águias, também destaca a limitação das opções do plantel e as consequências financeiras: “A provável ausência da prova milionária para o ano não é um detalhe contabilístico: é um buraco de receitas que vai obrigar a fazer omeletes com jogadores da cantera e a acertar num mercado em que o Benfica, há demasiado tempo, gasta mal e vende o que lhe fica a fazer falta”.
Pedro Brinca aborda ainda a questão sobre José Mourinho ser o treinador ideal para enfrentar este desafio: “A minha resposta não será popular, mas é sim. Mourinho desdenha hoje um plantel que elogiou quando estava no Fenerbahçe, mas a verdade é que não foi ele que o montou”.
Por fim, defende que é necessário paciência e confiança no trabalho do treinador: “Por uma vez, e contra os instintos da casa, vale a pena dar tempo ao tempo”, conclui, reforçando que a equipa e a Sireção devem focar-se em preparar o futuro com planeamento e sem decisões precipitadas.
Apesar dessa imagem mais reservada, internacional cabo-verdiano mantém uma relação tranquila com todo o grupo de trabalho na Luz
08 Abr 2026 | 11:22 |
Sidny Lopes Cabral deu que falar antes do jogo entre o Benfica e o Casa Pia, ao aparecer frequentemente sozinho durante o aquecimento e nos momentos que antecederam a partida. No entanto, a postura não resulta de qualquer afastamento por parte dos colegas, sendo uma opção pessoal do jogador em dias de jogo.
Apesar dessa imagem mais reservada, o ala mantém uma relação tranquila com todo o grupo. Ainda assim, existem alguns companheiros com quem tem maior proximidade, nomeadamente Leandro Barreiro, Dodi Lukebakio e Franjo Ivanovic, com quem partilha maior afinidade no balneário.
O hábito de estar isolado prende-se sobretudo com a forma como encara os jogos. O reforço prefere manter-se concentrado e longe de distrações, procurando atingir o melhor estado mental possível antes de entrar em campo. Ainda assim, o comportamento não reflete o seu dia a dia, onde está integrado normalmente no grupo.
Quanto ao momento atual, o jogador ambiciona ter mais tempo de jogo, já que pretende afirmar-se e chegar em boas condições ao Mundial de 2026 ao serviço de Cabo Verde. Recentemente, mostrou bom nível, destacando-se com um golo e duas assistências nos jogos frente a Chile e Finlândia.
Na presente temporada, tanto ao serviço do Estrela da Amadora como do Benfica, Sidny Cabral — avaliado em 5 milhões de euros — já realizou 28 jogos oficiais: 23 na Liga Portugal Betclic, dois na Liga dos Campeões, dois na Taça de Portugal e um na Taça da Liga. Nos 1.835 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o atleta registou seis golos e seis assistências.